Tag: turismo

  • Desbrave o Vale do Paraíba com a Summit Hotels

    O Vale do Paraíba reúne cidades com perfis distintos, de importantes centros econômicos a destinos ligados ao turismo religioso, à história e à natureza. Nesse cenário, a Summit Hotels mantém quatro empreendimentos na região, localizados em Caçapava, Pindamonhangaba, São José dos Campos e Cachoeira Paulista. As unidades atendem diferentes perfis de viajantes e também funcionam como pontos de apoio para quem pretende circular por outros municípios do Vale e arredores.

    São José dos Campos

    Em São José dos Campos, o Summit Flat Service combina a estrutura de um apartamento com serviços hoteleiros. Localizado na Avenida Dr. Nelson d’Ávila, a cerca de 400 metros do Centervale Shopping e próximo à Rodovia Presidente Dutra, o empreendimento está em uma área de fácil acesso às empresas e aos serviços da cidade. Os apartamentos têm entre 36 m² e 52 m², distribuídos em quarto, sala e cozinha americana, e contam com ar-condicionado, bancada de trabalho, TV, kit de cozinha, fogão, frigobar e sacada. A estrutura inclui piscina, fitness center e vista panorâmica na cobertura. Para eventos, são quatro salas com capacidade para até 160 pessoas em auditório.

    São José dos Campos é um dos principais centros urbanos do Vale do Paraíba e se destaca pela forte presença dos setores tecnológico, aeroespacial e industrial. A cidade também reúne parques, áreas verdes, centros de compras e opções gastronômicas, além de estar estrategicamente localizada entre São Paulo e Rio de Janeiro.

    Pindamonhangaba 

    Em Pindamonhangaba, o Summit Suítes Hotel está a 300 metros do Shopping Pátio Pinda, em uma área valorizada da cidade. O hotel tem perfil voltado tanto ao lazer quanto às viagens corporativas e dispõe de apartamentos amplos, recepção 24 horas, wi-fi, estacionamento gratuito e academia. A estrutura para eventos reúne quatro salas, com capacidade para até 100 pessoas, além de um centro de convenções preparado para encontros sociais e corporativos. O empreendimento também é pet friendly.

    A localização de Pindamonhangaba permite ainda combinar a estadia com passeios por diferentes pontos da região. O município está próximo da Serra da Mantiqueira e de destinos como Campos do Jordão, enquanto sua posição no Vale facilita deslocamentos para outras cidades turísticas.

    Caçapava

    Em Caçapava, o Summit Suítes Hotel está ao lado da Rodovia Presidente Dutra e a cerca de dois quilômetros do centro. A localização favorece tanto quem está de passagem pelo eixo Rio-São Paulo quanto quem utiliza a cidade como base para conhecer outros destinos. O hotel oferece apartamentos com ar-condicionado, frigobar, TV LCD e wi-fi, além de piscina ao ar livre, sauna, academia e estacionamento gratuito.

    O empreendimento também possui estrutura voltada a eventos. São três salas climatizadas para reuniões, treinamentos e apresentações, com recursos audiovisuais, opções de montagem, coffee break e estacionamento. Na gastronomia, o Sum’s Restaurante serve o café da manhã diariamente e também recebe reservas para eventos e reuniões.

    A localização de Caçapava amplia as possibilidades de roteiro. Segundo a própria rede, o hotel fica a 57 quilômetros de Aparecida, 59 quilômetros de Campos do Jordão e 98 quilômetros do Litoral Norte Paulista, permitindo combinar a hospedagem com diferentes destinos em uma mesma viagem.

    Cachoeira Paulista

    Já em Cachoeira Paulista, o Summit Inn Hotel está a 400 metros da Canção Nova, um dos principais polos de turismo religioso do Vale do Paraíba. O hotel possui acomodações amplas, área externa com vista para a Serra da Mantiqueira e wi-fi gratuito. Entre os serviços estão ar-condicionado, TV, instalações acessíveis e política pet friendly.

    A localização também favorece quem pretende conhecer o chamado Vale Histórico e outros destinos próximos. Cachoeira Paulista está inserida em uma região que concentra cidades de importância histórica e religiosa, além de ficar próxima de Aparecida e de municípios do eixo da Serra da Mantiqueira.

    Com quatro hotéis distribuídos por diferentes pontos do Vale do Paraíba, a Summit Hotels acompanha a variedade de motivos que levam visitantes à região. Há opções para estadias prolongadas, viagens corporativas, eventos, turismo religioso e roteiros de lazer, enquanto a proximidade com rodovias e centros urbanos facilita a combinação de mais de um destino na mesma viagem.

  • Serra Negra é alternativa ao litoral no feriado de outubro

    O feriado de 12 de outubro pode ser uma oportunidade para quem prefere trocar a praia por um destino de montanha. Em Serra Negra, no interior paulista, o roteiro combina áreas verdes, mirantes, gastronomia e atrações no centro da cidade.

    Localizada na Serra da Mantiqueira e a cerca de 150 quilômetros da capital paulista, Serra Negra é uma opção para viagens curtas de carro. Em outubro, a cidade entra no período de primavera, com temperaturas mais altas do que as registradas durante o inverno, mas mantém a característica de destino serrano.

    Entre os principais pontos turísticos está o Alto da Serra, a aproximadamente 1.300 metros de altitude. O local tem vista para municípios da região e pode ser acessado de carro. A partir dali é possível fazer um voo de parapente ou simplesmente apreciar a vista. O local conta ainda com infraestrutura de food trucks e banheiros.

    O centro concentra comércio de malhas, produtos artesanais e itens produzidos na região. A gastronomia também integra o roteiro, com restaurantes, cafés e estabelecimentos voltados aos visitantes que passam o dia ou permanecem na cidade durante o feriado. A influência italiana é forte em diversos pratos, incluindo os deliciosos gelatos vendidos no centro.

    O charme fica por conta dos cartões postais: a Fontana di Trevi, réplica do monumento italiano que garante boas fotos, e o Cristo Redentor. Para acessá-lo uma opção é pegar o teleférico bem no centro. A vista lá de cima também é imperdível.

