Autor: agitosp

  • Dia da Árvore: 7 espécies brasileiras ameaçadas de extinção

    Brasil tem a maior biodiversidade de árvores do mundo. Das 8 mil espécies encontradas no país, mais de 2 mil estão ameaçadas

    Cerca de 14% das mais de 60 mil espécies de árvores catalogadas no mundo são encontrados no Brasil, o que dá ao país o título de detentor da maior biodiversidade de árvores do planeta. A informação é de um estudo desenvolvido em 2017 pela Botanical Gardens Conservation International com base nos dados de 500 jardins botânicos. Completando esse cenário, a Lista Nacional Oficial de Espécies da Flora Brasileira Ameaçadas de Extinção, feita pelo Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, indica que 2.113 espécies de árvores presentes no Brasil encontram-se ameaçadas.

    “Quando pensamos na extinção de uma espécie, precisamos pensar nela como integrante de uma realidade maior. Com o desaparecimento de uma árvore, é como se o ecossistema perdesse um órgão. Isso enfraquece todo o bioma”, explica o professor do Instituto de Biociências da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UNIRIO) e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, Carlos Augusto Figueiredo.

    Confira abaixo sete espécies de árvores ameaçadas no Brasil:

    1. Pau-brasil: a árvore que batizou o país começou a ser explorada em 1503. Com altura entre 10 e 15 metros, a espécie era encontrada em grande quantidade na Mata Atlântica e chegou a ser considerada extinta. Foi redescoberta em Pernambuco, em 1928. Em 1978, por meio da Lei nº 6.607, o dia 3 de maio foi instituído como o dia oficial do pau-brasil.
    2. Castanheira-do-Brasil: nativa da Amazônia, pode atingir entre 30 e 50 metros de altura e chegar a 2 metros de diâmetro. É uma das árvores mais altas da região amazônica, crescendo nas margens de grandes rios.
    3. Braúna: natural da Mata Atlântica e com altura que varia entre 20 e 25 metros, a braúna possui cor acastanhada e, quanto mais o tempo passa, mais escura sua casca se torna.
    4. Cedro-rosa: de grande porte, essa espécie pode ser encontrada em diferentes biomas: Amazônia, Caatinga, Cerrado e também na Mata Atlântica, sendo mais abundante entre os estados do Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Alcançando até 30 metros de altura, a árvore produz um fruto que, ao abrir para soltar suas sementes, assume a forma de uma flor de madeira.
    5. Araucária: também conhecida como pinheiro-do-paraná, a árvore símbolo do estado produz uma semente conhecida como pinhão, usada na alimentação de animais silvestres, domésticos e do homem. “Uma árvore que se encontra em perigo impacta o ecossistema de duas formas. A primeira é que muitos animais, em especial as aves, usam as árvores como suas ‘casas’, como é o caso do pica-pau. O outro fator é que esses animais dependem de algumas espécies de árvores para se alimentar, como é o caso da araucária. Com uma quantidade cada vez menor desta espécie na natureza e com os frutos também sendo consumidos pelo homem, aves que dependem da semente para alimentação, como o papagaio-charão e o papagaio-de-peito-roxo, que atualmente estão ameaçados de extinção, são prejudicados. Uma alternativa para este problema é o plantio de Araucárias de forma comercial, o que seria uma maneira sustentável para a produção dos frutos para a alimentação humana e da fauna, reduzindo conflitos”, ressalta Paulo de Tarso Antas, biólogo, consultor da Fundação Pró-Natureza (FUNATURA) e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza.
    6. Mogno: também conhecido como Aguano, Araputanga e Acapú. Natural da Amazônia, a espécie tem sua cor como uma característica predominante – varia do marrom avermelhado ao vermelho. Com crescimento rápido, a árvore pode atingir 4 metros com apenas dois anos de idade.
    7. Jequitibá-rosa: chega até 50 metros de altura e é nativa da Mata Atlântica. O exemplar de jequitibá-rosa de Santa Rita do Passa Quatro é considerado a árvore mais antiga do Brasil, com idade estimada de 3.000 anos.
  • Clima mais ameno na primavera é propício para um sono de qualidade

    Calor ou frio demais pode prejudicar o descanso e até causar problemas à saúde

    Você sabe qual a temperatura ideal para dormir melhor? Assim como outros fatores, o clima do ambiente afeta diretamente a qualidade do sono. No geral, uma temperatura agradável fica entre 21 e 23ºC, comum na primavera, que chega acompanhada de chuvas e sensação mais amena, que são ótimas para dormir.

