Tag: atendimento

  • Atendimento para os Pets na Paulista

     

    O coração financeiro de São Paulo agora conta com o recém-inaugurado Centro Médico Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi 

    Na simbólica Avenida Paulista, pulsa agora mais um espaço para cuidar de outros corações: o dos pets. O famoso número 2000 abriga, além da Universidade Anhembi Morumbi, um Centro Médico Veterinário, inaugurado nesta semana. 
     

    O espaço foi projetado para oferecer atendimento veterinário de alta qualidade, utilizando tecnologia de ponta e preços acessíveis à população. Com uma infraestrutura moderna e recursos tecnológicos avançados, o centro atende pets de pequeno porte com serviços que incluem clínica geral, consultas, pequenos procedimentos cirúrgicos, internações, além de exames laboratoriais e de imagem.


    Além de beneficiar a comunidade, o Centro Médico Veterinário representa um avanço significativo na formação dos futuros médicos veterinários. Todos os atendimentos são realizados por estudantes, sempre sob a supervisão de docentes e preceptores altamente qualificados, garantindo segurança, cuidado e uma experiência prática enriquecedora.
     

    O Centro Médico Veterinário funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h, e aos sábados, das 8h às 16h, localizado na Avenida Paulista, 2000 – Bela Vista, São Paulo/SP. Todos os serviços estão disponíveis à comunidade, reforçando o compromisso da Universidade Anhembi Morumbi com a educação de excelência e o bem-estar animal.

    Centro Médico Veterinário
    Universidade Anhembi Morumbi – Paulista

    Endereço: Avenida Paulista, 2.000 – Bela Vista, São Paulo/SP

    Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h30
    Telefone de contato: (11) 95039-2986 (apenas WhatsApp)

    Informações: cmvpaulista@animaeducacao.com.br

  • 10 motivos que importam (e muito!) na hora de escolher um médico

    Na era digital, a escolha de um médico vai muito além de uma simples indicação de um amigo ou da lista do plano de saúde. Os pacientes de hoje estão mais conectados, exigentes e informados — e querem mais do que competência técnica. Eles procuram profissionais que ofereçam uma experiência completa, do primeiro clique ao fim do tratamento.

    A 6ª edição da pesquisa sobre o Perfil do Paciente Digital, feita pela Doctoralia — maior plataforma de saúde do mundo —, revela os principais critérios usados pelos brasileiros para escolher um médico. Para a Head Global de Patient Care da Doctoralia, Flávia Soccol, características como empatia, boa comunicação e pontualidade contam muitos pontos. “Os pacientes tendem a buscar profissionais com boa reputação, experiência e especializações, o que reforça a necessidade de um atendimento personalizado e de estratégias que ajudem o médico a se posicionar melhor perante o seu público-alvo”, destaca.

    Confira abaixo os 10 motivos que realmente importam na hora de marcar uma consulta (e que podem fazer toda a diferença para o sucesso de um consultório):

    1. Opiniões de outros pacientes

    Nada como ouvir quem já passou por ali. Mais do que saber se o médico é “bom”, os pacientes querem detalhes: ele foi atencioso? O tratamento funcionou? A pontualidade foi respeitada? Conteúdos ricos nas avaliações fazem toda a diferença.

    1. Número de avaliações

    Perfis com muitas opiniões transmitem segurança. A lógica é simples: quanto mais feedbacks positivos, maior a confiança de que aquele profissional tem uma boa reputação.

    1. Respostas do médico nas opiniões

    Médicos que respondem às avaliações mostram engajamento e cuidado com o paciente — mesmo após a consulta. Isso humaniza o atendimento e fortalece a relação médico-paciente.

    1. Aceitação do plano de saúde

    Ainda é um fator decisivo para muitos. Ter um bom profissional que atenda pelo plano facilita o acesso e diminui o peso no bolso.

    1. Disponibilidade de agenda

    Ter horários flexíveis e com pouca espera é fundamental. Os pacientes valorizam médicos que têm uma agenda organizada e com datas próximas.

    1. Localização do consultório

    A praticidade pesa! Um bom médico, perto de casa ou do trabalho, é mais fácil de acessar e menos sujeito a cancelamentos por logística.

    1. Dedicação no atendimento

    Segundo a pesquisa, 26% dos pacientes escolhem seu médico com base no atendimento personalizado. Eles querem sentir que o médico se importa de verdade com sua saúde.

    1. Explicações claras e detalhadas

    Para 23% dos pacientes, entender o que está acontecendo é essencial. Médicos que explicam com calma, paciência e linguagem acessível ganham mais confiança e aderência ao tratamento.

    1. Pontualidade

    Em um mundo corrido, ninguém quer esperar horas por um atendimento. Médicos pontuais demonstram respeito pelo tempo do paciente — e isso conta (muito).

