Autor: agitosp

  • A Magia da Animação da Disney Agora Aberta no Disney’s Hollywood Studios

    A Magia da Animação da Disney Agora Aberta no Disney’s Hollywood Studios

    Com algo para todos na família, os hóspedes podem descobrir novas maneiras de se conectar com a narrativa da Disney Animation.

    The Magic of Disney Animation, uma nova coleção de experiências inspiradas na animação, está agora aberta no Disney’s Hollywood Studios no Walt Disney World Resort, na Flórida.
    Alodado em um edifício inspirado no icônico Roy E. O Disney Animation Building em Burbank, Califórnia, The Magic of Disney Animation convida os hóspedes a interagir e explorar novas versões da icônica sede da Disney Animation, incluindo os muitos departamentos de estúdio diferentes. Todos os 65 filmes de animação do Walt Disney Animation Studios estão representados durante toda a experiência, incluindo obras de arte do próximo filme do estúdio em 2026, “Hexed” da Disney.
    Inspirado no curta-metragem vencedor do Emmy da Disney Animation, “Once Upon a Studio”, a coleção de experiências apresenta momentos divertidos e interativos em cada esquina, à medida que os retratos ganham vida. Um dos diretores de cinema, Dan Abraham, colaborou com Daniel Handke, da Walt Disney Imagineering, para trazer entretenimento, emoção e autenticidade da animação para a experiência.
    A coleção de experiências inclui:
    • “Atraído para o País das Maravilhas”
    • “Fora da página!”
    • “Olaf Desenha!”
    • Era uma vez um estúdio de teatro
    • E mais…
    Os artistas da Disney Animation e o Walt Disney Imagineers trabalharam lado a lado para trazer a maravilha e a nostalgia dos filmes do estúdio para a Magia da Disney Animation de maneiras novas e imersivas que as famílias vão adorar. É um lugar onde crianças e crianças de coração podem rir, desenhar, sonhar e explorar, trazendo a maravilha da animação à vida como nunca antes.
    Um país das maravilhas feito para explorar
    Os jovens animadores podem entrar no mundo caprichoso de “Drawn to Wonderland”, um playground interno imersivo inspirado na arte conceitual original de “Alice no País das Maravilhas” da lenda da Disney, Mary Blair. Do caos lúdico da Mad Tea Party e da casa do Mad Hatter até o vibrante jardim de rosas da Rainha de Copas e o misterioso Tulgey Wood do Cheshire Cat, os jovens convidados podem explorar, se mover e deixar sua imaginação correr solta.
    Projetada especialmente para os pequenos, a experiência dá vida às cores ousadas e ao estilo artístico caprichoso de Blair, enquanto cria um espaço divertido onde as famílias podem relaxar, recarregar e permanecer imersas na narrativa da Disney.
    Escolhido por seu espírito de curiosidade, imaginação e descoberta, “Alice no País das Maravilhas” da Disney Animation naturalmente se presta a um ambiente construído para exploração através de brincadeiras ativas. Os hóspedes mais jovens vão adorar escalar, passear e criar sua própria aventura em cada esquina deste novo playground.
    Conheça os Personagens Favoritos ao Longo do Processo de Animação em “Off the Page!”
    Os hóspedes também podem se aventurar em “Off the Page!” — uma área deslumbrante onde podem conhecer alguns de seus amigos favoritos das histórias do Walt Disney Animation Studios enquanto celebram a arte por trás de cada quadro.
    Juntos, esses espaços destacam os principais estágios do processo de animação, cada um trazido à vida por meio de encontros com personagens e incríveis oportunidades de fotos. Alguns dos personagens que os convidados podem conhecer são:
    • Mulan na História
    • Rapunzel em Layout
    • Chip ‘n Dale em Animação Desenhada à Mão
    • Donald e Daisy em Animação por Computador
    • Pateta em Iluminação
    • Ponto em Efeitos
    Aprenda a desenhar com Olaf em uma nova atração de animação
    Convidados de todas as idades são convidados a descobrir seu artista interior em “Olaf Draws!” onde o boneco de neve favorito de todos ocupa o centro do palco como um companheiro alegre, trazendo-os para aprender a desenhar personagens de artistas e cineastas da Disney Animation.
    Trazido à vida como uma figura totalmente nova da Audio-Animatronics, Olaf recebe os convidados em um espaço inspirado em um de seus momentos mais memoráveis de “Once Upon a Studio”, sentado na mesa de um animador, descobrindo alegremente a arte do desenho.
    Os artistas da Disney Animation orientam os hóspedes através de dicas, técnicas e histórias gravadas de dentro do estúdio. Com uma combinação de arte e o calor, otimismo e humor característicos de Olaf, esta é uma experiência divertida e cheia de risos que deixa hóspedes de todas as idades se sentindo inspirados.
    As aulas apresentam personagens de clássicos atemporais e favoritos modernos, incluindo:
    • Mickey Mouse, com Dan Abraham, diretor (“Era uma vez um estúdio”, “Baymax!”)
    • Minnie Mouse, com Hyun min Lee, animador (“Frozen 2”, “A Princesa e o Sapo”)
    • Pato Donald, com Austin Traylor, animador (“Once Upon a Studio”, “Moana 2”)
    • Genie, com Eric Goldberg, animador (“Aladdin”, “Hércules”) e Disney Legend
    • Moana, com Samantha Vilfort, artista da história (“Encanto”, “Zootopia 2”)
    • Stitch, com Fawn Veerasunthorn, diretor (“Hexed”, “Lilo & Scratch”)
    • Olaf, com Trent Correy, diretor (“Era Uma Vez um Estúdio”, “Frozen 3”)
    • Ursula, com Michael Woodside, animador (“Big Hero 6”, “Encanto”)
    • Judy Hopps & Nick Wilde, com Byron Howard, diretor (“Zootopia”, “Zootopia 2”)
    O diálogo original para a experiência foi gravado pela Disney Legend Josh Gad, a voz de Olaf, que refletiu sobre a inspiração por trás do projeto.
    “Estou tão emocionado que toda uma nova geração de crianças pode sonhar em se tornar animadoras um dia e pode realmente começar sua jornada ali mesmo no estúdio”, compartilhou Gad.
    Era uma vez um estúdio, teatro e muito mais
    No Once Upon a Studio Theater, os hóspedes podem desfrutar do curta-metragem vencedor do Emmy Award que inspirou tudo, “Once Upon a Studio”. Dentro deste teatro dedicado que homenageia mais de um século de narrativa da Disney Animation, efeitos aprimorados adicionam uma camada extra de magia com novas animações criadas exclusivamente para esta experiência pela Disney Animation.
    À medida que os convidados apreciam o filme, eles podem ver personagens aparecendo dentro da obra de arte ao longo das paredes do teatro, colocando-os bem no meio desta história encantadora.
    Os hóspedes também podem descobrir uma galeria de arte encantada, um espaço lindamente curado cheio de obras de arte com os amados personagens da Disney Animation. Embora possa parecer uma galeria tradicional à primeira vista, um pouco de pó de duende revela uma animação totalmente nova criada exclusivamente para esta experiência, trazendo a obra de arte magicamente à vida.