    Um ambiente com temperatura extrema, seja muito calor ou muito frio, pode atrapalhar o sono e dificultar que o indivíduo tenha uma noite relaxante. “O calor excessivo é uma das principais causas de insônia durante a noite, pois a pressão sanguínea se eleva com o calor, acelerando o metabolismo e deixando o organismo em estado de alerta”, explica a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi.

    Já temperaturas muito baixas, seja do clima ou do ar condicionado, podem causar problemas à saúde. Segundo a especialista, “o frio pode causar tremores e contrações musculares, o que dificulta que o indivíduo entre na fase profunda do sono”. No caso do ar condicionado, o ar seco liberado pode causar males, como irritação da garganta, tosse, espirros e coceira do nariz. “Além disso, também contribui para o ressecamento das vias aéreas, o que pode agravar alergias e facilitar o contágio por doenças infecciosas, causadas por vírus, bactérias e fungos”, complementa Renata.

    Por esses motivos, a primavera pode ser considerada uma ótima época para dormir melhor. Mas, além de manter uma temperatura amena, outros fatores também contribuem. “É importante manter um ambiente arejado, atentar-se à postura, usar travesseiros de qualidade e que atendem ao seu gosto e necessidade, adotar horários regulares para dormir e acordar, comer alimentos leves antes de deitar e deixar o ambiente o mais silencioso e escuro possível. Essas são algumas práticas simples que podem nos proporcionar um sono de qualidade“, orienta a consultora.

  • Estudo aponta que jantar mais cedo pode reduzir o risco de câncer

    Pesquisa divulgada recentemente pelo Instituto de Saúde Global de Barcelona, na Espanha, investigou possíveis ligações entre o momento da refeição e dois dos tipos comuns de câncer hoje em dia: próstata e mama. Oncologista do HCor acrescenta que há evidenciais de que ambos os cânceres realmente estão relacionados ao trabalho noturno e à interrupção do relógio biológico

    Encontrar maneiras de prevenir o câncer por meio da mudança de hábitos recorrentes em nosso dia-a-dia é uma das principais metas da oncologia atual. Tanto que um tema bastante discutido nos últimos anos tem sido a maneira como fazemos nossas refeições noturnas. De acordo com um estudo realizado pelo Instituto de Saúde Global de Barcelona, na Espanha, jantar tarde pode aumentar o risco de câncer. “Ao longo dos anos, tem havido uma série de estudos sobre as relações entre alimentação, obesidade e câncer. No entanto, o impacto de quando ingerimos os nossos alimentos não tem sido levado em consideração tanto quanto todos estes outros fatores”, lembra o oncologista do HCor, Auro Del Giglio.

    Ao ser realizada, a pesquisa espanhola investigou possíveis ligações entre o momento da refeição e dois dos tipos mais comuns de câncer hoje em dia: próstata e mama. Ao todo, os cientistas tiveram acesso a dados de 621 homens com câncer de próstata e 1.205 mulheres com câncer de mama. “Como controles, também foram inclusos 872 homens e 1.321 mulheres sem diagnóstico de câncer”, relata o Dr. Auro.

