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  • 10 dicas para ajudar a identificar o TDAH

    Nos últimos tempos o diagnóstico de TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) vem aumentando no Brasil e no mundo. Embora seja difícil fornecer números exatos sobre prevalência, devido à falta de estatísticas abrangentes em muitos países, diversos estudos e relatórios sugerem um aumento significativo nos diagnósticos de TDAH.

    Essa tendência de aumento no diagnóstico também é observada em outros países ao redor do mundo; estudos têm mostrado um aumento consistente no número de crianças e adultos diagnosticados com TDAH, ao longo dos anos.

    No Brasil, indicadores do Ministério da Saúde mostram um aumento substancial na prescrição de medicamentos para o tratamento do transtorno.

    Existem várias razões possíveis para esse aumento expressivo do diagnóstico. Uma delas é uma maior conscientização e entendimento do TDAH por parte de profissionais de saúde e da própria população, que tem buscado informações sobre o transtorno. À medida que a informação sobre o transtorno se torna mais amplamente disponível, mais pessoas podem buscar avaliação e tratamento.

    Listamos aqui dez tópicos que podem servir de alerta e informação.  Ter um ou mais sintomas desta lista não significa que a pessoa tenha TDAH. O diagnóstico é feito apenas por médicos e profissionais habilitados levando em conta diversos fatores. Se você identifica ou conhece alguém que possua algum destes sintomas deve procurar orientação médica.

     

    1.    Dificuldade em manter o foco: se você constantemente se encontra distraído, com dificuldade em concentrar-se em tarefas ou com dificuldade em manter a atenção em conversas, pode ser um sinal de TDAH.

    2.    Hiperatividade: a hiperatividade é caracterizada por uma sensação constante de inquietação física e/ou mental, e uma necessidade de se mover ou tocar objetos continuamente. Se você tem dificuldade em ficar parado ou sente uma inquietação interna constante, isso pode indicar TDAH.

    3.    Impulsividade: comportamentos impulsivos, como falar ou agir sem pensar nas consequências, são comuns em pessoas com TDAH. Se você tem dificuldade em controlar impulsos ou frequentemente toma decisões precipitadas, pode ser um indicativo de TDAH.

    4.    Problemas de organização: pessoas com TDAH geralmente têm dificuldade em organizar suas tarefas diárias, como manter um calendário, cumprir prazos ou manter um ambiente de trabalho arrumado. Se você se sente desorganizado ou tem dificuldade em gerenciar seu tempo, isso pode estar relacionado ao TDAH.

    5.    Esquecimento frequente: se você frequentemente esquece compromissos, tarefas ou compromissos importantes, isso pode ser um sinal de TDAH. A dificuldade em reter informações importantes ou lembrar-se de detalhes pode ser um desafio para pessoas com TDAH.

    6.    Dificuldades acadêmicas ou profissionais: pessoas com TDAH muitas vezes enfrentam dificuldades em suas realizações acadêmicas ou profissionais. Dificuldade em completar tarefas, falta de organização e problemas de atenção podem afetar negativamente o desempenho nessas áreas.

    7.    Impaciência e irritabilidade: a impaciência e irritabilidade são comuns em pessoas com TDAH. Se você se sente facilmente frustrado, impaciente ou irritado em situações cotidianas, isso pode ser um sinal de TDAH.

    8.    Dificuldade em seguir instruções: pessoas com TDAH muitas vezes têm dificuldade em seguir instruções detalhadas ou em lembrar-se de múltiplas etapas de um processo. Se você se sente perdido ou confuso quando recebe instruções ou tem dificuldade em seguir um plano, isso pode ser um indício de TDAH.

    9.    Problemas de relacionamento: o TDAH pode afetar negativamente os relacionamentos pessoais e profissionais. Dificuldade em prestar atenção aos outros durante uma conversa, interromper constantemente ou parecer desatento podem criar dificuldades nas interações sociais.

    10. Histórico familiar: se você tem parentes próximos, como pais ou irmãos, que foram diagnosticados com TDAH, isso aumenta a probabilidade de você também ter o transtorno. Não é uma regra, mas há estudos que apontam que uma das possíveis causas do transtorno é um componente genético.

     

    É importante lembrar que apenas um profissional de saúde qualificado pode fazer um diagnóstico preciso de TDAH. Se você suspeita que possa ter TDAH, é recomendado buscar a avaliação e orientação de um médico ou psicólogo especializado.

  • 10 dicas para se proteger da importunação sexual

    10 dicas para se proteger da importunação sexual no carnaval

    45% das brasileiras já tiveram o corpo tocado sem consentimento em local público  

    Carnaval é época de se divertir, de dançar, brincar e curtir a festa que é tão esperada pela maioria dos brasileiros. No entanto, a folia pode não acabar bem para as mulheres, que ficam mais expostas ao assédio e ao desrespeito, seja em desfiles, eventos ou blocos de rua. 