  • Perdeu a carteira de vacinação? Saiba o que fazer

    Perdeu a carteira de vacinação? Saiba o que fazer quando não há registro das vacinas

    Falta de comprovantes não significa que é preciso recomeçar todas as imunizações; histórico, idade e situação vacinal ajudam a definir quais doses são necessárias

    Você sabe quais vacinas tomou ao longo da vida? Para muita gente, a resposta não é tão simples. A carteira de vacinação da infância se perdeu, os registros ficaram espalhados entre diferentes serviços ou simplesmente não acompanharam as mudanças de endereço e de fase da vida. O problema costuma aparecer quando é necessário comprovar uma imunização ou quando surge a dúvida sobre quais doses ainda estão pendentes.

    Segundo a enfermeira especialista em vacinação da Clínica Vacinne, Elisa Lino, perder a carteira não significa necessariamente ter que começar todo o calendário novamente. O primeiro passo é tentar recuperar os registros existentes e, a partir das informações disponíveis, avaliar quais vacinas precisam ser atualizadas. “É comum recebermos adultos que não sabem quais vacinas tomaram ou que têm apenas parte dos registros. A orientação não é simplesmente aplicar todas as vacinas novamente. Avaliamos a idade, o histórico que a pessoa consegue recuperar, possíveis registros disponíveis e as recomendações atuais para definir a melhor conduta”, explica Elisa.

    Uma das possibilidades é procurar as unidades de saúde e clínicas onde as vacinas foram aplicadas. Registros mais recentes também podem estar disponíveis de forma digital. Quando não é possível localizar a informação, a avaliação deve ser individualizada. 

    E se eu não souber se já tomei determinada vacina?

    A ausência de registro é diferente de estar com uma vacina atrasada. Dependendo do imunizante, da idade e do histórico da pessoa, o profissional pode recomendar completar o esquema ou considerar outras estratégias para verificar a proteção. “Não é indicado tentar reconstruir a carteira apenas pela memória. Muitas pessoas lembram que receberam ‘alguma vacina’, mas não sabem qual, quantas doses foram aplicadas ou quando isso aconteceu. O registro é importante justamente porque alguns esquemas exigem mais de uma dose ou reforços ao longo da vida”, explica a especialista.

    Outro receio frequente é receber novamente uma vacina que já tenha sido aplicada no passado. Segundo Elisa, essa possibilidade também deve ser analisada conforme o imunizante e a situação individual. “Quando não existe comprovação, o profissional avalia qual é a recomendação mais segura. O importante é não deixar de se proteger simplesmente porque a carteira foi perdida”, afirma.

    Vacinação não termina na infância

    A especialista lembra ainda que recuperar a carteira é uma oportunidade para verificar a situação vacinal como um todo. Vacinas contra doenças como tétano, difteria, coqueluche, hepatite B, sarampo, caxumba, rubéola, influenza e Covid-19, entre outras, podem fazer parte das recomendações para adultos, dependendo da idade, histórico, condições de saúde e outros fatores. “Existe uma percepção de que carteira de vacinação é algo da infância, mas a imunização acompanha todas as fases da vida. Mesmo quem acredita estar com tudo em dia pode precisar de reforços ou de vacinas indicadas para uma nova faixa etária ou condição”, ressalta Elisa.

    Para evitar que o problema se repita, a recomendação é guardar a carteira física e manter, sempre que possível, uma cópia digital ou fotografia atualizada dos registros. “Hoje o celular facilita muito. Ter uma foto legível da carteira pode fazer diferença caso o documento físico seja perdido”, completa. A Clínica Vacinne orienta que, diante de dúvidas sobre o histórico vacinal, a pessoa procure um serviço de saúde para avaliação individualizada antes de decidir quais doses receber.

  • JETOUR amplia experiência Travel+ com nova linha de acessórios no Brasil

    Novidades unem aventura, conforto e personalização e levam o conceito Travel+ para dentro e fora dos SUVs da marca

    JETOUR Acessórios 

    A JETOUR quer fazer parte de toda a viagem, não apenas do caminho. Por isso, a marca lança no Brasil a nova linha de acessórios JETOUR Life, criada para quem gosta de pegar a estrada, curtir a natureza e viver novas experiências.

    Apresentados ao público durante o Festival de Interlagos 2026, os acessórios unem o universo automotivo ao lifestyle. A linha traz opções para os SUVs T1 e T2, além de produtos para acompanhar os clientes em viagens, acampamentos, passeios e momentos de lazer com a família e os amigos.

    As novidades fazem parte do conceito Travel+, que representa a forma como a JETOUR enxerga a mobilidade: o carro não é apenas um meio de transporte, mas um parceiro para conhecer lugares, reunir pessoas e criar boas histórias.

    “Os carros da JETOUR foram criados para pessoas que gostam de viajar e descobrir novos caminhos. Com essa linha de acessórios, queremos estar presentes em todos os momentos dessa experiência, dentro e fora do veículo. O Travel+ representa justamente isso: usar a mobilidade para aproximar pessoas, conhecer lugares e viver histórias que ficam na memória”, afirma Henrique Sampaio, diretor de Marketing e Produto da JETOUR Brasil.