    Em seguida, os pesquisadores verificaram o estilo de vida de cada participante do estudo em quesitos como horário das refeições e hábitos de sono. A partir daí, definiram quantos deles costumavam ser mais notívagos ou diurnais. A descoberta foi surpreendente. Os indivíduos que costumavam jantar antes das 21h, ou pelo menos 2 horas antes de ir para a cama (diurnais), tinham cerca de 20% menos risco de câncer de mama ou de próstata do que aqueles que comiam depois das 22 horas (notívagos), ou que dormiam logo depois de jantar. “Realmente há evidencias de que cânceres de mama e de próstata também estão relacionados ao trabalho noturno e à interrupção do relógio biológico durante o sono”, acrescenta o médico.

    Para que estes resultados sejam melhor consolidados, ainda serão necessários trabalhos adicionais. Porém, a expectativa dos autores da pesquisa é a de que se tais resultados forem replicados com plena segurança, talvez possam ter um impacto importante em diretrizes oficiais de saúde que, atualmente, não levam em conta o horário das refeições. “Ou seja, além de ficar atentos ao que comer, talvez passemos a nos preocupar também com quando comer. Afinal, os resultados obtidos por este estudo sugerem que fazer refeições em horários que favoreçam a digestão correta dos alimentos e não atrapalhem o repouso noturno, por exemplo, podem reduzir de maneira significativa o risco de câncer no futuro”, avalia o oncologista do HCor.

  • Os benefícios da gordura do leite para as crianças

    – “A gordura está quase sempre associada com malefícios à saúde, uma vez que a obesidade – definida como acúmulo de tecido adiposo (de gordura) no corpo – é um problema grave de saúde pública”, destaca Ana Paula Del’Arco, nutricionista e consultora da Associação Brasileira de Laticínios (Viva Lácteos).

    Atualmente vivemos uma epidemia de obesidade infantil em todo o mundo e no Brasil não é diferente. Segundo a Organização Mundial de Saúde, em torno de 41 milhões de crianças menores de 5 anos apresentam excesso de peso e, no Brasil, de acordo com o IBGE, estima-se que um terço das crianças brasileiras (33,5%) apresentam sobrepeso ou obesidade. Se nada for feito, a tendência é o agravamento desta epidemia, que imprime graves consequências físicas e psicossociais que já são observadas na infância.

    Contudo, “comer gordura” não significa se tornar obeso, ou ainda, “não comer gordura” não significa estar “imune à obesidade”.

    A gordura é uma excelente fonte de energia para o corpo, fornece 9 calorias por grama, e, apenas se consumida em excesso, pode ser acumulada pelo corpo como principal fonte de energia. Como qualquer nutriente, sendo deficiente ou estando em excesso no corpo, pode trazer problemas de saúde.

    Importante destacar que o estoque de energia que o corpo produz (em forma de gordura), pode ser oriundo do excesso de gordura que é ingerido na dieta ou do excesso de açúcar (de carboidratos) consumido na dieta, associado com o baixo dispêndio energético (a falta de atividade física). Então, não é apenas o excesso de gordura consumido que fica acumulado em forma de gordura no corpo.

    Em relação à gordura dos lácteos, é importante considerar o perfil lipídico desta gordura, que é bastante diversificado, no qual existem gorduras saturadas, insaturadas, frações lipídicas cis e trans, que compõem um sistema lipídico único, absorvido como tal pelo organismo, capaz de entregar benefícios à saúde quando dentro desta complexidade bioquímica.

    A gordura láctea tem sido alvo de diversos estudos científicos recentes que apontam para a inexistência de evidências consistentes entre o consumo de lácteos (com qualquer teor de gordura) e o risco cardiovascular, mostrando inclusive efeito protetor para a saúde cardiovascular. Faz-se necessário conhecer o perfil das gorduras, entender quais ácidos graxos as compõem, pois, cada ácido graxo se comporta de maneira diferente no organismo em relação aos eventos cardiovasculares, principalmente em relação ao colesterol. Dentre as gorduras saturadas, verifica-se que os ácidos graxos láurico, mirístico e palmítico, que aumentam o colesterol ruim (LDL-colesterol) também elevam os níveis de HDL-colesterol (o colesterol bom). Ainda, o ácido graxo esteárico (C18:0) não denota efeito sobre o colesterol.