    Segundo pesquisa do IPEC com o Instituto Patrícia Galvão, 45% das mulheres no Brasil já tiveram o corpo tocado sem consentimento em local público. Em relação às práticas invasivas (importunação, perseguição e assédio sexual), 41% das brasileiras já foram xingadas ou agredidas por dizerem “não” a uma pessoa que estava interessada nelas, 32% afirmaram ter passado por situação de importunação ou assédio sexual no transporte público e 31% declararam que já sofreram tentativa ou abuso sexual.

    Mulheres têm direito à diversão sem importunação

    Desde 2018 está em vigor a Lei 13.718, que criminaliza os atos de importunação sexual e divulgação de cenas de estupro, nudez, sexo e pornografia. A pena para as duas condutas é prisão de 1 a 5 anos. A importunação sexual foi definida em termos legais como a prática de ato libidinoso contra alguém sem a sua anuência “com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro”.

    Para prevenir e conscientizar a população sobre a importunação sexual, o Governo Federal passou a divulgar campanhas no carnaval, como “Não é Não!”, “Assédio é Crime ou #Nãotemdesculpa”. 

    “O objetivo é combater esse tipo de crime que, durante o carnaval, se esconde por trás de subterfúgios como: ‘achei que ela quisesse’, ‘foi só um beijinho’, ‘é carnaval’, e ‘foi o álcool’, afirma Claudia Petry, pedagoga com especialização em Sexologia Clínica, membro da SBRASH (Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana) e especialista em Educação para a Sexualidade pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC/SC).

    Dicas para se proteger no carnaval

    Cuidado com os golpes da bebida

    Não deixe seu copo sozinho na mesa e jamais aceite bebidas de estranhos. “Essas são oportunidades para aplicarem o ‘Boa Noite Cinderela’ ou qualquer tipo de substância que te deixe desorientada e nas mãos do abusador”, pontua Monica Machado, psicóloga, fundadora da Clínica Ame.C, pós-graduada em Psicanálise e Saúde Mental pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein.

    Vá devagar na receptividade com estranhos

    “Boa aparência não diz nada sobre a pessoa, já que ninguém vem com etiqueta na testa sobre suas verdadeiras intenções. Portanto, não seja tão aberta. Sua segurança vale mais do que qualquer paquera casual”, alerta Claudia Petry.

    Aposte nos instrumentos de defesa 

    Leve na bolsa spray de pimenta e arma de incapacitação neuromuscular (armas de eletrochoque). Segundo o Projeto de Lei 161/19, ambos são autorizados no Brasil, exclusivamente para a defesa pessoal de mulheres.

    Leve também um apito e uma caneta marca texto preta, para riscar um “X” (símbolo de socorro) na palma da mão e deixar visível, caso precise. “Estas técnicas já ajudaram muitas mulheres a se livrar de situações de risco”, ressalta Monica Machado.

    Mantenha contato com seu grupo de amigos

    Antes de sair, crie um grupo de WhatsApp com os amigos que estarão com você. Caso se perca deles ou precise de ajuda, contate-os pelo grupo. Vale também marcar um ponto de referência, de preferência, que seja movimentado. 

    “De qualquer forma, evite ficar sozinha. Mesmo em meio à multidão, você será um alvo fácil, principalmente para homens sob efeito de álcool/drogas”, aconselha a sexóloga Claudia Petry.

    Cuidado deve ser redobrado para as adolescentes

    Deixe o endereço do evento com seus pais ou responsáveis. “O ideal é que eles te levem e busquem. Caso não seja possível, use um aplicativo de celular para transporte e compartilhe sua viagem com alguém da família”, orienta Danielle H. Admoni, psiquiatra geral, da Infância e Adolescência, supervisora na residência da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/EPM) e especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria).

    Ela também adverte que, ao se sentir perseguida ou em situação vulnerável, busque um policial próximo ou entre em um estabelecimento. “Ligue para seus pais ou responsáveis, peça para te buscarem imediatamente e não saia de perto do policial ou de dentro do estabelecimento até eles chegarem”.

    Evite beber demais

    “O álcool em excesso gera a falsa sensação de poder e segurança, como se nada pudesse acontecer com você. Mas, na realidade, a embriaguez tira seu senso de atenção e perigo, tornando-a vulnerável aos riscos que te cercam”, diz Danielle Admoni.

    Jamais volte para casa com estranhos

    “Nunca pegue carona com estranhos, mesmo sendo o amigo do seu amigo. Já ocorreram milhares de abusos e estupros dessa maneira”, adverte Claudia Petry.

    Atenção no transporte público

    Na volta para casa, seja de metrô ou ônibus, procure sentar perto do motorista ou de outras pessoas, principalmente se for tarde da noite. Evite ficar isolada e dormir no banco. 

    Fique esperta no carro

    Se você estacionou o carro na rua, certifique-se de que não há ninguém próximo ao ir embora. Se possível, peça ao seu amigo para te acompanhar até o carro. Abusadores ficam mais intimidados quando a mulher está acompanhada. Também evite estacionar em ruas desertas e sair tarde da noite.

    “Em caso de abuso ou importunação, não deixe de falar com pessoas próximas e procure ajuda profissional. Muitas mulheres se sentem envergonhadas e preferem se calar. No entanto, essa ferida pode gerar um trauma e transtornos psicológicos. Guardar para si é alimentar a continuidade da situação e não pensar que alguém próxima também pode ser vítima algum dia”, reflete a psicóloga Monica Machado.

