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  • Expoflora 2026 tem atração inédita: moinho com passagem interna e pás em movimento

    Expoflora 2026 tem atração inédita: moinho com passagem interna e pás em movimento

    Expoflora 2026 tem atração inédita: moinho com passagem interna e pás em movimento

    Batizada de Beleven, nova atração tem 9,5 metros de altura, paisagismo, iluminação cênica e espaço para o público atravessar a estrutura e fazer fotografias

    A Expoflora 2026 conta com um moinho inspirado em um dos símbolos mais conhecidos da cultura holandesa. Batizada de Beleven, a instalação fica nas proximidades da entrada do Shopping das Flores e deve se tornar um ponto de referência, contemplação e fotografia dentro do recinto do evento.

    A palavra holandesa beleven pode ser traduzida como viver, experimentar ou sentir intensamente uma experiência. A escolha do nome está relacionada à proposta da atração: mais do que representar um moinho, a estrutura foi concebida como um convite para que o visitante vivencie a cultura, as flores e a atmosfera da Expoflora.

    O projeto apresenta uma releitura contemporânea dos moinhos associados à paisagem e à história de Holambra. Não se trata da reprodução de uma construção específica, mas de uma interpretação desenvolvida especialmente para o evento.

    Público pode atravessar a estrutura

    Com aproximadamente 9,5 metros de altura, o moinho tem formato octogonal, base de cinco metros de diâmetro, deck externo e quatro pás de 2,90 metros de comprimento, acionadas por motor. A composição utiliza marrom-mogno como cor predominante, com detalhes em bege.

    Na parte inferior, um túnel atravessa a estrutura de um lado ao outro. O público pode passar por dentro do moinho e aproveitar o espaço para fotografias, incorporando a atração ao percurso da visita.

    Novo marco visual da Expoflora

    O entorno recebe paisagismo com flores e plantas integradas à composição. Refletores externos valorizam o formato e os detalhes do moinho, especialmente no fim da tarde e durante a noite, quando a atração ganha uma nova aparência.

    Durante o dia, a estrutura se destaca pelas dimensões, pelo movimento das pás e pelos elementos inspirados na identidade holandesa. Ao entardecer, a iluminação transforma o cenário e cria novas possibilidades de contemplação e registro.

    O Beleven também se conecta ao tema da Expoflora 2026, “Tradição e Origens: uma pintura viva feita com flores”, ao reinterpretar uma das principais referências da herança holandesa de Holambra. Com a nova atração, a Expoflora incorpo mais um elemento de grande impacto visual ao recinto e amplia os espaços pensados para surpreender o visitante e permanecer em sua memória.

    Serviço:

    43ª Expoflora

    Local: Holambra, Al. Maurício de Nassau, 675, Centro

    Data: 28 de agosto a 27 de setembro. Sempre às sextas-feiras, sábados e domingos, inclusive dia 7, das 9h às 19h

    Ingressos: Site Oficial

  • Frikandel, MonChou e novos doces estão entre os lançamentos na Expoflora

    Frikandel servido com fritas ou no pão, uma nova versão de MonChou, mignon com risoto de queijo Gouda, picolé de hibisco e uma sobremesa de gelato coberta por merengue italiano estão entre as novidades gastronômicas preparadas para a 43ª edição da Expoflora.

    Os lançamentos serão apresentados pelos restaurantes Casa Bela e Martin Holandesa e pela Delicci durante a Expoflora 2026, realizada de 28 de agosto a 27 de setembro, às sextas-feiras, sábados e domingos e também no feriado de 7 de setembro, das 9h às 19h, em Holambra.

    Sobre as novidades:

    Frikandel e croquete inspiram três novidades no Casa Bela

    O Restaurante Casa Bela leva para o cardápio da Expoflora três novidades inspiradas em lanches populares nos Países Baixos. O Broodje Frikandel é um sanduíche preparado com frikandel artesanal da Salú, servido em baguete com parmesão, cebola picada, ketchup curry e maionese, acompanhado de fritas. Já o Broodje Kroket leva o tradicional croquete de frango na baguete, com mostarda e fritas.

    Completa os lançamentos o Koningsduo, combinação de frikandel artesanal da Salú com batatas fritas, acompanhada de maionese, ketchup curry e cebola picada. A composição reúne em uma mesma porção sabores bastante presentes nos snackbars holandeses.

    De formato alongado e preparado com carne finamente processada, o frikandel é frito e está entre os lanches mais populares dos Países Baixos. Pode ser consumido sozinho, com fritas ou no pão — o broodje frikandel —, geralmente acompanhado de molhos e cebola picada. Os croquetes também ocupam lugar de destaque nessa cultura de lanches rápidos e são frequentemente servidos no pão, como na versão apresentada pelo Casa Bela.

    Gouda e flores no cardápio da Martin Holandesa

    O Restaurante Martin Holandesa apresenta neste ano o Mignon Tullip, receita autoral do chef David Inaba que reúne escalopes de filé mignon grelhados servidos sobre risoto cremoso preparado com queijo Gouda holandês maturado. O prato é finalizado com pesto de ervas, um toque de xarope floral, microverdes e flores comestíveis.

    O Gouda reforça a referência holandesa da receita. Um dos queijos dos Países Baixos mais conhecidos internacionalmente, pode ser encontrado em diferentes estágios de maturação. Enquanto as versões mais jovens apresentam textura mais macia e sabor suave, os queijos maturados ficam mais firmes e desenvolvem sabor mais pronunciado. Seu nome está ligado à cidade de Gouda, historicamente importante para o comércio do produto.

    Entre as sobremesas, a Martin apresenta a Torta Jardins de Holambra, receita exclusiva de MonChou preparada com massa de torta, creme à base de cream cheese e geleia de morango. A finalização recebe uma cobertura transparente que envolve flores comestíveis, tornando-as parte da apresentação da sobremesa.

    Para chegar à mesa, porém, não basta que uma flor seja bonita. As flores destinadas ao consumo são selecionadas entre espécies não tóxicas e cultivadas com cuidados específicos para que possam ser utilizadas na alimentação. Além do efeito visual, diferentes espécies acrescentam aromas, texturas e sabores que podem variar do levemente adocicado ao picante e aparecem tanto em pratos salgados quanto em doces, sorvetes e bebidas. 

    Flores também viram sabor de picolé

    Se na Torta Jardins de Holambra as flores aparecem inteiras na finalização, em outra novidade elas passam da apresentação ao sabor. O Picolé de Hibisco combina hibisco e frutas vermelhas e recebe uma cobertura crocante de chocolate branco.

    A novidade será encontrada nos dois pontos exclusivos da Sorveteria das Flores que já comercializam os picolés de pétalas de rosa e de lavanda. Com o lançamento, o hibisco passa a integrar a linha de sabores inspirados em flores oferecida aos visitantes durante a festa.

    A Vanilla Ice também apresenta o Merengue de Gelato, que terá um ponto exclusivo na Expoflora. A sobremesa permite ao visitante escolher o sabor do gelato, combinado com crumble crocante de chocolate ou baunilha e recheio de chocolate ou caramelo. A montagem recebe uma generosa camada de merengue italiano, finalizada no maçarico.

    Sabores holandeses que continuam na festa

    As novidades dividem espaço com receitas que já fazem parte da experiência gastronômica da Expoflora. Entre os doces estão o stroopwafel, formado por duas finas camadas de waffle unidas por recheio de caramelo; a tradicional torta de maçã holandesa; e os poffertjes, pequenas panquecas servidas tradicionalmente com manteiga e açúcar de confeiteiro.

    Também podem ser encontrados pratos e lanches comojoelho de porcosalsichão e croquete de frango, além dos oliebollen, bolinhos fritos de massa doce que têm uma curiosidade particular: nos Países Baixos, são associados principalmente às festas de fim de ano e tradicionalmente consumidos na passagem do Ano-Novo. Na Expoflora, o público não precisa esperar dezembro para experimentar a receita.

    43ª Expoflora

    Local: Holambra, Al. Maurício de Nassau, 675, Centro

    Data: 28 de agosto a 27 de setembro. Sempre às sextas-feiras, sábados e domingos, inclusive dia 7, das 9h às 19h

    Ingressos: Site Oficia

  • Expoflora 2026 apresenta 18 ambientes que unem paisagismo, bem-estar e convivência 

    A maneira como um espaço nos faz sentir ganha protagonismo na Mostra de Paisagismo e Decoração da Expoflora 2026. Nos 18 ambientes, plantas, arquitetura, decoração, arte e diferentes soluções de paisagismo são combinadas para criar lugares que vão além da contemplação: são feitos para acolher, reunir, estimular os sentidos, despertar memórias, proporcionar pausas e aproximar as pessoas da natureza e umas das outras.


    A Mostra é uma das atrações da 43ª Expoflora, realizada de 28 de agosto a 27 de setembro, às sextas-feiras, sábados e domingos, além do feriado de 7 de setembro, sempre das 9h às 19h, em Holambra, no interior de São Paulo. Ao longo do período, os ambientes funcionam também como uma vitrine de ideias, tendências e soluções para áreas internas e externas, reunindo profissionais de diferentes áreas em propostas que mostram novas formas de incorporar o paisagismo ao cotidiano.


    A concepção dos espaços acompanha uma forma cada vez mais presente de pensar o paisagismo e a arquitetura: não apenas pela estética, mas pela experiência de quem utiliza os ambientes. Cores, aromas, sons, texturas, água, luz, sombra e vegetação passam a participar da criação de lugares destinados ao descanso, à convivência e ao bem-estar. Ao longo da Mostra, essa relação aparece em jardins, varandas, quintais, áreas gourmet, espaços de banho, ateliês e ambientes de permanência, com referências que podem ser transportadas para casas e apartamentos de diferentes dimensões.