    1. Estrutura e conforto do consultório

    Ambiente limpo, organizado e acolhedor influencia diretamente na percepção de qualidade. Para muitos, esse é um dos sinais mais claros de profissionalismo.

    Bônus: o médico está online?

    Com 33% dos agendamentos feitos fora do horário comercial e 13% aos finais de semana, a presença digital e a possibilidade de agendamento online 24/7 são grandes diferenciais. Médicos que oferecem essa facilidade se destacam — e saem na frente. Flávia explica que a escolha do médico hoje envolve uma combinação de fatores técnicos, emocionais e práticos. “Quem deseja conquistar e fidelizar pacientes precisa ir além da formação: o segredo está na experiência completa”.

  • 6 sinais de alerta da endometriose

    Dor intensa não é normal: 6 sinais de alerta da endometriose

    Campanha “Março Amarelo” busca conscientizar sobre a doença que é crônica e atinge cerca de 10% das mulheres, impactando a qualidade de vida 

    A endometriose atinge cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva, mas, o diagnóstico ainda leva, em média, nove anos para ser confirmado. A campanha Março Amarelo busca mudar essa realidade, chamando a atenção para os sintomas da doença e incentivando o diagnóstico precoce.

    Trata-se de uma doença inflamatória crônica em que o tecido semelhante ao endométrio cresce fora do útero, podendo afetar órgãos como ovários, trompas, intestino e bexiga. O problema causa inflamação, dor intensa e pode até levar à infertilidade.

    Entre os principais sinais de alerta estão:

    ·        Cólicas menstruais intensas e incapacitantes;

    ·        Dor durante as relações sexuais;

    ·        Dor pélvica crônica;

    ·        Dificuldade para engravidar;

    ·        Sangramentos irregulares;

    ·        Dor ao urinar ou evacuar, especialmente durante o período menstrual.

    Por falta de informação, muitas mulheres passam anos sem saber que têm endometriose. “A ideia de que sentir dor intensa na menstruação é normal atrasa a busca por atendimento. Quando uma mulher precisa faltar ao trabalho ou à escola por conta da dor, isso já é um alerta de que algo está errado”, afirma Priscila Cruz, ginecologista do Hospital viValle, da Rede D’Or.

    A especialista alerta ainda que existam diversos outros sintomas tanto físicos como psicológicos. “Não conseguir realizar tarefas cotidianas, lidar com as dores constantes e, em alguns casos, com a infertilidade, o que impacta significativamente a qualidade de vida da paciente”, complementa.

    Há uma correlação significativa entre endometriose e infertilidade, porém não é uma condição absoluta para todos os casos. Isso ocorre porque a inflamação e as aderências causadas pela doença podem prejudicar a função dos ovários, obstruir as trompas de falópio e dificultar a implantação do embrião no útero.

    A endometriose pode surgir desde a primeira menstruação até a menopausa, ou seja, uma ampla faixa etária que vai desde os 10 até 55 anos, em média. Segundo a especialista, um dos principais fatores para o desenvolvimento da doença é genética, mas o estilo de vida também pode influenciar a progressão dos sintomas.

    O diagnóstico pode ser feito por meio de consulta ginecológica e exames de imagem, como ultrassonografia e ressonância magnética. “O avanço da tecnologia tem permitido identificar a doença mais cedo, melhorando as opções de tratamento. Mas, para isso é necessário que a paciente busque atendimento médico para iniciar a investigação”, orienta a especialista do viValle, localizado em São José dos Campos.

    Apesar de não ter cura, a endometriose tem tratamento que pode aliviar os sintomas, proporcionando mais qualidade de vida. O acompanhamento é individualizado e pode incluir medicamentos hormonais, fisioterapia e, em casos mais graves, cirurgia.

  • O que fazer para evitar problemas no coração?

    Doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo; confira dicas simples para aplicar no seu dia a dia e proteger a saúde 

    As doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de morte no Brasil e no mundo, e podem afetar o coração e os vasos sanguíneos. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), cerca de 14 milhões de brasileiros têm alguma doença no coração e cerca de 400 mil morrem por ano em decorrência disso. 

      

    Entre as doenças mais conhecidas deste tipo estão a hipertensão arterial, ou pressão alta, Acidente Vascular Cerebral (AVC), podendo ser do tipo isquêmico (quando acorre uma obstrução ou redução do fluxo do sangue em uma artéria), e hemorrágico (quando há ruptura espontânea), além de infarto, insuficiência cardíaca, miocardite e outras.  

      

    Entre os sintomas mais comuns das doenças cardiovasculares estão cansaço excessivo, dores no peito, dificuldade para respirar, mal súbito, enjoo, taquicardia, suor frio, tonturas e desmaios.  