    Para famílias, há opções como a Disneylândia dos Robôs, passeio de trenzinho e parques.  A proximidade entre as atrações facilita a montagem de roteiros de um ou mais dias.

    Passeios rurais e tradição nas águas

    Outra forma de conhecer a região é por meio dos passeios de jipe, que percorrem estradas rurais e propriedades do entorno. As rotas passam por áreas de produção agrícola e trechos de serra, permitindo incluir no roteiro pequenas propriedades, produtores locais e pontos de interesse fora do centro turístico. Dentre os trajetos estruturados estão a Rota Turística do Café e a Rota Turística do Queijo e Vinho. Vale lembrar que os trajetos também são acessíveis por veículos de passeio.

    A gastronomia também tem forte presença nesses roteiros, com produtos como queijos, doces, cafés, embutidos, cachaças e outros itens produzidos na região. As paisagens também propiciam outros tipos de atividades como cicloturismo, motociclismo e caminhadas.

    Outro destaque que faz parte da identidade turística de Serra Negra são as águas minerais com propriedades especiais. Existem diversas fontes espalhadas pela cidade e, no Balneário Municipal, é possível tomar banhos terapêuticos e relaxantes.

    Excelência em serviços

    Não apenas o comércio e a gastronomia são abundantes no destino, com grande variedade e opções de preços. A hospitalidade também é um grande destaque, com diversos estabelecimentos de perfis diferenciados.

    Entre os destaques estão o Grand Resort Serra Negra, instalado em um edifício histórico e cercado por 40 mil m² de jardins; o Serra Negra Palace Hotel e o Rovi Plaza Hotel, ambos com estrutura voltada também para famílias; e o Shelton Hotel, próximo ao centro e à rodoviária. Para quem prefere ficar em meio à natureza, o Biazi Paradise Hotel oferece piscinas, trilhas, bosque, sauna e restaurante. Há ainda alternativas como Cordilheira Hotel, Hotel Da Vinci e Hotel Firenze Serra Negra, ampliando a oferta para quem pretende passar o feriado na cidade.

  • O que fazer em 5 dias nas Montanhas Capixabas

    Roteiro combina trilhas em áreas preservadas de Mata Atlântica, gastronomia de território, agroturismo e hospedagens integradas à paisagem entre Vargem Alta, Pedra Azul, Domingos Martins e Castelo.

    As Montanhas Capixabas permitem montar uma viagem que vai muito além da tradicional visita à Pedra Azul. Entre reservas ambientais, parques estaduais, estradas cercadas pela Mata Atlântica, produtores artesanais e restaurantes que valorizam ingredientes locais, a região reúne experiências para quem deseja alternar natureza, gastronomia, cultura e momentos de descanso.

    Com cinco dias disponíveis, é possível conhecer diferentes pontos do território sem transformar a viagem em uma sequência apressada de deslocamentos. O roteiro passa por Vargem Alta, Pedra Azul, Domingos Martins e Castelo e inclui áreas que integram o Corredor Ecológico Pedra Azul–Forno Grande, responsável por conectar importantes remanescentes de Mata Atlântica e contribuir para a conservação de nascentes, rios, fauna e flora da serra capixaba.

    Confira:

    Dia 1 – Imersão na Mata Atlântica em Vargem Alta

    A primeira parada pode ser Vargem Alta, a cerca de duas horas de Vitória. É no município que está a Reserva Ambiental Águia Branca, área com aproximadamente 2.200 hectares de Mata Atlântica preservada e mais de 350 espécies de aves registradas.

    Dentro da Reserva está o Eco Lodge Natureza, opção para começar a viagem já em contato direto com a floresta. O empreendimento possui 30 acomodações, entre chalés à beira do lago, chalés na montanha e apartamentos, e oferece uma programação que permite ao hóspede explorar o ambiente ao redor sem precisar deixar a propriedade.

    O primeiro dia pode ser dedicado às trilhas guiadas ou autoguiadas da Reserva. Os caminhos atravessam diferentes ambientes da Mata Atlântica e possibilitam observar aves e pequenos mamíferos, além de cursos d’água e árvores centenárias.

    Outra possibilidade é experimentar o Banho de Floresta, atividade inspirada no shinrin-yokujaponês e baseada em uma caminhada contemplativa, com estímulos aos sentidos e atenção aos sons, aromas e elementos naturais do entorno.

    Dia 2 – Reserva Kaetés e biodiversidade vista do alto

    O segundo dia mantém a natureza como protagonista, desta vez com uma visita à Reserva Kaetés. A área possui 667 hectares protegidos e foi reconhecida como Reserva Particular do Patrimônio Natural em 2024, reforçando o mosaico de conservação existente entre diferentes pontos das Montanhas Capixabas.

    A experiência inclui caminhadas guiadas pela floresta e contato com iniciativas de pesquisa e conservação da biodiversidade. Um dos principais atrativos é a torre de observação construída acima da copa das árvores. Do alto, o visitante consegue dimensionar a extensão da vegetação preservada e compreender melhor a importância da conectividade entre as áreas de Mata Atlântica. O passeio também cria novas oportunidades para observação de aves e de outras espécies nativas.

    Dia 3 – Pedra Azul, Rota do Lagarto e sabores da serra

    No terceiro dia, o roteiro segue em direção a Pedra Azul. Uma das formas mais conhecidas de percorrer a região é pela Rota do Lagarto, estrada cercada por paisagens montanhosas, propriedades rurais, restaurantes e pequenos produtores.

    O Parque Estadual da Pedra Azul é uma das principais paradas. Dependendo do planejamento e das condições de visitação, é possível incluir trilhas pelo parque e atividades nos arredores, como passeios a cavalo e experiências ligadas ao agroturismo, incluindo a colheita de morangos durante a época de produção.

    Para quem pretende dividir a viagem entre duas hospedagens, este pode ser o momento de seguir para o Rabo do Lagarto, utilizando Pedra Azul como base para os próximos passeios.

    A gastronomia merece espaço no roteiro. No final da Rota do Lagarto está o Quadrado de São Paulinho, que reúne cerca de 20 empreendimentos ao longo de aproximadamente sete quilômetros. Restaurantes, cafés, chocolaterias, cervejarias e produtores artesanais mostram uma vertente da serra que vem ganhando força nos últimos anos.