    Aventura além do volante

    Entre os destaques está a barraca  personalizada JETOUR × Toread, com preço sugerido de R$ 1.113,63. Para completar o clima de acampamento, a linha também oferece cadeira dobrável JETOUR, por R$ 230,28, e mesa portátil de alumínio, por R$ 697,71.

    Outro destaque é o toldo Slim Shady, por R$ 5.372,40. Instalado no veículo, ele cria uma área coberta para descansar, fazer uma refeição ou simplesmente aproveitar a paisagem durante uma parada.

    O portfólio conta ainda com mesas no estilo egg roll, cobertores automotivos, travesseiros de viagem, copos térmicos, malas, mochilas e bolsas. São produtos pensados para deixar os passeios mais práticos e confortáveis, desde uma viagem longa até um fim de semana ao ar livre.


    Mais espaço para levar tudo

    Para quem gosta de viajar sem deixar nada para trás, a JETOUR oferece acessórios que aumentam o espaço e facilitam a organização das bagagens.

    Entre as opções estão o bagageiro modular do T2, com preço sugerido de R$ 10.551,45, e o rack de teto do T1, por R$ 8.774,31. A linha também inclui barras de teto, escadas laterais e bolsas que podem ser instaladas nas laterais dos veículos. Alguns desses acessórios foram pensados para trabalhar juntos. As escadas e as bolsas laterais, por exemplo, precisam dos racks específicos de cada modelo para serem instaladas.

    Além dos equipamentos para os carros, a coleção traz malas de viagem, mochilas e bolsas esportivas. Entre elas estão a mochila de viagem com bolsos duplos, por R$ 689,81, e o travesseiro de viagem Journey with You, por R$ 190,70.


    Um JETOUR com a sua cara

    A nova linha também permite deixar os SUVs ainda mais funcionais e personalizados. Há estribos laterais elétricos para o T1 e o T2, faróis instalados no teto, conjuntos de iluminação, grades dianteiras, molduras de rodas, defletores e itens de proteção.

    Para quem gosta de cuidar de cada detalhe, o portfólio oferece acabamentos com textura de fibra de carbono para retrovisores e porta-malas, além de peças para os para-choques e outras áreas dos veículos.

    A linha lifestyle completa a coleção com jaquetas corta-vento, bonés, copos portáteis e itens colecionáveis, como miniaturas dos modelos T1 e T2 e uma medalha comemorativa da JETOUR em edição limitada.

    Com as novidades, a JETOUR reforça que a experiência com a marca vai muito além de dirigir. Seja para explorar uma trilha, acampar, pegar a estrada com a família ou aproveitar um dia ao ar livre, os acessórios ajudam a preparar o carro — e o viajante — para a próxima aventura.

    Os produtos estarão disponíveis na rede de concessionárias JETOUR. Os valores apresentados são preços sugeridos ao consumidor e podem variar conforme o produto, a necessidade de peças adicionais e os custos de instalação.

  • São Silvestre: ainda dá tempo de sair do sofá e encarar os 15 km?

    Com pouco mais de 90 dias até a prova, médica do esporte explica como aproveitar os próximos três meses para se preparar — e por que tentar compensar o tempo perdido pode ser uma cilada 

    A São Silvestre ainda parece distante no calendário, mas, para quem pretende cruzar a Avenida Paulista correndo no último dia do ano, a preparação começa agora. Com pouco mais de 90 dias até os tradicionais 15 quilômetros, surge também uma dúvida comum entre corredores iniciantes e quem passou boa parte do ano longe dos tênis: ainda dá tempo de se preparar?

    A resposta depende menos de uma contagem regressiva e mais do ponto de partida de cada pessoa. Histórico de atividade física, condicionamento atual, idade, presença de doenças ou lesões e disponibilidade para treinar são alguns dos fatores que precisam entrar nessa conta.

    A discussão ganha fôlego com o início do pré-cadastro para a 101ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, marcada para 31 de dezembro. Para muita gente, o movimento funciona quase como um despertador: é quando aquela promessa de “um dia correr a São Silvestre” ganha data para acontecer.

    Três meses podem representar uma boa janela para evoluir o condicionamento de quem já pratica atividade física ou corre regularmente. Para quem está começando do zero, porém, o objetivo precisa ser encarado com mais cautela. E há uma regra que vale para os dois grupos: tentar compensar em poucas semanas o que não foi feito ao longo do ano aumenta a chance de exagerar na carga.

    “É importante entender de onde essa pessoa está partindo. A preparação precisa respeitar o condicionamento individual e permitir uma evolução progressiva”, explica Nuria Yne Kajimoto, médica do esporte e professora da Universidade Santo Amaro (Unisa).

    O que realmente dá para fazer em 90 dias?

    O primeiro passo é resistir à tentação de começar pelo fim. Quem decidiu correr 15 quilômetros em dezembro não precisa — e não deve — tentar percorrer essa distância já nos primeiros treinos.

    Para quem corre regularmente, os próximos meses podem ser usados para aumentar gradualmente o volume de treino, trabalhar resistência e acostumar o organismo a esforços mais prolongados. Já para quem está sedentário ou começando a correr agora, o desafio inicial é outro: criar consistência e entender como o corpo responde à atividade.

    Também não adianta pegar emprestada a planilha daquele amigo que corre 10 quilômetros todo fim de semana. O treinamento que funciona para uma pessoa pode representar carga excessiva para outra. Mais importante do que acumular quilômetros rapidamente é conseguir manter uma rotina de exercícios sem transformar cada treino em uma prova.

    Cinco cuidados para chegar a dezembro mais preparado

    1. Não tente correr 15 km logo de cara

    A empolgação pode ser uma boa aliada para tirar o tênis do armário, mas não deve ditar o ritmo da preparação. Aumentar distância e intensidade rapidamente demais pode sobrecarregar músculos, tendões e articulações. A progressão deve ser gradual e incluir dias de recuperação.

    2. Treinar todos os dias não significa evoluir mais rápido

    Quando faltam poucos meses para uma meta, é comum imaginar que cada dia sem corrida seja uma oportunidade perdida. Não é bem assim. O organismo também precisa de tempo para se recuperar e se adaptar aos estímulos do exercício.

    Fadiga persistente, queda de rendimento, dores que não desaparecem e dificuldade para cumprir treinos que antes pareciam confortáveis merecem atenção. Descanso, nesse contexto, não é sinônimo de preguiça: faz parte do treinamento.

