Autor: agitosp

  • Lisboa Petfriendly

    Diversão ao ar livre e estrutura adequada para explorar com o amigo de quatro patas

    Considerada um dos destinos internacionais preferidos dos brasileiros, a multifacetada Lisboa torna-se ainda mais especial com a inclusão do turismo pet friendly no seu vasto rol de experiências destinado aos diferentes tipos de visitantes.

    Cada vez mais popularizadas no Brasil e no mundo, as viagens com bichinhos de estimação tiveram um crescimento expressivo nos últimos anos. Segundo pesquisa da Booking, mais de 46% dos viajantes optam por cidades pet friendlies ao decidir suas férias. 

    Ganhando cada vez mais destaque nessa modalidade turística, Lisboa dispõe de completa estrutura, lazer e segurança, permitindo a conexão ideal entre a natureza, seus visitantes e os pets. Além disso, os animais de estimação também são bem-vindos nos transportes públicos locais, o que facilita o deslocamento entre parques, praças e zonas ribeirinhas.

    São vários os espaços verdes onde os melhores amigos podem correr e brincar à vontade, sendo todos equipados com bebedouros, sombras e dispensadores de sacos higiênicos. Um exemplo é o Jardim do Campo Grande, um dos maiores de Lisboa, referência ao permitir tanto momentos ativos, quanto instantes de tranquilidade com os pets. Situado junto à Avenida Brasil, oferece extensos gramados, lagos e uma área canina vedada, ideal para soltar os cães com tranqulidade e segurança.

    Já, escondido no bairro de Benfica, está o Parque Bensaúde, um refúgio natural com percursos sombreados e uma área destinada aos companheiros de quatro patas. Perfeito para quem procura a passeios mais calmos e o contato com a natureza, o espaço possui bancos e pontos de água para os tutores descansarem enquanto os bichinhos se aventuram.

    Outra sugestão para os cachorros gastarem energia com segurança e se socializarem é a arborizada Praça de São João Bosco. Localizada na Estrela, dispõe de um parque destinado à prática de agility (esporte em que os cães devem percorrer uma pista de obstáculos no menor tempo possível), além de áreas para descanso e cafeterias ao ar livre.

    Com vistas deslumbrantes sobre Lisboa e muitos espaços verdes, o Cerco da Graça, no bairro de mesmo nome, conta com uma área canina delimitada, sobretudo para os mais ativos. Fequentado por moradores locais, o ambiente é calmo, seguro e descontraído, permitindo longos passeios pelas suas pistas em meio a árvores e gramados.

    Para quem busca praticidade, o Jardim Fernando Pessa, no Areeiro, é o local ideal para pausas rápidas ou brincadeiras ao final do dia. Procurado geralmente por quem vive nas proximidades e quer manter seus cães ativos sem sair do centro lisboeta, esse jardim de bairro oferece um espaço canino cercado, bancos e sombras naturais.

    Além dos atrativos turísticos, Lisboa conta com várias opções de hospedagens petfriendlies — inclusive cinco estrelas —, garantindo conforto, tranquilidade e bem-estar durante toda a estadia. Entre elas, encontra-se o moderno e acolhedor Evolution Valbom que, mediante taxa adicional, não só aceita cães e gatos, como também oferece comedouros e bebedouros nos quartos. Sua localização próxima de jardins e calçadões facilita os passeios diários, garantindo conforto e mobilidade para quem visita Lisboa com animais.

    Ideal para estadias mais longas, o aparthotel Locke Santa Joanadispõe de estúdios com quitinetes equipadas. Situado no centro, fica próximo de diversos espaços verdes, permitindo passeios frequentes e seguros com os pets sem a necessidade de transporte. Assim como o Pestana Rua Augusta, hotel boutique no centro histórico que aceita animais de estimação e disponibiliza kits comedouro, manta e petiscos. Sua localização central junto a praças também facilita as caminhadas, oferecendo inúmeras opções de espaços verdes a poucos minutos a pé.

    Destinado a animais de pequeno porte, o cinco estrelas ME Lisbon destaca-se por oferecer serviços personalizados. A localização central permite acesso rápido a jardins e praças, garantindo estadias de luxo, sem abdicar dos passeios ao ar livre com os pets.