    O sistema lipídico dos lácteos também apresenta ácidos graxos insaturados, como o oleico, que se associa à redução dos níveis de colesterol total, LDL-colesterol e triglicérides, representando 25% do total do conteúdo da gordura presente no leite. Os ácidos graxos poli-insaturados (PUFA’s) também estão presentes na gordura láctea e a relação entre os ácidos graxos ômega-6 (ácido graxo linoleico) e ômega-3 (alfa-linolênico) está em torno de 1-2:1 (w-6:w-3), uma boa proporção quando comparada com a maioria dos alimentos ao se excluir os peixes e derivados marinhos.

    O ácido linoleico conjugado (CLA) é abundante no leite de vaca (especificamente nos ruminantes) e o isômero cis9, trans11 (9c,11t-CLA) é o isômero que mais ocorre no leite. Dentre os benefícios do CLA, em especial do 9c,11t-CLA, está a redução do colesterol total, LDL-colesterol e triglicérides, com efeito anti-aterogênico e antitrombótico, por inibirem a agregação plaquetária. No leite, o isômero cis9, trans11 do CLA pode ser obtido a partir do ácido graxo trans vacênico (18:1,11t), uma gordura trans que ocorre naturalmente nos ruminantes.

    Outro aspecto importante para destacar em relação às gorduras, são suas inúmeras funções no organismo, sendo a gordura essencial para a saúde. Além de serem excelentes fontes de energia para o corpo e apresentarem benefícios em sistemas complexos, as gorduras também exercem funções básicas no organismo, que são vitais, tais como: 1) a regulação da temperatura interna do corpo, funcionando como um isolante térmico, ou seja, garantindo a temperatura ideal interna do corpo para o adequado funcionamento dos órgãos e sistemas; 2) a produção de hormônios que regulam os processos internos do corpo; 3) a proteção interna dos órgãos em casos de choques mecânicos; 4) o transporte de diversas substâncias e de vitaminas para todo o corpo; entre outras funções.

    “O leite é um alimento único, com uma matriz nutricional complexa, sendo a relação entre seus nutrientes e componentes capaz de entregar inúmeros benefícios ao organismo, desde contribuir com uma dieta equilibrada e saudável, até contribuir na prevenção de doenças cardiovasculares, obesidade, osteoporose, diabetes, entre outras, destaca a nutricionista.

    Inclusive em crianças e adolescentes, se observa os inúmeros benefícios que o leite e seus derivados entrega. Estudos apresentam evidências de que o consumo de leite está inversamente associado com o risco de excesso de peso (sobrepeso e obesidade) na infância; além de fornecer nutrientes essenciais para o adequado crescimento e desenvolvimento das crianças, que devem necessariamente consumir os lácteos em sua versão integral (com gordura), pois além dos benefícios da própria gordura láctea, os produtos lácteos integrais se caracterizam como uma das principais fontes de vitamina A na alimentação das crianças.

  • 10 pecados do brasileiro que afetam o coração

    Cuidar da saúde do nosso coração é fundamental para evitar doenças cardiovasculares. Para isso, mudar alguns hábitos comuns do dia a dia faz toda a diferença.

    O Dr. Hélio Castello, cardiologista intervencionista da Angiocardio, listou 10 hábitos frequentes que podem fazer mal à saúde, principalmente à do coração, e que você pode mudar. Confira:

    Colocar muito sal na comida

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a quantidade máxima de sal recomendada por dia é de uma colher de chá, o equivalente a 5 gramas, para pessoas saudáveis. O brasileiro consome, em média, o dobro disso. Uma das alternativas para fugir do sal é preparar os alimentos com temperos naturais livres de sódio, como ervas finas, orégano, alho, pimenta e mostarda em pó. Evitar congelados e jamais deixar o saleiro na mesa.

    Não beber água durante as atividades físicas

    A prática de exercício físico regularmente, principalmente aeróbico, é extremamente benéfica para a saúde. Porém, é necessário manter a hidratação do corpo durante as atividades físicas.  É recomendado orientação e acompanhamento de profissionais para maior segurança e melhores resultados.