    Entre as possibilidades estão o Restaurante Túia, o Café Alice, os chocolates bean to bar da Ocakau, a gelateria Le Gustto e a Cervejaria Azurra. Outra parada é o Alecrim Restaurante, comandado pela chef Cecília Cunha, que combina produtos locais com referências de diferentes cozinhas. O trabalho também deu origem à Lab Kombucha, produzida na região.

    Para encerrar o dia, a Ronchi Beer oferece cervejas artesanais em um espaço de frente para a Pedra Azul.

    Dia 4 – Forno Grande revela outra paisagem das montanhas

    O quarto dia pode ser dedicado ao município de Castelo e ao Parque Estadual do Forno Grande, onde está o segundo ponto mais alto do Espírito Santo, a 2.039 metros de altitude.

    A unidade de conservação reúne diferentes possibilidades de passeio, entre cachoeiras, piscinas naturais, formações rochosas e trilhas. Há alternativas para visitantes interessados em percursos mais leves e também opções de maior dificuldade para quem busca uma experiência de aventura.

    Entre os atrativos estão os Poços Amarelos, a Cachoeira do Forno Grande e mirantes naturais que revelam o conjunto montanhoso da região. Para os mais preparados, as trilhas de maior duração oferecem uma perspectiva diferente da serra e ajudam a mostrar por que o eixo entre Pedra Azul e Forno Grande é considerado estratégico para a conservação da Mata Atlântica no Espírito Santo.

    O passeio complementa as experiências dos primeiros dias ao apresentar outro ambiente dentro do mesmo corredor ecológico, unindo altitude, floresta, água e formações rochosas.

    Dia 5 – Cultura e herança europeia em Domingos Martins

    Depois de quatro dias com forte presença de natureza e gastronomia, o último pode ser reservado à história e à cultura regional em Domingos Martins, município marcado pela imigração europeia, especialmente alemã.

    No centro da cidade, a Praça Dr. Arthur Gerhardt e a Rua do Lazer concentram parte das atrações, além de bares, restaurantes, lojas e construções que ajudam a contar a formação do município.

    O passeio também permite compreender outra característica das Montanhas Capixabas: a maneira como as tradições trazidas por imigrantes alemães e italianos se combinaram com agricultura, produção artesanal e ingredientes cultivados na própria serra, formando uma identidade que hoje aparece tanto na gastronomia quanto no agroturismo.

    Ao combinar a experiência em Vargem Alta com dias em Pedra Azul e passeios por Castelo e Domingos Martins, o viajante tem a oportunidade de descobrir uma região que não depende apenas de seu cartão-postal mais famoso. As Montanhas Capixabas se revelam como um território de biodiversidade, sabores e histórias que merece ser explorado com tempo.

  • Dia Mundial do Bordado: conheça Ibitinga e as histórias de artesãos locais

    Dia Mundial do Bordado: 

    conheça Ibitinga e as histórias de artesãos locais que vivem da arte e do turismo

    Conhecida como a Capital Nacional do Bordado, Ibitinga é referência no turismo de compras e reúne relatos inspiradores de pessoas que vivem da arte

    Paciência, afeto, dedicação e tempo. Esses são quatro fatores fundamentais na vida e que se encaixam perfeitamente em uma atividade: o bordado. Como arte que surgiu há muitos anos, pesquisas apontam que o primeiro registro foi o ponto cruz, na era pré-histórica. Esse ponto era utilizado nas roupas feitas com peles de animais e acredita-se que, já nesse período, o ser humano o usava para enfeitar e diferenciar suas vestimentas.

    Os anos passaram e o bordado tornou-se presente em diversas épocas e culturas, com a contribuição de inúmeros povos, como chineses, egípcios, gregos, ingleses, indígenas, persas e romanos, entre outros. É importante destacar que o trabalho detalhado de bordar desenhos ou padrões nas roupas era muito valioso; portanto, apenas os ricos e poderosos tinham acesso e usavam tecidos bordados para demonstrar status social.

    O bordado foi passado de geração em geração e popularizou-se mundo afora, inclusive no Brasil e em São Paulo. Em 2011, foi criado oficialmente o Dia Mundial do Bordado por iniciativa da Täcklebo Broderiakademin (Academia de Bordado de Täcklebo), em Vismarlöv, na Suécia. A data, celebrada anualmente em 30 de julho, surgiu do desejo de unir pessoas de diferentes países com o mesmo interesse e celebrar o bordado como um ato de criatividade.

    Neste Dia Mundial do Bordado, a Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP) apresenta a cidade de Ibitinga. Conhecida como a Capital Nacional do Bordado, a estância turística localiza-se a 343 km da capital, no centro geográfico do estado de São Paulo. A cidade leva o título pelos bordados produzidos tanto em lojas de fábrica e no Centro Comercial, quanto artesanalmente, carregando história e tradição.

    Reconhecida como referência no turismo de compras do estado, Ibitinga recebe anualmente milhares de turistas, atraídos pelas peças expostas na Feirinha do Artesanato — que acontece aos sábados com aproximadamente 600 barracas — e pela Feira do Bordado, que ocorre no mês de julho, reunindo 150 expositores, a maioria de empresas de bordados. Com esse movimento gerado pelo turismo, também há impacto direto na vida dos moradores. Conheça as histórias de Valdecir da Silva e Nereide Branco Trofino, dois artesãos e moradores de Ibitinga que tiveram suas vidas transformadas pelo turismo e pelo bordado.

    De motorista de ambulância a turismólogo, guia de turismo, hoteleiro e, sempre, bordador…

    Valdecir da Silva é natural de Ibitinga e tem 57 anos. “Val”, como é carinhosamente chamado pelos amigos e familiares, é turismólogo, guia de turismo e bordador — profissão que começou a exercer quando tinha entre 12 e 13 anos de idade.