    Já, na moderna área do Parque das Nações, o realce vai para o Moxy Lisboa Oriente, junto à frente ribeirinha. Ideal para caminhadas tranquilas com vista para o rio, conta com vários espaços verdes a curta distância. Suas acomodações, contemporâneas e confortáveis, aceitam tanto cachorros como gatos.

    Desse modo, com estrutura adequada e inúmeros serviços pet friendlies, Lisboa reforça sua excelência em mais essa modalidade de turismo.

    Lisboa Card

    Com o Lisboa Card, explorar Lisboa torna-se mais simples e conveniente, permitindo aos visitantes poder desfrutar de tudo o que a cidade tem para oferecer de forma prática e sem limites. Além de dezenas de acessos, o passe turístico concede descontos de até 50% em várias atrações culturais e serviços voltados aos viajantes.

  • Vinhos no Jardim – Pobre Juan Higienópolis

    O Pobre Juan Higienópolis realiza, no dia 15 de novembro, o Vinhos no Jardim, uma tarde dedicada ao vinho e à boa gastronomia, em um ambiente aberto e acolhedor no jardim da casa.

    O encontro reúne rótulos selecionados da Mistral, Vinícola Guaspari, Terras Altas e da importação própria do Pobre Juan, com exemplares de diferentes países, safras e perfis. Os participantes poderão degustar e adquirir os vinhos apresentados, acompanhados por um coquetel de boas-vindas e mesa de queijos.

    Durante toda a programação, embaixadores e sommeliers estarão à disposição para conduzir as degustações e compartilhar informações sobre uvas, terroirs e métodos de produção, aproximando o público do universo do vinho de forma descontraída e elegante.

    O acesso já está disponível pelo Sympla, com quantidade limitada.

    Serviço
    Vinhos no Jardim – Pobre Juan Higienópolis
    Data: 15 de novembro
    Horário: 15h às 20h
    Local: Rua Itaguaba, 38 – Higienópolis, São Paulo
    Acesso: https://www.sympla.com.br/evento/vinhos-no-jardim-pobre-juan-higienopolis/3178095

  • Ana Castela no Wet

    Ana Castela no Wet

    A boiadeira Ana Castela retornou hoje ao Wet’n Wild e fez o público cantar e dançar do começo ao fim!

    No setlist, não faltaram sucessos como “Nosso Quadro”, “Fronteira”, “Sua Boca Mente”, “Solteiro Forçado” e “Minha Herança”, que incendiaram a plateia.

    O show também teve momentos de pura diversão e nostalgia, com hits como “Super Fantástico”, “E Se a Casa Cair”, “Seu Astral”, “Eva” e “Praieiro”, revelando toda a versatilidade, energia e carisma da artista — que transformou o Wet’n Wild em uma grande festa sertaneja!

  • 13 ª Festa de São Martinho celebra tradições portuguesas

    13 ª Festa de São Martinho celebra tradições portuguesas

    13 ª Festa de São Martinho celebra tradições portuguesas em São Roque

    Evento na Quinta do Olivardo acontece neste sábado, 8 de novembro, das 10h às 16h com vinho e suco de uva à vontade, rodízio gastronômico além de programação cultural

    O vinho novo está pronto e o momento é de celebração. Neste sábado, 8 de novembro, das 10h às 16h, a Quinta do Olivardo, em São Roque, realiza a 13ª edição da tradicional Festa de São Martinho, um evento que une cultura, música, gastronomia e alegria em homenagem a uma das mais queridas tradições portuguesas.

    Conhecida por recriar com fidelidade os costumes de Portugal no interior paulista, a Quinta do Olivardo promete um dia inesquecível, repleto de atrações culturais, comidas típicas e, claro, vinho e suco de uva à vontade.

    Segundo o idealizador do evento, Olivardo Saqui, a festa é um reencontro simbólico entre os visitantes e a história da Quinta. “É um momento muito esperado. Nossos visitantes retornam para degustar o vinho produzido a partir das uvas que ajudaram a colher e pisar no início do ano. Essa conexão cria uma experiência única e reforça nossas raízes culturais”, explica Saqui.

    Além de celebrar a chegada do vinho novo, o público pode participar de uma oficina interativa, onde é possível engarrafar a bebida e levar para casa uma lembrança especial do evento.

