Autor: agitosp

  • Síndrome do Banho e Tosa

    Síndrome do Banho e Tosa: pesquisa do CEUB alerta tutores para riscos emocionais em pets


    Banhos fora de casa podem causar estresse extremo, convulsões e até parada cardíaca em cães e gatos

    O banho fora de casa, procedimento considerado simples e rotineiro por muitos tutores, pode, na verdade, representar um risco à saúde física e emocional dos animais de estimação. Preocupados com esse cenário, estudantes de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB) investigaram o tema e produziram estudo sobre a Síndrome do Banho e Tosa, distúrbio pouco conhecido, mas que pode ser fatal. A pesquisa atende a demanda por orientar tutores sobre a escolha consciente e segura dos locais onde os pets são atendidos.

    O grupo, formado pelos estudantes Ana Carolina Resende Ribeiro, Isabelle Silva Resende, Lorenzo Moraes Montiel da Silva e Emanuella Oliveira Mady, explica que o estudo surgiu a partir do crescimento nos relatos de maus-tratos em pet shops e de relatos de mudanças comportamentais em animais e queixas de tutores. “O objetivo é alertar para a importância de escolher ambientes com manejo respeitoso e seguro, a fim de evitar ocorrências trágicas.”

    A síndrome consiste em um conjunto de reações físicas e comportamentais que podem surgir após procedimentos como banho, tosa ou secagem. Entre os sintomas mais comuns, estão medo extremo, tremores, apatia, vômitos, diarreia, alterações respiratórias, convulsões e, em casos graves, parada cardíaca. Para a orientadora do projeto e professora de Medicina Veterinária do CEUB, Francislete Melo, essa condição é considerada especialmente perigosa por afetar animais com predisposição a problemas cardíacos, respiratórios ou neurológicos.

    “O estresse extremo desencadeado durante o atendimento pode ser silencioso, mas letal. Ainda assim, não existem dados oficiais no Brasil que monitorem a frequência dessas ocorrências, o que amplia a necessidade de conscientização. Isso dificulta o reconhecimento clínico e o registro de casos, fazendo com que a síndrome continue fora do radar da maioria dos tutores, mesmo quando os sintomas são graves e evidentes”, destaca a docente.

    Como parte prática da pesquisa, em visitas técnicas a pet shops, as boas práticas de manejo foram transformadas em um vídeo educativo demonstrando o protocolo correto de banhos em cães. O conteúdo viralizou nas redes sociais: alcançou mais de 187 mil visualizações e 30 mil curtidas no TikTok, além de grande engajamento no Instagram. Também foi produzido um panfleto digital com dicas práticas para a escolha de pet shops, sinais de alerta e orientações preventivas. O material está disponível nos perfis do grupo no Instagram e TikTok (@vidaadevet).

    “Nesses casos, o tutor precisa observar como o pet se comporta antes e depois do banho. Um animal que chega ao pet shop muito ansioso ou que volta letárgico, agressivo ou com diarreia pode estar dando sinais claros de que algo não vai bem”, explica Lorenzo Moraes. A mostra também identificou os principais erros que podem levar ao surgimento da síndrome, tanto por parte dos tutores quanto dos estabelecimentos.

    Entre os equívocos, o grupo aponta que escolher pet shops apenas pelo preço ou proximidade, ignorar o comportamento prévio do animal e deixar de comunicar seu histórico emocional ou clínico podem comprometer a saúde desses animais. Já nos estabelecimentos, os estudantes os principais problemas envolvem a falta de qualificação da equipe, o uso inadequado de equipamentos e a ausência de protocolos individualizados para pets sensíveis. “A atenção no banho depende de informação qualificada e atenção aos sinais do animal. Cada pet reage de forma diferente. É preciso sensibilidade para entender isso”, pontuam os autores.

    O papel dos tutores e dos profissionais
    Os estudantes orientam que os tutores fiquem atentos a comportamentos e reações incomuns logo após o banho ou a tosa. Sinais como respiração ofegante, tremores, apatia, agressividade, febre, dificuldade de locomoção ou até convulsões podem indicar que o animal sofreu um episódio de estresse intenso. Diante de qualquer um desses sintomas, a recomendação é procurar imediatamente um médico-veterinário. “Cães e gatos são seres sencientes e isso exige responsabilidade em cada escolha feita por quem cuida deles”, alerta o grupo.

    Para os autores do estudo, o projeto reforça o papel do médico-veterinário também como educador. “Muitas vezes, esses profissionais são a principal, ou única, fonte confiável de informação para os tutores. Cabe a eles orientar sobre cuidados que vão além do consultório, como a escolha de locais especializados e a identificação de sinais de sofrimento emocional nos animais”, concluem.

    Confira critérios recomendados para a escolha segura de um pet shop:

    • Equipe treinada e com formação na área;
    • Presença de câmeras ou possibilidade de o tutor acompanhar o atendimento;
    • Protocolos adaptáveis a diferentes perfis de animais;
    • Ambientes silenciosos e estrutura adequada;
    • Transparência no atendimento e liberdade para tirar dúvidas.
  • Montadora GAC inicia operação no Brasil

    Montadora GAC inicia operação no Brasil com lançamento de cinco modelos e parceria com Inmetro

    Com presença consolidada em mais de 70 países e mais de 2,5 milhões de carros produzidos só em 2023, a GAC deu um passo decisivo em sua expansão global e oficializou o início de sua operação no Brasil, em um evento de apresentação em São Paulo, SP, na última sexta-feira 23. Sexta maior fabricante de automóveis da China, a empresa chega ao país com um plano robusto para a produção de veículos elétricos, híbridos e a combustão em solo nacional.