    Essa preocupação com a experiência humana assume formas bastante distintas entre os projetos. No “Refúgio”, paisagismo e neuroarquitetura se unem em uma proposta especialmente atenta às pessoas no espectro autista, com iluminação difusa, cores suaves, água em movimento, tecidos e vegetação organizados para criar uma experiência de menor carga sensorial, com possibilidades de pausa e descompressão. No “Ambiente Dopamina”, o caminho é outro: o jardim busca provocar alegria, curiosidade e surpresa e cria uma área de convivência para refeições e encontros entre familiares e amigos, inclusive como convite a momentos distantes dos estímulos digitais.


    Há ainda jardins pensados para serem compartilhados com animais de estimação; espaços que recuperam memórias das casas e quintais dos avós e saberes transmitidos entre gerações; ambientes que aproximam arte e vegetação; propostas para levar um refúgio tropical às varandas dos apartamentos; áreas construídas em torno da comida, do fogo e da conversa; e projetos que exploram referências culturais de diferentes lugares e épocas. Em um dos ambientes, dois espaços praticamente idênticos são apresentados lado a lado para permitir que o visitante perceba, na prática, o quanto a presença do paisagismo é capaz de alterar a sensação e a identidade de um lugar.


    Em meio a propostas tão diferentes, a Mostra revela diversas possibilidades para uma mesma questão: como o paisagismo pode transformar não apenas os espaços, mas a experiência de quem vive neles. Flores e folhagens deixam de cumprir apenas uma função decorativa e passam a participar da criação de ambientes sensoriais, inclusivos e conectados às necessidades e aos modos de vida contemporâneos.

    Sobre os ambientes:

    Ambiente 1 – Entre Cores e Folhagens – Neide Tobias (paisagista), de Holambra (SP)


    Cor e vegetação transformam um espaço compacto no “Entre Cores e Folhagens”. O ambiente parte de um contêiner em laranja intenso, combinado a esquadrias azuis, para criar uma pequena casa cercada pelo jardim. Do lado de fora, mobiliário, pergolado e áreas de permanência mostram como poucos metros quadrados podem reunir diferentes usos e manter uma relação próxima com as plantas.


    O paisagismo trabalha o contraste entre flores claras e folhagens coloridas. Cerca de 400 SunPatiens, 30 crótons e 25 íris-da-praia formam a base da composição, acompanhados por jasmim-estrela e outras folhagens. Os SunPatiens também aparecem em grandes floreiras, enquanto os crótons levam diferentes tonalidades às áreas verdes. Uma parede vegetal aproxima ainda mais jardim e arquitetura e faz com que as plantas ocupem também as superfícies verticais.


    O pergolado de eucalipto tratado e bambu cria a passagem entre a pequena casa e o jardim, oferecendo sombra à área externa. Parte desses materiais é reaproveitada, assim como outros elementos incorporados à composição. O piso drenante acompanha o desenho do paisagismo e permite a absorção da água da chuva. Entre cores, flores e folhagens, o projeto reúne referências que podem ser levadas para varandas, quintais e outros espaços onde cada metro precisa ser bem aproveitado.

    Ambiente 2 – Natureza Compartilhada – Carla Dadazio (arquiteta e paisagista), de Holambra (SP)

    Um jardim pensado para ser compartilhado por pessoas e animais de estimação é a proposta de Natureza Compartilhada, ambiente criado pela arquiteta e paisagista Carla Dadazio, do Studio Arkhe. Inspirado na procura crescente por projetos pet friendly, o espaço mostra como o paisagismo pode conciliar segurança, biodiversidade e uso cotidiano. A seleção vegetal prioriza espécies não tóxicas para cães e gatos, enquanto áreas de descanso, água e permanência são distribuídas para que o jardim possa ser efetivamente vivido — e não apenas contemplado. Pequenos vasos com aveia também são incorporados ao projeto para os animais.

    Caminhos sinuosos conduzem o visitante por áreas de estar e contemplação, entre plantas aromáticas, folhagens de diferentes cores, volumes e texturas, bacias com plantas aquáticas, peixes, fontes para os animais e quadros de suculentas. O paisagismo reúne mais de 100 bromélias e cerca de 200 vasos de calateias, além de noranteas, palmeiras, ravenalas, helicônias, cúrcumas, ráfis, arecas, maranta-charuto, pata-de-elefante, hortelã e outras espécies. Bromélias-imperiais e diferentes variedades de helicônias ajudam a criar pontos de cor em meio ao verde.

    Entre as soluções do projeto estão peças artesanais de concreto, como cubas, comedouros e bebedouro para cães, bacias aquáticas, luminárias artesanais e mobiliário próprio para áreas externas. As peças escolhidas para as áreas de permanência são laváveis e de fácil manutenção, uma característica pensada especialmente para casas com pets. O piso drenante de desenho orgânico favorece a absorção da água da chuva, enquanto novos revestimentos de piso e parede também integram a composição.

    O espaço ainda incorpora uma vertente educativa, com caixas demonstrativas relacionadas à criação de abelhas e atividades ligadas à jardinagem e ao cultivo ao longo da Mostra. A proposta é reunir referências que possam ser adaptadas a jardins residenciais, especialmente em casas onde os animais também fazem parte da rotina e do uso cotidiano das áreas externas.

    Ambiente 3 – Entre Brasa e Brisa – Fátima Regina de Souza (designer de interiores e paisagista), de Valinhos (SP), e Maria Fernanda Padovese (arquiteta e paisagista), de Americana (SP)


    As lembranças dos quintais onde famílias se reuniam em torno da comida, do fogo e da conversa inspiram o Entre Brasa e Brisa. O projeto atualiza essa ideia de quintal para uma área externa de convivência que reúne piscina, pergolado, bancada gourmet com churrasqueira, fogo de chão e rede. Água, vegetação, madeira e fogo organizam os diferentes setores do espaço.


    No paisagismo, algodão-da-praia, monstera variegata, bromélias e helicônias estão entre as espécies de destaque. A escolha considera principalmente as cores das folhagens e sua relação com a paleta adotada no ambiente. Junto à piscina, um jardim vertical modular formado por folhagens verdes amplia a presença da vegetação e cria continuidade entre a área de banho e o restante do jardim.


    O pergolado utiliza madeira ecológica produzida com plástico reciclado e composto de madeira natural, alternativa à madeira convencional. A composição também explora aromas, o som da água, o calor do fogo, diferentes texturas e iluminação, reunindo recursos que podem ser adaptados a áreas externas residenciais de diferentes dimensões.

    Ambiente 4 – Jardim Mandala Florida – Marisa Trippia (artista plástica), de Holambra (SP)


    Arte e paisagismo se encontram no Jardim Mandala Florida, criado pela artista plástica Marisa Trippia. No ambiente, uma mandala é formada por 250 vasos de kalanchoes dobrados, nas cores amarelo, vermelho e branco. A composição usa a forma circular como ponto de partida para organizar flores, folhagens e obras de arte em um jardim que convida o visitante a interromper por alguns instantes a rotina e permanecer no espaço.


    Ao todo, o ambiente reúne 450 vasos de kalanchoes dobrados e 100 vasos de SunPatiens, nas cores Orange, White e V Red, distribuídos em seis vasos de grande porte. A composição inclui ainda palmeiras-areca, bromélias, peperômias-pendentes e costelas-de-adão. Na parede, 20 cones de fibra de coco recebem orquídeas, acrescentando vegetação também ao plano vertical.


    A arte faz parte do percurso de diferentes maneiras. Marisa realiza pinturas em tela no próprio ambiente durante a Mostra, enquanto uma imagem de cachoeira reforça a proposta de pausa e contato com a natureza. Uma rede amplia essa ideia de permanência. O jardim também utiliza suportes de fibra de coco para as orquídeas e outros elementos que aproximam a produção artística da composição vegetal.

    Ambiente 5 – Jardim da Chegada – Fátima Regina de Souza (designer de interiores e paisagista), de Valinhos (SP), e Maria Fernanda Padovese (arquiteta e paisagista), de Americana (SP)


    Transformar a entrada da casa em um espaço de recepção integrado ao paisagismo é a proposta do Jardim da Chegada. O ambiente trabalha a fachada como parte da experiência da residência, combinando vegetação, arquitetura e áreas de permanência. Uma marquise demarca o acesso principal e ajuda a organizar visualmente a transição entre o exterior e a entrada da casa.


    Um dos elementos centrais é o muxarabi em aço corten, com desenho desenvolvido especialmente para o projeto e formas que remetem à vegetação tropical. O elemento vazado cria diferentes efeitos de luz e sombra ao longo do dia e se relaciona com a paleta de tons terrosos, verdes e materiais naturais utilizada na composição.


    No jardim, oliveira e pitangueira participam da composição junto a maranta-charuto, costela-de-adão e outras folhagens. Um jardim vertical amplia a presença do verde na fachada, enquanto vasos, iluminação e um banco de contemplação completam o espaço. A proposta reúne soluções que também podem ser aplicadas em entradas residenciais, varandas e jardins de menores dimensões.

    Ambiente 6 – Refúgio – Danilo Gürtler (arquiteto e designer) e Gisele Villa (paisagista), de Leme (SP)


    Paisagismo e neuroarquitetura se unem no Refúgio, ambiente concebido para oferecer uma experiência de menor carga sensorial, com atenção especial às pessoas no espectro autista. Iluminação difusa, paleta de cores suaves, vegetação, água em movimento, tecidos leves e mobiliário envolvente são combinados para criar diferentes possibilidades de pausa e permanência. Uma pérgola com voal funciona como espaço de descompressão, enquanto poltronas e estofados de formas envolventes são pensados como uma espécie de “ninho”. O projeto nasce também da experiência pessoal do arquiteto e designer Danilo Gürtler, que está no espectro autista.


