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  • Dia do Whisky e Coquetel na Taverna Medieval

    TAVERNA MEDIEVAL – DIA DO WHISKY E DO COQUETEL

    A temática Taverna Medieval é uma hamburgueria conceito, com a proposta de resgatar receitas de época em releituras com ingredientes atuais e oferece drinks com e sem álcool numa proposta alquimista que vale a pena experimentar.

    Para o Dia do Whisky – Dia 16 de maio – a casa sugere o drink em alta Irish Coffee ($35) de  Whisky irlandês, Nescafé Leggero, açúcar, espuma de creme de leite.

    E para o Dia do Coquetel – Dia 18 de maio – vale pedir o autoral da casa, Drink do Rei Arthur ($42) – Conhaque, Amarula, Creme de Leite e Canela, ideal para os dias frios que são esperados.

    O atendimento da Taverna Medieval é de terça a domingo, somente com reserva antecipada de mesa.

    @taverna_medieval

    Rua Gandavo, 456, Vila Mariana

    Telefone: (11) 4114-2816

    reservas: https://www.tavernamedieval.com.br/reservas

  • Alerta de fofura em São Roque, Um domingo bom pra cachorro vem aí!

    Prepare o coração e a coleira, pois um domingo inesquecível está chegando. No dia 17 de maio, das 09h às 12h, o Parque Vinícola Góes, em parceria com a Agroverde, PetShop de São Roque e região promove o encontro, Um domingo bom pra cachorro. O evento promete uma manhã leve, divertida e cheia de conexão, ideal para que os tutores criem memórias e aproveitem momentos únicos ao lado dos seus pets.

                  A programação conta com diversas atividades para animar a matilha, começando com uma Cãominhada de 15 minutos pelo parque. Além disso, o público participará de concursos que prometem roubar a cena, premiando categorias como o pet mais parecido com o dono, a melhor fantasia, o mais simpático, o mais fotogênico, o mais animado da caminhada e, para fechar com bom humor, o mais preguiçoso do grupo.

                 Como um incentivo extra, os 100 primeiros inscritos garantem uma camiseta exclusiva do evento, que deve ser retirada no local. A participação em todas as atividades, concursos e sorteios exige cadastro antecipado, sendo que os participantes receberão pulseiras numeradas no dia para identificação.

    Além da diversão, o evento possui um caráter solidário: a organização solicita a doação de 1kg de alimento não perecível, que será destinado a ONGs da região. As vagas podem ser garantidas através do link:

    https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=BHtWWRY6w0WjiEZVP0ux-WxuKacxNcRAnhC03DGWeTpUQ0RXU1lLSjk5VklNRlpBT1FNRENQOEVQRS4u

  • Gosto ruim na boca, um sintoma típico de sinusite

    Achou o sabor da comida estranho? Da bebida, idem? Antes de reclamar com o garçom, pense bem: o problema pode estar com você! Entenda a razão!


    Se a aquela comida que você tanto adora está com um gostinho estranho, assim como a sobremesa, a bebida, ou até mesmo a água está ingerindo, é bom pensar duas vezes antes de deduzir que há algo de errado com elas. A origem do problema, muito provavelmente, está com você! Ou, mais precisamente, com o seu olfato.

    Muita gente não sabe, mas a sensação de gosto ruim ao se alimentar é comum em pessoas que estão com quadro de sinusite – ou seja, com inflamação dos seios paranasais, que são as cavidades ao redor do nariz.

    Embora o problema não afete especificamente a língua e a garganta, suas consequências podem, sim, alterar o sabor dos alimentos e bebidas. “Além da congestão nasal, dor facial, dor de cabeça e secreção nasal espessa, que são as características mais notórias da sinusite, muitos pacientes também relatam sentir um gosto metálico, amargo, azedo ou mesmo podre durante a alimentação”, confirma o Dr. Fabiano Brandão, otorrinolaringologista do Hospital Paulista – referência em saúde de ouvido, nariz e garganta.

    O motivo, segundo o especialista, se dá por conta do acúmulo de secreções nasais que escorrem para a garganta. “Isso, geralmente, ocorre devido à drenagem do muco infectado por bactérias, vírus ou fungos, para a parte de trás da garganta. Quando os seios paranasais estão inflamados e congestionados, essa secreção pode se acumular e não escoar adequadamente, resultando em um líquido espesso e desagradável, que fica alojado na parte de trás da garganta.”