    “Foi um despertar natural. Em casa, viemos de uma família humilde e a minha mãe sempre ensinou que tínhamos de merecer o que ganhávamos. Desde pequeno, ela colocou em nossas mãos a responsabilidade de ajudar a pagar as contas, mas não era um trabalho árduo ou penoso. Não, não. Minha mãe sempre foi muito sensata; ela queria que estudássemos também. Então, íamos para a escola no período matutino e, quando chegávamos, fazíamos as tarefas e ajudávamos em casa”, conta.

    Ele comenta que, no fim da tarde, sua mãe preparava carrinhos de mão — que ele chamava de carriola — com pacotes de legumes e frutas do terreno da família, para que Valdecir oferecesse no bairro. Nesse período, seu pai era padeiro e entregava pão de porta em porta com um carrinho parecido com uma carroça, porém fechado. “A renda da família era pouca, mas nos virávamos dessa forma”.

    A paixão de Valdecir pelo bordado começou pela mãe, que era desfiadeira. “O desfiado que ela fazia era um trabalho artesanal de tirar fio por fio de um tecido de linho, que futuramente seria crivado dentro de um desenho, um formato preparado antigamente, e depois bordado. Era um processo de desfiar, crivar e bordar”, explica. Primeiro, ele aprendeu a desfiar, depois a crivar um pouco, mas o que queria mesmo era a agilidade da máquina de bordar. “A máquina era mais rápida. Apesar de ser um trabalho manual, utilizava-se esse equipamento. E foi assim, dos 12 para os 13 anos, que aprendi a bordar”, comenta.

    Val conta que foi um processo lindo, pois aprendeu na escolinha de bordado em Ibitinga. “Minha professora foi uma senhora chamada Rosa Martins Coelho, se não me engano. Ela já não está mais entre nós, infelizmente, mas eu a conheci até a fase adulta e tivemos uma amizade”. A loja vendia os equipamentos e as pessoas aprendiam a manuseá-los no local. Já encantado pela arte, Val passou a prestar serviço para donos de salões de bordado, entrando com a mão de obra.

    Ao ser perguntado sobre como o bordado mudou sua vida, Valdecir comenta que sempre teve curiosidade de saber como as coisas eram feitas. Além disso, destaca o fator terapêutico do bordado. “Chega a ser algo incrível. É emocionante falar que, muitas vezes, com problemas sérios para resolver ou preocupações, nós nos sentamos para fazer aquele trabalho manual e aquilo, de certa forma, nos relaxa. Faz com que tenhamos concentração e um despertar até para a solução de problemas enquanto realizamos trabalhos manuais”, pontua.

    Além disso, a arte transformou a vida dos bordadeiros da cidade, que até a década de 80 não eram reconhecidos como categoria profissional. “Eu estava com 17 para 18 anos quando criamos a Associação de Bordadeiras, porque queríamos melhoria de vida. Trabalhávamos nas fábricas — que não eram chamadas de fábricas, mas de salões de bordado. Nesses locais, simplesmente fazíamos o bordado para o proprietário. Não tínhamos reconhecimento de funcionários”.

    Ele conta que recebiam salário mensal ou por peça produzida. “Eu tirava ali o mínimo. Na época, nem se falava em salário-mínimo. Mas, de 1985 até 1988, houve um movimento em Ibitinga que levou à criação da Associação das Bordadeiras, e eu fiz parte desse processo”.

    “Com 18 anos completos, pude fazer parte da diretoria. Essa associação, um ou dois anos depois, conseguiu a carta sindical, e aí a nossa vida mudou. O Ministério do Trabalho veio a Ibitinga e catalogou as profissões, atribuindo um código para cada função: o riscador, o cortador, a bordadeira, a desfiadeira, a crivadeira. Cada um passou a ser profissional e poderia ser registrado em carteira”, relata.

    Com a profissionalização, Valdecir e outros moradores passaram a ser funcionários formais. Os salões se tornaram empresas, com a necessidade de abrir um CNPJ, o que transformou a cidade. “Essa arte, que começou no seio familiar há muitos anos, transformou a vida das pessoas e trouxe reconhecimento profissional”. Val trabalhou bordando até os 21 anos. Depois, tornou-se funcionário público na área da saúde como motorista de ambulância, mas a paixão pelo bordado permaneceu.

    Ele ressalta que o bordado é o grande atrativo para os turistas. “Ibitinga não vive mais sem turismo. Enquanto cidadão ibitinguense, enxergo o turismo como essencial e propulsor dessa máquina. Como artesão, o turismo é a válvula que impulsiona a criatividade desta cidade”.

    “A presença do turista é indispensável para a manutenção do título de estância turística, para o reconhecimento como Capital Nacional do Bordado e do Enxoval, e, principalmente, para a sobrevivência do nosso povo. O turista que vem até Ibitinga para fazer compras, para revender ou para passear; que vem conhecer o trabalho dos nossos artesãos, comprar um enxoval ou um presente, é o nosso diamante. É a pedra preciosa que Ibitinga deve cativar”, destaca.

    Nesse sentido, Valdecir ressalta que a cidade realizou a 50ª Feira do Bordado de Ibitinga, iniciada em 1974. Esta edição, de acordo com a Câmara Produtiva do Bordado (CPL) de Ibitinga, atraiu um público de aproximadamente 180 mil pessoas ao Pavilhão Permanente de Exposições. Durante os dez dias de evento, a movimentação financeira alcançou a marca de cerca de R$ 100 milhões, movimentando os setores de turismo, hotelaria, gastronomia e comércio regional, de acordo com a Prefeitura de Ibitinga.

    Sobre o turismo de experiência, Valdecir comenta que é um setor com grande potencial. “Quem vem para Ibitinga sai satisfeito e querendo voltar, porque a variedade de produtos vai muito além das vitrines digitais. O turista vem pela experiência de conhecer o bordado. Muitas vezes, o contato pessoal com o vendedor faz com que ele leve mais do que pretendia inicialmente”.

    Uma história toda bordada pela arte

    Nereide Branco Trofino tem 84 anos e é natural de Ibitinga. Sua história com o bordado começou na infância. “Tive a oportunidade de estudar por dois anos na Escola Artesanal de Ibitinga, onde aprendi a arte do bordado à mão e dei os primeiros passos em uma paixão que levaria para toda a vida”.