    “O Brasil passa a ser a ‘casa’ da GAC fora da China, por assim dizer, já que estamos falando de um mercado prioritário para a companhia globalmente. A nossa missão é fortalecer a indústria automotiva, tornando-a mais competitiva no cenário mundial e alinhada com os princípios da mobilidade verde e da eficiência energética. Vamos produzir em solo brasileiro carros com as mais modernas tecnologias do mundo. Posso garantir que estamos chegando para inaugurar uma nova era da indústria automotiva no Brasil”, afirma o Chairman do GAC Group, Feng Xingya.

    Os primeiros veículos que a GAC lança para o mercado brasileiro começam a ser vendidos neste sábado (24). São 4 elétricos e 1 híbrido, dos seguintes modelos:

    ●      Aion Y: SUV elétrico médio com motor de 204 cv, bateria de 63,2 kWh e autonomia de 318 km, segundo o Inmetro. Versão Premium: R$ 174.990 / Elite: R$ 184.990.

    ●      Aion V: SUV elétrico médio com motor de 204 cv, bateria de 75,3 kWh e autonomia de 389 km, segundo o Inmetro. Versão Elite: R$ 214.990.

    ●      Hyptec HT: SUV elétrico com opção de portas traseiras estilo asa-de-gaivota, disponível em versões de 245 cv, torque de 309 Nm, e com autonomia de 362 km segundo o Inmetro. Versão Elite: R$ 299.990 / Ultra: R$ 349.990.

    ●      GS4: SUV médio híbrido HEV com motor elétrico (182 cv) e motor a combustão (140 cv, ciclo Atkinson), entregando 235 cv de potência combinada e consumo na cidade de 14,1 km/l e na estrada de 11,8 km/l (conforme ciclo do Inmetro). Versão Premium: R$ 189.990 / Elite: R$ 199.990.

    ●      Aion ES: Sedã elétrico com 4,81 metros de comprimento, motor de 136 cv e autonomia de 314 km, segundo o Inmetro. R$ 169.990.

    A GAC estreia com uma das redes de concessionárias mais abrangentes para uma marca recém-chegada ao país. A operação comercial começa com 83 pontos de venda, distribuídos entre 33 concessionárias tradicionais e 50 pontos em shoppings centers, graças a parcerias com 27 dos maiores grupos econômicos do setor. A expectativa é alcançar 120 pontos nomeados até o fim de 2025, com presença em todas as regiões do país.

    “Queremos construir uma relação de longo prazo com o Brasil, que é um hub estratégico de produção e comercialização para consolidar a nossa presença na América Latina. A GAC busca se tornar a primeira montadora chinesa com uma linha de produção integral no Brasil, abrangendo veículos a combustão, híbridos e elétricos, além de estabelecer um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento no país. Nossos esforços estão concentrados em comercializar oito mil carros até dezembro. Para 2026, a nossa meta é vender 29 mil automóveis“, adianta Wei Haigang, Presidente da GAC Internacional.

    Tecnologias de ponta a serviço do consumidor

    A GAC tem liderado globalmente a transformação para veículos inteligentes, conectados e de nova energia, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento. O modelo de inovação é centrado no usuário, integrando pesquisa, desenvolvimento, produção e serviços para aprimorar a experiência dos consumidores.

    A fabricante mantém uma pesquisa de longo prazo para antecipar as preferências do mercado e ajustar seu portfólio conforme as necessidades dos consumidores. No caso do Brasil, a montadora realizou estudos aprofundados sobre o comportamento dos consumidores brasileiros, identificando grande interesse por inovação e tecnologia embarcada nos veículos.

    A base tecnológica da GAC é sustentada por uma rede global de P&D com centros na China, Estados Unidos e Europa, além de mais de 19 mil patentes registradas. Entre os diferenciais dos modelos que chegam ao país estão:

    ●      Plataforma Aion EV: projetada para máxima eficiência energética e segurança;

    ●      Bateria Magazine 2.0: resistência a condições extremas e super segura, sem risco de combustão espontânea;

    ●      Ecossistema ADiGO: cockpit inteligente, direção assistida de nível L2 e comandos por voz baseados em IA;

    ●      Arquitetura X-Soul: processamento 50 vezes mais rápido que o padrão atual.

    Os modelos da GAC contam com nível elevado de conectividade e conforto, além de tecnologias de assistência à direção e interações baseadas em inteligência artificial. O modelo Aion V possui um compartimento integrado para alimentos e bebidas que resfria e congela até -15ºC e esquenta até 50ºC, e o Aion Y tem o maior ângulo de abertura de portas do mercado brasileiro.

    “O Brasil possui um mercado pujante, afinal, os brasileiros são apaixonados por carros, e cada vez mais buscam veículos seguros, tecnológicos, com preços competitivos para compra e revenda, além de proporcionar experiência de uso inesquecível em termos de design, tecnologia e funcionalidades. É exatamente o que nós podemos oferecer“, observa Alex Zhou, CEO da GAC no Brasil.

    Parceria inédita com Inmetro: primeiros padrões brasileiros para elétricos

    Como parte de seu compromisso com o desenvolvimento da indústria automotiva brasileira, a montadora assinou, nesta sexta (23), durante o evento de lançamento da marca, um Acordo de Cooperação Técnica inédito com o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) com intercâmbio técnico e científico para a criação das primeiras normas e regulamentos brasileiros sobre instrumentos de medição de recarga de energia elétrica.