    3. Não viva só de corrida

    O fortalecimento muscular é parte importante da preparação, sobretudo à medida que o volume de corrida aumenta. Exercícios de força ajudam a preparar músculos e estruturas envolvidas no movimento e podem ser incorporados à rotina sem que o corredor precise passar todos os dias na academia.

    A combinação entre corrida, fortalecimento e recuperação deve considerar o nível de condicionamento e a rotina de cada pessoa.

    4. Nem toda dor deve ser tratada como “normal de corredor”

    Algum desconforto muscular pode aparecer quando uma pessoa começa uma atividade ou aumenta a carga de treinamento. Isso não significa que toda dor deva ser ignorada.

    Dor persistente, que piora durante o exercício, altera a forma de correr ou aparece acompanhada de inchaço merece avaliação. A velha ideia de que é preciso “correr por cima da dor” pode transformar um problema inicialmente pequeno em motivo para interromper a preparação.

    5. A São Silvestre também se prepara fora da rua

    Treino é apenas uma parte da equação. Sono, alimentação, hidratação e recuperação influenciam a capacidade do organismo de responder aos exercícios. E não adianta tentar corrigir tudo na última semana de dezembro.

    Os próximos três meses também servem para construir uma rotina que seja sustentável. Para o corredor recreativo, isso significa encaixar a preparação na vida real — e não tentar viver como atleta profissional durante 90 dias.

    E para quem está saindo do sofá agora?

    Aqui, a cautela precisa ser maior. Ter a São Silvestre como motivação para começar a praticar atividade física pode ser positivo, mas isso não significa que completar os 15 quilômetros em dezembro seja uma meta adequada para qualquer pessoa.

    Quem está sedentário precisa considerar seu estado de saúde, histórico de lesões e condicionamento antes de definir o ritmo dessa evolução. Dependendo da idade, de sintomas, de doenças preexistentes e de outros fatores individuais, uma avaliação médica pode ser indicada antes de aumentar a intensidade dos exercícios.

    Também vale abandonar uma ideia bastante comum entre estreantes: participar da São Silvestre não precisa significar correr cada metro do percurso sem parar. Dependendo do condicionamento e da estratégia adotada, alternar períodos de corrida e caminhada pode ser uma maneira mais realista de encarar distâncias maiores.

    O principal objetivo para quem começa agora é chegar ao fim de dezembro com o corpo progressivamente mais preparado — e não cumprir a qualquer custo uma planilha criada a partir da distância da prova.

    Não deixe o primeiro “teste” para 31 de dezembro

    A São Silvestre tem características que vão além dos 15 quilômetros. Há subidas, descidas, grande concentração de participantes e o calor típico do verão paulistano. Por isso, a preparação também passa por conhecer a resposta do próprio corpo a diferentes condições e a esforços mais prolongados.

    Outubro, novembro e dezembro podem funcionar como uma sequência de adaptação. É nesse período que o corredor consegue perceber se está evoluindo, como se recupera entre os treinos e se a meta inicialmente estabelecida continua fazendo sentido.

    E existe um ponto importante: não é preciso provar antes da prova que se consegue correr 15 quilômetros. O treinamento deve preparar o organismo para o desafio sem transformar cada fim de semana em uma mini-São Silvestre.

    No fim das contas, os pouco mais de 90 dias podem ser suficientes para promover uma evolução considerável — mas não fazem milagres. A melhor preparação não é necessariamente aquela que acumula mais quilômetros até dezembro, e sim a que permite chegar à largada condicionado, saudável e sabendo respeitar os próprios limites.

  • EscapeBus’ Descalere. Seu bem maior é a vida

    Fundación Mapfre leva Escape Room gratuito em ônibus na Semana Nacional de Trânsito

    Com o apoio da CET-SP e Secretaria Nacional de Trânsito, experiência itinerante dentro de um ônibus customizado desafia os participantes a tomar decisões sob pressão e refletir sobre os riscos dos comportamentos no trânsito
     

    Escape room realizado pela Fundación Mapfre e pelo Escape 60′ instalado dentro de um ônibus.
     

    De 18 a 25 de setembro, São Paulo recebe uma experiência diferente para marcar a Semana Nacional de Trânsito: um escape room gratuito instalado dentro de um ônibus. Realizado pela Fundación Mapfre, com o apoio da CET-SP e da Senatran, e desenvolvimento do Escape 60’, marca pioneira em simulações de fuga no Brasil, a ação percorrerá oito pontos da cidade de São Paulo e colocará o público diante de situações críticas do cotidiano urbano. Os participantes serão desafiados a tomar decisões sob pressão para alertar sobre os perigos da alta velocidade para condutores, pedestres, ciclistas e, ainda, os riscos aos motociclistas. A ação busca impactar de forma divertida e está alinhado à resolução Contran Nº 1.014, DE 14 DE OUTUBRO DE 2025., que estabelece a mensagem “Desacelere. Seu bem maior é a vida” como tema central a ser trabalhado na educação para o trânsito. 
     

    “Na Fundación Mapfre, acreditamos que a conscientização é o caminho para salvar vidas no trânsito. Transformar um ônibus em um escape room traz a realidade das ruas para a prática: no trânsito, um segundo sob pressão muda tudo. Queremos que o participante reflita sobre suas escolhas diárias, reforçando a importância do respeito aos limites de velocidade para a construção de uma convivência mais segura e humana na cidade.” explica Fátima Lima, representante da Fundación Mapfre no Brasil.
     

    O projeto conta com o apoio institucional da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET-SP) e da Secretaria Nacional do Trânsito (Senatran) e passará por pontos estratégicos e de alto fluxo da cidade, como Av. Paulista, o Parque Ceret, no Tatuapé; o Parque da Juventude; a região da Vila Olímpia e Pinheiros, entre outros. 
     

    “Mudar atitudes no trânsito de uma metrópole como São Paulo exige estratégias que fujam do convencional. A participação da CET-SP nesta ação reforça nossa missão de levar a educação viária diretamente às ruas, de forma interativa, gerando um impacto real na prevenção de sinistros e no respeito às leis de trânsito.” explica Fábio Nigro, Superintendente de Marketing e Educação para o Trânsito da CET-SP. 
     