    Como denunciar

    Quem presenciar ou for vítima de importunação sexual pode denunciar pelo Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher, chamar a Guarda Municipal da sua cidade ou a Polícia Militar, ligando 190.

  • 10 dicas para curtir o mar com segurança

    O verão chegou e as altas temperaturas atraem milhares de pessoas para as praias. Somente em São Paulo, estima-se que cerca de 5 milhões de turistas busquem a região litorânea do estado este ano, durante as festas de fim de ano e férias escolares. Mas, para curtir com tranquilidade esse momento tão esperado é importante ficar atento para evitar acidentes, principalmente no mar.

    Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), os afogamentos são a terceira causa de morte acidental no mundo e representam quase 8% do total de mortes globais. “Infelizmente o risco é real. A maioria das mortes ocorre porque as pessoas ignoram os riscos, não respeitam seus limites pessoais e não sabem como agir nessas situações”, alerta Gisele Abud, diretora Técnica a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h Zona Leste, em Santos (SP).

    A unidade, que pertence a rede pública de saúde da Prefeitura de Santos, sendo gerenciada pela entidade filantrópica Pró-Saúde, está localizada na região litorânea do estado de São Paulo e atua como referência para urgências em Clínica Médica, Ortopedia, Pediatria e Odontologia.

    A profissional destaca que o afogamento ocorre, de forma geral, por asfixia decorrente da aspiração de líquido, que obstrui as vias aéreas (traqueia, brônquios ou pulmões), ocasionando alterações das trocas gasosas, que levam a falta de oxigênio no sangue e, por consequência a acidez excessiva do sangue e fluidos corporais.

    Estudo da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), aponta que a cada uma hora e meia, um brasileiro morre afogado e 90% dos óbitos acontecem em águas naturais, ou seja, rios, oceanos, represas, cachoeiras etc. Ainda de acordo com levantamento do órgão, homens morrem em média 6,7 vezes mais, sendo os jovens, de até 29 anos, as principais vítimas.

    No Brasil, as principais causas de afogamento nas praias são a ingestão de bebidas alcoólicas (que alteram a capacidade de julgamento e resposta do banhista), correntes de retorno (onde o banhista é puxado para dentro do mar), depressão no fundo das praias e o impacto das ondas (onde o movimento forte da água arremessa o banhista para baixo).

    Como a prevenção é a ferramenta mais eficaz contra os afogamentos, confira algumas orientações importantes:

    1- Procure o guarda-vidas mais próximo antes de entrar na água, ele saberá informar sobre as condições do mar e o local mais apropriado para banho;

    2- Respeite as sinalizações, como bandeiras verde, amarela e vermelha. Em caso de alerta de perigo, não entre no mar;

    3- Fique na parte rasa, principalmente se não souber nadar. Como diz o ditado: “Água no umbigo, sinal de perigo”;

    4- Entre no mar acompanhado;

    5- Não entre no mar sob efeito de drogas, álcool ou após ter ingerido alimentos pesados;

    6- Não entre no mar a noite e em situações com chuva e raios;

    7- Nade em locais seguros, longe de pedras e costões;

    8- Tenha atenção redobrada com crianças, que devem entrar no mar sempre acompanhadas por um adulto. É importante também colocar pulseiras de identificação;

    9- Lembre-se que no mar há condições adversas. Dados apontam que 50% dos afogados são pessoas que sabem nadar, então cuidado com o excesso de confiança.

    10- No caso de uma ocorrência ligue imediatamente para os bombeiros (193), ou chame o guarda-vidas quando perceber pessoas em situação de afogamento.

    Caso seja necessário agir, entre no mar sempre com uma boia ou objeto flutuante que possa ser jogado para o banhista em dificuldade agarrar. “Evite se aproximar, pois no momento do desespero, o banhista pode se agarrar a você e ambos se afogarem”, alerta a médica.

  • 10 dicas para falar sobre sexo saudavelmente

    Sexo é uma parte importante do relacionamento e também uma das áreas mais desafiantes para se navegar quando se fala em negociar necessidades e preferencias.  As pessoas veem sexo de modos diferentes uma das outras, é comum para uma delas quererem sexo mais frequentemente ou de modo diferente da outra.  Sexo pode ser muito importante para uns e não tão importante para outros, estas diferenças irão afetar o relacionamento ao longo do tempo e influir em vários aspectos dependendo de como o casal resolver administra-las.

    Caso discutir este assunto esteja fora dos planos do casal e ter uma vida sexual satisfatória não seja tão importante, frustrações e desconexões poderão acontecer por falta desta preciosa comunicação.

    Então, como é que um casal pode falar sobre este assunto? Darei 10 sugestões para falar sobre sexo saudavelmente.

    1) Fale – Não assuma que o seu parceiro sabe que existe um problema ou uma carência sua. Mesmo que você ache que já deu as maiores dicas e mostrou quais são as suas necessidades, se nada mudou esta na hora de falar claramente sobre o assunto.