    Esse processo, de acordo com o médico, é chamado de gotejamento pós-nasal, que é justamente a causa da alteração que ocorre no nosso paladar. “O gotejamento pós-nasal pode levar a um gosto ruim persistente na boca, pois as secreções nasais infectadas entram em contato com as papilas gustativas na parte de trás da língua, alterando a percepção do sabor. Mesmo após escovar os dentes ou usar enxaguantes bucais, os pacientes relatam que essa sensação ruim tende a persistir e, também, costuma se agravar ao longo do dia ou após períodos deitados, quando o gotejamento pós-nasal é mais perceptível.”

    Ainda de acordo com o especialista, essa sensação desagradável pode ocorrer em qualquer estágio da sinusite e, até mesmo, após o tratamento. “Depende de vários fatores, como a gravidade da inflamação dos seios paranasais, a presença de complicações e, sobretudo, a eficácia do tratamento. Por isso, é importante sempre ressaltar que o tratamento domiciliar para sinusite serve mais para aliviar os sintomas temporariamente. Ele jamais substitui a avaliação médica adequada, especialmente se os sintomas persistirem, piorarem ou em casos de sinais de alarme. Portanto, se você sente um gosto ruim na boca que não cessa, especialmente acompanhado por outros sintomas de sinusite, é aconselhável consultar um otorrinolaringologista para um diagnóstico adequado e tratamento”, finaliza o Dr. Fabiano.

  • Cantar faz bem: hábito simples pode melhorar humor

    Cantar faz bem: hábito simples pode melhorar humor, 
    respiração e até a imunidade

    Estudos apontam benefícios do canto para a saúde vocal e emocional, mas especialistas alertam para cuidados importantes

    Cantar no carro, no chuveiro ou em momentos de lazer pode parecer apenas uma forma de expressão ou diversão. Mas a ciência mostra que o hábito vai muito além disso — e pode trazer benefícios concretos para a saúde vocal, emocional e até imunológica.

    De acordo com o otorrinolaringologista Domingos Tsuji, do Hospital Paulista de Otorrinolaringologia, o canto, quando feito de forma adequada, estimula funções importantes do organismo.

    “O ato de cantar envolve respiração controlada, coordenação muscular e vibração das pregas vocais. Isso contribui para o melhor uso da voz e pode até ajudar na consciência vocal”, explica.

    Impacto positivo no corpo e na mente

    Os benefícios não se limitam à voz. A prática também está associada à redução do estresse e à melhora do bem-estar emocional.

    Estudos publicados no Journal of Voice indicam que o canto pode reduzir os níveis de cortisol, hormônio relacionado ao estresse, além de estimular a liberação de endorfinas, associadas à sensação de prazer e relaxamento.

    Outra pesquisa aponta que cantar em grupo está relacionado à melhora da saúde mental, redução da ansiedade e aumento da sensação de conexão social, independentemente da experiência musical.

    Há evidências ainda de que a prática pode impactar o sistema imunológico. Um estudo da University College London identificou que cantar pode elevar os níveis de imunoglobulina A, anticorpo importante na defesa do organismo.

    Voz saudável também exige cuidado

    Apesar dos benefícios, cantar sem orientação ou com técnica inadequada pode gerar sobrecarga vocal. A otorrinolaringologista Luciana Fernandes Costa, também do Hospital Paulista, reforça que alguns cuidados são fundamentais, especialmente para quem canta com frequência. “É importante respeitar os limites da voz, evitar esforço excessivo e manter hidratação adequada. Em caso de rouquidão ou desconforto persistente, a avaliação médica é essencial”, orienta.

    Cantar também é conexão

    Além dos aspectos físicos, o canto tem um papel importante na socialização e na expressão emocional. Ao estimular a respiração profunda, o relaxamento e a liberação de emoções, a prática pode contribuir para a redução da ansiedade e para a melhora da qualidade de vida.

    “Cantar é uma forma natural de expressão. Quando feito de maneira saudável, pode trazer benefícios não só para a voz, mas para o equilíbrio emocional como um todo”, conclui a especialista.

