Autor: agitosp

  • Os encantos da bela Curitiba

    Os encantos da bela Curitiba

    Duas cidades paranaenses recebem a Tocha Olímpica nesta quinta-feira (14). O dia terá início em São José dos Pinhais e terminará na capital paranaense

    Por Fernanda de Lima

    Paço da Liberdade. Crédito: Divulgação Embratur

    Nesta quinta-feira (14) a Tocha Olímpica visitará duas cidades importantes do Paraná: São José dos Pinhais, quinta maior do estado, e a capital Curitiba. No trajeto, o símbolo olímpico poderia apreciar cachoeiras, piscinas naturais, patrimônio histórico e museus que retratam traços importantes da cultura paranaense.

    É em São José dos Pinhais que está o Aeroporto Internacional Afonso Pena que recebe cerca de 7,8 milhões de passageiros por ano segundo a prefeitura municipal. A cidade conta com atrativos naturais e culturais. Um dos destaques é a Cachoeira dos Ciganos, localizada a 50 km do centro da cidade, que permite aos turistas banhos em piscinas naturais e em queda d’água de aproximadamente 10 metros.

    No caminho para a cachoeira, os turistas podem aproveitar as trilhas com presença de rios. O Museu do Boneco é outro ponto turístico da região, e sedia espetáculos aos visitantes com diferentes bonecos, que fazem apresentações com cotações de história.

    Cachoeira dos Ciganos. Crédito: prefeitura municipal

    A capital paranaense conta com ricos pontos históricos. Inaugurado em 24 de fevereiro de 1916, o Paço da Liberdade já foi sede da prefeitura da cidade e tem uma estrutura com ricos detalhes neoclássicos e desenhos da técnica Art Nouveau. O monumento é o único do Paraná tombado pelo Instituto Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Em 2009, o governo municipal entregou o atrativo revitalizado, sendo que a restauração manteve as características originais do edifício.

    Curitiba também se destaca pela beleza natural. Um dos mais famosos cartões postais da cidade é o Jardim Botânico. Inaugurado em 1991, o local foi criado com base nos jardins franceses e conta com um tapete de flores logo na entrada. Outra atração é a estufa, com estrutura metálica e de vidro, que abriga espécies botânicas da Floresta Atlântica.

    Jardim Botânico de Curitiba. Crédito: Divulgação Embratur

    Quem visita a cidade também não pode deixar de fazer um passeio especial com a Linha Turismo, um ônibus especial que circula entre os principais pontos turísticos da cidade, como parques, praças e outras atrações. Os veículos contam com equipamentos de som que fornecem informações gravadas sobres os locais visitados em três idiomas: português, francês e espanhol. O transporte faz viagens a cada 30 minutos e tem duração de duas horas e meia.

  • Top 5 – Outlets em Orlando

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    TOP 5: CONHEÇA ALGUNS DOS MELHORES CENTROS DE COMPRAS EM ORLANDO

    Faça chuva ou faça sol! Quando se fala em férias o destino que sempre vem à cabeça dos brasileiros é Orlando. A cidade é o sonho de 10 entre 10 crianças por conta dos parques da Disney, mas, embora eles sejam fundamentais no roteiro do turista, é bem possível acabar perdido em meio a tantas opções de destinos que mesclam, os parques, os outlets, as praias e pontos turísticos da região, entre inúmeras outras atividades.

    No entanto, nem sempre foi assim. ”No passado, os turistas não encontravam muitas opções de compras na cidade, com isso, realizavam longas viagens de até três horas, até Miami para encontrar boas opções. Atualmente, a região oferece o pacote completo de entretenimento e lazer, tanto para os pequenos como para os adultos”, ressalta Wendel Ferrari, CEO da Temporada em Orlando – empresa brasileira, líder no país em aluguel de casas de alto padrão, localizadas próximas à Disney e destinadas ao turismo de curta temporada. O executivo elenca algumas dicas de centros de compras considerados os ”preferidos” de quem gosta de um bom negócio. Confira:

    1. PREMIUM OUTLETS – INTERNATIONAL DRIVE
      Antes de ir às compras, a dica é ter em mãos os conhecidos cupons de desconto. Eles podem ser obtidos através do credenciamento no site (http://www.premiumoutlets.com/outlet/orlando-international/stores) dos estabelecimentos, depois basta imprimi-los. É possível também apanhar um panfleto de descontos na entrada dos centros de compra. Após isso, a dica fundamental para quem busca as melhores ofertas é iniciar as visitas pelos outlets, que normalmente trabalham com coleções passadas, o que tornam os preços mais atrativos.