      

    “Em casos de AVC é comum uma súbita fraqueza, isto é, a perda de força motora nos membros, geralmente de um lado do corpo. A pessoa pode apresentar também desvio de rima, ou seja, o lábio fica torto, confusão mental, dificuldade para falar, enxergar ou andar, além de perda de equilíbrio e dor intensa na cabeça”, alerta Gisele Abud, diretora Técnica da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h Zona Leste, em Santos (SP).  

      

    A unidade, que pertence a rede pública de saúde da Prefeitura de Santos, sendo gerenciada pela entidade filantrópica Pró-Saúde, atua como referência para urgências em Clínica Médica, Ortopedia, Pediatria e Odontologia. 

      

    A profissional destaca que os principais fatores de risco são doenças crônicas, como o diabetes, níveis elevados de gordura no sangue, histórico familiar, estresse, tabagismo, obesidade, sedentarismo e doenças da tireoide.  

      

    “Muitos desses itens estão diretamente relacionados ao comportamento e estilo de vida. Portanto, a prevenção consiste principalmente na adoção de hábitos saudáveis, como prática de esportes e dieta balanceada”, destaca a médica. “Evitar o uso de substâncias nocivas à saúde, como o álcool e o tabaco também é essencial para manter o bom funcionamento do coração”, complementa.  

      

    Outro ponto importante na prevenção, de acordo com Gisele, é a atenção ao sono e ao estresse. “Manter o sono regular, períodos de descanso e lazer também são importantes para a saúde. Momentos de grande nervosismo ou estresse favorecem o aumento da pressão arterial, podendo elevar o risco de situações como infarto e AVC”, alerta a médica.   

      

    As doenças cardiovasculares são os principais problemas de saúde dos usuários atendidos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) da área de urgência e emergência, segundo dados da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde. 

      

    “Somente aqui na UPA Zona Leste foram realizados mais de três mil atendimentos relacionados a doenças cardiovasculares no ano passado. A hipertensão arterial lidera em nossa emergência, seguida de queixas de dor torácica, arritmias, insuficiência cardíaca e infarto agudo do miocárdio”, compartilha a diretora.  

      

      

    Confira 10 dicas para um coração mais saudável 

     

    1 – Mantenha uma alimentação equilibrada evitando alimentos industrializados, ultraprocessados, frituras e com excesso de sódio e gordura. Aumente a ingestão de verduras e legumes, optando sempre pelos alimentos “in natura”; 

    2 – Pratique atividades físicas regulares, sempre com supervisão médica e de um educador físico; 

    3 – Mantenha consultas regulares com clínico geral e, caso seja necessário, com o cardiologista; 

    4 – Tenha noites tranquilas de sono, pois segundo estudos recentes dormir bem reduz riscos de ataque cardíaco; 

    5 – Não consuma bebidas alcoólicas; 

    6 – Não fume; 

    7 – Cuide do seu peso. O aumento da circunferência abdominal está relacionado à riscos de doenças cardiovasculares; 

    8 – Tenha momentos de lazer. O estresse é um fator de risco para desenvolvimento de hipertensão arterial, assim como outras doenças cardiovasculares; 

    9 – Mantenha bons hábitos de higiene bucal, assim como consultas regulares ao dentista. A higiene bucal previne doenças cardiovasculares associadas a bactérias presentes na boca; 

    10 – Realize o controle da glicemia e/ou da pressão arterial. Ambos são fatores de risco para as principais doenças cardiovasculares.

  • Hospital, UPA ou Unidade de Saúde: como saber onde buscar atendimento?

    Hospital, UPA ou Unidade de Saúde: como saber onde buscar atendimento?

    Entenda qual o caminho indicado no sistema de saúde de acordo com a complexidade de cada caso

    Dores no peito, febre, torção no pé, falta de ar, intoxicação alimentar, resfriado ou fratura. Esses são só alguns exemplos de problemas comuns de saúde que movimentam todos os dias as salas de espera de Unidades Básicas de Saúde (UBS), de Pronto Atendimento (UPA) e ainda prontos-socorros de hospitais. E uma dúvida muito comum entre a população é justamente qual unidade procurar em cada caso. Mesmo que, segundo o Ministério da Saúde, cerca de 85% dos problemas de saúde possam ser resolvidos sem a necessidade de ir a um serviço de emergência ou pronto-socorro, a maior parte da população ainda recorre, primeiro, à emergência hospitalar.