    As escolhas dialogam com referências internacionais de design inclusivo e integração sensorial. Entre elas está o Autism ASPECTSS™ Design Index, desenvolvido pela arquiteta Magda Mostafa para projetos voltados ao espectro autista, especialmente nos conceitos de espaços de fuga e organização de ambientes com menor carga sensorial. O projeto também considera estudos e abordagens ligados à integração sensorial, à neuroestética e ao design biofílico. No bangalô, com 3 x 4 metros, o voal filtra a luz natural e cria uma área mais protegida; tecidos, cortinas, estofados e massas de vegetação também ajudam a atenuar ruídos e a suavizar a incidência de vento no espaço.


    O paisagismo envolve um lago de 2 x 3 metros, cujo movimento da água acrescenta um som contínuo ao ambiente. Palmeira-areca, aspargo, costela-de-adão, samambaia e antúrio formam diferentes alturas, volumes e texturas nas áreas ornamentais. Próximo à água, papiros ganham protagonismo, acompanhados por plantas de folhas maiores, como taioba e inhame, que fazem a transição visual entre jardim e lago. Um cercado de madeira delimita essa área e contribui para a segurança sem interromper a integração com a vegetação.

    Ambiente 7 – Jardim da Memória Afro-Brasileira – Denise Valêncio (empreendedora nas áreas de design de interiores e paisagismo), de Mairiporã (SP), e Tainã Dorea (arquiteta e paisagista), de São Paulo (SP)


    Os saberes e a ancestralidade das mulheres negras conduzem o Jardim da Memória Afro-Brasileira. O espaço homenageia avós, mães, benzedeiras, quitandeiras e outras mulheres que preservaram e transmitiram conhecimentos sobre plantas, alimentação, cuidado e proteção. O paisagismo assume a função de narrativa e de escrevivência, transformando plantas, objetos e obras de arte em elementos de memória.


    Em uma das paredes, uma frase de Conceição Evaristo introduz o núcleo dedicado às escrevivências das mulheres negras nas paisagens. Obras de Gabriela Guedes, Claudiane Guedes, Erika Nascimento, Alexandre Ferreira Pedro, Mabson Ferreira e Tainã Dorea apresentam diferentes referências à ancestralidade feminina por meio de pintura, pintura em cabaça, colagem digital, fitotipia e secagem de plantas. Cestos e macramês com PANCs remetem às quitandeiras, mulheres negras que tiveram papel de destaque na comercialização de frutas e alimentos.


    Na parte frontal, o jardim medicinal e de PANCs recupera conhecimentos transmitidos pela oralidade entre gerações. Alecrim, hortelã e lavanda remetem ao uso tradicional de plantas em chás e emplastros, enquanto espécies alimentícias não convencionais, como o trevo, evidenciam saberes relacionados a plantas que também fazem parte da alimentação. Ao fundo, junto à parede de tijolos, o Jardim Sagrado das Ewés/Makaia reúne plantas associadas à proteção, como dracena-peregun, espada-de-são-jorge e pimentas. Os termos ewé, em iorubá, e makaia, em quicongo, fazem referência às folhas e remetem a matrizes linguísticas africanas presentes na formação cultural brasileira.


    A memória familiar aparece de forma mais direta em outro trecho do jardim. Portões de ferro, cadeira de balanço, vasos, flores, ervas, mobiliário e objetos de decoração recriam referências às antigas varandas das avós, espaços de convivência e transmissão de histórias. Fotografias das avós de Denise Valêncio completam a homenagem e aproximam a narrativa coletiva da memória pessoal e geracional.

    Ambiente 8 – Café ao ar livre – Stellamaris Pezotti (arquiteta) e Ester Pezotti (designer de interiores), de Santo Antônio do Jardim (SP)


    A relação de uma família com o cultivo e a produção do café inspira o Café ao ar livre, ambiente criado pelas irmãs Stellamaris e Ester Pezotti. A família mantém lavouras próprias e realiza na propriedade todas as etapas de cultivo do grão, desde o plantio até a secagem dos grãos. As duas também criaram a marca Cheio de Mistério, produzida a partir de uma seleção manual dos melhores grãos. No jardim, essa história aparece não apenas na bebida, mas nas próprias plantas e em materiais retirados da lavoura.


    A composição paisagística reúne cerca de 182 mudas e combina estrelítzia-augusta, costela-de-adão, dinheiro-em-penca, samambaias, SunPatiens, zamioculca, antúrio e outras espécies. Sete mudas jovens de café integram o paisagismo: seis ficam distribuídas em dois vasos na entrada e uma próxima ao banco, no fundo do ambiente. Como ainda são plantas novas, não apresentam frutos durante a Mostra. Diferentes alturas, volumes e texturas formam camadas de vegetação em uma paleta dominada por verdes, terracota e tons terrosos.


    Um dos elementos mais incomuns do projeto é o banheiro integrado ao jardim, com banheira de imersão em meio à vegetação. A proposta é mostrar que mesmo um ambiente tradicionalmente interno pode se abrir para a natureza, aproximando conceitos do design biofílico e da psicoarquitetura. A integração entre água, vegetação e área de permanência transforma o banho em uma experiência de contato com o espaço externo.


    O reaproveitamento de materiais também carrega histórias do próprio processo produtivo. Troncos de cafeeiros retirados da propriedade durante a renovação da lavoura, que seriam descartados, formam um mural artesanal. Carretéis originalmente usados para fios elétricos em obras, também destinados ao descarte após serem danificados, são recuperados, envernizados e transformados em mesas.

    Ambiente 9 – Entre Pausas – Isabela Perin Corbo (bióloga e paisagista), Luiz Henrique Coelho de Faria e Leandro de Pádua Russo (técnicos em eletrotécnica e administradores) e Edson Farias (executor paisagístico), de Pedreira e Campinas (SP)


    O fim de um dia comum e o desejo de aproveitar melhor o tempo dentro de casa inspiram o Entre Pausas. O ambiente representa a área externa de uma residência contemporânea, pensada para desacelerar depois do trabalho, preparar uma refeição, reunir pessoas queridas, assistir a um filme ou simplesmente permanecer junto ao jardim. A pausa, aqui, não aparece como interrupção, mas como escolha de estar presente e reencontrar o próprio tempo.


    Em uma das extremidades, o spa se integra à vegetação e representa o momento dedicado ao descanso. No centro, uma grande mesa de madeira e o mobiliário externo organizam a área de convivência, sob um pendente de madeira com orquídeas. A lareira ecológica introduz o fogo como ponto de encontro e contraponto à água do spa, enquanto um painel de LED incorpora à área externa possibilidades como assistir a filmes, ouvir música ou acompanhar um jogo. O projeto também utiliza piso drenante produzido com pedras naturais, madeira licenciada e vasos preparados para integrar sistemas de irrigação e iluminação.


    O paisagismo reúne 17 espécies e grupos ornamentais e cria uma grande massa verde ao fundo do ambiente. Palmeiras, estrelítzias, costelas-de-adão, filodendros, fícus, alocásias, calateias, cordilines, zamioculcas, aglaonemas, mandevilas e orquídeas se distribuem em diferentes alturas e volumes. A composição privilegia o desenho e as texturas das folhagens, com diferentes tonalidades de verde e pontos de cor, buscando a aparência de um jardim residencial já estabelecido, no qual vegetação e área de lazer fazem parte da mesma experiência.

    Ambiente 10 – Jardins das Mil e Uma Flores – Francisco Suelo (artista plástico e designer de objetos em madeira), de Jaguariúna (SP)


    Um oásis inspirado na vegetação e em referências culturais dos sete emirados que formam os Emirados Árabes Unidos dá forma aos Jardins das Mil e Uma Flores, ambiente criado pelo artista plástico Francisco Suelo. Paisagismo e arte se encontram em uma composição marcada por jardins coloridos, palmeiras, plantas aromáticas, esculturas e peças autorais em madeira. Aromas, cores e diferentes texturas conduzem a experiência do visitante.


    O ambiente reúne cerca de mil plantas, número que se aproxima das “mil e uma” do próprio nome do projeto. Antúrios, bromélias, orquídeas, calateias, samambaias, palmeiras e outras espécies compõem o conjunto, ao lado de plantas aromáticas como manjericão, tomilho, arruda e hortelã. Os “tapetes” aparecem na forma de jardins coloridos, formados por antúrios, forrações, cactos e diferentes palmeiras exóticas. No jardim vertical, uma Árvore da Vida de 6 metros de largura por 3 metros de altura, composta por bromélias, samambaias e orquídeas, cria um dos principais pontos de impacto visual.


    A interação também aparece nas “Asas da Vida”, duas esculturas de madeira feitas à mão, com 2,20 metros de altura por 1,20 metro cada, criadas como uma releitura dos tapetes voadores e abertas à interação e às fotografias dos visitantes. O trabalho autoral de Francisco se espalha pelo ambiente em esculturas de parede, luminárias de teto e de chão e peças inspiradas em cavalos, formas abstratas e elementos vegetais. Entre elas está “Maravilhas de Dubai”, escultura criada especialmente para a Mostra que reúne referências como as dunas do deserto, o cavalo árabe, o falcão, o Burj Al Arab e o Burj Khalifa.