    2) Privacidade – Não fale sobre o assunto durante ou imediatamente após o sexo. Tenha esta conversa quando tiver privacidade e não precisar se apressar.

    3) Intenções – Comece sua conversa colocando suas intenções. Sugiro que não comece fazendo a pessoa se sentir culpada ou envergonhada. Repense como colocar seu descontentamento. Intenções que reflitam o desejo de construir intimidade, conexão, satisfação e prazer entre você e a outra pessoa serão baseadas em ouvir e se comunicar e não em atacar, se defender ou se afastar.

    4) Seja Clara – Em primeiro lugar deixe seu parceiro saber como ele ou ela te faz sentir e o que você aprecia na sua vida sexual.  Aí fale o que esta faltando e porque é importante para você. Seja concreta e clara na sua colocação. Não se intimide em usar a linguagem que reflita como você quer ser tocada e onde. Se a questão não for a qualidade e sim a quantidade, seja clara dizendo o quanto a mais sexo você quer e porque.

    5) Preferencias e Necessidades – Lembre-se de perguntar como os desejos dele têm sido alcançados e se ele deseja algo diferente. As pessoas são diferentes uma das outras e tem preferencias e necessidades distintas. Em outras palavras, não espere que seu companheiro goste das mesmas coisas que seu ex gostava e nem que ele não mude com o tempo.

    6) Explorar Possibilidades – Esteja aberta para explorar possibilidades, sexo libera estresse, aumenta bem estar, cria intimidade, aumenta auto estima e traz alegria para o relacionamento. Esteja aberta para explorar técnicas diferentes, lugares, frequência, isto trará benefícios inesperados para você dois.

    7) Hora Certa – Se após uma longa conversa sobre o assunto, você ou seu parceiro não estiverem confortáveis para iniciar o ato sexual, respeite seus limites. É importante que qualquer mudança ocorra em um ambiente relaxado e harmônico. Caso você não consiga aceitar as coisas como estão, então será uma conversa para outra ocasião.

    8) Intimidade e Conexão – A próxima vez que fizerem sexo não se pressione. Esteja aberta para tentar novas coisas e novos territórios, mas faça com uma atitude dentro do clima sensual ou “na brincadeira”. Não se preocupe em fazer coisas de um modo certo. Foque-se em criar intimidade e conexão, o resto irá fluir.

    9) Guiar – Não se intimide em guiarou mostrar para o seu companheiro como lhe dar prazer. A maioria dos parceiros quer dar prazer ao outro, mas não sabe como e nem como pedir que o ensinasse. Um movimento delicado amoroso ou mesmo um olhar pode ajuda-lo a entender o caminho a seguir.

    10) Apreciação – De para seu parceiro muitos feedbacks positivos e fale sobre o assunto. Deixe-o saber de um modo ou de outro que ele esta lhe dando prazer. É importante que você mostre que aprecia o progresso que estão tendo juntos.

    O objetivo é que vocês se sintam seguros, confiante, amados e com intimidade nas suas relações sexuais.

    Será nesta atmosfera de amor e conexão que sua intimidade crescerá fazendo com que boa parte do seu relacionamento esteja equilibrada, ajudando assim o fluir das outras.

  • 10 dicas para chegar ao orgasmo feminino

    De acordo com o estudo de Transtornos Sexuais Dolorosos Femininos do ProSex, realizado pela USP (Universidade de São Paulo), 55% das mulheres brasileiras não atingem o orgasmo durante a relação sexual, sendo que 59% delas relata que a causa para isso é a dor sentida durante o sexo. 

    O orgasmo é um momento de prazer máximo e, para conseguir atingir isso, é necessário, além de curtir o momento, estar relaxada. Do contrário, existem muitas coisas que podem interferir na ocasião, como doenças, problemas psicológicos, baixa autoestima, uso de drogas e álcool, insegurança e falta de conhecimento do próprio corpo. 

    Para ajudar nesse momento, a ginecologista e especialista em saúde sexual, Erica Mantelli, lista 10 dicas que podem ajudar a mulher a alcançar o orgasmo.  

    Confira: 