    ”Não adianta programar diversos passeios no mesmo dia da visita ao outlet. O local é enorme, é possível que em um dia inteiro você não consiga visitar todas as lojas que estão disponíveis. É recomendado visita-lo em primeiro lugar, porque tem as melhores opções de produtos e boas condições de preço”, indica Ferrari. O local, paraíso para os papais que buscam preparar o enxoval para os bebês, conta com quase 200 lojas, entre elas Victoria’s Secret. Lojas Ralph Lauren, Tommy Hilfiger, GAP, Nike, Adidas, Reebook, Puma, OshKosh B’Gosh, Carter’s e GAP Kids.

    1. PREMIUM OUTLETS – VINELAND
      O outlet é bem parecido com o localizado na International Drive só que é um pouco menor, com cerca de 160 lojas, como Armani, Hugo Boss, Lacoste, Timberland e Van%u2019s. Diferente do concorrente ele está mais próximo dos parques da Disney e costuma estar mais vazio. ”É muito comum ao andar pelos corredores ouvir o bom e velho português, se você estiver com a camisa do Brasil, é bem possível que você seja estimulado a bater um papo já que a presença de brasileiros é maciça”, comenta o executivo.

    2. SHOPPING FLORIDA MALL
      O maior shopping da região conta com mais de 265 lojas, entre elas, Abercrombie & Fitch, Macy%u2019s, Sephora, Victoria%u2019s Secret, Apple Store e a Best Buy, rede de lojas de eletrônicos mais conhecida de Orlando. ”É recomendado alugar um carro ao visitar o estabelecimento devido à comodidade para realizar as compras e porque, assim como os parques, ele fica um pouco distante para ser visitado por taxi ou por transporte público”, sugere o CEO da Temporada. A praça de alimentação conta com Taco Bell, Five Guys, Grill Restaurant e Subway.

    3. MALL AT MILLENIA
      O shopping se destaca pelo design moderno, com fontes, esculturas e teto de vidro, sendo o mais belo e luxuoso entre todos os centros de compras. No entanto, isso é refletido em seu preço que não é tão convidativo quantos os demais. ”O centro de compras tem como grande destaque suas lojas de luxo, como Mont Blanc, Rolex e Tiffany & Co. Vale conferir também Bloomingdale%u2019s, Forever 21, Zara, Hollister, Game Stop e a The Cheesecake Factory”, aponta Ferrari.

    4. ALTAMONTE MALL ORLANDO
      O shopping é um pouco mais distante que os demais, localizado a 30 minutos de Orlando, até por isso não é tão conhecido pelos turistas. A maioria de suas 90 lojas são de roupas, como Guess, Forever 21, GAP, H&M, Macy%u2019s e Banana Republic. Embora não tenha a conceituada loja de cosméticos Sephora, o centro de compras possui a Ultra Beauty, opção não tão conhecida pelos turistas, mas bem atrativa.

    A Temporada em Orlando
    A Temporada em Orlando é uma empresa brasileira, líder no país em aluguel de casas de alto padrão, localizadas na cidade e destinadas ao turismo de curta temporada. Surgiu em abril de 2011, como Temporada na Disney e sob o comando do empresário Wendel Ferrari. Em sua primeira viagem de lua de mel à cidade americana, o empresário conheceu o sistema de aluguel de casas. Gostou tanto, que resolveu investir na compra de um imóvel já vislumbrando a possibilidade de um novo negócio.
    file_opener.php?cmd=426a634fda13cc22f4f8a804fc84c42ee0be0a01114072f0faa86e33e4154247 Hoje, a empresa coloca à disposição mais de 130 casas de alto padrão, mobiliadas, com piscina privativa, localizadas em condomínios fechados em Kissimmee e cidades no entorno, com atendimento totalmente personalizado e suporte 24 horas nos Estados Unidos. Mais informações: www.temporadaemorlando.com.br.
  • Cães x fogos de artifício: dicas para amenizar a fobia dos animais

    Ricardo Tamborini atribui o medo de alguns pets ao comportamento incorreto por parte dos donos e desfaz alguns mitos sobre a preparação do animal para a queima de fogos

    “Nenhum cão nasce com medo”. É o que afirma o especialista em comportamento canino, Ricardo Tamborini, ao explicar que os desvios comportamentais do pet afloram de acordo com os estímulos que ele recebe. O mesmo acontece com a fobia envolvendo fogos de artifício, que na maioria dos casos é resultado de um comportamento incorreto dos donos. “É natural que o cão sinta medo do barulho de rojões e o primeiro impulso dos donos é pegá-lo no colo para protegê-lo. Porém o animal entende isso como ‘uma recompensa por sentir medo’ e terá o mesmo comportamento sempre que ouvir os ruídos”, explica Tamborini.