    O rodízio gastronômico da Festa de São Martinho é um dos grandes destaques, reunindo o melhor da culinária portuguesa. Entre os pratos, estão Pão Português, Bolo do Caco, Patê de Bacalhau, Bolinho de Bacalhau, Bacalhau à Lagareiro, Espetada Madeirense e muito mais. Para adoçar o paladar, sobremesas tradicionais como Pastel de Belém e Rabanada encerram o banquete com chave de ouro.

    Os ingressos custam 298 reais por pessoa, com meia-entrada para crianças de 6 a 10 anos (149 reais). O valor inclui o almoço completo, shows ao vivo, caneca personalizada, castanhas assadas e consumo liberado de vinho e suco de uva.

    Durante o evento, os visitantes podem aproveitar apresentações musicais e toda a atmosfera acolhedora da Quinta, que se transforma em um pedacinho de Portugal no interior paulista.

    “A Festa de São Martinho é uma oportunidade única para brindar à vida, celebrar a amizade e manter viva uma das tradições mais emblemáticas da cultura lusitana”, finaliza Olivardo.

    Serviço
    Festa de São Martinho – 13ª edição
    Data: sábado, 8 de novembro
    Horário: das 10h às 16h
    Local: Quinta do Olivardo – Estrada do Vinho, Km 4, São Roque (SP)
    Ingresso: 298 reais por pessoa / Crianças de 6 a 10 anos pagam meia (149 reais) Informações: (11) 98856-3222 Instagram: @quintadoolivardo

  • Açúcar na dieta pode colocar a saúde dos gatos em risco

    Guloseimas humanas podem causar distúrbios metabólicos graves; petiscos específicos são opções seguras e nutricionalmente equilibrada
     

    É comum que tutores se sintam tentados a recompensar seus gatos com porções de doces ou sobremesas, especialmente nas comemorações de final de ano. Mas esse gesto de carinho, aparentemente inofensivo, pode comprometer a saúde do animal. Diferentemente dos humanos, os felinos são carnívoros estritos e seu metabolismo não reconhece o sabor doce e tampouco é capaz de processar o açúcar de forma eficiente. Essa limitação fisiológica pode desencadear de desconforto gastrointestinal a distúrbios hepáticos e metabólicos, como o diabetes.

    O problema vai além da digestão. Por não possuírem as enzimas necessárias para metabolizar carboidratos simples, os gatos acumulam glicose e compostos derivados que podem inflamar tecidos, alterar o microbioma intestinal e interferir no equilíbrio hormonal. É por isso que especialistas recomendam restringir qualquer tipo de alimento adoçado e priorizar opções desenvolvidas com base nas necessidades metabólicas da espécie, como petiscos cremosos de alta palatabilidade e sem adição de açúcar, transgênicos ou corantes, características funcionais dos produtos da marca SHEBA, disponíveis no mercado brasileiro.

    A seguir, três motivos técnicos para evitar doces na dieta dos gatos e o que oferecer no lugar.

    Gatos não sentem gosto doce e o açúcar prejudica o intestino

    Os gatos não possuem receptores gustativos para o sabor doce. Ou seja, o açúcar não gera prazer nem recompensa emocional apenas sobrecarga metabólica. Além de inútil, o consumo pode alterar o microbioma intestinal, levando a diarreia, gases e apatia.

    Petiscos cremosos formulados especificamente para gatos cumprem esse papel sensorial de estímulo, mas sem risco metabólico. Versões disponíveis no mercado, como da marca SHEBA, têm proteínas de alta qualidade e até 90% de umidade que ajudam na hidratação e na digestão saudável, dois fatores essenciais para o bem-estar felino.

    Algumas substâncias doces são tóxicas para gatos

    Compostos comuns em guloseimas humanas, como o chocolate e o xilitol, podem causar intoxicações graves. “Mesmo pequenas quantidades de doce podem provocar reações severas, porque o organismo felino não consegue metabolizar substâncias como a teobromina com eficiência”, explica Lorena Branco, médica veterinária da Mars Pet Nutrition e especialista em comportamento felino. A empresa, líder global em nutrição de cães e gatos e detentora da marca SHEBA, reforça que alimentos formulados especificamente para felinos são a forma mais segura de oferecer prazer e cuidado aos pets.