    “Depois de um período bordando à mão, aos 13 anos comecei a usar a máquina da minha mãe. Esse mesmo equipamento me acompanha até hoje”, explica D. Nereide, conhecida como a bordadeira mais tradicional de Ibitinga. Ela conta que é uma máquina simples, de pedal, sem motor, que, mesmo com o passar dos anos, continua sendo a fiel companheira de seu trabalho.

    “Cada ponto bordado carrega um pouco da minha história, da dedicação e do amor por esse ofício. Mais do que uma profissão, o bordado tornou-se parte da minha identidade, unindo tradição, perseverança e paixão em cada peça que produzo”, comenta.

    Quando questionada sobre como essa arte mudou sua vida, ela lembra que, ainda muito jovem, aos 13 anos, já conseguia se sustentar e ajudar os pais nas despesas da casa. “Depois que me casei, o bordado continuou sendo uma importante fonte de renda. Com o passar dos anos, ampliei meu trabalho, adquiri máquinas industriais e contei com outras bordadeiras trabalhando comigo. Assim, atuei como empresária por muitos anos”, destaca.

    Para ela, a maior contribuição do bordado foi a oportunidade de voltar a estudar aos 28 anos. “Graças a essa profissão, concluí o ensino fundamental e o ensino médio, e realizei o sonho de cursar a universidade. Mais do que uma profissão, o bordado abriu caminhos, proporcionou independência financeira e tornou possíveis conquistas que marcaram toda a minha trajetória”.

    Atualmente, muitas pessoas, inclusive jovens, estão procurando atividades manuais como o bordado. Para quem quer começar, D. Nereide explica que o bordado é muito mais do que uma técnica; é uma arte que ensina paciência, dedicação e amor pelos detalhes. “Para os iniciantes, minha mensagem é: não desistam diante das dificuldades. Todo bordado bonito começou com os primeiros pontos. Com prática, perseverança e vontade de aprender, cada pessoa desenvolve seu próprio estilo. Além de proporcionar satisfação pessoal, o bordado pode se transformar em uma profissão e em uma importante fonte de renda, como aconteceu comigo. É uma arte que preserva tradições”, finaliza.

  • Parque do Caracol – capacitação “Caminhos do Turismo”

    Parque do Caracol abre inscrições para novos talentos do turismo com capacitação gratuita e possibilidade de contratação

    Segunda turma do programa “Caminhos do Turismo”, conduzido pelo Grupo Iter, aproxima jovens da Serra Gaúcha de oportunidades profissionais a partir de formação prática e teórica

    O Parque do Caracol, um dos principais parques turísticos da Serra Gaúcha, está com inscrições abertas para a segunda edição do programa “Caminhos do Turismo”, em Canela. Criada pelo Grupo Iter, a iniciativa gratuita, que une qualificação profissional e oportunidades de atuação em um dos segmentos que mais crescem na região é voltada especialmente a jovens da própria cidade, além de Gramado, Igrejinha, Nova Petrópolis, São Francisco de Paula e Três Coroas em busca do primeiro emprego ou de uma futura oportunidade de inserção no mercado de trabalho. As inscrições já estão abertas para seleção, por meio do formulário online, até o dia 19 de agosto.

     

    Em parceria com a Universidade de Caxias do Sul (UCS), as aulas da segunda turma do programa em Canela iniciam no dia 31 de agosto e se estendem até 3 de setembro, em formato predominantemente noturno, e carga horária de vinte e seis horas. Transporte, alimentação, atividades práticas e certificação serão oferecidos sem custos aos participantes. Ao longo da formação, utilizando o próprio Parque do Caracol como ambiente de aprendizagem prática e as salas de aula da UCS para aprendizagem teórica, os alunos terão acesso a conteúdo organizados por módulos sobre cultura organizacional, vendas e experiência do visitante, fotografia e turismo de aventura, por exemplo.

     

    “Investir na qualificação das pessoas é priorizar a qualidade do destino turístico como um todo. Quando fortalecemos quem recebe, atende e acolhe os visitantes, promovemos também a experiência que a Serra Gaúcha entrega ao mundo. Por isso, o ‘Caminhos do Turismo’ aproxima teoria e prática com os participantes tendo a oportunidade de aprender sobre a operação de um dos principais atrativos do país”, destaca a Gerente Geral do Parque do Caracol, Sandra Ferraz.

     

    Com a conclusão da capacitação, os participantes serão considerados em processos seletivos do atrativo, conforme a disponibilidade de vagas e o perfil profissional, com a possibilidade de contratação fixa no Parque do Caracol. As oportunidades em aberto atualmente estão atreladas às áreas de fotografia, condutor de turismo e aventura, vendas e atendimento.

     

    Como desdobramento do objetivo do Grupo Iter de promover o desenvolvimento regional por meio da educação, da qualificação profissional e da inclusão produtiva, o “Caminhos do Turismo” também chegará a Jaquirana em uma edição especial realizada em parceria com a Prefeitura Municipal da cidade, no dia 29 de agosto. Com carga horária de oito horas e formato concentrado em um único dia, a capacitação será voltada exclusivamente ao módulo de atendimento e destinada aos moradores do município.

     

    Concessionário do Parque do Caracol, o Grupo Iter realizou a primeira turma do “Caminhos do Turismo” no atrativo em junho deste ano e dá seguimento ao novo programa. A holding também é responsável pela gestão do Parque Estadual do Tainhas, no Rio Grande do Sul, e pela excelência operacional do Parque Bondinho Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, consolidando sua atuação na administração de importantes patrimônios naturais e turísticos do Brasil.