  • Rita Lee, Uma Autobiografia Musical, retorna ao Teatro Porto

    Depois de turnê nacional, Rita Lee, Uma Autobiografia Musical, retorna ao Teatro Porto a partir de 18 de abril 

    Com Mel Lisboa, vencedora dos prêmios Shell e Fita, espetáculo dirigido por Marcio Macena e Débora Dubois retoma temporada no Teatro Porto

    Com 292 apresentações desde a estreia em abril de 2024 e visto por mais de 250 mil pessoas, Rita Lee, Uma Autobiografia Musical, estrelado por Mel Lisboae dirigido por Marcio Macena e Débora Dubois, retorna ao Teatro Porto no dia 18 de abril, após turnê nacional com patrocínio da Porto, que passou por 24 cidades em 19 estados. 

    Fenômeno de público, o espetáculo estreou em 26 de abril de 2024 no Teatro Porto e, ao longo de mais de um ano em cartaz, teve todas as sessões esgotadas. Pelo trabalho, Mel Lisboa, que interpreta Rita Lee a pedido da própria artista, recebeu os prêmios Shell e Fita – Festa Internacional de Teatro de Angra de melhor atriz, além de indicações aos prêmios DID, APCA e, recentemente, ao Prêmio APTR de Teatro.

    A montagem também foi contemplada com o Prêmio Arcanjo Especial e com o Prêmio Fita – Festa Internacional de Teatro de Angra pelo júri popular. No Prêmio PRIO do Humor, recebeu indicações nas categorias direção e atriz, com Débora Reis, por sua atuação como Hebe Camargo. Débora Reis venceu ainda o Prêmio Fita – Festa Internacional de Teatro de Angra de atriz coadjuvante.

    “Voltar ao Teatro Porto é como voltar para casa, foi ali que tudo começou. Estreamos no Teatro Porto e ficamos em cartaz por um ano e dois meses ininterruptos, então esse retorno carrega muita memória. É um espetáculo com uma trajetória da qual nos orgulhamos muito. A história da Rita é atemporal, segue atravessando gerações e formando novos fãs. Enquanto as pessoas quiserem ouvir essa história e saírem emocionadas do teatro, a vontade de seguir em cena continua. É isso que nos move”, declara Mel Lisboa.

    O musical tem roteiro e pesquisa de Guilherme Samora e direção musical de Marco França e Marcio Guimarães.  E ainda traz no elenco, interpretandopersonagens icônicos da nossa MPB, Bruno Fraga (Roberto de Carvalho), Fabiano Augusto (Ney Matogrosso), Tatiana Thomé (Censora Solange), Debora Reis (Hebe Camargo), Flavia Strongolli (Elis Regina), Yael Pecarovich (Gal Costa), Antonio Vanfill (Arnaldo Baptista e Charles Jones), Gustavo Rezende (Raul Seixas), Roquildes Junior (Gilberto Gil) e ainda o ator Lui Vizotto (swing).

    Trajetória do espetáculo

    Tudo começou quando Mel Lisboa pisou pela primeira vez em cena como Rita Lee, em 2014, no musical Rita Lee Mora ao Lado. Ela não poderia prever algumas coisas: primeiro, que seriam meses de casa cheia em um dos maiores teatros de São Paulo. Segundo, que a própria Rita Lee apareceria sem avisar, abençoaria sua performance e ainda voltaria para assistir ao espetáculo. Trabalho, aliás, que rendeu a Mel prêmios como melhor atriz e a colocou de vez entre os maiores nomes do teatro nacional, com uma frutífera e diversificada carreira. 

    Desta vez, Mel conta a história de Rita com base no livro da cantora, lançado em 2016 e um dos maiores sucessos editoriais do Brasil. O livro narra os altos e baixos da carreira de Rita com uma honestidade escancarada, a ponto de ter sido apontado como “ensinamento à classe artística” pelo jornal O Estado de São Paulo. 

    A ideia do novo musical surgiu quando Mel gravou a versão em audiolivro, como Rita, em 2022.  O texto de Rita, numa narrativa envolvente e perfeita para um musical biográfico, conta do primeiro disco voador avistado por ela ao último porre. Sem se poupar, ela fala da infância e dos primeiros passos na vida artística; de Mutantes e de Tutti-Frutti; de sua prisão em 1976, na ditadura; do encontro de almas com Roberto de Carvalho; das músicas e dos discos clássicos; do ativismo pelos direitos dos animais; dos tropeços e das glórias.