    De acordo com a veterinária, oferecer petiscos com proteínas de origem animal e alta digestibilidade é a forma mais segura de recompensar o gato, pois atende à sua biologia sem expor o organismo a compostos tóxicos.

    Açúcar altera o comportamento e o equilíbrio nutricional

    O consumo de açúcar pode gerar ansiedade alimentar, ganho de peso e redução na ingestão de água, um dos principais desafios de saúde felina. O desequilíbrio nutricional também pode afetar o humor e o comportamento do gato, tornando-o mais agitado ou apático.

    Petiscos de baixa caloria, com textura aveludada e alto teor de umidade, ajudam a estimular o comportamento natural de lambedura, promovendo calma, socialização e hidratação, transformando o momento da alimentação em uma experiência de cuidado e vínculo afetivo.

    Conclusão

    O açúcar não tem qualquer benefício fisiológico para os gatos e pode ser perigoso. Substituir guloseimas humanas por alimentos formulados especificamente para felinos é a maneira mais segura de oferecer prazer e estímulo gustativo, preservando a saúde digestiva, metabólica e emocional do pet.

  • Fones de ouvido: uso deve ser limitado a 60 minutos seguidos

    No Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez, celebrado em 10/11, médico explica sobre os riscos do uso prolongado e em alto volume

    Com o aumento do uso de fones de ouvido no trabalho, no transporte e até durante o lazer, especialistas alertam para um risco silencioso: o de perder a audição. O acessório, considerado indispensável na vida moderna, pode causar danos graves se usado de forma excessiva ou em volumes elevados. 

    O alerta ganha destaque com a chegada do Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez, celebrado em 10 de novembro, que busca conscientizar a população sobre os cuidados necessários para preservar a audição.

    Segundo o otorrinolaringologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Augusto Abrahão, o segredo está na moderação. Para preservar a saúde auditiva, é fundamental seguir a regra do 60/60, ou seja, mantenha o volume abaixo de 60% da capacidade total do dispositivo e não ultrapasse os 60 minutos seguidos. 

    “Uma das formas de identificar se o som está muito alto é retirar o fone e esticar o braço para observar se ainda continua escutando o áudio com clareza. Se sim, significa que a altura está acima do desejado. O recurso do noise canceling auxilia que o fone não precise ficar tão alto para ter a clareza do áudio, uma vez que isolando o meio externo não há necessidade de manter o som em volume mais alto”, comenta o médico.

    Para o otorrinolaringologista, a questão central não é o dispositivo em si, mas sim o volume e o tempo de exposição. “O principal e mais grave dano é a Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR). A exposição contínua a volumes superiores a 85 decibéis (dB), valor que é facilmente atingido em smartphones e players de música, lesiona as células ciliadas da orelha interna”, comenta o médico.

    Essas células são responsáveis por transformar as ondas sonoras em impulsos elétricos que o cérebro interpreta como som. “Quando essas células são lesionadas, não se regeneram, o que torna a perda auditiva permanente”, explica.

    Como o uso do dispositivo afeta a audição?

    Entre os primeiros sintomas da exposição excessiva estão zumbidos, chiados e sensação de ouvido tampado. “Mesmo perdas discretas já prejudicam a compreensão da fala, especialmente em ambientes ruidosos”, destaca Abrahão.

    Além dos danos auditivos, o uso incorreto dos fones pode causar outros problemas. Modelos intra-auriculares, que são inseridos diretamente no canal auditivo, podem provocar irritação e facilitar infecções. 

    “Quando não são higienizados corretamente ou são compartilhados, tornam-se vetores de bactérias e fungos, levando a inflamações e até abscessos. O uso contínuo também empurra o cerúmen para dentro do canal, causando obstrução e desconforto”, explica o médico.

    Uma dica muito importante para evitar danos à audição é limpar os fones regularmente e buscar não compartilhar eles para evitar a transmissão de microorganismos. “Ao notar qualquer sinal de zumbido, dor, tontura ou dificuldade em ouvir, procure imediatamente um especialista para avaliação”, finaliza Abrahão.