    A atração gratuita tem a expectativa de realizar até quatro sessões por hora, com duração de 10 minutos. Os interessados podem se inscrever pelo site, ou nos locais da ação, conforme as vagas disponíveis.
     

    SERVIÇO
     

    EscapeBus’ Descalere. Seu bem maior é a vida.

    Quando: 18 a 25 de setembro de 2026
    Entrada: gratuita
    Duração: 10 minutos por sessão
    Capacidade: grupos de 4 a 10 pessoas por sessão
    Agendamento: pelo site 
     

    CONFIRA OS LOCAIS E DATAS

    18/09- Parque da Juventude – Av. Cruzeiro do Sul, 2630 – Carandiru, São Paulo – SP, 02030-000

    19/09 – Casa das Rosas – Av. Paulista, 37 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01311-000

    20/09 – Parque CERET (Parque Municipal do Trabalhador) – Tatuapé, São Paulo

    21/09 – Av. das Nações Unidas, 17971 – Várzea de Baixo, São Paulo – SP, 04730-090

    22/09 – R. Olimpíadas, 205 – Vila Olímpia, São Paulo – SP, 04551-000– São Paulo

    23/09 – It Burger – Rua Fernandes Pinheiro, 51 – Tatuapé – Travessa Radial Leste

    24/09 –Mercado Livre Arena Pacaembu – Pacaembu, São Paulo

    25/09 – Unidade Escape60 Pinheiros -Avenida Henrique Schaumann, 717 – Pinheiros, São Paulo

    Qualquer alteração na programação, a mesma será atualizada na página do site.

  • SP divulga reconhecimento das 15 melhores práticas em turismo acessível

    Iniciativa realizada pelas Secretarias dos Direitos da Pessoa com Deficiência e de Turismo e Viagens e pela EACH-USP destaca boas práticas por todo o estado

    Quinze melhores iniciativas ou boas práticas para o turismo inclusivo serão reconhecidas na segunda-feira (14) pelo Governo de São Paulo, em evento a ser realizado no Centro TEA Paulista, na zona oeste da capital. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD), a Secretaria de Turismo e Viagens (Setur-SP) e a Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (EACH-USP), que mapeou 308 ações em todo o estado.

    As pesquisas tiveram como objetivo o desenvolvimento de estudos dedicados a identificar, analisar e difundir iniciativas de turismo inclusivo no estado, reforçando a competitividade dos destinos e ampliando a participação de pessoas com deficiência e de grupos com necessidades específicas no setor turístico.

    Dentre as mais de 300 iniciativas mapeadas, 70 chegaram à fase final. As 15 melhores foram selecionadas com base em critérios de inovação, abrangência, protagonismo do público-alvo e potencial de replicação.

    Entre os selecionados estão equipamentos culturais de referência nacional, como o Museu do Ipiranga, o Museu do Futebol e a Pinacoteca de São Paulo, além de iniciativas do litoral, do interior e do ABC Paulista, abrangendo desde tecnologia assistiva para esportes náuticos em Bertioga até realidade virtual aplicada ao patrimônio histórico em Holambra.

    “Este projeto mostra que a acessibilidade não é um detalhe, mas um critério central de qualidade no turismo paulista. As 15 iniciativas premiadas foram construídas com a participação de pessoas com deficiência e provam que é possível transformar museus, praias, indústrias e patrimônios históricos em espaços verdadeiramente universais. Nosso papel como Estado é reconhecer essas práticas e ajudar a replicá-las em todo o território paulista”, afirma Marcos da Costa, Secretário dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo. 

    “O turismo é transversal e os destinos paulistas recebem cada vez mais visitantes que buscam experiências personalizadas. Entender a maturidade de cada destino e mapear essas boas práticas de inclusão resultará na multiplicação dessas iniciativas, promovendo destinos mais responsáveis e inclusivos”, afirma a secretária de Turismo e Viagens, Ana Biselli.

    Destaques da Capital: cultura, grandes eventos e experiências sensoriais

    A cidade de São Paulo lidera a lista com cases de referência nacional em governança e equipamentos culturais. A estrutura de Inclusão e Acessibilidade em Grandes Eventos da Prefeitura de São Paulo foi premiada por transformar a acessibilidade em uma política pública permanente de planejamento urbano e festivais.

    No campo das instituições museológicas, três grandes ícones paulistas foram contemplados:

    Museu do Ipiranga: Destacou-se por integrar rotas universais, expografia tátil e acessibilidade arquitetônica plena diretamente no projeto de restauro de seu edifício centenário.

    Museu do Futebol: Reconhecido por alinhar arquitetura adaptada, mediação comunicacional e contratação ativa de profissionais com deficiência.

    Pinacoteca de São Paulo: Premiada pela maturidade institucional de suas políticas de diversidade, programas educativos contínuos e eliminação de barreiras sensoriais e físicas.

    Completa o grupo da capital o projeto independente Avenida Paulista às Cegas (parceria com o Santos às Cegas), que propõe a exploração do patrimônio urbano por meio de mediação tátil, maquetes 3D e mobilidade ativa.

    ABC Paulista: vocação industrial e conhecimento interativo

    A região do ABC Paulista garantiu seu espaço na premiação com duas estratégias inovadoras de democratização do turismo:

    Santo André (Sabina Escola Parque do Conhecimento): Centro de ciências que adaptou seu acervo interativo e promoveu a capacitação extensiva de toda a equipe em Libras.

    São Bernardo do Campo (Linha Inclusiva no Turismo Industrial): Roteiro que aproxima visitantes com deficiência do parque fabril da cidade, unindo identidade local e inclusão social.

    Circuito das Águas: referência nacional no turismo de aventura

    Socorro (Rede dos Sonhos): O complexo hoteleiro é pioneiro no país ao adaptar equipamentos e atividades de ecoturismo e turismo de aventura rural, provando que esportes de ação podem ser praticados por todos com segurança e criatividade.

    Interior Paulista: preservação e acervo colaborativo

    No interior, as iniciativas premiadas mostram como a tecnologia e o engajamento comunitário transformam a experiência do visitante:

    Jundiaí (Festa da Uva/ ExpoVinho): Festa tradicional que incorpora a acessibilidade ao planejamento de cada edição, com participação de pessoas com deficiência entre visitantes, artistas e equipes.