    Desde filhote, o cachorro deve entender que o barulho dos fogos não representa perigo e que é algo passageiro. Caso o dono não condicione o pet da maneira correta, ele pode desenvolver a fobia e o medo pode resultar em outros problemas, como estresse, insegurança, agressividade e depressão. “Corrigir um animal adulto, que já desenvolveu um trauma, é muito mais difícil e, em alguns casos, irreversível. Por isso, o indicado é iniciar o processo de adaptação no primeiro ano de vida do pet”, alerta o especialista.

    Criando cães destemidos

    Para o especialista em comportamento canino, a única maneira de evitar que o pet desenvolva fobia de fogos de artifício é condicioná-lo, desde filhote, a encarar o ruído como algo inofensivo. “O segredo é não dar colo e carinho para o pet, não recompensá-lo durante a queima. Por mais que ele chore, quando o barulho cessar ele irá perceber que nada de mal aconteceu. Da próxima vez, ele irá encarar o acontecimento com mais naturalidade”, aconselha.

    Outra dica de Tamborini é fazer a associação do barulho a algo bom, como petiscos, brinquedos e brincadeiras. “O dono deve fazer isso apenas quando notar que o cão está bem e, principalmente, sem demonstrar receio algum da situação que o incomoda”, completa.

    O cão já tem medo. E agora?

    Dependendo do grau desse medo, o dono deverá recorrer ao auxílio de um especialista em comportamento canino. “Há cães que se machucam gravemente, querem ultrapassar portões ou paredes. Em casos extremos assim, o trauma já está muito enraizado no pet. Daí a importância de contar com a ajuda de alguém que faça um diagnóstico correto e oriente os donos de como revertê-lo”, explica.

    O processo de adaptação e dessensibilização deve ser gradativo, agradável e, principalmente, sem forçar o animal. “É errado forçar um animal que já apresenta esse medo a ver fogos ou situações que são desagradáveis a ele. O ideal é trabalhar isso no decorrer do ano. Isso leva tempo e varia de acordo com o nível da fobia de cada animal”, esclarece o especialista.

    Para que os donos saibam como lidar melhor com o problema, Tamborini listou uma série de dicas com foco em cães que já têm fobia de fogos de artifício:

    • Deixar um animal que tem medo de fogos sozinho em casa não é uma boa opção. Devido ao medo, ele pode se machucar seriamente, por querer fugir da situação que o está incomodando. O ideal é recorrer a um hotel de cães que tenha uma equipe preparada para dar suporte aos animais na noite da virada de ano.

    • Se você estiver em um lugar estranho, na casa de amigos ou viajando, proporcione um ambiente seguro e tranquilo para o pet. Deixe-o, de preferência, em um local silencioso, longe de pessoas e outros cães. Em situações de medo o cão procura abrigo em algum local escuro e tranquilo. Isso acontece porque, diferente dos humanos, os cães naturalmente sentem-se seguros em locais com essas características.

    • Outra alternativa é abrigá-lo em uma caixa de transporte de tamanho adequado, cobrindo essa caixa com algum tecido escuro, ou colocá-lo em um quarto escuro.

    • Uma técnica que tem sido muito difundida é a de enrolar uma faixa ou tecido no corpo do animal em pontos estratégicos para que a circulação sanguínea das regiões extremas do corpo seja estimulada, amenizando as tensões localizadas no dorso do animal e diminuindo a sua irritabilidade. O grande problema é que essa técnica tem sido difundida como “a solução”, mas na realidade ela só funciona em alguns casos. No geral, cães já em nível pânico não terão qualquer tipo de reação. O que pode ocorrer, se não houver supervisão, é o cão rasgar as faixas a fim de retirá-las, ou até mesmo deixá-lo mais irritado.

    Mitos

    Deixar uma luz acesa, a TV ligada ou colocar algodão no ouvido do pet quando ele estiver sozinho, segundo Tamborini de nada adianta. “Como eu disse anteriormente, os cães sentem-se mais seguros em locais pouco iluminados e silenciosos. Já o algodão é um objeto estranho que causa ainda mais desconforto ao animal”, explica.

    Usar floral ou medicamentos para tranquilizar ou sedar animais com medo é outro truque que não funciona. “Isso é um paliativo. Pode até aparentar uma pequena melhora, mas quando falamos em medo, abordamos especificamente a questão psicológica, então todos esses métodos e truques citados acima pedem ajudá-lo, mas não são capazes de resolver o problema”, alerta o especialista.

    Serviço:

    Ricardo Tamborini – Adestrador e especialista em comportamento canino

    www.ricardotamborini.com.br