  • Ford comemora 50 anos da F-150 e relembra o nascimento discreto do ícone

    • Quando a F-150 foi lançada, em 1975, não havia ideia de que se tornaria o carro-chefe da Série F, linha de picapes mais vendida do mundo
    • Situada entre a F-100 e a F-250, a picape foi apresentada na época apenas como coadjuvante no Salão do Automóvel de Detroit 
    • Logo a Ford percebeu o sucesso que tinha em mãos e a F-150 tornou-se referência global do segmento, com seguidas inovações 

    A Ford F-150, modelo ícone da Série F, linha de picapes mais vendida do mundo e líder da América do Norte há 48 anos consecutivos, está comemorando o 50º aniversário de lançamento. Vendida hoje nos grandes mercados globais – e desde 2023 no Brasil –, ela trouxe seguidas inovações e tornou-se a referência do segmento. 


    Assim, é curioso saber que quando a F-150 foi introduzida, em 1975, não havia ideia de que alcançaria tamanho sucesso. Ela teve um lançamento discreto e, para entender como isso ocorreu, é preciso lembrar do contexto da época. Nos anos 1970, o mercado automotivo vivia o impacto da recessão econômica, da crise de combustível e uma preocupação crescente com o meio ambiente. Para reduzir as emissões, a Ford começou a equipar seus veículos com conversores catalíticos e lançou a F-150 como opção de picape de meia tonelada, situada entre a F-100 e a F-250.


    Comparada à F-100, a F-150 tinha desempenho mais robusto e peso bruto total maior (2.744 kg x 2.495 kg), com uma capacidade de carga máxima apenas 4,5 kg menor que a da F-250. Ou seja, para uma “intermediária”, superava as expectativas, tanto na capacidade de carga e opções de combustível como no padrão de emissões. 


    Mesmo assim, na mostra da Ford no tradicional Salão do Automóvel de Detroit, em janeiro de 1975, ela entrou apenas como coadjuvante. Nos comunicados de imprensa, os destaques eram a primeira exibição pública da nova van Econoline Club Wagon, uma réplica do histórico carro de corrida “999” e a segunda geração do robô falante Freddie Ford. Os visitantes podiam também criar seu próprio comercial “na televisão colorida e depois se verem em replay instantâneo”.


    Sobre a F-150, é mencionada apenas sua capacidade de “combinar o conforto de rodagem de uma F-100 com a capacidade de carga de uma F-250”. Até Freddie Ford, robô de 2,7 metros de altura construído com peças de carros Ford, parecia ofuscar o modelo.

    Nas atas das reuniões de planejamento do produto da Ford, há pouca informação sobre o conceito da F-150. 

    Uma nota registra que “as Séries F-150 e E-150 foram aprovadas pelo Sr. Henry Ford II em 21 de novembro de 1973”. Os manuais de vendas, confidenciais para os vendedores da Ford, destacavam o aumento da gama de PBT, a disponibilidade da F-150 com carroceria estendida SuperCab e o fato de ela aceitar combustível com ou sem chumbo.


    Mas não demorou muito para a Ford perceber o sucesso que tinha em mãos. A partir de 1977, a Série F se tornou a linha de picapes mais vendida da América do Norte, posição que ocupa até hoje. 


    Entre outros diferenciais, além de inigualável robustez e desempenho, com motor 5.0 V8, a F-150 é a única do segmento com carroceria de alumínio de nível militar e oferece as tecnologias mais avançadas de assistência ao motorista. Além das versões Lariat, Lariat Black e Tremor no Brasil, a linha nos EUA inclui entre outras variantes a off-road Raptor e a elétrica Lightning, além de motorizações V6 e híbridas.

  • O que já se sabe sobre os probióticos?

    Eles podem ajudar a equilibrar a microbiota intestinal, a fortalecer a imunidade e até melhorar o humor, mas não fazem milagres. 

    Entenda o que a ciência realmente confirma sobre os probióticos

    Presentes em alimentos e suplementos, os probióticos ganharam fama de aliados da saúde intestinal e do sistema imunológico. Mas, entre tantas promessas, ainda há dúvidas sobre o que é fato e o que é exagero. 

    A seguir, a nutricionista Carolina Chevallier, Gerente Sênior de Assuntos Científicos da Herbalife para as Américas Central e do Sul, esclarece as principais dúvidas sobre o que a ciência já comprovou — e o que ainda está em estudo — sobre esses microrganismos.