    Longas filas para exames, concentração de pacientes e sobrecarga da equipe de atendimento se tornam alguns dos maiores desafios das instituições de saúde. Apesar da busca pelo atendimento ser complexa e diversificada, a pandemia trouxe importantes aprendizados sobre o funcionamento desse tipo de serviço. Mesmo assim, algumas incertezas permanecem a respeito das diferenças nos suportes oferecidos por Unidades Básicas de Saúde, Unidades de Pronto Atendimento ou hospitais.

    UBS

    Dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), a chamada porta de entrada é a Unidade Básica de Saúde (UBS), também conhecida como posto ou centro de saúde. São estabelecimentos que dão acesso a atendimentos de rotina, consultas, tratamentos, medicamentos gratuitos, vacinas e acompanhamento médico. Também é o caminho indicado para casos leves e moderados, como sintomas de gripe, tontura, dor abdominal, mal-estar, diarreia, vômito e conjuntivite, além de tratamento e acompanhamento de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). 

    A UBS conta com médicos de família que têm uma formação ampla e integrada, preparados para fazer o atendimento de pacientes de todas as idades. “O principal objetivo dessas unidades é oferecer atendimento para os problemas de saúde da população, quando não houver a necessidade de encaminhamento para outros serviços, como emergências e hospitais”, explica Rômulo de Almeida Torres, cardiologista dos hospitais Universitário Cajuru e Marcelino Champagnat.  

    UPA

    Com o foco na atenção às urgências e emergências, as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) têm funcionamento 24 horas por dia e todos os dias da semana. O atendimento é realizado pelo pronto-socorro, onde há uma equipe médica que investiga e trata doenças como hipertensão, febre alta, fraturas, cortes, infartos e derrames. Com mais recursos do que um posto de saúde, a unidade atende pacientes de média complexidade, um meio-termo entre centro de saúde e hospitais.

    A estrutura, equipada com raio-X, eletrocardiografia, pediatria, laboratório de exames e leitos de observação, colabora para a diminuição das filas nos prontos-socorros dos hospitais. Na unidade, os médicos prestam atendimentos que controlam os sintomas e detalham o diagnóstico, permitindo que o paciente seja estabilizado e possa voltar para casa. Mas, em caso de não apresentar melhoras no estado de saúde, ele é encaminhado para um hospital.

    Pronto-socorro

    Fraturas expostas, fortes traumas, infartos, convulsões, pneumonias, AVCs e hemorragias são situações que pedem um atendimento imediato. O destino correto para ocorrências de alta complexidade como essas é o pronto-socorro de hospitais, que atende os casos graves geralmente encaminhados pelos serviços de urgência e emergência, como Siate e Samu. Com uma equipe multiprofissional – composta por médico emergencista, cirurgião-geral, ortopedista, neurocirurgião, clínico-geral e enfermeiros -, os pacientes são acolhidos, avaliados e classificados por meio de uma triagem que segue recomendações mundiais.

    Referência em suporte a vítimas de trauma, o pronto-socorro do Hospital Universitário Cajuru de Curitiba (PR) realiza em média 33 mil atendimentos por ano, que podem dar sequência a internamentos, cirurgias e consultas ambulatoriais. “É elevado o número de vítimas que chegam aqui com um quadro clínico de alta complexidade. Acidentes com motos e atropelamentos são os que costumam resultar em lesões de maior gravidade. Nessas situações, a manutenção da vida é a prioridade do atendimento”, explica Rômulo de Almeida Torres, coordenador médico do pronto-socorro da unidade que tem atendimento 100% via SUS.

    Pronto atendimento

    O pronto atendimento de um hospital também recebe pacientes com quadros de saúde delicados e que não podem aguardar o agendamento de consulta, porém com menor gravidade. Destinadas a realizar um atendimento mais rápido, sobretudo para quem não corre risco de vida iminente, as unidades estão preparadas para oferecer prontamente todos os cuidados necessários. São equipes multidisciplinares e especializadas que tratam pacientes que apresentam machucados, dores, alergia, falta de ar e infecções, por exemplo.

    Importante centro de saúde, o Hospital Marcelino Champagnat se consolidou durante a pandemia como referência no tratamento de pacientes com a covid-19. “No pronto atendimento, estamos de portas abertas para pacientes com problemas de saúde agudos, ou seja, alterações fora do padrão de saúde e que precisam de uma intervenção imediata”, conclui Rômulo, que também é coordenador médico do Pronto Atendimento do Hospital Marcelino Champagnat.

  • Uso excessivo de fones de ouvido pode causar perda auditiva

    Uso excessivo de fones de ouvido pode causar perda auditiva, alerta estudo

    Os fones de ouvidos são indispensáveis para muitas pessoas, que os usam diariamente para ouvir música, notícias ou podcasts no trajeto para o trabalho, escola, na academia e até antes de dormir, para relaxar. Mas um estudo publicado recentemente na revista “BMJ Global Health” alerta que utilizar esse acessório de maneira incorreta, com o volume extremamente alto, pode prejudicar a audição.