    Ambiente 11 – História, afeto e propósito – Neide Tobias (paisagista), de Holambra (SP)


    Memórias da casa de campo, das varandas e dos quintais de outros tempos dão forma ao ambiente História, afeto e propósito. Inspirado na arquitetura vernacular brasileira, o ambiente aproxima técnicas construtivas tradicionais, vegetação tropical e objetos que remetem à vida no campo. A fachada em taipa de pilão, feita com terra compactada, as telhas cerâmicas e as janelas pintadas com tinta à base de barro ajudam a construir essa referência. Mais do que cenário, a varanda é um espaço para ser vivido: o visitante pode entrar, sentar-se, descansar na rede e utilizar uma das janelas da fachada como ponto para fotografias.


    O jardim acompanha essa linguagem com traçados orgânicos, diferentes alturas e uma vegetação marcada por folhagens. Crótons, estrelítzias, bambu-mossô, filodendros, bromélias, calateias, moreias e costelas-de-adão aparecem entre as espécies utilizadas. Água, vegetação e pontos de luz completam a experiência, com uma fonte de cerâmica inserindo o som da água no percurso e luminárias distribuídas entre o jardim.


    A cadeira de balanço ocupa um lugar de destaque na varanda e reforça a referência afetiva às casas dos avós e aos momentos de permanência nesses espaços. O trabalho artesanal aparece também em uma luminária produzida com galho natural e potes de vidro reutilizados decorados com macramê, além de outras peças de cerâmica. O piso drenante acompanha as formas do jardim e permite que arquitetura e paisagismo se encontrem sem uma separação rígida, enquanto a fachada funciona como principal referência visual do ambiente.

    Ambiente 12 – Varanda Tropical – Yully Hollowatj (arquiteta paisagista) e Barbara Ortiz (engenheira agrônoma), de São Paulo (SP)


    Transformar a varanda de um apartamento em um jardim tropical, mesmo diante das limitações de espaço e profundidade para plantio, é a proposta da Varanda Tropical. Inspirado nas varandas e apartamentos garden de São Paulo, o ambiente cria uma área de permanência cercada por vegetação, em que diferentes alturas, volumes e folhagens ajudam a aproximar o verde da rotina de quem vive na cidade.


    O paisagismo reúne 16 espécies e aproximadamente 137 plantas, entre palmeira-de-petrópolis, jasmim-manga, estrelítzia-augusta, chamaedórea, clúsia, fícus-lira, dracena-pink, maranta-zebrina, filodendro, orelha-de-elefante, xanadu e barba-de-serpente. Um dos destaques é a palmeira-de-petrópolis, espécie nativa que vem ganhando espaço no mercado paisagístico e representa também um movimento de maior valorização das espécies da flora brasileira. A vegetação ocupa principalmente o perímetro do ambiente, criando uma camada verde ao redor da área de estar.


    Para viabilizar o jardim em uma situação de pouca profundidade e reduzir a sobrecarga sobre a laje, o projeto utiliza vasos leves e uma mistura de terra, areia, substrato e vermiculita, formando um composto mais aerado, que evita a compactação e favorece o desenvolvimento das raízes. A solução é acompanhada por drenagem e irrigação automatizada por gotejamento, que direciona a água às plantas e reduz desperdícios. Aço corten, ladrilho hidráulico, uma fonte e um banco integram a composição, mostrando como soluções técnicas e paisagismo podem trabalhar juntos na criação de áreas verdes em apartamentos.


    Ambiente 13 – Ateliê Flor&Ser – Botanic Art & Decor – Fabiana Vieira (paisagista), Fernando Comparoni (engenheiro agrônomo e paisagista) e Raissa Comparoni (artista visual), de São Paulo (SP)


    Um ateliê botânico onde plantas dividem espaço com arte, design e áreas de permanência é a proposta do Ateliê Flor&Ser – Botanic Art & Decor. Criado a partir de um sonho compartilhado em família, o ambiente representa um espaço urbano em que é possível não apenas escolher plantas e objetos, mas também permanecer, ler, criar e estar próximo da natureza. Varanda, quintal e área interna funcionam de forma integrada.


    O paisagismo, assinado por Fabiana Vieira, utiliza principalmente plantas tropicais e folhagens de maior porte, distribuídas em diferentes alturas, volumes e tonalidades de verde. Ervas aromáticas ficam próximas ao espaço destinado à leitura e acrescentam perfume à composição. Na área externa, vegetação e água em movimento cercam os pontos de descanso e o spa, que aparece integrado ao jardim como parte da proposta de momentos de presença, conexão e bem-estar.


    O projeto também mostra aspectos técnicos necessários à manutenção de um espaço com grande presença de vegetação. Fernando Comparoni assina o jardim vertical e as soluções de irrigação paisagística, incorporadas ao ambiente como parte do funcionamento do jardim. A proposta evidencia que a escolha das plantas está associada também ao manejo da água e às condições necessárias para manter a vegetação ao longo do tempo.


    A arte entra no projeto por meio de Raissa Comparoni, responsável por uma intervenção criada especialmente para a área interna do ateliê. A pintura utiliza formas orgânicas e estabelece uma relação direta com o paisagismo. Dentro do conceito apresentado pelos profissionais, o Ateliê Flor&Ser também é pensado como um espaço capaz de comportar oficinas de arte, kokedamas e outras atividades manuais e botânicas, reunindo em um mesmo lugar cultivo, criação e convivência.

    Ambiente 14 – O Poder do Verde – Neide Tobias (paisagista) e Carla Dadazio (arquiteta e paisagista), de Holambra (SP)


    Dois espaços com a mesma arquitetura, o mesmo mobiliário e os mesmos materiais mostram, lado a lado, o quanto a presença do paisagismo interfere na maneira como um ambiente é percebido. Essa é a proposta de “O Poder do Verde”. Em uma das áreas, a vegetação tropical envolve os móveis e cria diferentes alturas, volumes, cores e texturas. Na outra, a composição é praticamente a mesma, mas o paisagismo é reduzido ao gramado e aos elementos vegetais já existentes. A comparação permite que o visitante experimente, na prática, como o verde pode alterar a identidade e a relação com um espaço. 


    No lado mais densamente plantado, antúrios, SunPatiens, filodendros, aspargos, crótons, calateias, estrelítzias, fícus e jasmim-manga formam um jardim tropical ao redor da área de permanência. A vegetação cria camadas e aproxima o visitante das plantas, enquanto o outro lado preserva uma leitura mais aberta e simplificada. A proposta não é apresentar dois projetos diferentes, mas mostrar como uma única mudança — a presença ou a ausência de um paisagismo mais estruturado — transforma a experiência do mesmo lugar. 


    A unidade entre os dois lados aparece na parede em azul-jeans, no mobiliário produzido com madeira de demolição e no piso drenante. Luminárias artesanais feitas com galhos também se repetem nas duas áreas, reforçando que os elementos arquitetônicos permanecem os mesmos. No centro da composição, um quadro com a imagem de um moinho ajuda a conectar visualmente os dois espaços. Assim, O Poder do Verde coloca o paisagismo no centro da comparação e convida o visitante a perceber o que muda quando arquitetura e vegetação passam a funcionar juntas.

    Ambiente 15 – Nos Jardins do Rei – Fernando Mattos (paisagista), de Holambra (SP), e Daniela Inácio Moreno (designer de interiores), de Santa Bárbara d’Oeste (SP)


    Os jardins formais franceses e o filme Nos Jardins do Rei inspiram o ambiente criado pelo paisagista Fernando Mattos e pela designer de interiores Daniela Inácio Moreno. O projeto reinterpreta referências dos jardins de Versalhes por meio de simetria, eixo central, formas geométricas, bordaduras, repetição de elementos e podas, sem buscar uma reprodução literal. O jardim ocupa o centro da composição e organiza os demais espaços de descanso e convivência.


    O paisagismo reúne aproximadamente 25 espécies e mais de 200 mudas. Lavandas, ‘Mona Lavender’, buxinhos podados em formas arredondadas e diferentes tipos de fícus ajudam a construir a linguagem formal do jardim. A vegetação inclui ainda ráfis, zamioculca, espada-de-são-jorge, cica, pata-de-elefante, trapoeraba-roxa, mandevila branca, escudo-persa, hortelã e manjericão. Uma jabuticabeira e um limoeiro ocupam posições de destaque em lados opostos do espaço e introduzem uma leitura brasileira dentro da referência europeia.


    No eixo central está uma fonte redonda de cimento rústico, com duas quedas d’água, que funciona como principal ponto visual do jardim. Ao fundo, quatro esculturas representam Primavera, Verão, Outono e Inverno e ficam dispostas simetricamente, duas de cada lado, voltadas para o centro. Dois bancos diante da fonte criam uma área de permanência. A ambientação completa a proposta com tecidos, tapetes, mesa posta e uma banheira de estilo vitoriano, incorporada de forma intencional ao conjunto. O resultado mistura diferentes referências de época para construir uma atmosfera inspirada nos jardins europeus, sem pretensão de reconstrução histórica rigorosa.

    Ambiente 16 – Atelier do Paisagista – Cléia Thomazini (arquiteta, urbanista, paisagista e decoradora) e Orpheu Thomazini (arquiteto, urbanista e paisagista), de Mogi Mirim (SP)


    Mostrar o que acontece antes de um jardim ficar pronto é a proposta do Atelier do Paisagista. O ambiente reproduz o espaço de trabalho desses profissionais e reúne, dentro da casinha, bancada, desenhos e projetos, ferramentas de jardinagem e amostras de materiais. Irrigação e reuso de água também aparecem entre as soluções apresentadas, aproximando o visitante das etapas técnicas envolvidas na criação e manutenção de um projeto paisagístico.


    A construção do ateliê utiliza light steel frame, placas de drywall, cobertura em PVC e piso e forro laminados com aparência de madeira. A porta de vidro tem pouca ferragem e abertura quase total, facilitando o acesso e a manutenção. Do lado externo, piscina e vegetação completam o conjunto. A piscina recebe revestimento cimentício monolítico, escolhido pela praticidade de aplicação.