    1. Todo alimento fermentado tem probióticos?

    Para que um alimento seja considerado probiótico, ele precisa conter microrganismos vivos (bactérias) comprovadamente benéficos em quantidade suficiente até o momento do consumo. Por esse motivo, nem todo alimento fermentado tem probiótico. Em muitos casos — como acontece com pães e vinhos — o processo de produção elimina as bactérias vivas que existiam. 

    2. Iogurtes podem ser boas fontes de probióticos?

    Sim, mas nem todos. Todos os iogurtes são alimentos fermentados elaborados com cepas de bactérias lácticas, mas apenas alguns possuem cepas probióticas adicionadas, ou seja, aquelas que têm um benefício à saúde comprovado. Alguns iogurtes contêm cepas probióticas vivas e ativas, outros, não. Por isso, é importante diferenciar os iogurtes sem e com probióticos, sempre verificando quais são os micro-organismos contidos, e a quantidade, indicada em “unidades formadoras de colônias” (UFC).

    3. Quanto mais micro-organismos diferentes o alimento ou suplemento tiver, melhor ele é?

    A presença de diferentes micro-organismos (ou cepas) não significam mais eficácia. O que importa é a especificidade e a comprovação científica de cada micro-organismo para determinada função. Algumas cepas são eficazes para diarreia associada a antibióticos; outras, para constipação ou imunidade — e misturar muitas pode até reduzir o efeito. Por isso, é importante verificar se o alimento ou suplemento com múltiplas cepas tem respaldo científico — ou seja, se os estudos clínicos foram feitos com a mesma combinação e quantidade de micro-organismos.

    4.Os probióticos podem influenciar o humor e a saúde mental?

    Há estudos promissores sobre o eixo intestino-cérebro, mostrando que cepas específicas podem influenciar na produção de neurotransmissores e reduzir sintomas leves de ansiedade e depressão. Mas ainda são necessários mais estudos para ser considerada uma comprovação científica, além disso, o uso de cepas não substitui tratamentos convencionais.

    5. Probióticos podem contribuir para fortalecer o sistema imunológico?

    Revisões sistemáticas mostram que o uso regular de determinadas cepas pode estimular a produção de células de defesa e reduzir a incidência de algumas infecções. Mas é importante verificar especificamente qual cepa foi usada, em que quantidade (expressa em unidades formadoras de colônias, ou UFC) e em qual população os estudos foram realizados (como bebês, crianças, pessoas doentes etc.).

    6. Probióticos ajudam a restaurar a microbiota intestinal após o uso de antibióticos?

    Os antibióticos atuam tanto nas bactérias que estariam causando uma enfermidade quanto nas bactérias boas, aquelas atuam no processo de digestão e absorção de nutrientes no intestino. Por isso, a ideia de consumir probióticos após o uso desse tipo de medicamento parece contribuir para acelerar a recuperação da microbiota intestinal. Mas lembre-se: a recomendação deve ser individualizada e com orientação profissional.

    7. Os probióticos podem influenciar no intestino imediatamente?

    Não. Os efeitos não são imediatos e variam entre pessoas. É comum levar semanas de uso contínuo para notar melhora. Além disso, fatores como dieta, uso de antibióticos e estresse influenciam a resposta.

    8. Probióticos ajudam a emagrecer?

    Embora existam indícios de que a microbiota intestinal possa influenciar o metabolismo, ainda não há consenso científico que comprove que os probióticos provoquem uma perda de peso significativa. Os efeitos observados costumam ser modestos e dependem tanto da cepa específica utilizada quanto do plano alimentar.

    9. Qualquer pessoa pode tomar probióticos?

    Em geral, os probióticos são seguros para pessoas saudáveis. No entanto, não são indicados para pessoas imunossuprimidas — ou seja, aquelas com o sistema imunológico debilitado, como pacientes em tratamento contra o câncer, que fazem uso prolongado de corticoides, passaram por transplantes ou vivem com doenças que comprometem as defesas do organismo. Nesses casos, o uso deve ser indicado e acompanhado por um profissional.

    10. O uso de probióticos dispensa acompanhamento profissional?

    A escolha da cepa, da dosagem e da duração do uso deve considerar o objetivo (saúde digestiva, imunidade, saúde feminina etc.) e o estado clínico do paciente. Portanto, o ideal é que nutricionistas e médicos indiquem o tipo o mais adequado e orientem como e por quanto tempo usá-lo.