    A pesquisa mostra que cerca de 0,67 a 1,35 bilhão de indivíduos entre 12 e 34 anos de idade em todo o mundo utilizam os fones com o volume acima do recomendado e, com isso, estão em risco de perda auditiva.

    De acordo com o otorrinolaringologista do Hospital Japonês Santa Cruz (HJSC), Luiz Ubirajara Sennes, fazer uso, por horas, de fones de ouvido com um volume elevado, pode causar perda auditiva (surdez) por trauma acústico pelo som alto.

    O especialista explica que o trauma no ouvido pode ser agudo ou crônico, que é o tipo mais comum que chega aos consultórios. “O trauma agudo ocorre quando o indivíduo fica exposto a sons intensos de forma inadvertida, por exemplo, em uma explosão. No segundo caso, o trauma crônico ocorre por escutar diariamente som alto.”

    Além da surdez, o uso excessivo e alto de fones de ouvido pode ocasionar outros problemas, como o acúmulo de cera, irritação da pele do canal, coceira e infecções por bactérias e/ou fungos.

    Como forma de prevenção, o médico reforça a importância de escutar música em volume baixo, utilizar protetor de ouvido caso seja exposto a ruídos no trabalho e evitar ficar próximo de caixas de som em baladas. “O esclarecimento sobre a perda auditiva é a melhor forma de prevenção. As pessoas só valorizam a audição quando ela começa a faltar e, aí, pode ser tarde. Dessa forma, a conscientização do problema e como preveni-lo é fundamental”, conclui.

    Sobre o Hospital Japonês Santa Cruz

    Inaugurado em 29 de abril de 1939, em São Paulo, com a missão de auxiliar os imigrantes japoneses e oferecer um atendimento médico-hospitalar de excelência no Brasil, o Hospital Japonês Santa Cruz (HJSC) se dedica a proporcionar uma vida melhor e mais saudável à toda população.

    A instituição atua com ações em conjunto com a comunidade japonesa no Brasil, com órgãos do governo japonês (Consulado Geral do Japão em São Paulo e JICA) e também empresas nipônicas e universidades japonesas como Tsukuba, Kyushu e Osaka, parcerias que estimulam a troca de experiências e o desenvolvimento bilateral, além de promover a inovação e melhoria dos serviços para toda a sociedade.

    Com destaque nos serviços em oftalmologia, neurologia, ortopedia, cardiologia, entre outras especialidades, a instituição realiza mais de 1 milhão de atendimentos, em mais de 40 especialidades médicas e tem em sua estrutura três pronto-atendimentos (geral, ortopédico e oftalmológico) e dois centros cirúrgicos (geral e oftalmológico), capacitados para atendimentos de alta complexidade.

    O Hospital Japonês Santa Cruz tem certificação da Organização Nacional de Acreditação (ONA II), que atesta a segurança e qualidade dos processos assistenciais e médicos.

  • Pousada Villa Ártemis – São Roque

    Pousada Villa Ártemis – São Roque

    Agora temos uma indicação de pousada DogFriendly em São Roque 🎉.

    Conhecemos a Pousada Villa Ártemis, que fica na Roteiro do Vinho, e tem como proposta ser um espaço dedicado ao relaxamento, diversão, conhecimento e terapias para viver melhor.

    São 14 suítes novas e 3 rústicas. Todas possuem nomes de flores e ficamos hospedados na suíte Violeta.

    Logo que entramos, encontramos dois cisnes 🦢 feitos de toalha, formando um coração ❤️ e pétalas de rosas 🌹espalhadas. Muito cuidado né 🥰

    DCIM100GOPROGOPR2663.JPG

    A suíte possui:
    🛌 cama de casal
    🧊 frigobar
    🧼 amenities (sabonetinhos e shampoo) Natura Ekos
    🚿 ducha que esquenta rapidinho
    🪑 mesinha com duas cadeiras
    🪞 espelho
    🔥 aquecedor
    🔌 todas as tomadas são 220v

    DCIM100GOPROGOPR2659.JPG

    Especificamente a nossa suíte ficava em posição privilegiada, de frente para a passarela de acesso à piscina e o salão gourmet.

    Achou que esquecemos de falar da TV, aqui no Villa Artemis os quartos não possuem TV, para promover a desconexão. Mas tem 3 hotspots de Wi-Fi espalhadas pelo hotel.

    Nas suítes novas não há armários, ventilador e ar condicionado.

    Alguns quartos são conjugados, ou seja, há uma porta que dá acesso ao quarto do lado. Mas esta fica trancada, quando não locado por uma família.

    Para os dogs não há potinhos ou caminhas.