    Estresse

    É preciso desacelerar. O estresse e a ansiedade liberam hormônios que promovem aumento da frequência cardíaca, constrição dos vasos e elevação da pressão arterial.  Relaxamento, meditação e respiração são alternativas úteis para o controle do estresse e redução da pressão arterial.

    Consumir muita carne vermelha

    A carne vermelha possui altos níveis de gordura saturada, que é uma grande vilã para a saúde do coração. Por isso, o ideal é reduzir o consumo de carne, principalmente a vermelha, além de optar por carnes  magras, pois há cortes com uma quantidade menor de gordura.

    Excesso de bebidas alcoólicas

    A ingestão de bebidas alcoólicas está entre os fatores primordiais e responsáveis pelo aumento das doenças crônicas não transmissíveis. Em relação à hipertensão, a ingestão de bebidas alcoólicas em excesso eleva a pressão arterial, aumentando agudamente a chance de AVC ou infarto.

    Fumar

    O vício também está relacionado a problemas cardiovasculares e ao aumento considerável da pressão arterial. O fumo pode piorar a constrição dos vasos, piorando os níveis pressóricos. Além disso, potencializa a chance de o hipertenso ter um infarto.

    Ingerir produtos enlatados

    Evite os alimentos industrializados e os embutidos, pois têm altas doses de sódio e gorduras. Sempre que puder, faça uma escolha mais saudável e natural.  Verduras, legumes, cereais, oleaginosas, laticínios desnatados, azeites, óleos vegetais, peixes e carnes magras devem compor a alimentação. No supermercado, fique de olho nos rótulos e opte por alimentos com pouco teor de sódio.

    Obesidade

    Segundo o Ministério da Saúde, 70% dos homens e 61% das mulheres que convivem com a hipertensão são obesos, ou seja, tem um IMC acima de 30kg/m². Essa relação perigosa acontece porque, com o aumento de peso, aumenta também a produção de insulina plasmática. Esse hormônio favorece a absorção de sódio pelos rins, aumenta a atividade vascular e o volume sanguíneo. Dessa maneira, o resultado é um maior volume de sangue em vasos sanguíneos mais estreitos, o que leva a um aumento da resistência ao trabalho do coração e consequente elevação da pressão arterial.

    Consumo excessivo de refrigerante

    O refrigerante é uma das bebidas que contribuem para o mau colesterol e a diabetes.  Isso porque pode aumentar o risco de desenvolver obesidade, que é fator de risco de problemas no coração. Além disso, o refrigerante conta com cerca de 37 gramas de açúcar a cada lata de 350ml. Por isso, quanto menos refrigerante for consumido, melhor.

    Excesso de açúcar

    O consumo excessivo de açúcar pode fazer mal para a saúde do coração, inclusive gerando doença como diabetes, que é fator de risco . A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda um máximo de 25 gramas diárias, o equivalente a cerca de duas colheres de sopa.

  • O Riso pode ser o remédio para sua realização profissional

    Com relatos de vários comediantes bem sucedidos, como Fabio Porchat e o português Ricardo Araújo Pereira, a escritora Abbadhia Vieira apresenta o poder de uma boa gargalhada.

    Abbadhia expõe em seu primeiro livro, Gargalhadorismo, cases da sua vida e  de comediantes bem sucedidos, mostrando o quanto o humor é peça fundamental na concorrência atual.

    Presente em boa parte da publicação, o humor faz toda a diferença desde em novos cargos até em “saias justas”:  Rir é o melhor remédio. E serei ousada, indo um pouco além,  rir não apenas é o melhor remédio, como pode ser justamente o que você está precisando para conseguir ser mais realizado dentro do mundo profissional e, sobretudo, empresarial”, diz Abbadhia Vieira.