    “A vida de Rita precisa ser contada e recontada. Sua existência transformou toda uma geração. E continua a conquistar fãs cada vez mais jovens. Rita não é ‘somente’ a roqueira maior. Ela compôs, cantou e popularizou o sexo do ponto de vista feminino em uma época em que isso era inimaginável. Ousou dizer o que queria e se tornou a artista mais censurada pela ditadura militar. Na época, foi presa grávida. Deu a volta por cima e conquistou uma legião de ‘ovelhas negras’. Se tornou a mulher que mais vendeu discos no país e a grande poetisa da MPB”, completa Mel.

    Como diz Rita no livro, seu grande gol é ter feito um monte de gente feliz. E Mel, no palco como Rita, leva a sério essa missão: todas as vezes em que interpreta Rita, as pessoas se comportam como se estivessem num show. Cantando junto, batendo palma e, não raras as vezes, correndo para dançar na frente do palco no “bis” do espetáculo. 


    Rita Lee, Uma Autobiografia Musical cria, portanto, uma versão inédita que mostra todas as facetas dessa grande cantora, compositora, multi-instrumentista, apresentadora, atriz, escritora e ativista dos direitos humanos e uma das maiores artistas brasileiras.

    O espetáculo em números 

    *Estreia em abril de 2024
    *292 apresentações desde a estreia
    *Um ano e dois meses em cartaz no Teatro Porto
    *Público superior a 250 mil pessoas
    *Turnê nacional por 24 cidades
    *Passagem por 19 estados

    Prêmios e indicações
    *Prêmio Shell de Teatro, Melhor Atriz, Mel Lisboa
    *Prêmio Fita – Festa Internacional de Teatro de Angra, Melhor Atriz, Mel Lisboa

    *Prêmio Arcanjo Especial, espetáculo

    *Prêmio Fita – Festa Internacional de Teatro de Angra, Júri Popular

    *Prêmio Fita – Festa Internacional de Teatro de Angra, Atriz Coadjuvante, Débora Reis
    *Indicação ao Prêmio DID, Mel Lisboa
    *Indicação ao Prêmio APCA, Mel Lisboa
    *Indicações ao Prêmio PRIO do Humor, categorias Direção e Atriz, Débora Reis

    *Indicação ao Prêmio APTR de Teatro, Mel Lisboa (ainda não divulgado resultado)

    Ficha Técnica

    Roteiro e Pesquisa: Guilherme Samora

    Texto: Márcio Macena

    Direção Geral: Débora Dubois e Márcio Macena

    Direção Musical: Marco França e Marcio Guimarães

    Coreografia: Tainara Cerqueira

    Assistente de Coreografia: Priscila Borges

    Figurinista: Carol Lobato e Giu Foti

    Iluminação: Débora Dubois e Luiz Fernando Vaz Jr

    Elenco: Mel Lisboa, Bruno Fraga, Fabiano Augusto, Debora Reis, Flavia Strongolli, Yael Pecarovich, Antonio Vanfill, Gustavo Rezende, Roquildes Junior, Tatiana Thomé e Lui Vizotto

    Assessoria de imprensa: Pombo Correio Assessoria de Comunicação

    Coordenação de Produção: Edinho Rodrigues

    Realização: Brancalyone Produções

    Sinopse

    Dez anos depois da estreia do sucesso Rita Lee Mora ao Lado, a atriz Mel Lisboa volta a interpretar a roqueira-mor em um musical inédito, desta vez inspirado na autobiografia da cantora. Além de momentos engraçados e comoventes de outros grandes nomes da música brasileira que passaram pela vida de Rita Lee, o público pode acompanhar um verdadeiro show de toda a equipe envolvida.

    SERVIÇO

    Rita Lee, Uma Autobiografia Musical 

    Reestreia 18 de abril de 2026.

    Temporada: De 18 de abril a 28 de junho. Sextas e sábados, às 20h; Domingos, às 17h.

    Ingressos: Plateia: R$220 (inteira) / Balcão e Frisas: R$180 (inteira)

    Valor Especial: R$ 50,00 (inteira)

     *O ingresso VALOR ESPECIAL é válido para todos os clientes e segue o plano de democratização da Lei Rouanet, havendo uma cota deste valor promocional por sessão.

    Classificação: 12 anos.

    Duração: 120 minutos.

    TEATRO PORTO 

    Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.

    Telefone (11) 3366.8700

    Bilheteria: 

    Aberta somente nos dias de espetáculo, duas horas antes da atração. 

    Clientes Cartão Porto Bank mais acompanhante têm 50% de desconto.

    Clientes Porto mais acompanhante têm 30% de desconto.

    Vendas: www.sympla.com.br/teatroporto

    Capacidade: 508 lugares.

    Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).

    Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.

    Estacionamento no local: Gratuito para clientes do Teatro Porto.

    O Teatro Porto oferece a seus clientes uma van gratuita partindo da Estação da Luz em direção ao prédio do teatro. O local de partida é na saída da estação, na Rua José Paulino/Praça da Luz. No trajeto de volta, a circulação é de até 30 minutos após o término da apresentação. E possui estacionamento gratuito para clientes do teatro.

  • Confira 5 receitas para comemorar o Mês do Vermute

    Aprenda como apreciar a bebida italiana de diferentes formas 

    Em março é comemorado o Mês do Vermute, clássico da coquetelaria mundial criado na Itália por Antonio Carpano. Feito à base de vinho e levando ervas, botânicos, raízes e especiarias, a bebida atravessou séculos e se tornou tradicional em todo o mundo. Chegando aos seus 240 anos, o vermute é consumido em bares, restaurantes e encontra seu espaço em casa, mostrando sua versatilidade. 

    Aromático e cheio de personalidade, ele pode acompanhar diferentes momentos da refeição, do aperitivo que abre o paladar ao digestivo que encerra a experiência com charme. Em versões puras, com gelo, cítricos ou tônicas, a bebida prova que é possível criar ocasiões especiais com praticidade e criatividade, transformando o vermute em protagonista do começo ao fim.  

    Reunimos 5 receitas para inspirar formas criativas de apreciar a bebida em casa e celebrar o Dia do Vermute, confira: 

    Smashed Carpano

    Ingredientes:
    40 ml de Carpano Classico 
    1/4 de laranja 
    1/4 de grapefruit fresco 
    1/2 colher de açúcar mascavo 
    30 ml de soda 

    Modo de preparo: Corte a laranja e o grapefruit em cubos e coloque diretamente no copo. Com a ajuda de um macerador, adicione o açúcar mascavo e macere levemente. Complete o copo com gelo triturado, despeje o Carpano Classico e acrescente a soda. Misture delicadamente de baixo para cima e finalize com um ramo de hortelã. 

    Negroni Sbagliato

    Ingredientes:
    30 ml de espumante 
    30 ml de Antica Formula 
    30 ml de bitter 
    1 casca de laranja 
    Gelo a gosto 

    Modo de preparo: Em um copo baixo cheio de gelo, adicione os ingredientes na seguinte ordem: bitter, Antica Formula e, por último, o espumante. Misture delicadamente e finalize com uma casca de laranja. 

    Carpano Rosso Manhattan

    Ingredientes:
    60 ml de Sazerac Rye 
    30 ml de Carpano Rosso 

    3 gotas de Peychaud’s Bitters 
    1 cereja maraschino para decorar 
    Gelo a gosto 

    Modo de preparo: Em um copo misturador cheio de gelo, adicione os ingredientes na ordem indicada: Sazerac Rye, Carpano Rosso e Peychaud’s Bitters. Misture bem e coe para uma taça de coquetel. Finalize com uma cereja maraschino. 

    Carpano Tonic

    Ingredientes:
    50 ml de Carpano Rosso 
    100 ml de água tônica 
    1 rodela de laranja 
    Gelo a gosto 

    Modo de preparo: Encha uma taça com bastante gelo, adicione o Carpano Rosso e complete com água tônica. Misture suavemente para integrar e finalize com uma fatia de laranja.  

    Americano

    Ingredientes: 

    30 ml de Antica Formula 

    30 ml de Bitter 

    30 ml de água com gás 

    1 casca de limão 

    1 fatia de laranja 

    Gelo a gosto 

    Modo de preparo: Preencha um copo baixo com gelo. Adicione o Antica Formula e o bitter, complete com água com gás e misture delicadamente com uma colher. Torça a casca de limão sobre o drink, coloque-a no copo e finalize com uma fatia de laranja. 

  • Pets e ar-condicionado: como evitar ressecamento e acertar a temperatura

    Pets e ar-condicionado: como evitar ressecamento e acertar a temperatura nos dias mais quentes

    Especialista da Gree orienta como manter o conforto térmico de cães e gatos sem comprometer a saúde dos animais, com atenção à umidade e ao vento direto

    Com as temperaturas cada vez mais elevadas em diversas regiões do país, o ar-condicionado deixou de ser apenas um item de conforto para se tornar um aliado importante também para quem tem pets em casa. No entanto, o uso inadequado do aparelho pode provocar desconfortos como ressecamento das vias respiratórias, da pele e dos olhos dos animais. Em ondas de calor, o objetivo deve ser resfriar com segurança, sem “gelar” o ambiente.

    Segundo Romenig Magalhães, supervisor de P&D da Gree Electric Appliances, maior fabricante de ar-condicionado do mundo, o equipamento pode ser utilizado com segurança em ambientes com cães e gatos, desde que alguns cuidados sejam observados.

    “O ar-condicionado não faz mal aos pets por si só. O problema está no excesso de frio, no fluxo direto de ar sobre o animal e na falta de controle da umidade do ambiente”, explica o especialista. “Com ajustes simples, é possível manter conforto térmico e minimizar o ressecamento.”

    Temperatura equilibrada é fundamental

    Diferentemente dos humanos, cães e gatos possuem mecanismos próprios de regulação térmica. Os cães, por exemplo, dissipam calor principalmente pela respiração ofegante, enquanto os gatos tendem a buscar superfícies mais frescas para se acomodar.

    Ambientes muito frios podem gerar desconforto, letargia e, em casos mais extremos, agravar quadros respiratórios, especialmente em filhotes, animais idosos ou de pequeno porte.

    “A recomendação é manter a temperatura entre 23 °C e 25 °C, evitando extremos. O objetivo é proporcionar conforto térmico, não transformar o ambiente em um espaço excessivamente frio”, orienta Magalhães. “Se o pet treme, se encolhe ou evita o cômodo, pode ser um sinal de que a climatização está exagerada.”

    Atenção ao fluxo de ar direto

    Outro ponto importante é o direcionamento do ar. O fluxo contínuo diretamente sobre o pet pode causar ressecamento das vias respiratórias e da pele, além de desconforto muscular. Modelos que permitem ajuste das aletas e controle do fluxo ajudam a distribuir o ar de maneira mais uniforme no ambiente. “O ideal é que o ar seja difundido pelo espaço, sem incidir diretamente sobre o local onde o animal costuma permanecer”, explica o especialista.

    Umidade e qualidade do ar também merecem atenção

    O ar-condicionado naturalmente reduz a umidade do ambiente durante o funcionamento. Em excesso, isso pode favorecer o ressecamento do focinho, da pele e das mucosas dos animais.

    Por isso, é importante manter o equipamento com manutenção em dia, filtros limpos e, quando necessário, avaliar o uso combinado com ventilação natural em momentos estratégicos do dia e umidificação do ambiente. “Abrir janelas nos horários mais amenos e usar um umidificador pode ajudar, principalmente em períodos de ar mais ceco”, orienta Magalhães.

    A qualidade do ar também impacta diretamente o bem-estar dos pets. Filtros limpos ajudam a reduzir poeira, pelos em suspensão e partículas que podem desencadear alergias. “A limpeza periódica é uma medida de saúde para pessoas e animais”, reforça o especialista da Gree.

    Boas práticas para quem tem pets

    O especialista da Gree recomenda:

    • Manter a temperatura entre 22°C e 24°C
    • Evitar vento direto sobre o animal
    • Garantir que o pet tenha opção de se deslocar para áreas menos climatizadas
    • Realizar manutenção periódica e limpeza de filtros
    • Manter sempre água fresca disponível
    • Observar sinais de desconforto (tremores, apatia, tosse, olhos irritados) e buscar orientação veterinária se persistirem

    “O ar-condicionado pode ser um aliado importante no bem-estar dos pets, especialmente em dias muito quentes. O uso equilibrado e consciente garante conforto térmico sem comprometer a saúde dos animais. O segredo é regular temperatura, direcionamento do ar e rotina de manutenção”, conclui Magalhães.

  • Ultraprocessados já são 23% da dieta dos brasileiros

    Brasil dobra consumo de ultraprocessados e especialista alerta para riscos à saúde de crianças e adolescentes

    Imagem: Freepik

    O consumo de alimentos ultraprocessados no Brasil mais que dobrou nos últimos 40 anos, passando de cerca de 10% para aproximadamente 23% da dieta da população. O dado acende um alerta para a saúde pública, especialmente quando se observa o impacto desse padrão alimentar na infância e na adolescência, fases decisivas para a formação de hábitos que acompanham o indivíduo por toda a vida.

    De acordo com a nutricionista Alessandra Lovato, da Wyden, os ultraprocessados não podem ser considerados alimentos de verdade. “São formulações industriais ricas em corantes, conservantes, açúcar e gordura saturada, com pouco ou nenhum valor nutricional”, explica. Entre os exemplos mais consumidos estão biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, refrigerantes, macarrão instantâneo e nuggets.

    O consumo frequente desses produtos está associado a uma série de riscos à saúde, especialmente entre crianças. Um dos principais é o vício ao paladar. “O excesso de realçadores de sabor ‘vicia’ o cérebro, fazendo com que a criança passe a rejeitar o sabor natural de frutas e vegetais”, alerta Alessandra.

    Outro ponto de atenção é o surgimento precoce de doenças crônicas. Estudos associam a alta ingestão de ultraprocessados ao desenvolvimento antecipado de obesidade, diabetes tipo 2 e hipertensão ainda na adolescência. Além disso, esses alimentos impactam diretamente a flora intestinal, favorecendo processos inflamatórios, reduzindo a imunidade e podendo até prejudicar o desempenho escolar.

    Apesar de serem altamente calóricos, os ultraprocessados oferecem o que especialistas chamam de “calorias vazias”. A criança consome muita energia, mas apresenta deficiência de nutrientes essenciais como ferro, vitaminas e fibras, fundamentais para o crescimento e o desenvolvimento saudável.

    Diante desse cenário, a nutricionista reforça que pequenas mudanças no dia a dia fazem diferença. Ler os rótulos é um passo essencial: listas longas de ingredientes ou nomes químicos são sinais de alerta. A orientação é clara: “descascar mais e desembalar menos”, priorizando alimentos in natura ou minimamente processados, como arroz, feijão, carnes, ovos, frutas e legumes.

    Entre as substituições inteligentes, Alessandra destaca trocar sucos de caixinha por água saborizada ou frutas inteiras; substituir iogurtes açucarados por versões naturais com frutas ou mel (para crianças maiores de dois anos); e deixar de lado biscoitos recheados, optando por bolos caseiros simples ou pipoca feita na panela.

    O envolvimento da família também é decisivo. Levar as crianças à feira, ao mercado e envolvê-las no preparo das refeições ajuda a mudar a relação com a comida e amplia a aceitação dos alimentos naturais. “A alimentação na infância é a base da saúde do adulto. Não estamos apenas alimentando o corpo, estamos moldando hábitos que durarão a vida toda”, reforça Alessandra Lovato

  • Abandono de gatos pretos ligados a superstições

    68% das ONGs brasileiras já receberam relatos ou indícios de abandono de gatos pretos ligados a superstições

    Pesquisa inédita com organizações de proteção animal revela preconceito persistente contra felinos de pelagem preta e reforça a importância de campanhas de conscientização e adoção

     Apesar de parecer uma crença distante da realidade atual, a ideia de que gatos pretos trazem azar ainda provoca consequências concretas no Brasil. Uma pesquisa inédita realizada por meio da iniciativa social Cobasi Cuida, da Cobasi, empresa pioneira no Brasil no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim, ouviu mais de 40 ONGs de proteção animal, e assim, revelou que 68% das organizações já receberam relatos ou indícios de abandono de gatos pretos motivados por superstições ou crenças pessoais.

    O estudo “Abandono e Adoção de Gatos Pretos”, realizado em fevereiro de 2026, também mostra que esses animais costumam levar mais tempo para serem adotados em comparação com gatos de outras pelagens. Segundo as ONGs participantes, os principais fatores que dificultam a adoção são preferência estética (39%) e superstições ou crenças (23%).

    A origem dessa associação negativa remonta à Europa medieval, quando gatos pretos passaram a ser ligados a superstição e à bruxaria. Mesmo após séculos, essa visão ainda influencia parte da sociedade e contribui para problemas como abandono, baixa adoção e até maus-tratos.

    “Gatos pretos acabam sendo ignorados em eventos de adoção ou deixados por último nas escolhas das famílias. No fim, são animais que permanecem mais tempo nos abrigos simplesmente por causa da cor da pelagem”, afirma Daniela Bochi, Gerente de Marketing da Cobasi.

    Campanhas de conscientização

    Diante desse cenário, muitas organizações têm buscado estratégias para incentivar a adoção desses animais. De acordo com o levantamento, 51% das ONGs já realizaram campanhas específicas para promover a adoção de gatos pretos. Entre as iniciativas que mais contribuem para aumentar o interesse do público estão:

    • feiras presenciais de adoção (34%)
    • divulgação em redes sociais (29%)
    • uso de fotos profissionais dos animais (20%)
    • parcerias com marcas e influenciadores (15%)

    Outro dado revelado pelo estudo é que 97% das ONGs adotam cuidados extras na adoção de gatos pretos em datas associadas a superstições, como sextas-feiras 13 e Halloween. Entre as medidas mais comuns estão a suspensão temporária das adoções, triagens mais rigorosas e a não exposição desses animais em feiras durante esses períodos.

    A Cobasi também realizou uma entrevista em profundidade com três ONGs de proteção animal. Todas entraram em consenso sobre a necessidade de ampliar campanhas educativas para transformar a realidade. Independentemente da cor da pelagem, todos os gatos têm personalidades, comportamentos e necessidades próprias. Combater esse tipo de preconceito passa por informação, visibilidade e histórias reais de adoção que mostrem o quanto esses animais podem transformar a vida das pessoas

  • Conheça o drink Praça Clóvis

    Praça Clóvis: Conheça o drinque que homenageia um dos lugares mais emblemáticos de São Paulo 

    Inspirado na tradição e na efervescência do centro da cidade, o coquetel autoral do Mané Mercado combina brasilidade e sofisticação em uma receita marcante 

    O Mané Mercado chegou de Brasília trazendo um complexo gastronômico completo e cheio de opções na região de Perdizes, em São Paulo. O espaço conta com oito operações que reúnem diferentes especialidades culinárias e uma carta de drinques autorais pensada para surpreender. Inspirado na história e na movimentação intensa da icônica Praça Clóvis, no coração da capital, o drinque Praça Clóvis traduz a essência paulistana em uma combinação vibrante e aromática.  

    A receita parte do clássico Tanqueray London Dry, que ganha um toque brasileiro com o hidromel de jataí, trazendo notas florais e delicadamente adocicadas. Finalizado com meia-lua de toranja e um maço de hortelã, o coquetel é aromático, refrescante e cheio de personalidade, assim como São Paulo. Confira abaixo a receita completa: 

    Praça Clóvis  

    Ingredientes 

    • 45 ml de Tanqueray London Dry 
    • 20 ml de hidromel de jataí 
    • 25 ml de purê de maracujá 1883 
    • 5 ml de xarope de baunilha 
    • 20 ml de sumo de limão siciliano 
    • 3 dashes de Angostura bitter 
    • Gelo de máquina 
    • Meia-lua de toranja 
    • Maço de hortelã 

    Modo de preparo: Em uma coqueteleira, adicione o Tanqueray London Dry, o hidromel de jataí, o purê de maracujá 1883, o xarope de baunilha, o sumo de limão siciliano e os dashes de Angostura bitter. Acrescente gelo de máquina e bata vigorosamente até que a mistura esteja bem gelada e aerada. Em seguida, coe para um copo baixo com gelo de máquina e finalize guarnecendo com meia-lua de toranja e um maço de hortelã.