    Cercado por muitas árvores, como a pousada é bem tranquila, você acorda com os passarinhos cantando.

    O café da manhã da Pousada Villa Ártemis é servido no Espaço Gourmet das 8:30 às 11:30hrs e esse horário estendido é bem bacana.

    O buffet é vegetariano e tem opções como suco natural, café, leite, chás, iogurte, queijos, goiabada, pães, pão de queijo, frutas cortadas e decoradas com morangos cortados.

    Ao lado do salão tem uma sala de TV com home theater e acima tem uma mini biblioteca e alguns jogos.

    A pousada não dispõem de almoço ou jantar, mas você pode utilizar a cozinha e seus utensílios. Tem também filtro de água para encher sua garrafinha.

    Na área externa tem a piscina com aquecimento solar, espreguiçadeiras, mesa de sinuca e redes.

    Há também uma quadra de futebol com mini arquibancada, arco e flecha e uma generosa área verde.

    Conta também com um salão para eventos e empréstimo de bicicleta 🚴.

    O cuidado com cada detalhe, simplicidade, tranquilidade em meio à natureza e o excelente atendimento da Daniela e da Tati são pontos que destacamos na Villa Ártemis.

    Relembre nossos stories e veja mais fotos

    📍 Rua Benedito S. de Camargo, 2.055
    @pousadavillaartemis

    Avaliação #AgitoSP
    Atendimento 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻🏆🏆
    Alimentação 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻
    Ambiente 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻🏆🏆
    Conforto 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻
    DogFriendly 🐾🐾🐾🐾🐾
    Wi-Fi 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻
    Aceita cartão Sim

  • Org Pizza & Greens – bons pratos, mas péssimo atendimento

    Hoje no dia da pizza 🍕fomos conhecer o Org Pizza & Greens, que fica na Rua Vicente Leporace, 1.600 em Moema.

    Sua proposta é servir pizzas artesanais com uma massa de longa maturação a base de farinha italiana orgânica, molho de tomate orgânico, azeite italiano, vegetais frescos e utilizando apenas produtos de pequenos produtores do estado de São Paulo.

    Bem na entrada tem um potinho pequeno de água para os dogs e na área externa coberta, eles podem acompanhar nas refeições.

    Sentamos na mesa do fundo e próximo do murinho para a rua. Porém logo apareceu alguns pedintes e por segurança decidimos trocar para a mesa ao lado, que fica mais para dentro.

    O cardápio é composto por três papéis plastificados soltos, poderiam estar agrupados e encadernados para ficar mais organizado. Nós juntamos todos eles para mudar de mesa e foram alguns minutos para redistribuir tudo de novo.

    No menu tem uns sucos bem legais. Provamos o Fresh Limonade ($22) limão siciliano, manjericão, hortelã e demerara, Rosa ($25) limão siciliano, mirtilo, água com gás e demerara e Amarelo ($23) abacaxi, maracujá, gengibre e demerara. (Demerara é um tipo açúcar, não sabia e tive que pesquisar no google para descobrir)

    De entrada pedimos o Beet Carpaccio ($45) beterraba assada e marinada em molho cítrico, creme de castanhas, alcaparras e brotos e Degustação de queijos da rota paulista ($75) Granito Pé do morro, Mandala Pardinho, Tulha Fazenda Atalaia, Muçarela Roni, Cacio Cavallo Bonfiore e crostini.

    Os carpaccio de beterraba é bem saboroso e os queijos também, só faltou alguma identificação para saber qual é cada tipo de queijo. Visto que quando foi servido, não falaram nada. Então nem dá para opinarmos qual foi o mais saboroso.

    Das pizzas escolhemos:

    Brocs ($53) brócolis ramoso assado, muçarela roni, queijo tulha, alho confitado e gergelim preto

    Onion ($52) cebolas roxas, queijo cremoso, queijo tulha na borda e azeitonas preta

    Pera ($59) pera, mel orgânico, lâminas de amêndoas e queijo cuesta azul da Pardinho

    Obelix ($67) calabresa artesanal, queijo de cabra do Neo, muçarela Roni, cebola roxa, finalizada com
    queijo

    A pizza é tipo napolitana, com massa bem fininha e borda grossa. São opções bem interessantes e saborosas.

    De sobremesa escolhemos o Sorvete Nice cream ($29), porém no cardápio solicita que seja perguntado quais são os sabores disponíveis.

    Perguntamos para a atendente e como havia vários, acabamos esquecendo alguns e quando pedimos para repetir, a atendente fez cara de “que saco”.

    Se é para fazer cara feia, porquê não coloca em um papel ou um QR Code e apresenta para o cliente? Bem mais fácil e ninguém precisa ficar desconfortável com a situação.