     

    Serviço

    Parque do Caracol – capacitação “Caminhos do Turismo” — 2ª turma

    Parceria acadêmica: Universidade de Caxias do Sul (UCS)

    Realização: Grupo Iter

    – Inscrições para Canela: até 19 de agosto (moradores de Canela, Gramado, Igrejinha, Nova Petrópolis, São Francisco de Paula e Três Coroas), através do link de inscrição;

    – Público: jovens em busca do primeiro emprego ou de uma oportunidade de inserção no mercado de trabalho;

    – Período das aulas: de 31 de agosto a 3 de setembro;

    – Formato: aulas teóricas na Universidade de Caxias do Sul (UCS) de Hortênsias em período noturno e atividades práticas no Parque do Caracol;

    – Carga horária: 26 horas (período noturno);

    – Benefícios inclusos: transporte e alimentação inclusos, atividades práticas, visita ao Parque do Caracol e certificação gratuita. Possibilidade de contratação fixa no Parque do Caracol, por meio da participação em processos seletivos, conforme disponibilidade de vagas e perfil das oportunidades.

  • Turismo de experiência fortalece Serra Negra como destino de inverno no interior paulista

    O inverno sempre aumenta o movimento em Serra Negra, mas a estação tem revelado um perfil diferente de visitante. Mais do que buscar temperaturas mais amenas, quem chega ao município busca vivências ligadas ao modo de vida da Serra da Mantiqueira, combinando gastronomia, produção rural, natureza e comércio local em uma mesma viagem.

    Entre julho e agosto, um dos cenários que mais desperta curiosidade é a colheita do café. Em propriedades rurais abertas à visitação, o período permite acompanhar etapas que só acontecem nesta época do ano. Dependendo da fazenda e das condições climáticas, é possível observar os grãos espalhados nos tradicionais terreiros de secagem, entender como funciona o beneficiamento e conhecer famílias que mantêm a cafeicultura como atividade há várias gerações. A experiência costuma terminar com degustações de cafés especiais produzidos na própria região.

    Esse contato direto com a produção agrícola tem se consolidado como um dos diferenciais de Serra Negra. Em vez de conhecer apenas o produto final, o visitante acompanha sua origem, conversa com produtores e compreende por que o município integra uma das regiões cafeeiras mais tradicionais do estado de São Paulo.

    Fora das propriedades rurais, o inverno convida a explorar o centro da cidade sem pressa. As ruas ficam mais movimentadas, as cafeterias ampliam o fluxo de clientes e as lojas especializadas em malhas, tricôs, casacos e artigos de couro recebem turistas que aproveitam a viagem para renovar o guarda-roupa. A tradição do comércio têxtil continua sendo um dos principais motivos que levam visitantes a incluir Serra Negra no roteiro durante a estação mais fria do ano.

    Os passeios também ganham outro ritmo. O teleférico que leva ao Cristo Redentor, o passeio de trenzinho, as fontes de água mineral e os mirantes espalhados pelas montanhas oferecem diferentes perspectivas da paisagem serrana, enquanto as estradas rurais revelam vinícolas, alambiques, queijarias e pequenos produtores que abriram suas portas ao turismo nos últimos anos.

    A gastronomia acompanha esse clima de inverno. Restaurantes valorizam receitas típicas do interior paulista e pratos de origem italiana, muitos deles preparados com ingredientes produzidos na própria região atraem diferentes paladares. Doces regionais, chocolates e sorvetes artesanais complementam a oferta.

    Outro ponto alto da cidade é a hospedagem, com opções diversas que vão desde hotéis all inclusive no centro, pertinho de atrativos e compras, a pousadas intimistas e hotéis fazendas com atividades para toda a família.

  • 9º Festival dos Girassóis em Joinville

    Joinville sedia 9ª edição do Festival dos Girassóis com mais de 30 mil flores e novas variedades

    Nesta edição, o evento terá área ampliada, novas variedades da flor e período de visitação estendido ao público 

    Entre os dias 10 de julho e 2 de agosto, Joinville recebe a 9ª edição do Festival dos Girassóis, realizado no Parque Hemero – Jardins como Arte. Considerado um dos eventos mais aguardados do inverno na cidade, o festival contará com mais de 30 mil flores distribuídas em uma área ampliada do parque. Com novas variedades da planta e cenários repletos de cores, a edição de 2026 transforma o Parque Hemero em um dos principais destinos para quem busca contato com a natureza, passeios em família e belas paisagens durante as férias de julho.

    Nesta edição, os visitantes poderão conhecer cinco variedades diferentes de girassóis, incluindo espécies inéditas no Brasil. Entre as novidades estão flores de diferentes formatos e tamanhos, incluindo variedades mini, com cerca de 30 centímetros de altura.

    “Plantamos mais de 30 mil girassóis este ano e ampliamos a área destinada ao festival. Os visitantes vão encontrar diferentes tipos de flores, novas variedades e outras atrações que estamos preparando. É uma edição que promete encantar quem busca belas paisagens, contato com a natureza e experiências para fotografar e compartilhar”, destaca Dario Bergemann, fundador do Parque Hemero.

    Entre as novidades que retornam ao festival está o Florímetro, sistema de monitoramento da florada atualizado diariamente por meio dos canais digitais do parque. A ferramenta indica o estágio de abertura dos girassóis e ajuda o visitante a escolher o melhor período para a visita.

    Atualmente, o Festival dos Girassóis é o principal evento do calendário do Parque Hemero e o período de maior movimentação de visitantes ao longo do ano. Além da florada, o parque oferece jardins temáticos, áreas para contemplação, trilhas, espaços interativos, áreas para piquenique e programação cultural ao longo do período do festival.

    Mais do que admirar os campos floridos, a proposta do Festival dos Girassóis é proporcionar uma experiência completa de conexão com a natureza. “O visitante que vem para ver os girassóis encontra espaço para caminhar pela floresta, visitar os jardins, aproveitar apresentações musicais e passar tempo de qualidade com a família e os amigos. O parque foi pensado para oferecer experiências ao ar livre e estimular essa conexão com a natureza em todos os sentidos”, explica.

    O evento também tem papel importante para o turismo regional. Realizado durante as férias escolares e em paralelo a grandes eventos da cidade, como o Festival de Dança de Joinville, o Festival dos Girassóis atrai visitantes de diferentes regiões de Santa Catarina e de outros estados.

    “Hoje o festival movimenta não apenas o parque, mas toda a cadeia turística da cidade. Recebemos visitantes de diversas regiões do Brasil, que aproveitam a viagem para conhecer restaurantes, hotéis, atrativos turísticos e o turismo rural de Joinville. Em muitos períodos, a procura por hospedagem é tão grande que visitantes acabam se hospedando em cidades vizinhas”, explica Bergemann.