    1. Relaxar a mente: Não fique pensando em problemas, inseguranças ou medos, também não tente controlar as reações do seu corpo. Relaxe e curta o momento de forma tranquila. 
    2.  Conheça o seu corpo: É muito importante que toda mulher tenha conhecimento das áreas do seu corpo que lhe proporcionam mais prazer. 
    3. Tenha intimidade com o seu parceiro: Estar à vontade durante a relação sexual, sem ter vergonha e expressando o que gosta ou não ao parceiro é fundamental. 
    4. Estimule o clitóris: Ele é a parte mais sensível do corpo da mulher, exclusivo para o prazer. Além disso, é importante ter cuidado para não entrar em contato com ele sem lubrificação vaginal, pois pode causar desconforto. 
    5. Use a masturbação durante o sexo: se masturbar mutuamente pode ser divertido para o casal durante o sexo, pois une o prazer com novas descobertas e experiências; 
    6. Invista em brinquedos eróticos: vibrador, lubrificante, pastilhas e até mesmo lingeries podem apimentar a relação e fazer com que o prazer chegue rapidinho; 
    7. Abuse e use do lubrificante: lubrificante pode ser o diferencial entre ter um orgasmo ou não. Nunca se esqueça de um bom lubrificante, mesmo se acha que tem lubrificação por conta própria. Lembrando que o óleo de coco também pode ser uma alternativa (mas nunca usado com preservativo com látex, pois pode danificá-lo!) 
    8. Curta o momento: na hora H, busque se estimular para aproveitar o momento. Evite se cobrar para ter o orgasmo. Se entregue ao momento e lembre-se que nem sempre o orgasmo vem apenas com a penetração. Sexo oral e masturbação também são ótimos aliados. 
    9. Use uma almofada: Coloque o objeto sob os glúteos para tornar o “ponto G”  mais acessível ao parceiro. Mudar a inclinação da relação sexual faz com que no momento da penetração o homem encontre essa região, que pode aumentar o prazer em algumas mulheres. A posição ainda permite que a mulher massageie o próprio clitóris. 
    10. Tente as zonas erógenas: Amplie os locais estimulados para sentir ainda mais prazer. Pescoço, mamilos e orelhas são exemplos de regiões que podem aquecer a relação. 

      “O uso de lubrificantes também é indicado, pois ajudam a deixar a pele mais sensível aos estímulos”, ressalta Erica, que ainda acrescenta: “Vale lembrar que o orgasmo é uma reação que varia de mulher para mulher. Cada uma pode chegar ao clímax de uma forma diferente e é bem importante que o parceiro saiba disso, para procurar outras formas de proporcionar prazer para a parceira”. 

  • 10 dicas para começar uma conversa com o novo match

    1.  Comentar algo sobre uma das fotos: escolher uma das fotos e fazer um comentário engraçado, perguntar algo sobre o local da imagem ou até elogiar vai mostrar ao seu match que você está interessado em saber mais sobre ele.

    1.  Abuse dos emojis e gifs: esses recursos podem ajudar a deixar a conversa mais leve, além do mais, quando você manda gifs aumenta em 30% as chances de receber uma resposta. Está esperando o que?
    2.       Explorar afinidade: identifique interesses e qualidades em comum por meio das fotos e bio (time de futebol, gosto musical, séries, filmes,  signo, etc.).

    1.  Recomendar uma música ou banda: por meio da conexão com a conta do Spotify é possível ver se a pessoa tem um gosto musical parecido com o seu, o que poder ser um ótimo começo para descobrir o que mais vocês têm em comum.
    2.  Faça perguntas sobre seu match: mostre curiosidade sobre o que a outra pessoa estuda ou com o que trabalha. Isso vai te ajudar a conhecer melhor seu match e descobrir interesses em comum.

    1.  Pense fora da caixa: fazer perguntas inusitadas pode ser um modo divertido de quebrar o gelo e engatar um assunto, sempre com respeito, claro. Por exemplo, qual a maior vergonha que você passou na escola? ou qual é o seu maior medo?
    2.  Buscar interesses em comum: ao invés de começar com perguntas genéricas, vá direto a um ponto de interesse, como livro, música ou filme preferido.
    3.  Começar com uma brincadeira: que tal iniciar a conversa com algum jogo rápido para deixar o clima mais descontraído e dar boas risadas?
    4.  Pergunte sobre o dia: Faça uma abordagem mais simples e inicie a conversa perguntando a pessoa sobre o dia dela. Pergunte sobre os planos para o final de semana, como está o trabalho ou se ela fez algo divertido durante a semana. Essas são ótimas alternativas para fugir do simples “oi” e engatar um papo.
    5.  Seja sincero: ser você mesmo é fundamental para aumentar as chances de conhecer alguém, então seja honesto e sincero para achar o match certo para você. 
  • 10 dicas para receber um novo pet em casa

    Veterinária orienta sobre cuidados que os tutores devem ter em mente ao receber um cão ou gato em casa

    Que os animais alegram o ambiente, não há dúvidas, especialmente os filhotes. Fase de muitas descobertas e desejo de reconhecer todos os ambientes do novo lar, o tutor deve preparar a casa para sua chegada.

    A Médica-Veterinária Marina Snitcofsky, embaixadora da Mars Petcare e Especialista em Medicina Comportamental, explica que gatos e cães são curiosos por natureza e se alguns cuidados não forem tomados, o resultado são consequências perigosas para a vida do pet. Confira 10 dicas que podem ajudar na adaptação ao novo lar:

    1)       Nos primeiros dias do pet em casa, se não possuir tela ou grade, mantenha portas e janelas fechadas e caso tenha varanda, limite o acesso do pet somente sob supervisão e com elementos de controle (coleira ou peitoral e guia). Quem possui jardim ou área externa em casa deve verificar muros e portões para garantir que sejam resistentes e altos o suficiente, impedindo que o animal escape.

    2)      Especialmente no período de adaptação, é preciso impor limites para que o pet saiba o que pode e o que não pode fazer, além de ensinar as “regras” de coexistência (local para fazer as necessidades, para alimentação e para descanso, momento para brincar, passeios, etc). Os primeiros meses de convivência são cruciais para definir o comportamento do animal.