  • Pudim Proteico: mais uma versão da sensação fit do momento

    Pudim Proteico: mais uma versão da sensação fit do momento

    O pudim é uma daquelas sobremesas clássicas que todo mundo adora depois da refeição. Mas e se, além de saboroso, ele ainda trouxesse benefícios nutricionais?
     

    Essa versão criada pelo time de nutricionistas da Herbalife é feita com o famoso Shake da marca — que oferece 23 vitaminas e minerais, além de 7,6 gramas de proteína por porção. Confira a receita!

    Pudim Proteico

    Informações nutricionais (por porção)

    Rendimento: 10 porções 

    Valor energético: 98 kcal

    Proteína: 7,6 g ⠀
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    Ingredientes:


    •2 e ½ colheres de sopa (26 g) de Shake sabor Baunilha Cremoso¹ ⠀


    •2 e ½ colheres de sopa (32 g) de NutreV² ⠀


    •250 ml de água ⠀


    •6 ovos ⠀


    •1 xícara de leite desnatado ⠀


    •1 xícara de iogurte desnatado ⠀


    •3 colheres de sopa de adoçante culinário ⠀


    •3 colheres de sopa de açúcar mascavo ⠀


    •1 colher de sopa de água ⠀
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    Modo de preparo ⠀


    Dissolva o Shake e o NutreV em 250ml de água e despeje no liquidificador junto com os ovos, o leite, o iogurte e o adoçante. Bata tudo e reserve. Coloque o açúcar mascavo e a colher de água na forma e ponha no fogo médio até caramelizar. Despeje delicadamente o pudim sobre a calda. Então, leve-o ao forno no banho-maria por 40 minutos, depois, deixe-o na geladeira por três horas e sirva.

    ¹Pó para o preparo de bebida para controle de peso sabor baunilha cremoso. Este produto pode ser usado em receitas; para utilizar como substituto de refeição, prepare conforme o rótulo. Somente quando preparado conforme o rótulo, o produto entrega todos os benefícios nutricionais, de qualidade e segurança.

    ²Alimento com proteína isolada de soja fortificado com vitamina e mineral.

    Para saber mais sobre os produtos da Herbalife, acesse www.herbalife.com.br. Leia atentamente o rótulo antes de consumir os produtos.
     

    Como adquirir os produtos Herbalife 

    Os produtos Herbalife são comercializados exclusivamente por distribuidores independentes. Eles também estão disponíveis nos EVSs (Espaços Vida Saudável) – procure o mais próximo de você – e para compra online direto da Herbalife por meio do programa Cliente Premium, que oferece descontos progressivos, entrega em domicílio, promoções exclusivas e todo o serviço personalizado do distribuidor independente (para quem se interessar). Para se cadastrar como Cliente Premium, acesse o site https://clienteherbalife.com.br ou fale com um distribuidor independente Herbalife. O distribuidor independente é livre para definir seu próprio preço de venda para os clientes.

  • Domingo no Parque estreia em janeiro de 2026 no Teatro Claro

    Livremente inspirado na premiada música de Gilberto Gil, musical negro Domingo no Parque estreia em janeiro de 2026 no Teatro Claro e já tem venda online de ingressos aberta

    Com direção e texto de Alexandre Reinecke e direção musical de Bem Gil, espetáculo transforma em cena esse clássico com canções do próprio Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Peninha, Jorge Benjor e Carlos Lyra

    Clássico do Tropicalismo e uma das composições mais significativas na carreira de Gilberto Gil, a canção premiada Domingo no Parque vira musical negro, sob a direção de Alexandre Reinecke,  um dos diretores mais atuantes do país, e direção musical de Bem Gil. O espetáculo tem sua temporada de estreia no Teatro Claro, de 3 de janeiro a 8 de fevereiro de 2026, com apresentações às quintas e sextas, às 20h; aos sábados, às 17h e às 20h30; e aos domingos, às 18h. A venda online antecipada já está aberta.

    Apresentada pela primeira vez no 3º Festival da Música Popular da TV Record, em 1967, Domingo no Parque é considerada um dos marcos da Tropicália ao misturar elementos brasileiros – como o violão e o berimbau – com a guitarra elétrica e levou o segundo lugar no prêmio. A canção tinha arranjo de Rogério Duprat e participação da banda Os Mutantes.