    Segundo ele, a edição deste ano foi antecipada justamente para permitir que os visitantes encontrem mais opções de hospedagem e possam aproveitar o festival e a cidade por mais tempo.

    Como surgiu o Festival dos Girassóis

    O evento nasceu de forma inesperada. Segundo Dario, os primeiros girassóis foram plantados por uma questão técnica relacionada ao manejo e à recuperação do solo. A receptividade do público, porém, transformou a iniciativa em uma das principais atrações turísticas da região.

    “No início, plantamos os girassóis por uma questão técnica, para fazer uma correção do solo, mas fomos surpreendidos pela paixão das pessoas pela flor. A partir da segunda edição, o festival passou a ser planejado para se tornar um grande evento em Joinville. Hoje estamos chegando à nona edição, com uma responsabilidade cada vez maior de trazer novidades e proporcionar uma experiência ainda melhor aos visitantes”, afirma Bergemann.

     

    Serviço

    9º Festival dos Girassóis

    Data: 10 de julho a 2 de agosto de 2026 (terça-feira a domingo)

    Horário: das 9h às 18h (bilheteria até as 17h)

    Local: Parque Hemero Jardins como Arte – Rua Tenente Antônio João, 4257, bairro Jardim Sofia, Joinville – Santa Catarina

    Informações e ingressos:www.visitehemero.com.br

  • Roda Rico fortalece conexão com o turismo e o entretenimento em parceria com o Parque Dream Car

    Público tem até dia 28 de junho para aproveitar os combos especiais e conhecer as duas atrações

    Com o objetivo de proporcionar mais entretenimento e vantagens para quem deseja combinar a vista panorâmica privilegiada da capital paulista com o universo automobilístico, a Roda Rico está com uma ação diferenciada em parceria com o Parque Dream Car – complexo de lazer localizado em São Roque, interior de São Paulo.

    O Parque Dream Car é considerado o maior e mais completo polo de entretenimento automotivo do Brasil voltado aos apaixonados por carros. O espaço também conta com atrações como pista de kart, shows gratuitos de drift, experiências interativas, shopping com 23 lojas e restaurantes e uma exposição permanente com 185 veículos raros.

    Mais do que uma iniciativa promocional, a ativação conjunta fortalece experiências de lazer que conectam diferentes perfis de público ao unir a vista de 360 graus proporcionada pela maior roda-gigante da América Latina à cultura do automobilismo.

    Possibilidades de entretenimento

    Nesta proposta, existem duas formas de diversão: quem adquirir o combo com dois ingressos para o passeio de cerca de 30 minutos na roda-gigante terá direito a duas entradas para conferir o acervo do Dream Car pelo valor de R$ 239,99. Já a opção para famílias ou grupos de amigos inclui cinco ingressos para a Roda Rico, com o mesmo tempo de duração, além de cinco entradas para o Dream Car, por R$ 499,99.

    Os ingressos promocionais devem ser adquiridos por meio da plataforma Ticketmaster Brasil ou então pelo e-commerce do Dream Car, até 21 de junho, com prazo de utilização até 28 junho, de acordo com o horário de funcionamento de cada atração.

    Em junho, a Roda Rico funciona de terça a sexta-feira, das 12h às 19h, e aos finais de semana e feriado, das 10h às 19h. Já o complexo Dream Car abre de quarta a quinta-feira, das 9h às 18h; sexta e sábado das 9h às 19h, domingo e feriado, das 9h às 18h.

    Vale ressaltar que não é obrigatório visitar os dois lugares no mesmo dia, o que garante mais flexibilidade e comodidade para planejar o passeio. Esta ação não é cumulativa com outras promoções vigentes das atrações.

    RODA RICO

    Com 91 metros de altura, a Roda Rico é a mais alta da categoria na América Latina. A roda-gigante tem 42 cabines que comportam até oito passageiros por vez, equipadas com ar-condicionado, bluetooth, LED personalizável, monitoramento por câmeras e interfones. O passeio dura aproximadamente 25 a 30 minutos e é pet friendly, ou seja, os visitantes podem levar seus animais.

    A Roda Rico também conta com sistema de iluminação cênica, que pode ser personalizada e se tornar parte do horizonte da cidade.

    PARQUE DREAM CAR

    Localizado no Roteiro do Vinho de São Roque (Estrada do Vinho, 7.901, bairro Canguera), a apenas 60 km da capital paulista, o Parque Dream Car é um completo centro de entretenimento que oferece às famílias um shopping (23 lojas e restaurantes), kartódromo, parque infantil e um acervo de veículos raros (185 motos, bicicletas e carros).

  • Inverno na Serra Gaúcha inspira experiências entre vinhos e sabores

    Inverno na Serra Gaúcha inspira experiências entre vinhos e sabores na Cooperativa Vinícola Garibaldi

    Roteiros aproximam público da cultura vitivinícola da região, proporcionando, ainda, degustação de alguns dos rótulos mais premiados do Brasil

    Quando as temperaturas começam a cair, com a neblina compondo um elemento extra às encostas da Serra Gaúcha, a região renova suas atrações tendo no frio um novo motivo para incursionar no enoturismo da região. É nesse cenário, entre vinhedos adormecidos pelo inverno e lareiras acesas, que cidades como Garibaldi, a cerca de 120 quilômetros de Porto Alegre, se transformam em destino obrigatório para renovar experiências para quem busca combinar, na mesma viagem, cultura, gastronomia e vinhos.

    Conhecida como a Capital Brasileira do Espumante, Garibaldi preserva, nas ruas e nas tradições, a herança deixada pelos imigrantes italianos. Assim como a cultura vitivinícola, a acolhida também está entre esses legados, comprovados em passeios cheios de possibilidades sensoriais, como os oferecidos pela Cooperativa Vinícola Garibaldi. Uma das mais tradicionais vinícolas do país, com 95 anos de história, a casa oferta uma grande variedade de roteiros, ideais para compreender a cultura vitivinícola da região, apreciar alguns dos rótulos mais premiados do Brasil e vivenciar experiências marcantes. Todos eles são oferecidos no Complexo Enoturístico da cooperativa, revitalizado recentemente com elementos históricos da trajetória da cooperativa fundada em 1931.