    “O Brasil vive e observa um crescente interesse por veículos elétricos, e considerando a experiência da GAC, que está entre as líderes globais em tecnologias automotivas avançadas, incluindo soluções voltadas para a mobilidade sustentável, nos colocamos à disposição do Inmetro para ajudar o país a desenvolver esse mercado de acordo com a nossa expertise. Esse pensamento está em linha com a nossa estratégia para o país, que combina qualidade, inovação e sustentabilidade”, finaliza o CEO da GAC no Brasil.

    A iniciativa está alinhada às diretrizes do Instituto, que priorizam pesquisa, desenvolvimento tecnológico e parcerias entre setor público e privado para fortalecer a competitividade da indústria brasileira. “A medida segue os princípios do programa Nova Indústria Brasil, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), que aposta na modernização, inovação, sustentabilidade e integração às cadeias produtivas globais”, destaca o presidente do Inmetro, Márcio André Brito.

    Brito reforça o compromisso do Instituto com a segurança e a sustentabilidade no setor automotivo, por meio da adoção de padrões técnicos de excelência. Segundo ele, esse alinhamento torna a parceria com a GAC estratégica e promissora para o desenvolvimento do setor no país.

  • Aprenda como guardar as roupas de inverno de maneira correta

    Onda polar chegando: aprenda como guardar as roupas de inverno de maneira correta

    Com a chegada das baixas temperaturas, as peças de inverno que passam boa parte do ano guardadas, vão se tornando opções de uso mais frequentes no dia a dia e, consequentemente, acabam ocupando muito espaço no guarda-roupa. É necessária uma organização otimizada para ter um armário inteligente, além de um armazenamento correto para evitar a deformação de roupas comuns nessa época do ano, como lãs, tricôs, cachecóis e casacos. A especialista em cuidados têxteis da 5àsec, Marinês Cassiano, ensina truques simples e práticos para conservar e melhorar a visualização dos itens no guarda-roupa.

    “Para ter um armário prático e adaptado ao dia a dia, é importante saber como guardar as peças de Inverno de maneira correta com objetivo de facilitar a rotina, além de conservar os itens e otimizar espaço. Nesta época do ano, opte por deixar visível as roupas que serão mais usadas, levando-as para a parte principal, deixando o vestuário de Verão mais para fundo do guarda-roupa. Esta tática também vale para os calçados. Opte por evidenciar os tênis, botas, coturnos na sapateira ao invés de sapatilhas e sandálias. Dessa forma, terá um armário inteligente e adaptado para os dias mais gelados”, revela Marinês.

    Coloque as roupas de lã em fileiras, nas gavetas

    Além do cabide deformar esse tipo de roupa, alargando a área próxima aos ombros, a gaveta é uma opção melhor para empilhar as peças, já que o material é maleável e pode se adaptar ao espaço que está armazenado. Opte por colocar todos os itens mais frágeis juntos para não serem prejudicadas por botões presos e outros detalhes das roupas que são mais elaboradas.

    Busque novas formas de dobrar as peças e deixar a mostra as mais usadas no dia a dia

    Quando emboladas ou mal dobradas, as peças ocupam bem mais espaço, além da sensação de bagunça. Por isso, o ideal é dobrar as roupas de modo que elas fiquem mais compactas. Não existe uma única forma de fazer isso, é possível enrolar as peças em tubinhos ou dobrá-las até formar quadrados pequenos. E para dar mais praticidade, o ideal é colocar os itens lado a lado nas gavetas ou prateleiras de modo que fiquem todas à mostra.

    Nos cabides, coloque os tecidos mais rígidos e que amassam facilmente

    Já na parte de pendurar, procure colocar em cabides os tecidos planos, como linho, brim, tricoline, seda e crepe, além de viscose e tecidos de fibra natural. Por eles serem mais rígidos, não tem elasticidade no material e amassam facilmente. Além disso, coloque apenas uma peça por cabide, isso impede que amasse a roupa que estiver embaixo.

    Nunca guarde peças usadas e sujas

    As peças de inverno precisam ser lavadas antes de usar, pois passam boa parte do ano guardadas, danificando as fibras e até manchando o tecido. Se foram guardadas limpas na última estação, é possível que não seja necessário fazer uma nova limpeza. Caso tenham sido guardadas sujas e sem proteção, o ideal é lavá-las em uma lavanderia especializada, como a 5àsec, pois podem estar com ácaros que provocam espirros em pessoas mais alérgicas. Além disso, é importante deixar as peças arejarem pelo menos uma vez por mês, para que não fiquem com cheiro de mofo ou das sujeiras do guarda-roupa.

  • SP Jurássico: 10 cidades para visitar museus e conhecer a história dos dinossauros no Estado

    Crianças e adultos poderão apreciar a visita aos animais pré-históricos em dez cidades paulistas, incluindo a capital

    Para quem é fã dos répteis gigantes das eras jurássicas, o Estado de São Paulo exibe várias opções de visitação para públicos de todas as idades a museus e institutos paleontológicos (aqueles que exibem e estudam ossadas e fósseis, que são restos de animais que já viveram no planeta há milhões de anos e que ficaram incorporados às rochas). Imersivos, virtuais ou próximos do real, há dinossauros para todos os gostos e tamanhos.

    Boa parte do território paulista foi palco desses super lagartos que viveram por aqui e foram testemunhas de vulcões hoje extintos, meteoros devastadores e mudanças drásticas que aconteceram na crosta terrestre há dezenas de milhões de anos.

    Dentre os museus de História Natural, Paleontologia e de Ciências espalhados por todo o Estado, com seus acervos de novidades jurássicas, há desde institutos com portas reabrindo ao público depois de reformas (o Instituto de Geociências IGc/USP, na Capital) até equipamentos recém-inaugurados, como o de Fernandópolis.