    Com elenco e equipe majoritariamente formado por artistas e profissionais negros, o musical, que teve aprovação do próprio Gil, destaca importantes influências negras na cultura e sociedade, em elementos como os costumes, danças, a religiosidade, os arranjos musicais, as vestimentas, a alimentação e a capoeira.

    A trama se passa em Salvador, no início da década de 1970 e tem como pano de fundo toda a situação sociopolítica do Brasil, que atravessava a violenta opressão da Ditadura Civil-Militar. No bairro da Ribeira, toda tarde João, José e um  grupo de amigos se reúnem para jogar capoeira, em um momento de descontração e divertimento

    Quando José leva seu amigo João para assistir a um show de sua amada Juliana, a relação entre os dois fica abalada. Juliana, que agora passa a frequentar a roda de capoeira, teve no passado um romance avassalador com João, que terminou quando ele engravidou a jovem Juci. Enquanto eles estavam afastados, Juliana seguiu seu sonho de ser  cantora e passou a cantar nos bares da cidade. Ela também tornou-se atuante nos movimentos contra a ditadura e passou a ser vigiada pelos  militares.

    Como não poderia ser diferente, essa icônica tragédia urbana chega ao fim com uma grande roda de capoeira ao som do clássico de Gil, elevando o clima do espetáculo, que promete ainda momentos de drama, humor, romance e suspense.

    A trilha sonora conta com 20 músicas que atuam como fio condutor da história, sendo seis delas compostas exclusivamente para o espetáculo e as demais amplamente conhecidas pelo público, incluindo composições de Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Jorge Benjor, Peninha e Carlos Lyra. 

    Ficha Técnica

    Texto e direção: Alexandre Reinecke
    Direção musical: Bem Gil

    Direção de arte e figurinos: Billy Castilho

    Cenografia: Marco Lima

    Iluminação: Cesar Pivetti

    Diretora de produção: Vanessa Campanari
    Coordenação de Produção: Edinho Rodrigues

    Realização: Reinecke Produções e Brancalyone Produções

    ELENCO adulto

    Adriana Lessa

    Alan Rocha

    Guilherme Silva

    Rebeca Jamir

    Badu Morais

    Ananza Macedo

    Gui Giannetto

    Jean Amorim

    Jack Mandinga

    Julia Perré

    Júlia Sanches

    Mestre Tyson

    Farini

    Renée Natan

    Rio Delgado

    Sangela Nunes

    Thiago Mota

    Wesley Guimarães

    ELENCO (crianças)
    Caio Santos
    Mateus Vicente
    Vitor Tomé

    Sinopse
    Toda tarde, João, José e um grupo de amigos se reúne para jogar capoeira, no bairro da Ribeira. É um momento de descontração e divertimento entre os amigos. A forte amizade entre João e José fica abalada quando José leva João para ver um show de sua “amada” Juliana e ela passa a frequentar a roda de capoeira da Ribeira. Juliana teve um forte romance com João no passado que terminou quando ele engravidou a jovem Juci. Juliana seguiu seu sonho de ser cantora e passou a cantar nos bares da cidade; nesse tempo também se tornou atuante nos movimentos contra a ditadura e passou a ser vigiada pelos militares.

    Serviço

    Domingo no Parque, com texto e direção de Alexandre Reinecke

    Temporada: 3 de janeiro a 8 de fevereiro de 2026
    Quinta a sexta, às 20h; aos sábados, às 17h e às 20h30, e aos domingos, às 18h

    Teatro Claro – Rua Olimpíadas, 360, Vila OlímpiaShopping – 5º Piso, Vila Olímpia – São Paulo

    Ingressos: Plateia Premium – R$250 (inteira) e R$125 (meia-entrada) | Plateia – R$220 (inteira) e R$110 (meia-entrada) | Balcão Nobre – R$180 (inteira) e R$90 (meia-entrada) | Balcão –  R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada)*

    Vendas online em https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/domingo-no-parque-o-musical-15323

    Bilheteria: De segunda a sábado: das 10h às 22h. Domingos e feriados: das 12h às 20h.

    Telefone: (11) 3448-5061 

    Classificação: 12 anos

    Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida