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  • Dia do Whisky e Coquetel na Taverna Medieval

    TAVERNA MEDIEVAL – DIA DO WHISKY E DO COQUETEL

    A temática Taverna Medieval é uma hamburgueria conceito, com a proposta de resgatar receitas de época em releituras com ingredientes atuais e oferece drinks com e sem álcool numa proposta alquimista que vale a pena experimentar.

    Para o Dia do Whisky – Dia 16 de maio – a casa sugere o drink em alta Irish Coffee ($35) de  Whisky irlandês, Nescafé Leggero, açúcar, espuma de creme de leite.

    E para o Dia do Coquetel – Dia 18 de maio – vale pedir o autoral da casa, Drink do Rei Arthur ($42) – Conhaque, Amarula, Creme de Leite e Canela, ideal para os dias frios que são esperados.

    O atendimento da Taverna Medieval é de terça a domingo, somente com reserva antecipada de mesa.

    @taverna_medieval

    Rua Gandavo, 456, Vila Mariana

    Telefone: (11) 4114-2816

    reservas: https://www.tavernamedieval.com.br/reservas

  • Páscoa exige atenção redobrada com pets

    Páscoa exige atenção redobrada com pets: chocolate pode causar intoxicação grave

    Alimento típico da celebração é altamente tóxico para cães e gatos e pode provocar desde vômitos até convulsões

    A Páscoa é um momento de celebração para muitas famílias — e, claro, os pets também fazem parte dessas comemorações. Mas quando o assunto é chocolate, é preciso ter atenção redobrada. O alimento, tão tradicional nesta época do ano, é altamente tóxico para cães e gatos e pode causar consequências graves para a saúde dos animais.

    O cheiro e o sabor do chocolate costumam despertar a curiosidade dos pets. Por isso, é importante não deixar pedaços sobre a mesa, embalagens abertas ou ovos de Páscoa em locais acessíveis. Mesmo pequenas quantidades podem ser perigosas, então o ideal é resistir aos olhares “pidões” e lembrar: chocolate, nem um pedacinho.

    O principal problema está em um dos componentes do chocolate, a teobromina. Essa substância, presente no cacau, é metabolizada de forma muito lenta pelos animais e pode provocar intoxicação mesmo em doses pequenas. Para complicar, a teobromina pode permanecer ativa no organismo por até seis dias.

    A quantidade de teobromina varia de acordo com o tipo de chocolate. “Quanto mais escuro, “puro e concentrado” for o chocolate, mais teobromina possui e consequentemente maior severidade do quadro de intoxicação”, explica a veterinária Sibele Konno, diretora médica do Grupo Pet Care.

    Entre os sinais de intoxicação estão agitação, aumento da pressão arterial, arritmias cardíacas, tremores e alterações neurológicas, como convulsões. Também podem ocorrer vômitos, diarreia, aumento da sede e elevação da temperatura corporal.

    Além da teobromina, a grande quantidade de açúcar e gordura presente no chocolate comercial pode provocar outro problema sério: a pancreatite. Essa inflamação no pâncreas pode levar a quadros dolorosos e exigir tratamento prolongado ou até internação. Os primeiros sinais costumam ser vômitos, diarreia e falta de apetite.

    “Se houver qualquer suspeita de que o pet ingeriu chocolate, a orientação é procurar um serviço veterinário imediatamente. O atendimento rápido pode fazer toda a diferença”, ressalta Sibele.

    Atenção na caça aos ovos

    A tradicional caça aos ovos também pede alguns cuidados extras quando há animais em casa. Com um olfato muito mais apurado que o nosso, os cães podem encontrar os chocolates antes mesmo das crianças.

    Uma dica é manter os pets em outro ambiente durante a brincadeira e liberá-los apenas depois que todos os ovos forem encontrados. Também vale a pena anotar ou lembrar exatamente onde cada chocolate foi escondido para garantir que nenhum fique esquecido.

    Outro cuidado importante é guardar os ovos de Páscoa em locais seguros e fora do alcance dos animais. Alguns pets conseguem subir em móveis ou acessar facilmente embalagens deixadas à vista.

    Dá para incluir o pet na celebração

    Para quem não quer deixar os pets de fora da comemoração, existe uma alternativa segura: ovos de Páscoa feitos especialmente para animais. Esses produtos são formulados com ingredientes próprios para o consumo dos pets.

    “Antes de oferecer qualquer novidade na alimentação do seu companheiro, no entanto, vale sempre conversar com o médico-veterinário para garantir que a escolha é adequada. Assim, toda a família — humanos e pets — pode aproveitar a Páscoa com segurança”, finaliza a médica veterinária. 

  • Abandono de gatos pretos ligados a superstições

    68% das ONGs brasileiras já receberam relatos ou indícios de abandono de gatos pretos ligados a superstições

    Pesquisa inédita com organizações de proteção animal revela preconceito persistente contra felinos de pelagem preta e reforça a importância de campanhas de conscientização e adoção

     Apesar de parecer uma crença distante da realidade atual, a ideia de que gatos pretos trazem azar ainda provoca consequências concretas no Brasil. Uma pesquisa inédita realizada por meio da iniciativa social Cobasi Cuida, da Cobasi, empresa pioneira no Brasil no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim, ouviu mais de 40 ONGs de proteção animal, e assim, revelou que 68% das organizações já receberam relatos ou indícios de abandono de gatos pretos motivados por superstições ou crenças pessoais.

    O estudo “Abandono e Adoção de Gatos Pretos”, realizado em fevereiro de 2026, também mostra que esses animais costumam levar mais tempo para serem adotados em comparação com gatos de outras pelagens. Segundo as ONGs participantes, os principais fatores que dificultam a adoção são preferência estética (39%) e superstições ou crenças (23%).

    A origem dessa associação negativa remonta à Europa medieval, quando gatos pretos passaram a ser ligados a superstição e à bruxaria. Mesmo após séculos, essa visão ainda influencia parte da sociedade e contribui para problemas como abandono, baixa adoção e até maus-tratos.

    “Gatos pretos acabam sendo ignorados em eventos de adoção ou deixados por último nas escolhas das famílias. No fim, são animais que permanecem mais tempo nos abrigos simplesmente por causa da cor da pelagem”, afirma Daniela Bochi, Gerente de Marketing da Cobasi.

    Campanhas de conscientização

    Diante desse cenário, muitas organizações têm buscado estratégias para incentivar a adoção desses animais. De acordo com o levantamento, 51% das ONGs já realizaram campanhas específicas para promover a adoção de gatos pretos. Entre as iniciativas que mais contribuem para aumentar o interesse do público estão:

    • feiras presenciais de adoção (34%)
    • divulgação em redes sociais (29%)
    • uso de fotos profissionais dos animais (20%)
    • parcerias com marcas e influenciadores (15%)

    Outro dado revelado pelo estudo é que 97% das ONGs adotam cuidados extras na adoção de gatos pretos em datas associadas a superstições, como sextas-feiras 13 e Halloween. Entre as medidas mais comuns estão a suspensão temporária das adoções, triagens mais rigorosas e a não exposição desses animais em feiras durante esses períodos.

    A Cobasi também realizou uma entrevista em profundidade com três ONGs de proteção animal. Todas entraram em consenso sobre a necessidade de ampliar campanhas educativas para transformar a realidade. Independentemente da cor da pelagem, todos os gatos têm personalidades, comportamentos e necessidades próprias. Combater esse tipo de preconceito passa por informação, visibilidade e histórias reais de adoção que mostrem o quanto esses animais podem transformar a vida das pessoas

  • Conheça o drink Praça Clóvis

    Praça Clóvis: Conheça o drinque que homenageia um dos lugares mais emblemáticos de São Paulo 

    Inspirado na tradição e na efervescência do centro da cidade, o coquetel autoral do Mané Mercado combina brasilidade e sofisticação em uma receita marcante 

    O Mané Mercado chegou de Brasília trazendo um complexo gastronômico completo e cheio de opções na região de Perdizes, em São Paulo. O espaço conta com oito operações que reúnem diferentes especialidades culinárias e uma carta de drinques autorais pensada para surpreender. Inspirado na história e na movimentação intensa da icônica Praça Clóvis, no coração da capital, o drinque Praça Clóvis traduz a essência paulistana em uma combinação vibrante e aromática.  

    A receita parte do clássico Tanqueray London Dry, que ganha um toque brasileiro com o hidromel de jataí, trazendo notas florais e delicadamente adocicadas. Finalizado com meia-lua de toranja e um maço de hortelã, o coquetel é aromático, refrescante e cheio de personalidade, assim como São Paulo. Confira abaixo a receita completa: 

    Praça Clóvis  

    Ingredientes 

    • 45 ml de Tanqueray London Dry 
    • 20 ml de hidromel de jataí 
    • 25 ml de purê de maracujá 1883 
    • 5 ml de xarope de baunilha 
    • 20 ml de sumo de limão siciliano 
    • 3 dashes de Angostura bitter 
    • Gelo de máquina 
    • Meia-lua de toranja 
    • Maço de hortelã 

    Modo de preparo: Em uma coqueteleira, adicione o Tanqueray London Dry, o hidromel de jataí, o purê de maracujá 1883, o xarope de baunilha, o sumo de limão siciliano e os dashes de Angostura bitter. Acrescente gelo de máquina e bata vigorosamente até que a mistura esteja bem gelada e aerada. Em seguida, coe para um copo baixo com gelo de máquina e finalize guarnecendo com meia-lua de toranja e um maço de hortelã.