    Juntando num só pacote o lúdico e o conhecimento, para o deleite de adultos e crianças e a propósito da data de 1 de junho, o Dia Mundial do Dinossauro, a Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP) selecionou algumas cidades paulistas, para quem quiser apreciar os gigantes do passado, todos eles aguardando visitantes não só paulistas, mas de todos os cantos do Brasil.

    Araraquara

    O Museu de Arqueologia e Paleontologia de Araraquara (o MAPA) possui acervo de fósseis e uma coleção de pegadas de dinossauros conhecida mundialmente. O acervo contém icnofósseis (pegadas de dinossauros e mamíferos, além de traços de invertebrados) presentes em lajes de arenito. O turista precisa conhecer também a bela Alameda dos Oitis, no centro da cidade, que é um verdadeiro museu de pegadas de dinossauros a céu aberto. Com entrada gratuita, o MAPA está localizado na Rua Voluntários da Pátria, 1485 – esquina com a Avenida Portugal, no Centro. Araraquara fica a 270 km da capital.

    Mais informações no site. 

    Fernandópolis

    O recém-inaugurado Museu de Paleontologia de Fernandópolis foi aberto ao público em dezembro de 2024 e fica instalado no prédio da antiga Estação Ferroviária. Nele, o visitante terá acesso a um acervo de mais de 180 fósseis de dinossauros, crocodilos pré-históricos, plantas e invertebrados coletados no noroeste paulista. Entre eles, está o fóssil de um Baurusuchus pachecoi, que viveu há 80 milhões de anos e é considerado um dos mais completos exemplares já encontrados. O Museu já é um sucesso de visitação, atraindo turistas de todo o Brasil e está localizado na R. João Gosselein, 1470, no Bairro Santa Rosa. A entrada é gratuita. Fernandópolis está situada a 565 km de São Paulo.

    Mais informações no site.

    Itatiba

    O Zooparque Itatiba é considerado o maior zoológico particular do Brasil e contém o maior museu de História Natural da América Latina, com exposições permanentes. Nele, o visitante encontrará esqueletos de dinossauros brasileiros, réplicas de mamutes em tamanho natural e outros temas da origem da vida na Terra. A entrada é mediante venda de ingressos. O Zooparque Itatiba fica localizado na Rodovia D. Pedro I, km 95,5, no Paraíso das Aves. Itatiba fica a 82 km da capital.

    Mais informações no site.

    Marília

    O Museu de Paleontologia de Marília é o segundo museu do interior paulista com exposição permanente de fósseis do período Cretáceo (entre 65 e 80 milhões de anos). Nele, há fósseis como o do Titanossauro (descoberto em 2009 e um dos mais completos encontrados no País), de crocodilos, tartarugas e outros animais visitados anualmente por milhares de alunos e turistas do Brasil e do Exterior. A entrada é gratuita. O Museu está localizado na Avenida Sampaio Vidal, 245, esquina com Av. Rio Branco. Marilia fica a 433 km da capital.

    Mais informações no site.

    Monte Alto

    O acervo de fósseis do Museu de Paleontologia de Monte Alto é um dos grandes atrativos da casa e os mais antigos encontrados na cidade pertenceram a um grande réptil do grupo dos Titanossauros. O prédio conta com acessibilidade a idosos e a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A entrada é gratuita. O Museu de Paleontologia, que faz visitas monitoradas, está localizado no Centro Cívico e Cultural “Dr. Elias Bahdur” (Avenida 15 de Maio, Praça do Centenário, s/n, Centro). Monte Alto fica a 356 km de São Paulo.

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    Salto

    No Parque Rocha Moutonnée, em Salto, o visitante assiste a um vídeo sobre o surgimento da vida na Terra para então percorrer trilhas até o Território dos Dinossauros, onde há dois Velociraptores, um Braquiossauro de 18 metros de altura e diversas outras réplicas de criaturas jurássicas. Há playground para as crianças e um espaço instagramável, lojas temáticas e praça de alimentação. A entrada é gratuita. O Parque está situado na Rodovia Rocha Moutonnée (Antiga Estrada das Sete Quedas) e Salto fica a 103 km de São Paulo.

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    São Carlos

    O Museu da Ciência de São Carlos oferece ao visitante uma área de exposições com réplicas de esqueletos de um Abelissauro e de um Anhanguera (uma espécie de pterodáctilo que viveu no Brasil), ambos do período Cretáceo (de cerca de 112 milhões de anos). O prédio tem espaços interativos, um auditório para seminários, palestras e outras atividades culturais. A entrada é gratuita. O Museu localiza-se na Praça Coronel Salles, s/n, subsolo, no Centro da cidade. São Carlos está a 231 km da capital.

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    Taubaté

    No Museu de História Natural de Taubaté, há um esqueleto da ave Paraphysornis brasiliensis, da família das “Aves do Terror”, um predador plumado que viveu no Vale do Paraíba há 23 milhões de anos. O Museu conta com um auditório e um acervo que reúne milhares de peças, de dinossauros até insetos pequenos. A entrada é mediante venda de ingressos. O Museu é na Rua Juvenal Dias de Carvalho, 111, no Jardim do Sol. Taubaté fica a 135 km da capital.

    Mais informações no site.

    Uchoa

    O Museu de Paleontologia de Uchoa possui um acervo de mais de 700 fósseis, dentre eles quatro dinossauros – três carnívoros (o Megaraptor, o Thanos simonattoi e o Maniraptor) e um herbívoro (o Titanossauro) que foram descobertos na região de São José do Rio Preto. Há também uma coleção de insetos, fósseis de peixes e crocodilos pré-históricos, além dos restos de uma mini tartaruga. A entrada é mediante ingressos à venda. O Museu está localizado na Praça Farmacêutico Bruno Garisto, s/n. Uchoa fica a 416 km de São Paulo.

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    A Capital também tem dinossauros

    Museu de Geociências IGc/USP – Entre as atrações do Museu, que reabre suas portas ao público em 27 de maio, está o esqueleto do Allosaurus fragilis (uma espécie próxima do Tiranossauro), todo feito em fibra de vidro, medindo 12 metros de comprimento por 3,5 metros de altura e que recebe os visitantes no saguão. Lá dentro, um simpático esqueleto da ave predadora Paraphysornis brasiliensis, que viveu em nosso território há 23 milhões de anos, participa das brincadeiras, das fotos e dos stories dos visitantes. O Museu recebe grupos e visitas escolares a partir de agosto, mediante agendamento prévio. A entrada é gratuita, apresentando documento com foto. O Museu de Geociências IGc/USP está localizado na R. do Lago, 562, na Cidade Universitária, no Butantã.

    Mais informações no site.

    Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo – O Museu abriga um acervo com 12 milhões de exemplares e uma de suas atrações é o esqueleto do gigantesco Tapuiasaurus macedônia, um dinossauro herbívoro de quase 12 metros de comprimento que viveu há mais de 120 milhões de anos, no norte de Minas Gerais. Além dos dinossauros, o Museu proporciona atividades para todas as faixas etárias, como palestras, oficinas e cursos de extensão. A entrada é gratuita, com agendamento para grupos. O Museu de Zoologia da USP situa-se na Avenida

    Nazaré, 470A, no bairro do Ipiranga.

    Mais informações no site.

    Mundo Dino – Localizado no Zoológico de São Paulo, o Mundo Dino é uma atração para o visitante mergulhar no universo dos dinossauros, onde se pode descobrir vestígios e escavar fósseis dos antigos habitantes do planeta. Há réplicas de diferentes dinossauros, cheios de som e movimento, com total acessibilidade aos visitantes. A entrada é mediante ingressos à venda. O Zoológico de São Paulo está localizado na Avenida Miguel Estéfano, 4241, na Água Funda.

    Mais informações no site.

  • 10 motivos que importam (e muito!) na hora de escolher um médico

    Na era digital, a escolha de um médico vai muito além de uma simples indicação de um amigo ou da lista do plano de saúde. Os pacientes de hoje estão mais conectados, exigentes e informados — e querem mais do que competência técnica. Eles procuram profissionais que ofereçam uma experiência completa, do primeiro clique ao fim do tratamento.

    A 6ª edição da pesquisa sobre o Perfil do Paciente Digital, feita pela Doctoralia — maior plataforma de saúde do mundo —, revela os principais critérios usados pelos brasileiros para escolher um médico. Para a Head Global de Patient Care da Doctoralia, Flávia Soccol, características como empatia, boa comunicação e pontualidade contam muitos pontos. “Os pacientes tendem a buscar profissionais com boa reputação, experiência e especializações, o que reforça a necessidade de um atendimento personalizado e de estratégias que ajudem o médico a se posicionar melhor perante o seu público-alvo”, destaca.

    Confira abaixo os 10 motivos que realmente importam na hora de marcar uma consulta (e que podem fazer toda a diferença para o sucesso de um consultório):

    1. Opiniões de outros pacientes

    Nada como ouvir quem já passou por ali. Mais do que saber se o médico é “bom”, os pacientes querem detalhes: ele foi atencioso? O tratamento funcionou? A pontualidade foi respeitada? Conteúdos ricos nas avaliações fazem toda a diferença.

    1. Número de avaliações

    Perfis com muitas opiniões transmitem segurança. A lógica é simples: quanto mais feedbacks positivos, maior a confiança de que aquele profissional tem uma boa reputação.

    1. Respostas do médico nas opiniões

    Médicos que respondem às avaliações mostram engajamento e cuidado com o paciente — mesmo após a consulta. Isso humaniza o atendimento e fortalece a relação médico-paciente.

    1. Aceitação do plano de saúde

    Ainda é um fator decisivo para muitos. Ter um bom profissional que atenda pelo plano facilita o acesso e diminui o peso no bolso.

    1. Disponibilidade de agenda

    Ter horários flexíveis e com pouca espera é fundamental. Os pacientes valorizam médicos que têm uma agenda organizada e com datas próximas.

    1. Localização do consultório

    A praticidade pesa! Um bom médico, perto de casa ou do trabalho, é mais fácil de acessar e menos sujeito a cancelamentos por logística.

    1. Dedicação no atendimento

    Segundo a pesquisa, 26% dos pacientes escolhem seu médico com base no atendimento personalizado. Eles querem sentir que o médico se importa de verdade com sua saúde.

    1. Explicações claras e detalhadas

    Para 23% dos pacientes, entender o que está acontecendo é essencial. Médicos que explicam com calma, paciência e linguagem acessível ganham mais confiança e aderência ao tratamento.

    1. Pontualidade

    Em um mundo corrido, ninguém quer esperar horas por um atendimento. Médicos pontuais demonstram respeito pelo tempo do paciente — e isso conta (muito).

    1. Estrutura e conforto do consultório

    Ambiente limpo, organizado e acolhedor influencia diretamente na percepção de qualidade. Para muitos, esse é um dos sinais mais claros de profissionalismo.

    Bônus: o médico está online?

    Com 33% dos agendamentos feitos fora do horário comercial e 13% aos finais de semana, a presença digital e a possibilidade de agendamento online 24/7 são grandes diferenciais. Médicos que oferecem essa facilidade se destacam — e saem na frente. Flávia explica que a escolha do médico hoje envolve uma combinação de fatores técnicos, emocionais e práticos. “Quem deseja conquistar e fidelizar pacientes precisa ir além da formação: o segredo está na experiência completa”.

  • Passeio com o pet: uma oportunidade de fortalecer o vínculo com o cão

    Os passeios na companhia do cão são muito mais do que uma simples atividade física, são uma oportunidade valiosa de fortalecer o vínculo entre tutor e pet. Durante as caminhadas, ambos têm a chance de se conectar, explorar o ambiente e criar memórias positivas e inesquecíveis. No entanto, para que essas experiências sejam ainda mais enriquecedoras, é possível aproveitar o momento para educar, treinar e promover a saúde do seu animal, utilizando como reforço positivo, com o auxílio de uma ferramenta saborosa, os petiscos!

    “O passeio é uma das experiências mais estimulantes para os cães, em que eles podem explorar os sentidos, com novos cheiros, interagir com outros animais e pessoas, além de liberar energia acumulada, o que contribui para o bem-estar mental e físico. Contudo, durante esse programa, o comportamento do cão nem sempre será ideal – seja pela excitação excessiva, pela ansiedade ao encontrar outros animais ou até pela desobediência. É aí que entra o reforço positivo, para garantir que o passeio seja mais prazeroso e harmonioso”, explica a médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe.

    O reforço positivo é uma técnica eficaz de treinamento que tem como objetivo ensinar ao pet os comportamentos desejáveis, e os petiscos são utilizados como uma ferramenta de recompensa que “diz” ao animal o que o tutor espera dele diante daquela situação.

    “Durante a caminhada, sempre que o cão seguir um comando, como “sentar”, “ficar” ou “andar” ou se comportar de maneira calma diante de um estímulo, como outro animal ou pessoa, oferecer um petisco como recompensa ajuda a reforçar esses comportamentos. Isso não só motiva o cão a repetir essas ações no futuro, mas também fortalece a relação de confiança entre tutor e pet. O cão associa o comportamento correto a algo positivo e prazeroso, como a recompensa do petisco, tornando o aprendizado mais eficaz”, conta a profissional.

    É importante, no entanto, oferecer petiscos de alta qualidade, e até mesmo promovam benefícios aos cães, como petiscos naturais, ricos em proteínas ou até mesmo petiscos funcionais. Além disso, é fundamental equilibrar a quantidade oferecida ao dia, de acordo com a indicação do médico-veterinário, lembrando que petiscos são complementos e não devem substituir a alimentação principal do animal

    Os petiscos também podem ser usados como um complemento energético durante ou após o passeio. “Cães mais ativos ou que participam de caminhadas longas ou trilhas, por exemplo, podem se beneficiar de petiscos mais calóricos e ricos em nutrientes, que ajudam a repor a energia perdida. Isso contribui para uma recuperação mais rápida e para o aumento da disposição do animal para as atividades seguintes”, afirma Bruna.

    Além de servir como reforço positivo, os petiscos durante os passeios também estimulam o cão. O simples ato de oferecer um snack no acerto a um comportamento treinado, como “fazer as necessidades no lugar correto” ou “não puxar a guia”, ajuda o pet a associar essas ações a algo recompensador. Com esse tipo de estímulo mental, combinado com o exercício físico, cria-se uma experiência enriquecedora e satisfatória.

    Os passeios além de serem uma necessidade física, são também uma chance de criar um ambiente positivo, onde o cão aprende, interage e é recompensado de forma gostosa e produtiva. “Usar petiscos como ferramenta de reforço positivo pode ser a chave para transformar os passeios em experiências ainda mais especiais, que garantem não apenas a educação do cão, mas também a construção de um vínculo sólido e duradouro com seu companheiro de quatro patas”, finaliza Bruna.

  • Tutores de primeira viagem: O que você precisa saber ao adotar um pet

    Informações sobre alimentação, rotina e os primeiros cuidados com cães e gatos são essenciais para adaptação ao novo lar

    Adotar um pet é um ato de amor. Além de transformar a vida de um animal que muitas vezes veio de uma situação de abandono ou vulnerabilidade, essa decisão marca uma nova etapa repleta de descobertas, alegrias e responsabilidades. No entanto, para quem está vivenciando essa experiência pela primeira vez, é natural sentir-se inseguro diante de tantos detalhes que envolvem o bem-estar do novo companheiro.

    A chegada de um cão ou gato ao novo lar requer mais do que carinho: exige preparação, paciência e conhecimento. Desde a escolha da alimentação ideal até o momento certo de iniciar as vacinas, passando pela criação de uma rotina e pela escolha dos primeiros petiscos, cada decisão influencia diretamente na adaptação do pet e na construção de um vínculo saudável com o tutor.

    “Quando um animal é adotado são muitas mudanças ao mesmo tempo: novo ambiente, nova rotina, novos cheiros, novas pessoas. Cabe ao tutor oferecer segurança, acolhimento e respeitar o tempo do pet nesse processo de adaptação”, afirma Bruna Isabel Tanabe, médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition.

    Pensando em auxiliar os tutores de primeira viagem, a especialista reuniu orientações práticas para uma adaptação tranquila.

    Alimentação: transição suave e nutritiva

    Nos primeiros dias, manter a alimentação que o pet já estava recebendo evita desconfortos. A mudança para uma nova ração que atenda as demandas específicas do pet deve ser feita seguindo a orientação do médico-veterinário e de forma gradual. “A transição alimentar deve ser feita aos poucos, misturando as rações por pelo menos uma semana para não causar problemas digestivos”, orienta a profissional.

    Adaptação: ambiente seguro e respeito ao tempo do pet

    É comum que o novo membro da família esteja assustado ou inseguro. Criar um cantinho tranquilo e acessível, com caminha, potes e brinquedos, ajuda nesse processo. Cada animal tem seu próprio tempo para se sentir seguro. É importante evitar forçar contato físico e permitir que ele explore o espaço no ritmo dele.

    Rotina: previsibilidade é conforto emocional

    A construção de uma rotina clara é um dos pilares do bem-estar animal. Alimentação, passeios (para cães), atividades e descanso devem seguir horários consistentes. A previsibilidade reduz a ansiedade e melhora o comportamento.

    Vacinação e primeiros cuidados

    Um dos primeiros passos após a adoção é agendar uma consulta veterinária. Nela, o tutor receberá orientações sobre vacinação, vermifugação, alimentação e prevenção de parasitas. “Mesmo que o pet venha com um cartão de vacinação, é importante que um profissional avalie se o protocolo está completo e adequado para a idade”, alerta a profissional.

    Petiscos: aliados no vínculo e no aprendizado

    Os petiscos são ferramentas poderosas para ajudar o animal a associar o novo lar a experiências positivas. Oferecer um snack em momentos tranquilos, como ao explorar um cômodo novo ou após um carinho, ajuda o pet a entender que aquele ambiente é seguro e acolhedor”, explica Bruna. Os petiscos também são excelentes para reforço positivo durante treinos básicos e para fortalecer o vínculo entre tutor e animal. A dica da especialista é utilizar os snacks para momentos específicos de interação: : “Quando usados com intenção, eles se tornam um recurso valioso no processo de adaptação e aprendizado”.

    Cuidado e paciência constroem vínculos duradouros

    Os primeiros dias exigem paciência e dedicação, mas com informação e empatia, a adaptação se torna uma experiência rica e agradável para o tutor e transformadora para o animal. “O vínculo entre tutor e pet começa no respeito às necessidades do outro. Quando esse olhar cuidadoso está presente desde o início, o resultado é uma convivência carinhosa, feliz e harmoniosa”, conclui a especialista.

  • Doença do silicone leva mulheres a repensarem o uso da prótese

    Doença do silicone leva mulheres a repensarem o uso da prótese e aumenta a procura por cirurgia de explante

    O Brasil lidera o ranking mundial de cirurgias plásticas, mas vê crescente uma tendência oposta. A decisão pelo explante mamário é motivada pela “doença do silicone”

    O implante de silicone ainda é a cirurgia plástica mais realizada no mundo, com cerca de 50 milhões de mulheres com próteses mamárias. No entanto, nos últimos anos, um movimento em sentido contrário vem ganhando força. Segundo informações da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, em 2018, cerca de 14,6 mil mulheres retiraram os implantes, em 2019, esse número subiu para 19,4 mil.

    No Brasil, líder mundial em cirurgias plásticas, a tendência também se confirma e um levantamento recente divulgado pela Federação Brasileira de Hospitais indica que o país realizou 25 mil cirurgias de explante apenas em 2020, um aumento de 31,6% em relação ao ano anterior.

    “O que antes era uma exceção, hoje virou uma demanda recorrente no consultório”, afirma o explica Dr. Washington Lima, diretor técnico do CRMA e especialista em microcirurgia reconstrutiva. “Nos últimos anos, a procura por explante cresceu aqui na clínica. Parte das pacientes está motivada por questões estéticas, buscando mais naturalidade. Outras chegam com sintomas importantes que nos fazem indicar a retirada por razões de saúde”, explica ele.

    Um número crescente de mulheres relatam sintomas associados à chamada Doença do Silicone, termo popular que se refere a uma série de reações autoimunes que podem surgir após a colocação dos implantes e que ganhou espaço ao ser compartilhada em grupos de mulheres que vivem com a prótese de silicone. “Estudos sugerem que o silicone pode desencadear uma resposta inflamatória no organismo, que pode surgir ao longo dos anos. Quando a doença se manifesta, o corpo passa a atacar tecidos saudáveis por considerar a prótese um corpo estranho”, explica Dr. Washington.

    Os sintomas mais comuns da doença podem incluir: fadiga persistente; dores musculares e articulares; confusão mental e perda de memória; queda de cabelo; insônia e ansiedade e até depressão e dificuldade de concentração.

    Como a doença ainda é uma demanda nova nos consultórios, o diagnóstico é feito por exclusão, ou seja, é feito após eliminar outras possíveis causas clínicas. “Quando outras doenças são descartadas e a paciente tem uma melhora significativa após o explante, reforça-se o vínculo entre os sintomas e a presença da prótese”, completa o especialista.

  • Walt Disney World apresenta detalhes do novo show “Disney Villains: Unfairly Ever After”

    Créditos: Steven A. Diaz


    Faltam poucos dias para a estreia de “Disney Villains: Unfairly Ever After”, o novo espetáculo do Disney’s Hollywood Studios. A partir de 27 de maio, visitantes poderão mergulhar em uma experiência teatral inédita, inspirada no universo dos icônicos vilões da Disney.


    Para celebrar o lançamento, a Disney revelou detalhes do misterioso reino do Espelho Mágico, onde o público será convidado a decidir qual vilão foi o mais injustiçado de todos.
     

    Créditos: Omark ReyesCréditos: Steven A. Diaz

     
    Além disso, antes da estreia oficial, Cast Members do Walt Disney World terão a chance de conferir em primeira mão essa produção sombria e cheia de charme, com sessões exclusivas começando hoje (21).

  • Espirros, Tosse e Coceira: Por Que Suas Alergias Pioram no Inverno?