    O paisagismo reúne mais de 600 plantas. Entre as espécies estão costelas-de-adão, escudo-persa, estrelítzias-gigantes, fícus, guaimbês, bambu-mossô, nandinas, pacovás, orquídeas, xanadus, zamioculcas, mandevilas e SunPatiens vermelhas. A composição inclui ainda duas costelas-de-adão da cultivar ‘Thai Constellation’. Escudo-persa, guaimbê, xanadu e SunPatiens aparecem em maior quantidade, com 100 exemplares de cada. Os pisos externos drenantes, assim como pedriscos brancos e piso hidráulico, compõem o acabamento.

    Ambiente 17 – Santuário Azure – Cléia Thomazini (arquiteta, urbanista, paisagista e decoradora) e Orpheu Thomazini (arquiteto, urbanista e paisagista), de Mogi Mirim (SP)


    Uma área de banho e descanso cercada por vegetação dá forma ao Santuário Azure, ambiente criado por Cléia e Orpheu Thomazini. O projeto reúne banheira artesanal, estar externo, chuveiro e áreas floridas, com a água, a iluminação e a vegetação compondo os diferentes pontos do jardim. A banheira e o chamado Arco Divino, entre a vegetação e o piso hidráulico em tons de amarelo e azul, estão entre os principais elementos visuais do espaço.


    O paisagismo reúne mais de 700 plantas, com destaque para 300 SunPatiens brancas, 80 ráfis, 40 mandevilas amarelas, 40 xanadus, 40 zamioculcas, 40 arrudas e 40 eufórbias. A composição inclui ainda canhotinha-azul, copos-de-leite amarelos, estrelítzias-gigantes, fícus, bambu, cheflera, peperômia e uma orelha-de-elefante de grande porte. As flores brancas, amarelas e azuis aparecem em meio às folhagens verdes e ajudam a definir a paleta do jardim.
    Um jardim vertical com samambaias e mandevilas amarelas integra a composição. A estrutura utiliza tela de construção e vasos meia-cuia presos com abraçadeiras, em uma solução de montagem simples. O espaço também trabalha com aromas, água e luz e é pensado para permanência e contemplação, com pontos destinados a fotografias e descanso.

    Ambiente 18 – Ambiente Dopamina – Raquel Cury (arquiteta paisagista), Ingrid Morato e Maurício Mello (designers de interiores), de Santa Bárbara d’Oeste e Americana (SP)


    Criar um jardim onde as pessoas tenham vontade de permanecer, conversar e compartilhar momentos é a proposta do Ambiente Dopamina, assinado por Raquel Cury, Ingrid Morato e Maurício Mello. O nome parte da ideia de um espaço capaz de provocar sensações de prazer, alegria, curiosidade e surpresa. Uma pérgola com mesa central organiza a área de convivência, pensada para refeições, encontros entre famílias e amigos e momentos longe dos estímulos digitais.


    O paisagismo tem linguagem tropical e reúne mais de 160 plantas. A composição inclui 50 marantas, 35 estrelítzias-gigantes, 25 bromélias de três espécies, 20 helicônias, entre Heliconia stricta e o híbrido Heliconia rauliniana, 17 samambaias, 15 filodendros e seis dracenas-arbóreas. A vegetação se integra ao jardim já existente, de onde também vêm os sons, aromas, pássaros e insetos presentes no espaço, sem a criação de recursos artificiais específicos para essa experiência.


    Entre os elementos do ambiente está um painel de aço com corte a laser, instalado diante de uma coluna no meio do jardim e iluminado como uma obra de arte. A peça pertence ao acervo de um dos colaboradores do projeto. Mobiliário, esculturas e outras peças desenvolvidas e assinadas por Ingrid Morato Casa completam a composição, em que madeira e verde predominam.

    Baixar fotos em alta (Fotos de Rafael Avelar Arruda)

    Serviço — Expoflora 2026
    Data: de 28 de agosto a 27 de setembro de 2026, às sextas-feiras, sábados e domingos, além do feriado de 7 de setembro
    Horário: das 9h às 19h
    Local: Parque da Expoflora — Holambra (SP)
    Informações: www.expoflora.com.br
    Ingressos: www.expofloratickets.com.br

  • Expoflora 2026 em Holambra: preços, atrações, gastronomia e Magic Garden

    Expoflora 2026 em Holambra: preços, atrações, gastronomia e Magic Garden

    Expoflora 2026: flores, cultura holandesa, gastronomia e um passeio que vale o dia inteiro

    Holambra já é conhecida como a Cidade das Flores, mas durante a Expoflora a experiência ganha outra dimensão. Visitamos a edição 2026 e encontramos um passeio que combina jardins, cultura holandesa, gastronomia, compras, apresentações e algumas das atrações mais tradicionais do evento.

    A 43ª Expoflora acontece de 28 de agosto a 27 de setembro de 2026, às sextas, sábados e domingos, além do feriado de 7 de setembro, sempre das 9h às 19h.

    A primeira impressão é justamente a quantidade de coisas para fazer. Não é um passeio para chegar, tirar algumas fotos e ir embora. Para aproveitar bem, vale reservar praticamente o dia inteiro.

    As flores continuam sendo as grandes protagonistas

    Naturalmente, as flores são o principal destaque.

    Ao longo do evento encontramos exposições, arranjos, projetos de paisagismo e diferentes espaços criados para fotografar. Em 2026, o tema “Tradição e Origens” também aparece em instalações e cenários distribuídos pelo parque, além de um mini museu dedicado à trajetória da própria Expoflora.

    A tradicional Exposição de Arranjos Florais e a Mostra de Paisagismo e Decoração continuam entre os pontos que merecem uma visita com calma.

    Também vale passar pelo Shopping das Flores. O espaço reúne centenas de produtos, especialmente flores e plantas ornamentais cultivadas por produtores de Holambra.

    É aquela parte do passeio em que entrar “só para dar uma olhadinha” pode facilmente terminar com uma planta nova no carro.

    Cultura holandesa completa a experiência

    As referências à imigração holandesa aparecem em vários momentos do passeio, seja nos trajes, nas danças típicas, na arquitetura, no Museu Histórico e também na gastronomia.

    É essa combinação que ajuda a Expoflora a ter uma identidade própria.

    Em vez de funcionar apenas como uma grande exposição de flores e plantas, o evento incorpora entretenimento e elementos da história de Holambra, criando uma experiência mais completa para quem passa o dia por ali.

    Gastronomia também merece entrar no roteiro

    Entre uma atração e outra, a gastronomia acabou sendo uma parte importante da nossa visita.

    Para o almoço, nossa escolha foi o Restaurante Mini Haras, que oferece buffet por R$ 65 por pessoa.

    Para quem pretende permanecer várias horas no evento, é uma boa alternativa para fazer uma refeição completa antes de continuar o roteiro.

    Mas nossa dica é guardar espaço para os quitutes espalhados pela Expoflora.

    Quinta do Olivardo também está presente no evento e é uma boa parada para quem já conhece ou quer experimentar alguns dos sabores da tradicional casa portuguesa.

    Outro destaque foi a torta de maçã do De Immigrant, uma escolha que combina perfeitamente com a atmosfera de Holambra.

    E ainda teve parada na Vanilla Ice, com seus sorvetes e o merengue italiano.

    Nossa recomendação é não concentrar tudo no almoço. Vale fazer uma refeição mais completa e depois ir experimentando doces, sorvetes e quitutes ao longo do dia.

    Magic Garden: um passeio extra entre girassóis, rosas e orquídeas

    Outra experiência que merece entrar no roteiro é o Magic Garden Holambra.

    O espaço fica a cerca de 6 quilômetros do Parque da Expoflora e reúne uma grande área de visitação e cultivo, com jardins, campos de flores, esculturas e diferentes cenários para fotografar.

    Entre os destaques estão o campo de girassóis, o roseiral, o lavandário, o jardim inspirado em borboletas, esculturas, cenários interativos e também o orquidário.

    Mas um dos grandes protagonistas continua sendo o campo de girassóis.

    Nesta edição foram plantadas cerca de 45 mil sementes, reforçando ainda mais o visual do espaço durante o período da Expoflora.

    Para quem gosta de fotografia, flores e paisagens, é uma das experiências que mais complementam a visita ao evento principal.

    O passeio ao Magic Garden é cobrado separadamente e custa R$ 67,90 por pessoa na compra antecipada.

    Outro ponto positivo é a logística: o traslado entre a Expoflora e o Magic Garden é realizado em ônibus com ar-condicionado, permitindo deixar o carro estacionado no evento principal durante o passeio.

    Nossa dica é separar um período específico para essa experiência e considerar o deslocamento no planejamento do dia, principalmente se você também quiser acompanhar as atrações tradicionais do fim da tarde.

    Parada das Flores e Chuva de Pétalas

    Se existe um momento em que boa parte do público para o que está fazendo, é na parte final do dia.

    Parada das Flores continua sendo uma das atrações tradicionais da Expoflora e antecede outro momento bastante aguardado: a Chuva de Pétalas.

    Na Chuva de Pétalas, milhares de pétalas são lançadas sobre o público, criando um dos momentos mais emblemáticos da visita.

    Existe ainda a tradição de tentar pegar uma pétala no ar e fazer um pedido.

    Superstição à parte, é uma das atrações que mais rendem fotos e vídeos.

    Vale chegar cedo

    Essa talvez seja uma das principais dicas para quem pretende conhecer a Expoflora.

    O evento abre às 9h, e chegar cedo permite percorrer as exposições com mais tranquilidade, fazer paradas para comer, visitar o Shopping das Flores e incluir experiências adicionais sem transformar o roteiro em uma corrida contra o relógio.