    A imersão ao universo do vinho e do espumante pode ser iniciada, por exemplo, com o roteiro “Uma História para Degustar”. Na proposta, o público é conduzido por ambientes inspirados nas quatro estações do ano, mostrando como cada período influencia o desenvolvimento das videiras e interfere diretamente nas características dos vinhos. Além disso, é convidado a degustar espumantes, vinhos e sucos em salas temáticas inspiradas nos ciclos da natureza. Ao final do passeio, cada participante recebe uma taça de vidro personalizada. O roteiro é oferecido diariamente das 9h às 17h, com exceção de domingos e feriados, quando ocorre das 10h às 16h. Outra atração bastante procurada na estação é o roteiro “Taça & Trufa”, que harmoniza cinco diferentes vinhos e espumantes com variadas trufas artesanais de chocolate. Tudo é conduzido por um especialista, dentro de uma antiga pipa de madeira, tornando a experiência, que tem versão kids para reunir toda família, ainda mais saborosa. De segunda a sábado, o “Taça & Trufa” é oferecido em três horários – 10h, 13h30min e 15h30min – e, nos domingos e feriados, em dois – 10h30min e 13h30min.

    Para quem quer descobrir mais sobre espumantes, carro-chefe da marca, a opção é o “Taça & Prosa”, que propõe uma harmonização de espumantes conduzida por um profissional da vinícola. Durante a experiência, os participantes conhecem diferentes métodos de elaboração da bebida, enquanto degustam espumantes acompanhados por combinações gastronômicas pensadas para valorizar cada rótulo. O passeio ocorre de segunda a sábado, às 10h e às14h, e nos domingos e feriados, às 10h30min e às 14h. Já o “Desperte seus Sentidos” aposta numa degustação às cegas, também realizada dentro de uma antiga pipa de madeira, transformada em ambiente cenográfico para aguçar aromas e paladar. A atividade inclui três vinhos ícones, um espumante Extra Brut e um espumante Garibaldi, de segunda a sábado, às 14h.

    Para uma melhor experiência, sugere-se prévio agendamento, através do WhatsApp (54) 9.9196.5577, pelo telefone (54) 3464-8104 ou pelo e-mail visitas@vinicolagaribaldi.coop.br.

  • SBT lança seu primeiro tour e leva fãs aos bastidores da televisão

    SBT lança seu primeiro tour e leva fãs aos bastidores da televisão brasileira em experiência inédita e imersiva

    “Tour do SBT” estreia no dia 12 de junho e convida o público a conhecer cenários, bastidores e espaços históricos da emissora em uma jornada interativa, emocionante e repleta de memória afetiva

    Presente na vida e na memória afetiva de milhões de brasileiros, o SBT convida o público a conhecer de perto os bastidores de uma das emissoras mais queridas do país. A partir do dia 12 de junho, o “Tour do SBT” passa a oferecer aos fãs, famílias e apaixonados pelo universo do entretenimento a oportunidade de explorar cenários, corredores e histórias que fazem parte da trajetória da TV brasileira.

    Com uma proposta imersiva e interativa, o passeio convida os visitantes a mergulharem no universo do entretenimento e da comunicação, explorando ambientes icônicos da emissora, espaços de gravação, áreas exclusivas e ativações temáticas que fazem parte da história do SBT e da memória afetiva do público brasileiro.

    Entre os destaques da experiência estão o Hall da Fama, que conta com um espaço dedicado à trajetória de Silvio Santos, reunindo elementos históricos, curiosidades e referências a um dos maiores comunicadores da televisão brasileira. Ao longo do percurso, os visitantes também poderão reviver momentos marcantes da emissora por meio de conteúdos multimídia, ambientações especiais e ativações pensadas para aproximar ainda mais o público da magia que acontece por trás das câmeras.

    “O SBT sempre fez parte da vida dos brasileiros e agora abre uma nova forma de conexão com o público. O Tour do SBT permite que fãs e visitantes conheçam de perto os bastidores da televisão, revisitem momentos marcantes da nossa história e vivenciem experiências que reforçam a relação de carinho que construímos ao longo da nossa história”, afirma Daniel Abravanel, diretor Estratégico de Negócios e Rede do SBT.

    A curadoria e operação do projeto são assinadas pela Arena Experience, empresa referência no desenvolvimento de atrações imersivas e responsável por cases de sucesso como os tours do Allianz Parque, da Mercado Livre Arena Pacaembu e da Arena MRV.

    “O Tour do SBT é muito mais do que uma visita guiada. É uma oportunidade de aproximar o público da magia da televisão brasileira, permitindo que as pessoas vivenciem os bastidores de uma emissora que faz parte da vida de milhões de brasileiros”, afirma Álvaro Parisi, diretor da Arena Experience. 

    Com duração aproximada de uma hora e meia, o passeio será realizado em grupos acompanhados por monitores treinados, preparados para conduzir os visitantes por uma jornada dinâmica, informativa e divertida. O tour também contará com materiais em inglês e espanhol para atender turistas e visitantes internacionais, além de espaços exclusivos para registros fotográficos da experiência.

    Além do formato tradicional, o projeto prevê ativações especiais e experiências temáticas ao longo da programação, consolidando o espaço como um novo polo de entretenimento, turismo e cultura na Grande São Paulo.

    Ingressos e funcionamento

    Os ingressos poderão ser adquiridos online ou presencialmente na bilheteria oficial do tour.

    • Tour do SBT: R$ 90 (inteira) / R$ 45 (meia)

    • Foto impressa oficial: R$ 30

    O funcionamento será de sexta a domingo, das 10h às 16h, com possíveis ajustes em datas especiais e dias de evento.

    Mais informações:

    Avenida das Comunicações, 4 – Industrial Anhanguera – Osasco/SP – CEP 06276-905

    tourdosbt.sbt.com.br

    tourdosbt@arenaexperience.com.br | +55 (11) 97701-9997

    @tourdosbt