    Enfim, escolhemos os sabores banana caramelizada e morango, avocado e banana caramelizada, morango e pé de moleque, gengibre e banana. Todos são bem gostosos, difícil decidir qual foi o melhor. Só o de morango que é meio azedinho.

    No final da tarde a atendente juntou 3 mesas na nossa frente (de forma bem rude, dando a impressão de querer que a gente saísse logo – tipo quando o lugar vai fechar e desligam as luzes).

    Alguns minutos depois apareceu uma senhora com uma criança e três bexigas, sendo duas daquelas grandes com número para comemorar aniversário.

    Como ela não achou lugar para pendurar as bexigas, começou a ficar olhando para nossa mesa e ficar cochichando para a atendente, no intuito que ela “retirasse” a gente de lá.

    (Enfim) A atendente veio então perguntar se a gente poderia trocar de mesa (detalhe o restaurante estava vazio) para outra redonda do outro lado. Pedimos então a conta e mal a atendente saiu do nosso lado, a senhora já começou a subir na cadeira para pendurar a bendita bexiga.

    O Lucky estava deitado em uma cadeira do lado da nossa mesa e ela passou tão rápido que quase derrubou ele. Provavelmente educação ela esqueceu em casa.

    Qual o ponto aqui, o restaurante estava vazio! Precisava ficar de olho gordo na nossa mesa? Custava esperar alguns minutos a mais para praticamente nos expulsar e pendurar a bendita bexiga?

    Como todos sabem, sempre somos transparentes para relatar a nossa experiência no estabelecimento. Seja ela positiva ou negativa, escrevemos.

    As entradas, pizzas e sorvetes provados são muito gostosos e não temos o que reclamar. O desconforto ocorreu mesmo por parte do atendimento e dessa senhora sem noção, o que também poderia ter sido evitado se a atendente não tivesse “dado corda” para ela, mas como ela também já estava desconfortável porquê estávamos lá, acho que juntou “a fome com a vontade de comer” e deu no que deu.

    Avaliação #AgitoSP
    Atendimento 👍🏻👍🏻
    Alimentação 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻
    Ambiente 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻
    Wi-Fi –
    Aceita cartão Sim

  • Hot Beach Olímpia recebe o selo “Amigo do Autista”

    Hot Beach Olímpia é o 1.º parque aquático do Brasil a receber selo “Amigo do Autista”

    Toda equipe do parque aquático está apta a receber com excelência pessoas com TEA e suas famílias

    Inclusão. Essa é uma palavra que faz parte do jeito de ser do Hot Beach Parque & Resorts, que é formado pelo parque aquático Hot Beach Olímpia e mais quatro resorts. Visando avançar na inserção de todas as pessoas com suas singularidades e melhorar o atendimento aos autistas, o parque aquático Hot Beach começou, em 2019, um trabalho que se materializa com o recebimento, neste mês, do Selo de Empresa Amiga do Autista Responsabilidade Social. É o primeiro parque aquático do Brasil a ganhar a distinção da Incluir Treinamentos, empresa especializada em fazer diagnóstico do atendimento e capacitar equipes para incluir pessoas com autismo e suas famílias.

    Os cálculos são que uma em cada 54 crianças está dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA). No Brasil, estima-se que existam mais de 2 milhões de pessoas com TEA, o que mostra a importância de empreendimentos como o parque aquático Hot Beach Olímpia estarem preparados para receber este público. “Com o aumento de pessoas diagnosticadas com autismo, o mercado em geral precisa capacitar sua equipe para garantir que cada família desfrute de uma experiência segura, divertida e confortável, adaptada às suas necessidades específicas”, explica Amanda Ribeiro, consultora do projeto e mãe de autista.

    O selo “Amiga do Autista” atesta que os colaboradores que atuam com o atendimento ao público no parque aquático Hot Beach Olímpia, entre eles recepcionistas, monitores e recreadores, estão aptos a lidar e receber com excelência pessoas com TEA e suas famílias. Além disso, quando os pais informam a condição de autista do filho, a criança recebe uma pulseirinha de cor branca que facilita a identificação por parte dos colaboradores. Com isso, o parque aquático Hot Beach Olímpia integra um seleto grupo de 17 empresas do setor de turismo em todo o Brasil detentoras do selo concedido pela Incluir Treinamentos.