    3)      Cuide para que o pet possa explorar sem prejudicar a si mesmo ou aos outros. Isso significa esconder quaisquer substâncias potencialmente tóxicas, como medicamentos, vitaminas, plantas venenosas, fios elétricos e certos alimentos, como chocolate, que podem fazer muito mal aos animais. 

    4)     Objetos do tutor, como sapatos e roupas velhas, não devem ser oferecidos como brinquedos.

    5)      Para quem já possui outros animais em casa, procure apresentar o novo membro da família gradualmente, sob supervisão, até que todos estejam familiarizados e se tiver dúvidas, consulte um veterinário especialista em comportamento. Forneça locais para dormir e se alimentar separados. As refeições, em particular, podem levar a conflitos em um primeiro momento. No caso dos gatos especificamente, as caixas de areia e os locais para dormir (áreas de isolamento ou refúgio), devem ser únicas para cada animal.

    6)     Para quem têm crianças pequenas em casa, é importante ajudá-los a entender que o novo animal de estimação não é um brinquedo, mas sim um ser vivo e que nunca deve ser abordado abruptamente, nem quando estiver dormindo ou descansando. Todas as interações entre as crianças e os pets devem ser feitas sob supervisão de um adulto.

    7)      Nem todos os cães e gatos gostam ou toleram abraços e podem reagir de forma agressiva se foram forçados a receber esses contatos. Quando o pet estiver mais confiante, o tutor pode permitir que novas pessoas possam acariciá-lo, mas sempre sob supervisão.

    8)     Também é aconselhável expor o animal a pessoas de todas as idades, a uma ampla gama de sons (telefones, TVs, carros, chuva, trovões) e lugares diferentes (interior, exterior, rua).  

    9)     Uma dica bacana é apresentar o animal de estimação a outros gatos e cães enquanto eles ainda são jovens, quando a vacinação inicial já foi concluída, promovendo sua socialização.

    10) Busque a orientação do Médico-Veterinário para saber qual a alimentação adequada para a fase de vida e necessidades do pet. Vale lembrar que ela deve atender às exigências nutricionais de sua idade, porte, estilo de vida e condição de saúde.

  • 10 Dicas Para Controlar A Ansiedade

    Em Tempos de Pandemia, Precisamos Cuidar de Nossa Saúde Mental e Emocional !

    Estamos vivendo tempos difíceis, é um fato. E em meio a esta pandemia, é muito normal o aumento dos níveis de ansiedade e estresse em todos nós, principalmente nos que já tem diagnóstico de ansiedade ou pânico.

    Afinal de contas, quem nunca viveu uma crise de ansiedade, pelo menos uma vez na vida?

    Por isso, a neuropsiquiatra, dra. Gesika Amorim, especialista em saúde mental e neurodesenvolvimento, nos dá diversas dicas para ajudar a controlar a ansiedade principalmente neste momento.

    Ela começa dizendo que o autoconhecimento é o primeiro passo para controlar qualquer crise que possamos ter.

    “Quando você sabe quem você é, sabe quais são as suas fraquezas, então você consegue trabalhar as suas crenças, para que elas não se tornem fontes geradoras de ansiedade”- diz a Dra. Gesika Amorim.

    A pessoa ansiosa tende a catastrofizar as situações, por exemplo: Ela consegue fazer uma formiguinha se parecer com um elefante, mas a partir do momento que ela conhece a si própria e conhece as suas crenças, então, ela começa a desmistificar isso.

    Por isso, a dica número 1 é a Terapia de Autoconhecimento.

    1. Faça exercícios de respiração frente a qualquer manifestação clínica de ansiedade ou de episódio de pânico – Respire fundo, conte até 5, solte o ar lentamente contando de novo até 5 e então respire fundo mais uma vez prendendo o ar, conte até 5 e solta o ar lentamente e assim sucessivamente. Faça isso e comece a notar que tudo vai ficando claro a sua volta. Você vai se acalmando naturalmente.
    2. Pratique uma Atividade Física, pois as atividades físicas liberam endorfina e diminuem muito o estresse e a ansiedade, bem como ter um hobby, algo que te distraia.
    3. Faça alguma Terapia que seja desestressante, como a yoga
    4. Mantenha a sua rotina rígida, pois a desorganização causa muita ansiedade. Procure programar o seu dia de véspera. O inesperado pode ser um gerador de ansiedade. Ter seu dia programado, gera organização mental e reduz a ansiedade.
    5. Tenha um horário adequado para dormir. Não perca muito tempo assistindo televisão ou olhando o celular antes de dormir. Tome um banho quente, deite-se e se quiser, ouça sons da natureza, sons relaxantes, até dormir.
    6. Faça exercícios de meditação. Se gostar, aproveite os benefícios do Reiki, da musicoterapia, da quiropraxia e da acupuntura. Todas estas são excelentes técnicas para controlar a ansiedade.
    7. Não abuse do café, coca-cola ou qualquer produto rico em cafeína, pois eles são extremamente excitantes. Não é aconselhável também fazer uso de álcool antes dormir, pois cada indivíduo reage de um modo diferente.
    8. Evite alimentos gordurosos e de difícil digestão. Evite principalmente o glúten, o açúcar e o leite animal em excesso, pois eles podem ser geradores de substâncias tóxicas em indivíduos hipersensíveis piorando ainda mais os quadros de ansiedade e a qualidade do sono destas pessoas.
    9. Evite assistir noticiários e manchetes de jornais. Estamos vivendo tempos de muito sensacionalismo e isto abala muito a capacidade individual de analisar com clareza e objetivo as informações recebidas, gerando ansiedade e nas que já são ansiosas, o agravamento destas crises.
    10. Por último, se você sentir que sozinho não consegue dar conta e precisa de ajuda, não hesite em procurar um neuropsiquiatra. Você não precisa conviver com a ansiedade, pelo contrário, existe ajuda médica e profissional, portanto, não tenha receio e nem preconceito em procurar ajuda!
  • 10 dicas sobre como cuidar dos olhos no dia a dia