    Rinite, sinusite, asma e dermatites não são apenas reações ao frio ou à poeira. A ciência já sabe: há uma base inflamatória e imunológica por trás dessas crises, e a alimentação, junto com a correção de deficiências nutricionais, pode ser a chave para fortalecer o corpo nos meses frios do ano.

    As temperaturas caem, os ambientes se fecham, o ar resseca e os sintomas aparecem. Espirros repetitivos, nariz congestionado, coceira nos olhos, tosse seca, falta de ar. Em milhares de lares brasileiros, o inverno se anuncia não apenas com cobertores e roupas pesadas, mas com o retorno das alergias respiratórias e dermatológicas.

    A rinite alérgica, a sinusite, a asma e a dermatite atópica se intensificam nos meses frios. Mas o que muitos não sabem é que por trás desses sintomas, existe um organismo inflamado, carente de nutrientes essenciais e com um sistema imune desregulado.

    Alergias de inverno: o que está por trás dos sintomas?

    Durante o inverno, diversos fatores ambientais contribuem para a piora das alergias:

    • Ambientes fechados e pouco ventilados aumentam o contato com alérgenos como ácaros e mofo.
    • Mudanças bruscas de temperatura irritam as vias respiratórias.
    • Ar mais seco favorece o ressecamento das mucosas, facilitando a entrada de agentes irritantes.
    • Maior circulação de vírus compromete a imunidade e reativa quadros de asma e rinite.

    O médico nutrólogo, Dr. Gustavo de Oliveira Lima alerta: “Esses são apenas os gatilhos. A causa mais profunda está no estado do organismo que os recebe. Em um corpo inflamado, desnutrido ou imunologicamente vulnerável, qualquer exposição se transforma em crise.”

    A inflamação invisível por trás das alergias

    As alergias não são causadas por fraqueza, mas por um sistema imune hiper-reativo. O organismo, em vez de ignorar substâncias inofensivas como poeira ou ácaros, reage de forma exagerada, liberando histamina, provocando coceira, inchaço e secreções.

    Essa resposta inflamatória é ainda mais intensa quando o corpo já vive em um estado de inflamação crônica de baixo grau, frequentemente causada por:

    • Dietas ricas em açúcares, farináceos e ultraprocessados
    • Consumo excessivo de laticínios industrializados (que podem piorar a produção de muco)
    • Baixa ingestão de antioxidantes naturais
    • Deficiência de vitamina D, zinco, magnésio e ômega-3, nutrientes essenciais à regulação imunológica

    Ao contrário da visão tradicional que foca apenas no controle de sintomas com medicamentos, a nutrologia propõe um olhar mais estratégico: tratar a base inflamatória e imunológica que sustenta o ciclo alérgico.

    O papel da alimentação na modulação imunológica

    Através de uma abordagem multidiciplinar, é possível adotar uma alimentação com foco anti-inflamatório, imunorregulador e rica em compostos bioativos. Veja os principais aliados:

    Vitamina D: o escudo natural do corpo

    Com a redução da exposição solar no inverno, os níveis de vitamina D caem e com eles, a eficácia do sistema imune. Estudos associam a deficiência de vitamina D ao agravamento de asma, rinite e infecções respiratórias.

    Fontes: exposição solar controlada, suplementação orientada, ovos, peixes de águas frias.

    Ômega-3: o anti-inflamatório da natureza

    Encontrado em peixes como salmão e sardinha, o ômega-3 tem ação potente na regulação da inflamação alérgica, reduzindo episódios de broncoespasmo e produção excessiva de muco.

    Zinco e Magnésio: cofatores imunológicos

    Esses minerais participam de centenas de reações bioquímicas, inclusive no equilíbrio das células imunes. Sua deficiência torna o corpo mais reativo, desprotegido e inflamado.

    Alimentos ricos em antioxidantes

    Frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre, alho, folhas verdes e azeite de oliva combatem o estresse oxidativo que intensifica os quadros alérgicos.

    Alimentos que devem ser evitados durante as crises:

    • Laticínios convencionais (aumentam secreção e muco)
    • Alimentos ultraprocessados, embutidos e refinados (agravam a inflamação)
    • Açúcares em excesso (reduzem a ação dos glóbulos brancos)

    Cuidar da microbiota também é parte do tratamento

    O intestino é a sede de mais de 70% do sistema imune. Quando a microbiota intestinal está desequilibrada, as barreiras de defesa falham, e o organismo passa a reagir mal até a estímulos inofensivos.

    Por isso, uma abordagem completa também envolve:

    • Uso de probióticos e prebióticos
    • Dieta rica em fibras e alimentos fermentados naturais
    • Redução de substâncias inflamatórias como glúten e corantes artificiais

    Diagnóstico e plano de ação: mais do que antialérgicos

    No consultório, o nutrólogo pode solicitar exames para avaliar:

    • Níveis de vitamina D, zinco, magnésio, B12
    • Marcadores inflamatórios
    • Perfil hormonal (especialmente cortisol, que modula a imunidade)
    • Status da microbiota (quando necessário)

    Com essas informações, é possível montar um protocolo de reeducação alimentar, suplementação e reequilíbrio metabólico que atua de forma direta na causa do problema, e não apenas nos sintomas.

    Alergia não é só poeira é um corpo pedindo equilíbrio

    O inverno traz à tona mais do que crises alérgicas. Ele expõe, silenciosamente, um organismo inflamado, carente de nutrientes e sobrecarregado por hábitos que enfraquecem suas defesas.

    O Dr. Gustavo de Oliveira Lima conclui: “A boa notícia é que é possível virar esse jogo. É possível modular o sistema imune, reduzir a reatividade e prevenir crises antes que elas comecem. Alergia não é destino. É um sinal. E cada sinal tem um caminho de volta ao equilíbrio.”