    Holambra (Realidade Virtual no Moinho Povos Unidos): Solução imersiva que permite a pessoas com mobilidade reduzida explorar integralmente o interior do moinho histórico sem alterar a estrutura do patrimônio.

    Tupã (Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre): Referência em gestão participativa, construiu seu acervo tátil em parceria direta com povos indígenas e pessoas com deficiência da região.

    Litoral Paulista: lazer, esportes náuticos e inclusão à beira-mar

    As cidades litorâneas foram premiadas por transformar o turismo de sol e praia em experiências universais de convivência e esporte:

    Bertioga: Teve duas iniciativas reconhecidas: o Onda BGF, projeto independente que desenvolve tecnologia assistiva artesanal para prática de surf, caiaque e SUP adaptados; e o Sesc Bertioga, por sua infraestrutura contínua de escuta ativa e adaptação integral de trilhas, praia e hospedagem.

    Caraguatatuba (Programa Praia Acessível): Estrutura consolidada que oferece banho de mar assistido e atividades físicas para pessoas com deficiência e pessoas idosas, funcionando como um centro de convivência adaptado à beira-mar.

    São Sebastião (Projeto Pé na Estrada): Ação municipal que promove excursões mensais gratuitas e acessíveis para idosos e pessoas com deficiência, superando barreiras financeiras e logísticas.

  • O Reino dos Jogos de Madeira no Shopping Parque da Cidade

    Shopping Parque da Cidade recebe O Reino dos Jogos de Madeira com mais de 20 atrações gratuitas

    Experiência interativa reúne brincadeiras tradicionais de diferentes culturas até 27 de setembro

    O Shopping Parque da Cidade, na Zona Sul de São Paulo, convida o público para uma viagem lúdica pela história com ‘O Reino dos Jogos de Madeira’, evento gratuito que reúne mais de 20 jogos tradicionais de madeira de diferentes países e culturas. A atração gratuita acontece até 27 de setembro, para crianças, jovens e adultos participarem. 

    Inspirada no renomado Musée des Jeux Traditionnels, museu francês dedicado à preservação, descoberta e prática de jogos e esportes antigos, a experiência apresenta uma curadoria de jogos milenares cuidadosamente selecionados. Cada peça é acompanhada de informações sobre sua origem, período histórico e curiosidades culturais, transformando a brincadeira em uma verdadeira imersão nas tradições de povos ao redor do mundo.

    Entre desafios de estratégia, habilidade, raciocínio lógico e coordenação motora, O Reino dos Jogos de Madeira resgata a essência dos jogos analógicos e incentiva a interação longe das telas, promovendo uma atividade acessível e inclusiva para toda a família.

    “O Reino dos Jogos de Madeira é uma experiência que une entretenimento e cultura de forma muito especial. Queremos oferecer ao nosso público uma programação que desperte a curiosidade e valorize também brincadeiras que atravessam gerações e diferentes culturas”, destaca Thaissa Lima, gerente de marketing do lifestyle center.

    Com entrada gratuita, o espaço, localizado no Piso 1 e funciona das 12h às 20h.

    Serviço
    O Reino dos Jogos de Madeira no Shopping Parque da Cidade
    Período: 
    até 27 de setembro de 2026
    Horário: das 12h às 20h
    Local: Piso 01
    Entrada gratuita

  • Espaço Pet do Shopping Eldorado completa três anos

    Espaço Pet do Shopping Eldorado completa três anos com o marco de mais de 19 mil pets recebidos

    Espaço localizado no rooftop do empreendimento se consolida como ponto de encontro para pets e tutores; programação de aniversário contará com quick massage pet, brindes personalizados e muito entretenimento

    O Espaço Pet do Shopping Eldorado completa três anos com números que mostram a força da iniciativa: desde a inauguração, o local já recebeu mais de 19 mil pets e 55 mil visitantes, consolidando-se como um ponto de encontro para famílias e seus animais de estimação. Para celebrar a data, no dia 20 de setembro, das 15h às 18h, o espaço terá uma programação especial com experiências de cuidado, personalização e diversão para toda a família.

    Localizado no rooftop do terceiro piso, ao lado da praça de alimentação, o local foi criado para ampliar as possibilidades de convivência entre os clientes e seus animais de estimação. Com cerca de 300 m², o ambiente conta com estrutura dedicada ao lazer, descanso e bem-estar dos pets, além de espaços que permitem aos tutores aproveitarem momentos de convivência com seus animais.

    A estrutura inclui o “Pet Stop”, uma estação de descanso com fontes de água e saquinhos higiênicos, além de um ambiente pensado para proporcionar conforto aos animais e seus tutores. O espaço também oferece uma vista privilegiada para o Jockey Club de São Paulo, tornando a experiência ainda mais agradável para quem frequenta o rooftop.

    Ao longo dos últimos três anos, o Espaço Pet também se tornou cenário para diferentes ações e encontros temáticos promovidos pelo Shopping Eldorado. Entre os destaques estão o Carna Pet, o Petlloween, a Pet Páscoa, o Encontro entre Gatos e o Natal Pet com Papai Noel. 

    Programação especial de aniversário

    Para comemorar os três anos do Espaço Pet, o Shopping Eldorado preparou uma tarde especial no dia 20 de setembro, das 15h às 18h.

    Uma das atividades será a Quick Massage Pet, que contará com três estações equipadas com mesas de massagem e profissionais preparados para oferecer aos animais um momento de relaxamento, cuidado e carinho. A proposta é criar um verdadeiro “pit stop” de bem-estar durante a celebração.

    Os tutores também poderão criar uma lembrança exclusiva na atração de Plaquinhas Personalizadas. Por meio de um totem interativo, será possível escolher o nome do pet, a fonte, o fundo e diferentes elementos gráficos para compor uma arte personalizada. A criação será produzida na hora e aplicada a uma plaquinha em formato de ossinho, que poderá ser levada para casa.

    Para completar a programação, uma estação de algodão-doce estará disponível para os clientes, contribuindo para o clima de celebração e deixando a experiência ainda mais especial para os tutores.

    A participação na comemoração será gratuita, mediante resgate do QR Code pelo SuperApp Eldorado Prime. 

    Ao completar três anos, o Espaço Pet reforça a proposta do Shopping Eldorado de acompanhar as transformações nos hábitos de seus consumidores e criar espaços que ampliem as possibilidades de convivência, lazer e experiências para toda a família — incluindo, cada vez mais, os pets.

    Serviço

    Aniversário de 3 anos do Espaço Pet – Shopping EldoradoData: 20 de setembro – data sujeita a alteração em caso de condições climáticas adversas.Horário: das 15h às 18h
    Local: Espaço Pet – 3º andar, Rooftop
    Participação: gratuita, mediante resgate do QR Code pelo SuperApp Eldorado Prime
    Atrações: Quick Massage Pet, Plaquinhas Personalizadas e algodão-doce

  • MoonChaser Meeting no Shopping Penha

    Shopping Penha recebe encontro de carros com modelos antigos e modificados

    4ª edição do MoonChaser Meeting acontece em 20 de setembro, a partir das 10h

    O universo automotivo ganha um novo ponto de encontro na Zona Leste de São Paulo. No dia 20 de setembro, das 10h às 14h, o Shopping Penha recebe a 4ª edição do MoonChaser Meeting, evento que reúne apaixonados por carros, proprietários, criadores de conteúdo e fãs da cultura automotiva, com entrada gratuita para pedestres.

    A programação reúne carros de projeto, modelos antigos, veículos modificados e diferentes estilos da cena automotiva, proporcionando ao público a oportunidade de conhecer de perto histórias que movimentam a comunidade apaixonada por automóveis.

    Criado a partir das conexões estabelecidas nas redes sociais, o MoonChaser Meeting tem como proposta levar para o ambiente presencial a interação construída no universo digital. A iniciativa é idealizada por Moon, criadora de conteúdo automotivo à frente do perfil @civicdamoon e da comunidade MoonChaser. Nas redes sociais, ela compartilha sua experiência com carros antigos, projetos automotivos, eventos, upgrades e os desafios de manter e transformar seu Honda Civic 1993.

    Depois de três edições que reuniram centenas de apaixonados pelo universo automotivo, o MoonChaser Meeting chega à quarta edição e estreia no Shopping Penha, ampliando a conexão com o público da capital paulista e região.

    “O Shopping Penha busca oferecer uma programação cada vez mais conectada aos diferentes interesses do nosso público. Receber um encontro como esse é mais uma oportunidade de trazer para o shopping uma comunidade apaixonada por carros, proporcionando uma experiência de entretenimento, convivência e troca de experiências para toda a família”, afirma Rodrigo Rufino, gerente de marketing do empreendimento.

    Para quem quiser participar com o próprio veículo na área de exposição, é necessário adquirir antecipadamente o ingresso de expositor pelo Sympla, que tem quantidade limitada. 

    Serviço
    MoonChaser Meeting no Shopping Penha
    Data: 20 de setembro de 2026 – domingo
    Horário: das 10h às 14h
    Entrada para pedestres: gratuita
    Expositores: ingresso antecipado pelo Sympla, com vagas limitadas
  • Alzheimer: mudança de comportamento pode ser o primeiro sinal

    Alzheimer: mudança de comportamento pode ser o primeiro sinal de que algo não vai bem

    No mês de conscientização sobre a doença, médico alerta que familiares podem perceber alterações antes mesmo de o paciente reconhecer os sintomas

    Esquecer uma informação recente, repetir perguntas, abandonar atividades que sempre fizeram parte da rotina ou começar a apresentar dificuldade para realizar tarefas antes simples. Quando esses comportamentos aparecem, é comum que sejam atribuídos ao envelhecimento, ao cansaço ou até a alterações emocionais. Mas uma mudança persistente no padrão de comportamento merece atenção e pode ser motivo para uma avaliação médica.

    Esse é um dos alertas que ganham importância em setembro, mês dedicado à conscientização sobre a doença de Alzheimer. O Dia Mundial e Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer é celebrado em 21 de setembro. A data chama atenção para uma doença que, segundo o Ministério da Saúde, é a causa mais frequente de demência e está associada à deterioração progressiva da memória e de outras funções cognitivas, além de alterações comportamentais e perda de autonomia.

    Para o médico de família e comunidade Eduardo Trevizoli Justo, um dos principais diferenciais do acompanhamento continuado é justamente ter uma referência para identificar mudanças. “É como alguém da família. Se você chega em casa e percebe que seu filho ou seu pai está diferente, você nota. Com o paciente que a gente acompanha e conhece, também conseguimos perceber mais precocemente alguma coisa que esteja acontecendo”, afirma.

    A observação é especialmente importante porque nem sempre o primeiro sinal é um esquecimento evidente. Mudanças no comportamento, na personalidade, no interesse por atividades e na capacidade de realizar tarefas cotidianas também podem fazer parte do quadro. O Ministério da Saúde relaciona entre os sinais de alerta problemas de memória que afetam atividades e trabalho, dificuldade para realizar tarefas habituais, problemas de comunicação, desorientação, dificuldade de raciocínio, alterações de humor e comportamento e perda de iniciativa.

    O que mudou em relação a como essa pessoa era antes?

    Para o médico de família, essa talvez seja uma das perguntas mais importantes. “Às vezes, o paciente chega com uma queixa específica: uma dor de cabeça, uma dor de estômago, insônia ou cansaço. Mas também é importante perguntar como ele está, como está se sentindo, como está o humor, se está dormindo bem ou se houve alguma mudança na rotina”, explica Eduardo. 

    O acompanhamento ao longo do tempo permite comparar o comportamento atual com o histórico daquele paciente. Uma pessoa que sempre foi comunicativa pode ficar mais retraída. 

    Alguém que costumava cozinhar pode começar a ter dificuldades com receitas conhecidas. Quem sempre administrou as próprias contas pode passar a cometer erros incomuns. Atividades que antes eram realizadas sem dificuldade podem começar a exigir ajuda.

    O que chama atenção, portanto, não é simplesmente “esquecer”. É perceber uma mudança progressiva em relação ao funcionamento habitual daquela pessoa, especialmente quando ela começa a interferir na autonomia.