    Muitos problemas com os olhos podem ser amenizados e até evitados com simples cuidados no dia a dia. Para garantir a saúde ocular, hábitos saudáveis são fundamentais, ajudando a evitar coceiras, infecções ou mesmo doenças mais graves que podem comprometer a qualidade de vida. O oftalmologista Dr. Ruy Cunha Filho, especialista em catarata e cirurgia refrativa no DayHorc, empresa do Grupo Opty em Salvador (BA), listou dez dicas essenciais para cuidar dos olhos. Confira:

     

    1)  Evite coçar os olhos – Esfregar com frequência a região dos olhos pode resultar em problemas. Esse hábito tão instintivo quanto prejudicial em uma área muito frágil faz com que a pressão exercida possa provocar lesões ou doenças mais graves. Por mais que se higienize as mãos com frequência, elas têm impurezas e podem levar germes para os olhos, o que pode ocasionar uma conjuntivite bacteriana ou viral. O ato de coçar os olhos também pode causar ou levar a progressão de um ceratocone. Se a sensação de coceira não passa, não hesite em procurar um oftalmologista para verificar a causa.

     

    2)    Menos açúcar, por favor – Portadores de diabetes tipo 1 ou 2 devem sempre estar atentos à alta concentração de glicose no sangue, prejudicial à saúde. Uma de suas consequências é a retinopatia diabética. Doença silenciosa, seu único sintoma é a visão embaçada. Com o tempo, causa alterações na estrutura dos vasos sanguíneos da retina, levando a hemorragias ou descolamento da retina, o que pode causar uma cegueira irreversível. Por isso, faça uma dieta equilibrada e acompanhamento médico frequente e adequado.

     

    3)   Diga não ao tabagismo – Pesquisas já comprovaram a maior incidência de problemas de visão, como degeneração macular, catarata e danos ao nervo óptico em fumantes. Se ainda não conseguiu parar de fumar, use essa informação como incentivo!

     

    4)    Movimente-se! – Praticar atividades físicas é bom para a saúde como um todo, incluindo os olhos. Estar acima do peso e se alimentar mal impede que as vitaminas que previnem os prejuízos celulares cheguem em quantidade necessária aos olhos, o que pode causar danos à visão. Portanto, mexa-se, inclua exercícios, esporte, caminhadas no seu dia a dia. Aproveite toda oportunidade na sua rotina para se movimentar.

     

    5)    Lave e higienize os olhos – Às vezes, lavar o rosto não é suficiente para manter limpos os olhos limpos, sempre tão expostos a bactérias, vírus e poluição, entre outros agentes externos que podem causar sérios problemas de saúde. Por isso, ao menos uma vez por dia, dedique um tempo para higienizar a área em volta deles, como as pálpebras, os cílios e os cantos, removendo as impurezas e secreções secas, a fim de evitar coceira, irritação, conjuntivites, o popular “terçol” e blefarites, a “caspa nos olhos”. O ideal é limpar ao redor dos olhos com hastes flexíveis umedecidas com creme de limpeza apropriado para essa região. Outra opção é o uso de xampu neutro infantil. É recomendado que todas as pessoas façam a higiene ocular, principalmente quem faz uso frequente de maquiagem ou cosméticos faciais.

     

    6)   Cuide das lentes de contato – A higiene e o manuseio das lentes de contato são assunto sério. Para evitar risco de infecções, antes e depois de colocá-las ou retirá-las, lave bem as mãos e higienize as lentes com produtos apropriados, recomendados pelo seu oftalmologista. Não se esqueça da limpeza do estojo antes de recolocar as lentes no lugar. Também fique atento ao prazo de validade para substituí-las. Evite sempre dormir com as lentes de contato.

     

    7)   Atenção às maquiagens – Para quem usa maquiagem é fundamental removê-la antes de dormir. O hábito de ir para a cama sem remover os produtos pode irritar e inflamar a área ocular. Além disso, verificar o prazo de validade é fundamental, assim como usar produtos de boa qualidade, dando preferência aos antialergênicos e sem conservantes. Outro ponto de atenção é não compartilhar sombras, ou máscaras de cílios com outras pessoas, aumentando a possibilidade de contaminação. Após o término do uso dos pinceis e escovas de maquiagem, não se esqueça de lavá-los, para evitar a proliferação de bactérias nos objetos. Algumas gotas de xampu neutro infantil ajudam na higienização. Enxágue e seque-os bem antes de voltar a usá-los.