    Para o Hot Beach Parque & Resorts, que integra o movimento “Empresas do Bem”, cujo objetivo é promover a cultura de doação e participação cidadã, é primordial estar preparado para receber autistas para que se divirtam de forma sadia e segura e levem para casa só boas lembranças. Investir na capacitação é, também uma forma de ajudar na inclusão social e prevenir discriminação e preconceito. “Nós, que neste ano completamos cinco anos de operação e já somos o 9.º parque aquático mais visitado da América Latina, estamos sempre buscando aprimorar a experiência que oferecemos. Não apenas com novas atrações, entretenimento e eventos que estamos trazendo, mas também com aperfeiçoamento contínuo do atendimento. Aqui, recebemos pessoas de todo o Brasil e queremos receber todos muito bem”, frisa Diego Ferrato, superintendente executivo do Grupo Ferrasa, empresa que detém o Hot Beach Parque & Resorts.

    Serviço

    Reserva de hospedagem e ingressos online no site hotbeach.com.br

  • Bom atendimento aos pets deve se estender aos tutores

    Médicos-veterinários do CRMV-SP falam sobre os desafios para atender bem os clientes

    Ser médico-veterinário de animais domésticos significa ter empatia em dobro: com os pets e com os tutores também. Quando uma pessoa procura atendimento médico-veterinário, ela naturalmente espera ser bem atendida, assim como receber um bom diagnóstico para o problema do animal e a demonstração de que o pet será bem cuidado.

    Segundo o médico-veterinário Otávio Verlengia, membro da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais (CTCPA) do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), o diferencial está em oferecer algo além do que o cliente está esperando. “O que encanta é o inesperado”, avalia. 

    O encantamento pode vir de uma simples gentileza. “Lembro de uma cliente que, na pesquisa de satisfação, elogiou o rapaz que trabalha na clínica por ele ter, em um dia de chuva, a levado até o carro com um guarda-chuvas”, exemplifica Verlengia. 

    Para Maickel Bitolo, médico-veterinário que também integra a CTCPA/CRMV-SP, é importante considerar a situação em que o pet se encontra no momento do atendimento. “Uma coisa é o tutor que leva o seu animalzinho para fazer uma vacina de rotina e outra coisa é aquele que leva o seu pet para tratar um câncer, por exemplo.” 

    De acordo com Bitolo, o trabalho do médico-veterinário e da equipe é saber identificar o contexto e, dentro do possível, personalizar o atendimento. “Os tutores são pessoas diferentes, em situações diferentes e em momentos psicológicos diferentes”, observa. 

    A jornada do cliente 

    As boas práticas devem acontecer durante toda a jornada do cliente, desde o primeiro contato até o pós-atendimento. Uma cirurgia bem sucedida, por exemplo, não garante a satisfação do tutor caso tenha problemas no pós-operatório. “Nesse caso, a pessoa não se sente bem acolhida e a experiência é concluída como negativa, mesmo que o animal esteja bem”, explica Verlengia. 

    O contrário também pode acontecer. No caso de óbito do pet, se a percepção do tutor for a de que o animal foi tratado da melhor forma e que os profissionais agiram com segurança, ética, respeito e profissionalismo, apesar do resultado clínico ser negativo, a experiência no geral pode ser considerada positiva. 

    Um grande desafio para trilhar o caminho do bom atendimento é ter toda a equipe da clínica ou hospital preparada para lidar com o contexto de cada cliente. O momento de pandemia também deve ser considerado, pois tem afetado as pessoas de diversas maneiras.

    Desafios de um bom atendimento

    O trabalho dos médicos-veterinários, segundo Maickel Bitolo, pode ser bem estressante, pois lidam diariamente com um bem que não tem valor material: a vida. Isso envolve o amor incondicional das pessoas pelo pet, o que gera uma grande pressão. 

    Para ele, é essencial realizar uma escuta ativa do tutor e gerar empatia. “Esse é um grande desafio dentro da Medicina Veterinária. Temos que estar prontos para entender o momento do tutor, a dor dele, além de ter um tipo de paz de espírito para lidar com tudo isso”, afirma Bitolo.

    “Vejo que muitas pessoas estão ansiosas e emocionalmente instáveis. O cliente pode chegar ao hospital com um grau de estresse grande, por isso é importante saber como está esse cliente hoje”, reflete Verlengia.

    Conhecendo o tutor e o animal

    Para Bitolo, a anamnese é um momento importante do atendimento, pois é onde se inicia a formação de hipóteses diagnósticas. “O tutor traz o histórico desse animal, do que ele considera ser importante, mas ele é leigo, então cabe ao médico-veterinário saber fazer as perguntas importantes.” 

    Além da anamnese, o médico-veterinário reforça a necessidade de se fazer um exame físico completo e atento, levando em conta o paciente como um todo e não só a queixa que o tutor trouxe.

    Segundo Verlengia, muitos tutores vêem o médico-veterinário como alguém que vai interferir em todo um contexto familiar “Os animais fazem parte da família, e a gente acaba atuando como médico da família, tendo que entender as necessidades e as expectativas relacionadas ao pet”, conclui.