    A orientação é particularmente relevante porque a demência não é considerada uma consequência normal do envelhecimento. O Ministério da Saúde ressalta que alterações cognitivas que comprometem funções sociais e atividades do cotidiano precisam ser investigadas.

    Nem todo esquecimento é Alzheimer

    A identificação de um sinal de alerta não significa que a pessoa tenha Alzheimer. O Ministério da Saúde destaca que problemas cognitivos podem ter diferentes causas. Além das doenças neurodegenerativas, alterações podem estar relacionadas a problemas vasculares, depressão, deficiência de vitamina B12, alterações da tireoide, uso de determinados medicamentos e outras condições. Algumas dessas causas podem ser tratadas ou até revertidas quando identificadas precocemente.

    Por isso, o diagnóstico exige avaliação clínica. Histórico de saúde, entrevista com o paciente e familiares, exame físico, avaliação cognitiva e, quando necessário, exames complementares ajudam a investigar a causa dos sintomas. “Perceber que alguma coisa mudou é o começo da investigação. Não significa diagnosticar Alzheimer porque alguém está diferente. É preciso entender o que está acontecendo, há quanto tempo, como isso evoluiu e qual impacto está tendo na vida daquela pessoa”, afirma Eduardo.

    Família pode perceber antes do paciente

    Em alterações cognitivas, a percepção de familiares e pessoas próximas pode ter um papel importante. A própria avaliação na Atenção Primária à Saúde considera relevante confirmar, quando possível, a percepção de um familiar, cuidador ou pessoa que conviva com o idoso. Uma percepção externa de esquecimento progressivo pode indicar a necessidade de aprofundar a investigação. Isso acontece porque algumas mudanças são mais facilmente percebidas por quem convive diariamente com o paciente do que pela própria pessoa.

    Repetir uma mesma pergunta várias vezes, esquecer compromissos recentes, perder-se em um caminho conhecido ou abandonar atividades habituais são situações que podem passar despercebidas quando analisadas isoladamente. Quando começam a se repetir e a comprometer a rotina, entretanto, merecem ser levadas para a consulta. “É importante que a família não espere a situação ficar muito avançada para conversar sobre isso. Se existe uma mudança persistente, vale trazer essa informação para o médico”, orienta Eduardo.

    O diagnóstico precoce muda o cuidado

    Ainda não existe cura para a doença de Alzheimer, mas identificar o quadro em uma fase inicial permite organizar o cuidado, avaliar possibilidades terapêuticas, orientar familiares e planejar estratégias para preservar a autonomia pelo maior tempo possível. 

    O Ministério da Saúde destaca que a identificação dos fatores de risco e o reconhecimento da doença em estágio inicial, com encaminhamento adequado, são importantes para o cuidado e o prognóstico. O SUS oferece tratamento multidisciplinar e medicamentos previstos nos protocolos para pessoas com Alzheimer.

    Além disso, o diagnóstico permite investigar outras causas que podem estar produzindo sintomas semelhantes. Para Eduardo, esse é um dos motivos pelos quais a consulta não deve se limitar à queixa que levou o paciente ao consultório. “Não é apenas tratar o sintoma. É importante entender o que está acontecendo com aquela pessoa, como ela vivia antes e quais fatores podem estar relacionados à mudança.”

    Alzheimer não começa necessariamente com “não lembrar”

    A imagem mais conhecida do Alzheimer é a do esquecimento. Embora a perda de memória recente seja um dos sinais mais característicos e frequentemente apareça entre as primeiras manifestações, a doença também pode comprometer linguagem, orientação, raciocínio, capacidade de resolver problemas, comportamento e realização de atividades cotidianas. 

    Por isso, durante setembro, a recomendação é olhar para além da memória. A pergunta pode ser simples: “O que mudou em relação a como essa pessoa era antes?” Se a resposta indicar uma mudança persistente, progressiva ou que começa a interferir na autonomia, o próximo passo não é tentar descobrir sozinho se é Alzheimer. É levar essa percepção para uma avaliação profissional. “Às vezes, o cuidado começa justamente quando alguém percebe uma mudança e decide perguntar o que está acontecendo”, resume Eduardo.

    10 sinais de alerta para o Alzheimer

    Nem todo esquecimento é sinal de doença. Mas mudanças persistentes que interferem na rotina merecem avaliação.

    1. Perda de memória que afeta a rotina
      Esquecer informações recentes de maneira frequente, repetir perguntas ou depender cada vez mais de lembretes e familiares.
    2. Dificuldade para realizar tarefas conhecidas
      Problemas para executar atividades que antes eram realizadas normalmente, como cozinhar, organizar a casa ou administrar compromissos.
    3. Dificuldade para encontrar palavras ou acompanhar conversas
      A pessoa pode ter dificuldade crescente para expressar uma ideia, encontrar palavras ou acompanhar uma conversa.
    4. Desorientação no tempo e no espaço
      Confundir datas, horários, lugares ou ter dificuldade para encontrar caminhos conhecidos.
    5. Dificuldade para resolver problemas
      Problemas para planejar, organizar ou tomar decisões que antes faziam parte da rotina.
    6. Perder objetos ou colocá-los em lugares incomuns
      Guardar objetos em locais inadequados e não conseguir refazer o caminho para encontrá-los.
    7. Diminuição do julgamento e da capacidade de tomar decisões
      Comportamentos ou decisões incomuns para aquela pessoa, inclusive em situações cotidianas.
    8. Perda de iniciativa
      Abandonar atividades, hobbies, encontros sociais ou tarefas que anteriormente despertavam interesse.
    9. Mudanças de humor, comportamento ou personalidade
      Aumento de irritabilidade, apatia, desconfiança, isolamento ou alterações que não eram características daquela pessoa.
    10. Dificuldade crescente para lidar com atividades do cotidiano
      Quando alterações cognitivas começam a comprometer a autonomia e a pessoa passa a precisar de ajuda para atividades que antes realizava sozinha.

    Eduardo Trevizoli Justo é médico de família e comunidade e reside em Blumenau/SC. CRM/SC 35069/ RQE 28990

    Atenção

    Um ou mais desses sinais não significam, necessariamente, Alzheimer. Diversas condições podem provocar alterações de memória e comportamento, algumas delas tratáveis. A persistência ou progressão dos sintomas deve ser avaliada por um profissional de saúde.