     

    8)  Pisque mais! – No mundo moderno, as pessoas vidradas nas diversas telas, seja de TV, smartphones, tablets ou notebook, por horas ininterruptas, quase se esquecem de piscar. Pois saiba que o comportamento instintivo de piscar lubrifica as córneas, evita o ressecamento dos olhos e auxilia em outros problemas que comprometem a visão, como coceira e irritações. Quando estiver concentrado em um ponto fixo ou diante do computador, pisque mais, faça pausas frequentes, foque em outros e diferentes objetos ao seu redor por alguns minutos. Essa ação vai ajudar a descansar a vista e auxiliar no combate da chamada síndrome de fadiga visual.

     

    9)    Peixe na dieta – Há alimentos que ajudam a preservar a saúde ocular, e o peixe é o principal deles. Ele diminui problemas oculares como a degeneração macular relacionada à idade, doença capaz de causar cegueira irreversível. Além de excelentes fontes de ácidos graxos e vitaminas A, B, D e E, peixes como sardinha, salmão, bacalhau e atum são ricos em ômega 3, gordura essencial para a saúde ocular e que melhora até a secura nos olhos. A ingestão desses nutrientes que estimulam a boa circulação sanguínea faz com que todas as estruturas oculares, principalmente a retina, recebam muito oxigênio, o que leva ao com ate de envelhecimento precoce dessas estruturas, contribuindo para uma visão mais saudável.

     

    10) Na dúvida, procure um oftalmologista – Por último, mas não menos importante, a principal dica é visitar seu oftalmologista regularmente. A frequência dependerá da sua saúde ocular e geral, e seu oftalmologista poderá indicar isso. Para prevenir problemas ou antes de qualquer atitude que possa ter consequências na saúde de seus olhos, como usar aquele colírio indicado pelo amigo, agende uma consulta. Diagnósticos precoces e tratamentos corretos garantem o cuidado com os olhos e a sua qualidade de vida.

     

  • 10 dicas de segurança para o período de férias com as crianças em casa

    No mês de janeiro, a maioria dos estudantes está de férias e passa boa parte desse período em casa. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 110 mil crianças são hospitalizadas anualmente vítimas de acidentes dentro de suas próprias residências. Durante o período de recesso escolar, essas ocorrências aumentam em 25%. Entre os incidentes mais comuns estão quedas, queimaduras, envenenamentos, sufocamentos e afogamentos.

    “Nessa época, as crianças passam mais tempo dentro de casa e o perigo pode estar no tapete da sala, nas tomadas, nas panelas no fogão e até mesmo na caixa de remédios”, explica Robert Wagner dos Santos, especialista em segurança da ADT, empresa de monitoramento de alarme.

    Pensando nisso, a ADT listou algumas dicas para garantir as férias em casa com cuidado e tranquilidade. Veja quais são os pontos de maior vulnerabilidade e soluções que ajudam a deixar a residência mais segura para os pequenos:

    1. Dê preferência às bocas de trás do fogão e vire os cabos das panelas para trás, evitando que alguma criança se esbarre e se queime. Fósforos e isqueiros devem ser armazenados em locais altos e trancados, assim como materiais de limpeza e objetos cortantes, como garfos, facas, copos de vidro etc;
    2. Coloque protetores nas tomadas e evite usá-las para mais de dois eletrodomésticos;
    3. Dê preferência para móveis de cantos arredondados e deixe-os longe das janelas. Coloque grades e redes de proteção nas janelas e varandas e evite cortinas com puxadores que possam provocar enforcamento;
    4. Os corredores devem ser iluminados, de dia e à noite, e possuir piso antiderrapante, sem tapetes e outros objetos que atrapalhem a circulação;
    5. Nas escadas, use grades ou portões de proteção no topo e na base;
    6. Mantenha cosméticos e medicamentos em armários trancados;
    7. Guarde os brinquedos para evitar quedas e tropeços;
    8. Guarde as bebidas alcoólicas em armários altos e com travas;
    9. Informe-se sobre as espécies de plantas venenosas mais comuns e tenha conhecimento sobre seu jardim;
    10. Na piscina, que deve ter cerca ou grade de proteção (com portão trancado) e lona de cobertura, supervisione a diversão das crianças e evite brinquedos no fundo.

    O especialista também alerta: “além das recomendações acima, é importante combinar o que fazer em situações de emergência, já que muitas vezes as crianças não sabem para quem ligar”. O alarme monitorado, portanto, é um grande aliado. “Com essa tecnologia, é possível pedir ajuda por meio do sistema. Basta apertar botões de acordo com a situação: perigo, emergência médica ou incêndio”, explica Santos. A ADT oferece uma solução que combina alarme monitorado, câmeras, interatividade e notificações. “O sistema traz mais tranquilidade durante as férias porque possibilita ao usuário ver o que está acontecendo no local e ajuda com a tomada de providências”, finaliza.