    Quem pretende fazer o Magic Garden precisa considerar também o tempo de deslocamento e permanência no espaço.

    O ideal é planejar o dia previamente, especialmente se a intenção for retornar ao parque principal para acompanhar a Parada das Flores e a Chuva de Pétalas.

    Quanto custa visitar a Expoflora 2026?

    Na compra antecipada, realizada até a véspera da visita, os preços variam conforme a data.

    Na maior parte dos dias, a meia-entrada parte de R$ 62,90, o ingresso solidário parte de R$ 64,90 e a inteira parte de R$ 125,80.

    Na bilheteria, os valores são maiores:

    • meia-entrada: R$ 80
    • ingresso solidário: R$ 90
    • inteira: R$ 160

    O estacionamento antecipado para carros custa R$ 59,90.

    O passeio ao Magic Garden custa R$ 67,90 por pessoa.

    Também existem refeições, parque de diversões, compras e outras despesas que podem aumentar consideravelmente o orçamento final.

    Por isso, para um casal ou uma família, vale colocar tudo na ponta do lápis antes de ir.

    Afinal, como é a experiência da Expoflora?

    O principal mérito da Expoflora é conseguir transformar as flores em ponto de partida para um passeio muito maior.

    Você encontra paisagismo, cultura, gastronomia, compras, apresentações, história e experiências suficientes para preencher praticamente o dia inteiro.

    As flores chamam atenção logo na chegada, mas são as pequenas descobertas ao longo do percurso que ajudam a tornar a visita mais interessante.

    É especialmente indicado para quem gosta de fotografia, flores, gastronomia e programas para fazer sem pressa.

    O Magic Garden acrescenta ainda uma experiência diferente ao roteiro, com campos floridos, roseiral, orquidário, lavandário e o grande campo de girassóis.

    O principal ponto de atenção é o custo.

    Somando ingresso, estacionamento, alimentação e atrações extras, a visita pode ficar consideravelmente mais cara, principalmente para famílias.

    Por outro lado, com planejamento, é possível montar um roteiro bastante completo para passar o dia em Holambra.

    Nossa dica AgitoSP

    Chegue cedo, reserve praticamente o dia inteiro e monte previamente a ordem das atrações.

    Faça as exposições com calma, aproveite a gastronomia ao longo do percurso, considere incluir o Magic Garden e deixe espaço na programação para os grandes momentos do fim da tarde.

    No final, a Expoflora não é apenas um passeio para ver flores.

    É um dia entre cores, sabores, cultura holandesa e experiências que fazem Holambra ficar ainda mais especial nesta época do ano.

    Confira lindas fotos em nossa fanpage

    Serviço — Expoflora 2026

    Onde: Expoflora — Holambra (SP)
    Quando: 28 de agosto a 27 de setembro de 2026
    Dias: sextas, sábados e domingos, além de 7 de setembro
    Horário: das 9h às 19h

    Ingressos antecipados:
    Meia a partir de R$ 62,90
    Solidário a partir de R$ 64,90
    Inteira a partir de R$ 125,80

    Estacionamento antecipado para carros: R$ 59,90

    Magic Garden: R$ 67,90 por pessoa

    Valores sujeitos a alteração conforme lote e data escolhida.

  • Expoflora começa na próxima sexta-feira e espera atrair 280 mil visitantes 

    Começa na próxima sexta-feira (28 de agosto) a 43ª edição da Expoflora, a festa holandesa das flores. O evento será realizado às sextas, sábados e domingos, além do feriado de 7 de setembro, sempre das 9h às 19h. Ao longo de cinco semanas, visitantes de diferentes regiões do Brasil devem passar pelo parque em Holambra, no interior de São Paulo. São esperados 280 mil visitantes de todo o Brasil, com impacto estimado em cerca de R$ 200 milhões em diversos segmentos da economia de municípios localizados em um raio de 180 quilômetros do parque.

    Realizada anualmente em Holambra, cidade que tem suas origens ligadas à imigração holandesa e cujo nome nasceu da junção de Holanda, América e Brasil, a festa celebra a chegada da primavera e apresenta ao público as flores e plantas ornamentais cultivadas por mais de 450 produtores, ao lado das tradições e da cultura herdadas dos imigrantes. Em 2026, o tema é “Tradição e Origens: uma pintura viva feita com flores”, que permeia diferentes atrações e espaços do parque.

    Novas atrações

    Entre as novidades da edição de 2026, o maior destaque é o moinho Beleven, inspirado em um dos símbolos mais conhecidos da cultura holandesa. Com aproximadamente 9,5 metros de altura, base octogonal, deck externo e quatro pás acionadas por motor, a estrutura terá ainda um túnel na parte inferior, permitindo que o público atravesse o moinho e faça fotos no interior da atração.

    A edição também terá novos pontos instagramáveis distribuídos pelo recinto. Paleta, pincéis e portais inspirados no tema “Tradição e Origens: uma pintura viva feita com flores” transformam o conceito da edição em cenários que acompanham o visitante ao longo do parque.

    Exposição de Arranjos Florais

    Entre as atrações tradicionais da festa está a Exposição de Arranjos Florais, que reúne mais de 200 mil hastes de flores de corte e plantas, além de cerca de 75 mil vasos, utilizados na criação das composições que ocupam o espaço. Os arranjos são elaborados pela equipe dos artistas florais Jan Willem e Jessica Drost e exploram diferentes formas de integrar flores, plantas e elementos decorativos, reforçando a presença da natureza em celebrações, encontros e outros momentos da vida cotidiana.

    Destaques em flores e plantas

    Entre os destaques do setor de flores e plantas ornamentais em 2026 estão variedades que chamam a atenção pelas formas, cores e texturas diferenciadas, como banksias, minirrosas de jardim, girassóis dobrados, cravos spray e novas variedades de statice. Na Expoflora, algumas dessas flores poderão ser vistas pelo público compondo os trabalhos apresentados na Exposição de Arranjos Florais.

    Já na Mostra de Paisagismo e Decoração, uma seleção de plantas variegatas chama a atenção pelas folhas com listras, manchas e diferentes combinações de cores, formando desenhos que variam de uma planta para outra. Elas mostram a diversidade de formas e padrões que também se destacam no paisagismo e na decoração.

    Mostra de Paisagismo e Decoração

    A Mostra de Paisagismo e Decoração reúne 18 ambientes que colocam a experiência humana no centro dos projetos. Paisagistas, arquitetos, designers, engenheiros agrônomos e artistas combinam plantas, arquitetura, decoração e arte para criar espaços pensados não apenas para serem contemplados, mas para acolher, reunir, estimular os sentidos, despertar memórias e aproximar as pessoas da natureza. Bem-estar, convivência, inclusão, sustentabilidade e novas formas de incorporar o verde à rotina aparecem em jardins, varandas, quintais e áreas de permanência que também funcionam como vitrine de ideias e soluções para casas e apartamentos.

    Parada das Flores e Chuva de Pétalas

    Realizada diariamente às 16h, a Parada das Flores terá uma novidade em 2026: serão quatro carros alegóricos, um a mais que nas edições anteriores, que conduzem o público pelo parque até o local da Chuva de Pétalas. A decoração, comandada pela artista floral Stans Scheltinga, utiliza espécies como begônias, gérberas, lírios, violetas, suculentas, girassóis, rosas, azaleias e kalanchoes. Para dar uma dimensão do trabalho, um único arranjo pode reunir 240 hastes de rosas, e há carros que recebem sete vasos desse porte, além das demais flores e folhagens.

    Às 16h30, acontece a Chuva de Pétalas, uma das atrações mais tradicionais da festa. A cada apresentação, cerca de 150 quilos de pétalas coloridas são lançados sobre os visitantes. As rosas são despetaladas uma a uma e mantidas em câmara fria até o momento do espetáculo, para preservar as pétalas. A atração também mantém uma tradição que atravessa as edições: diz a crença popular que quem consegue pegar uma pétala ainda no ar terá um desejo realizado.

    Passeio ao Campo de Girassóis

    O passeio ao Magic Garden Holambra, localizado a cerca de seis quilômetros do Parque da Expoflora, leva o público a uma área de aproximadamente 30 mil m² de visitação e cultivo, onde é possível caminhar entre jardins e campos de flores.

    Entre as novidades de 2026 estão um novo roseiral, com cerca de 950 roseiras — 800 de rosas spray e 150 de variedades perfumadas —, além de lavandário, jardim inspirado em borboletas e novas esculturas e cenários interativos. O campo de girassóis também foi ampliado: neste ano, foram plantadas cerca de 45 mil sementes, 50% a mais que na edição anterior, para manter o parque florido durante as cinco semanas do evento.

    Shopping das Flores e lembranças

    A experiência também pode continuar depois da visita, nas flores e lembranças que o público leva para casa. Instalado em uma área de 3.300 m², o Shopping das Flores reúne mais de 400 produtos, principalmente diferentes variedades de flores e plantas ornamentais cultivadas por produtores de Holambra, expostas em dezenas de prateleiras e bancadas. O espaço pode ser acessado tanto na entrada quanto na saída do evento. Já nas lojas e espaços de artesanato distribuídos pelo recinto, o visitante encontra souvenirs e produtos ligados à cultura holandesa, entre eles as tradicionais cerâmicas azuis inspiradas na porcelana de Delft, além de outras opções para guardar uma lembrança da passagem pela festa.

    Gastronomia

    A gastronomia também terá novidades criadas especialmente para a edição de 2026. Entre os lançamentos estão o frikandel, tradicional lanche holandês que será servido com fritas ou no pão; pratos que exploram ingredientes como o queijo Gouda maturado e o MonChou, usado na Torta Jardins de Holambra; e novas sobremesas, como picolé de hibisco com frutas vermelhas e chocolate branco e merengue de gelato. As novidades se somam aos pratos e doces de inspiração holandesa que tradicionalmente fazem parte da experiência gastronômica da festa.

    Danças folclóricas holandesas e Outras apresentações

    As danças folclóricas holandesas estão entre as atrações tradicionais da festa. Em 2026, cerca de 300 dançarinos, distribuídos em dez grupos, apresentam-se ao longo do evento com trajes típicos e os tradicionais tamancos de madeira. O repertório preserva coreografias de diferentes regiões da Holanda, relacionadas a costumes, ofícios, festas e tradições, resultado de um trabalho de pesquisa iniciado pelo professor Piet Schoenmaker e mantido pelas novas gerações.

    Como novidade deste ano, algumas apresentações voltarão a convidar o público para dançar junto com os integrantes dos grupos, retomando uma prática que já fez parte da história da atração. Hoje, a participação nos grupos também é aberta a quem não tem ascendência holandesa, ampliando a transmissão dessa tradição cultural em Holambra.

    Além das atrações tradicionais, haverá apresentações culturais, musicais e de entretenimento distribuídas pelos palcos do parque ao longo do dia, especialmente nas áreas próximas às praças de alimentação. A programação completa poderá ser consultada nos canais oficiais do evento.

    Museu e memória da Expoflora

    Durante a festa, o Museu Histórico de Holambra é integrado ao parque e pode ser visitado sem cobrança de um novo ingresso. O espaço preserva a história da imigração e da formação da antiga colônia holandesa, com fotografias, objetos utilizados pelos pioneiros, réplicas das primeiras moradias, além de maquinários e tratores antigos.
    Em outro ponto do recinto, a edição de 2026 terá ainda um mini museu dedicado à própria história da Expoflora, com fotografias, curiosidades, registros e lembranças de momentos e personagens que marcaram a trajetória do evento. As duas atrações se complementam ao recuperar diferentes capítulos da história de Holambra e da festa, reforçando o tema deste ano, “Tradição e Origens: uma pintura viva feita com flores”.

    Atrações para crianças

    As crianças também encontram opções de diversão durante a visita, reforçando o caráter familiar da festa. Entre as atrações estão a Fazendinha, com contato mais próximo com o ambiente rural, e o parque de diversões, com brinquedos para diferentes idades. O acesso ao parque de diversões é pago à parte.


    Ao reunir novas experiências e atrações que atravessam gerações, a edição de 2026 reforça a proposta expressa no tema “Tradição e Origens: uma pintura viva feita com flores”. Ao longo dos 16 dias de festa, flores e plantas dividem espaço com referências à cultura holandesa, à história de Holambra e às memórias construídas pelo evento em mais de quatro décadas de realização.

  • Expoflora 2026 resgata tradição e origens em uma homenagem à sua história 

    Na sua 43ª edição, a Expoflora fará uma viagem no tempo para recontar a história que transformou uma antiga colônia de imigrantes holandeses, tornando Holambra conhecida como a Capital Nacional das Flores. Em 2026, essa trajetória de superação e beleza será reinterpretada sob a ótica da arte, do paisagismo e, claro, de milhares de flores.


    O evento acontece de 28 de agosto a 27 de setembro de 2026 (sempre de sexta a domingo, além do feriado de 7 de setembro), das 9h às 19h, em Holambra, no interior de São Paulo.


    “Depois de mais de quatro décadas, queremos mostrar ao público a verdadeira razão de a Expoflora existir. Em vez de apenas reproduzir o passado, vamos reinterpretá-lo com o olhar de hoje, provando que a tradição também se renova e ganha novas formas”, afirmam os Coordenadores do evento.

    Da superação à Cidade das Flores


    Quando os pioneiros holandeses desembarcaram na antiga Fazenda Ribeirão (hoje Holambra), em 1948, o plano inicial era a produção de laticínios. Contudo, o gado trazido da Europa não se adaptou ao clima tropical brasileiro. Diante do desafio, a comunidade precisou se reinventar.


    A floricultura surgiu de forma tímida, impulsionada por famílias que guardavam na bagagem bulbos de flores e o conhecimento agrícola tradicional. O que começou como uma alternativa de sobrevivência adaptou-se ao solo brasileiro, ganhou escala com novas tecnologias e acabou desenhando a identidade e o turismo de Holambra.

    Como nasceu a Expoflora?


    Em 1981, com o desejo de mostrar à região de Campinas o potencial floricultor da cidade, nascia a primeira Expoflora. Organizada de forma simples no salão do Clube Holambra por voluntários dedicados e com poucas variedades de plantas, a mostra surpreendeu a todos pelo sucesso imediato.


    Com o passar dos anos, a festa cresceu. Incorporou as danças folclóricas, os trajes típicos, a rica gastronomia e a música holandesa, consolidando-se como a festa holandesa das flores.

    Uma pintura viva em cada detalhe


    O conceito de “uma pintura viva feita com flores” transformará o parque da Expoflora em uma galeria de arte a céu aberto. Em vez de tintas e telas, os artistas e paisagistas usarão a textura, as cores e o perfume das flores e plantas reais para compor cenários inesquecíveis.


    Esta temática guiará por novos espaços interativos criados especialmente para 2026, além de preservar as tradicionais atrações que sempre encantam o público e consolidam a Expoflora como o maior evento do setor.


    Além disso, o Museu Histórico e Cultural de Holambra trará um acervo rico em fotos e objetos que resgatam as memórias da imigração, incluindo uma ala especial dedicada à evolução da própria Expoflora desde sua primeira edição em 1981.

    Atenção: Ingressos mudam de lote em 16 de julho!


    Para quem quer garantir presença economizando até 36% em relação aos preços da bilheteria física, o momento de comprar é agora.

    Até quarta-feira, 15 de julho, as entradas custam a partir de R$ 54,90 na meia-entrada, R$ 56,90 no ingresso solidário e R$ 109,80 na inteira. Na bilheteria durante o evento, os valores serão de R$ 80, R$ 90 e R$ 160, respectivamente. 

    A partir de quinta-feira, 16 de julho, o lote Última Chance terá ingressos a partir de R$ 58,90 na meia-entrada, R$ 60,90 no ingresso solidário e R$ 117,80 na inteira. Os preços variam conforme a data escolhida.

        • Os preços variam conforme o dia escolhido para a visita.
        • O Ingresso Solidário está disponível para todos e parte do valor é destinada a instituições de caridade locais.
        • Outra grande vantagem que a Expoflora oferece é a compra antecipada de experiências complementares. É possível garantir com antecedência: refeições, estacionamento, atrações do parque de diversões e o tradicional passeio ao campo de girassóis. Assim, o visitante assegura uma experiência completa, economiza e aproveita o dia sem perder tempo em filas.
        • As vendas são realizadas exclusivamente pelo site oficial da Expoflora.

  • 42ª edição da Expoflora

    42ª edição da Expoflora

    Hoje foi dia de bate e volta até Holambra para conferir a 42ª edição da Expoflora, a maior festa das flores da América Latina ✨🌷

    Realizada todos os anos em Holambra, no interior de São Paulo, a Expoflora é um espetáculo de cores, aromas e tradições que celebra a cultura holandesa e a chegada da primavera no Brasil. 

    https://www.instagram.com/p/DO4ml_eEc2P/

    O evento reúne milhões de flores em exposições encantadoras, desfiles temáticos e apresentações típicas, que fazem os visitantes se sentirem em um pedacinho da Holanda.

    Além dos cenários instagramáveis e jardins deslumbrantes, a programação inclui a famosa Chuva de Pétalas, apresentações de danças folclóricas, gastronomia típica holandesa e pratos brasileiros, feira de artesanato e atrações para toda a família.

    Entre as atrações imperdíveis estão: Exposição de Arranjos Florais, Mostra de Paisagismo e Jardinagem, Chuva de Pétalas, Parada das Flores, Danças Típicas Holandesas (com mais de 250 apresentações), Shopping das Flores, Jardins Temáticos, Museu Histórico Cultural de Holambra, Fazendinha, Shows ao Vivo e Fanfarra e Parque de Diversão.

    A Expoflora vai até o próximo final de semana (28 de setembro) Sextas, sábados e domingos, das 9h às 19h. O estacionamento custa R$ 78 e o ingresso na bilheteria custa R$ 156.

    Confira mais fotos em nossa fanpage

  • Nesta primavera, plantas nativas ganham espaço no paisagismo brasileiro

    A valorização da biodiversidade do país é uma das tendências que serão apresentadas ao público durante o 30º Veiling Market, que acontece na próxima quinta e sexta-feira (dias 11 e 12 de setembro), na Cooperativa Veiling Holambra, a maior feira de negócios da floricultura nacional. Em um espaço cenográfico, além das tendências, serão apresentadas propostas inovadoras de decoração, como arranjos com plantas aéreas e guirlandas de Natal feitas de suculentas e proteas.

    O 30º Veiling Market vai além das negociações entre produtores e compradores e apresenta os lançamentos para o segundo semestre de 2025: o evento também vem se dedicando a orientar produtores e clientes da Cooperativa Veiling Holambra quanto aos produtos que detêm efetivos potenciais de inovação para o futuro do mercado de flores e plantas ornamentais brasileiro. O evento acontece nos dias 11 (das 8h às 18h) e 12 de setembro (das 8h às 14h), na sede da Cooperativa Veiling Holambra (CVH). Durante os dois dias de atividades, os visitantes terão acesso a um espaço dedicado às tendências que guiarão o consumo de flores e plantas nos próximos meses. Também estão programadas palestras voltadas aos decoradores e profissionais do setor, uma área interativa dedicada ao ensino e à prática de arranjos florais e de arte botânica, além de duas mesas-redondas (dia 11, às 11h, e dia 12, às 9h), que discutirão sobre plantas nativas e exóticas adaptadas no paisagismo: potencialidades, dilemas e desafios no Brasil. Especialistas defendem a criação de um projeto nacional que estruture a produção e incentive o consumo de plantas brasileiras. Especialistas defendem a criação de um projeto nacional que estruture a produção e incentive o consumo de plantas brasileiras.

    Vitrine de tendências

    Organizada pelo engenheiro agrônomo Hélio Junqueira, especialista em tendências para o setor de flores e plantas ornamentais e curador do projeto “Mentoria de Tendências” da CVH, o espaço Vitrine de Tendências destacará os Jardins Botânicos em sua missão histórica de coletar, estudar, classificar, aclimatar e preservar espécies vegetais e promover a sua transição para o mercado. Cenograficamente decorada pelo florista Tannus Saab com as plantas e flores classificadas como tendências para o paisagismo, o espaço conceitual foi este ano batizado de Jardim Botânico Imaginarium e contará com três ambientes. O gazebo receberá um chá da tarde de inauguração e a exposição temática “Os Jardins Botânicos na História”, organizada em quatro segmentos: as expedições botânicas, o ofício do botânico; a preservação vegetal (caso do projeto Philodendron spiritus-sancti desenvolvido pelo produtor de Holambra Acosta Plantas Ornamentais); e a grande aventura botânica, que remete às curiosidades e wardian cases (caixas de vidro para o transporte de plantas). Já a “lojinha do museu” reunirá produtos e propostas de decoração inovadoras, como guirlandas de Natal feitas de suculentas e proteas, arranjos decorativos com air plants (plantas aéreas) do gênero Tillandsia e objetos lúdicos como os ZooSucculents, entre outros itens. Um terceiro ambiente será dedicado à interação do público, com atividades de ensino de arranjos florais e arte botânica. Para ampliar a experiência, os visitantes terão acesso a informações complementares por meio de QR Codes espalhados pelo espaço e contarão com monitores para explicar os conceitos apresentados.

    Destaques

    Entre os destaques da Vitrine de Tendências estão o projeto pioneiro de preservação do Philodendron spiritus-sancti, espécie rara e ameaçada de extinção que, graças a um projeto desenvolvido pelo produtor Acosta Plantas Ornamentais, será cultivada legalmente e de forma ética, por meio de cultura de tecidos, com parte da produção destinada à reintrodução em seu habitat natural na Mata Atlântica do Espírito Santo. Também ganham atenção as air plants, muito utilizadas no mercado internacional, mas ainda pouco exploradas no Brasil, apresentando grande potencial ornamental e papel importante no biomonitoramento da poluição ambiental. Outro ponto em evidência será o uso lúdico de cactos e suculentas como recurso de bem-estar, em sintonia com a busca por equilíbrio emocional em meio à ansiedade climática e à sobrecarga digital. A Vitrine de Tendências, este ano, presta um tributo a Roberto Burle Marx, um dos maiores paisagistas do século XX, resgatando espécies que receberam seu nome e outras que marcaram seu trabalho na divulgação da flora tropical brasileira. As proteas, em fase de expansão no cultivo nacional, serão apresentadas em novas formas de consumo, enquanto as folhagens tropicais cortadas, sobretudo das aráceas, acompanharão as mais recentes tendências da arte floral internacional, encantando pela força estética e pela imersão no universo natural.

    30º Veiling Market

    Data: dia 11 de setembro, das 8h às 18h, e no dia 12, das 8h às 14h.

    Local: Cooperativa Veiling Holambra

    Rodovia SP-107, km 27 – S/N – Zona Rural Veiling, Santo Antônio de Posse – SP

  • A Expoflora se despede do público

    A Expoflora se despede do público

    A Expoflora, maior evento de flores da América Latina, comemora a chegada da primavera , com a beleza e perfume de milhares de variedades de flores e plantas ornamentais, cores radiantes e aromas; em um espaço totalmente decorado em formato de um enorme jardim encantado preparado especialmente para receber os visitantes apaixonados pela natureza.

    E para brindar a chegada da estação do ano conhecida pelo reflorescimento das flores, considerada por muitos a mais bela das estações, associada às múltiplas cores que podem ser vistas na paisagem, a Expoflora apresentou ao público mais de 4.000 variedades de 300 espécies de flores e plantas ornamentais como roseiras, girassóis, antúrios, crisântemos, orquídeas, hibiscos, sunpatiens e muito mais numa ampla exposição de arranjos florais e mostra de paisagismo e decoração com as últimas tendências do segmento e um grande shopping das flores para os visitantes levarem para casa um pouco dessa magia da Expoflora.

    Na Mostra de Paisagismo e Decoração, tiveram 18 jardins ambientados e decorados por arquitetos, paisagistas e profissionais que trazem muitas novidades, as principais tendências, interação de plantas e flores com os ambientes e ideias criativas para o visitante levar essa sofisticação e bem-estar para seu dia a dia.

    Na Exposição de Arranjos Florais e Paisagismo, o visitante embarca na viagem cultural dos 75 anos de imigração holandesa em Holambra e comemora os 40 anos da Expoflora com uma explosão de cores, flores diversas, que unem sofisticação, criatividade e exuberância.

    Para encerrar a programação do dia, acontece a linda e emocionante chuva de pétalas de rosas 🌹.

    E pensa que acabou?! Não, a organização já começa a se preparar para o “Natal de Holambra”, que acontecerá de 24 de novembro a 23 de dezembro.

  • Garanta o ingresso para a Expoflora a preço promocional

    Garanta o ingresso para a Expoflora a preço promocional – na próxima semana haverá virada de lotes devido à grande procura

    Garanta seu ingresso para a 40ª edição do maior evento de flores da América Latina – de 25 de agosto a 24 de setembro de sexta a domingo, inclusive no feriado de 07 de setembro, das 9h às 19h – são mais de 250 apresentações típicas de dança e música, chuva de pétalas de rosas, gastronomia variada e muito mais 

    Compre agora 

    Crédito da foto: Juliana Lazarini

    A Expoflora 2023 se prepara para receber turistas de todo o Brasil e de outros países na cidade de Holambra, SP, no período de 25 de agosto a 24 de setembro, de sexta a domingo, inclusive no feriado de 07 de setembro, das 9h às 19h. 

    Os lotes de ingressos estão se esgotando de forma acelerada, devido à grande procura, então vários lotes devem virar na próxima semana, por isso, o preço promocional, em algumas datas, está a partir de R$ 30,00 (ingresso solidário) e está garantido até o dia 16 de julho, próximo domingo. Este valor é o menor preço em relação às últimas edições.

    Os pacotes com experiências exclusivas como, Passeio Turístico Magic Garden Holambra e gastronomia, também estão com preço promocional na compra antecipada. A organização espera receber uma alta de público sobre o registrado em 2022, inclusive pelo fato de no ano passado terem sido quatro semanas e em 2023 serão cinco semanas de evento.  Em 2022 a Expoflora recebeu 260 mil visitantes e nesta edição, a expectativa é de 400 mil pessoas.

    Na programação especial deste ano, a Expoflora vai apresentar ao público mais de 4.000 variedades de 300 espécies de flores e plantas ornamentais como roseiras, girassóis, antúrios, crisântemos, orquídeas, hibiscos, sunpatiens e muito mais numa ampla exposição de arranjos florais e mostra de paisagismo e decoração com as últimas tendências do segmento, contemplados nos jardins do recinto, no passeio turístico Magic Garden Holambra e em um grande shopping das flores para os visitantes levarem para casa um pouco dessa magia da Expoflora. 

    Localizada a 2 horas da capital paulista, a festa vai homenagear o aniversário de 75 anos da imigração holandesa em Holambra, proporcionando, além da beleza natural das flores e plantas, um mergulho cultural com cerca de 250 apresentações típicas de dança e músicagastronomia holandesa e variada, para todos os gostos, museu cultural onde toda a história da imigração e de Holambra está contada através de fotos, objetos, equipamentos e até mesmo com réplica das primeiras casas, parque de diversões, fazendinha, parada das flores com desfile, chuva de pétalas de rosas, passeio turístico, entre outras atrações. 

    O espaço da festa tem área total de 250 mil m², com área de circulação de 108 mil m². A capacidade é de 25 mil visitantes por dia e o estacionamento pode receber até 5 mil veículos.  

    Crédito da foto: Juliana Lazarini

    Serviço – 40ª Expoflora – 25/08 a 24/09  

    Data: 25 de agosto a 24 de setembro – sexta-feira a domingo, inclusive 07 de setembro  

    Horário: das 9h às 19h  

    Local: Holambra, SP  

    Endereço: Rodovia SP-107, km 32,5, sem número 

    *A cidade está a 137 quilômetros de distância de São Paulo (2 horas), na região metropolitana de Campinas.  

    Ingressos – a partir de R$ 30,00 – ingresso solidário (1º lote) em algumas datas: https://expoflora.com.br/ingressos/  

    Pacote de Experiências – Passeio Turístico e refeições – 1º lote 

    • Passeio Turístico Magic Garden Holambra – R$ 40,00 

    • Refeição completa – a partir de R$ 39,90 em algumas datas

    Classificação indicativa: Livre (menores de 16 anos devem estar acompanhados pelos pais ou responsáveis) 

    *O Ingresso Solidário pode ser adquirido por qualquer pessoa. Parte do valor será destinado a instituições de caridade. 

    *Os lotes de ingressos são limitados por quantidade.  

    Os preços descritos neste material podem sofrer mudanças de acordo com os lotes. 

    Informações gerais: https://expoflora.com.br/