    De forma leve, a publicação conquista o leitor página à página e tem ainda como bônus, entrevistas importantes com Fábio Porchat, Ricardo Araújo Pereira, Ricardo Belino, Murilo Gun, entre outros, que interagem com a autora e também apresentam histórias importantes para o empreendedor que, efetivamente, deseja vencer.

    A publicação faz parte da coleção Find Out da editora portuguesa Tema Central e será lançada em Portugal, Angola e no Brasil.

    Criadora do Teatro Empresarial Motivador (TEM) e do Canal Comédia S/A, há uma década Abbadhia Vieira atua nas principais empresas nacionais e multinacionais no Brasil e em Portugal.

    PARA A IMPRENSA

    Quem? Abbadhia Viera, empreendedora, palestrante e atriz

    O que? Lançamento do livro Gargalhadorismo – Empreendedorismo com Humor (Editora Tema Central, Portugal, 144p, Preço sugerido: R$ 45 / € 15)

    Por que? Empreender é preciso. E com humor é fundamental!

  • WHISKAS® lança primeira Escola de Gatinhos

    Projeto traz uma série de vídeos e está disponível no canal da marca no YouTube

    Já pensou se, ao adotar um filhote, fosse possível mandá-lo a uma sala de aula para aprender tudo sobre alimentação, saúde e comportamento de um gato? Este foi o ponto de partida de WHISKAS® – a marca que mais entende de gatos – para criar a Escola de Gatinhos, uma série de vídeos que tem como objetivo orientar os tutores nesta fase inicial da vida do felino.

    Os filmes abordam de maneira lúdica temas importantes sobre os bichanos, que surgiram a partir dos questionamentos mais buscados na internet acerca dos felinos. Por exemplo, para manter o ambiente mais higiênico e seguro para a saúde e bem-estar do próprio pet, um dos vídeos mostra como ensinar o filhote a usar a caixa de areia. Já outro traz um guia completo sobre castração, contando os detalhes e benefícios do procedimento.

    “Queremos incentivar os novos tutores e pessoas interessadas em ter um pet a conhecerem mais sobre o universo dos felinos, gerando diversos conteúdos sobre comportamento, saúde, nutrição, até as rotinas e cuidados que um gateiro tem que ter para manter seu bichano saudável e feliz”, conta Roberto Valdrighi, Gerente de Marketing de WHISKAS®.

    O projeto, já lançado no continente Europeu e no México, foi produzido no Reino Unido pela AMV BBDO em Londres, em parceria com o Google e Mediacom, e dá continuidade ao posicionamento “Alimente a Curiosidade”, que procura inspirar as pessoas a cultivarem a curiosidade natural de seus gatos. Os vídeos estão disponíveis na página de WHISKAS® no YouTube:  https://www.youtube.com/WhiskasBrasil/.

  • Diagnóstico precoce de Alzheimer garante bem-estar aos pets

    Com o aumento da expectativa de vida, cada vez mais bichinhos de estimação apresentam a degeneração cognitiva, doença que causa mudança no comportamento

    Os pets estão vivendo mais e enfrentam os riscos de doenças crônicas e degenerativas. A síndrome da disfunção cognitiva é um dos problemas que têm sido frequentes entre os cãezinhos idosos. Assim como o Alzheimer nos humanos, a doença é caracterizada pelo envelhecimento das células do cérebro.

    “Apesar de não ter cura, quando diagnosticada no início é possível retardar o seu avanço e controlar os sintomas, proporcionando cuidados para garantir melhor qualidade de vida aos bichinhos de estimação”, afirma a veterinária Carolina Dias Jimenez, especialista em neurologia da Petz.

    Por isso, o Dia Mundial de Conscientização do Alzheimer, em 21 de setembro, é importante também para alertar sobre os riscos nos bichinhos de estimação. Com o envelhecimento, ocorre a deposição de uma proteína chamada amiloide nos neurônios e em todo tecido cerebral, que causa a morte gradual das células.

    Sinais

    A doença se manifesta geralmente a partir dos 10 anos, com a desorientação (envolve momentos de agitação e/ou de sonolência), redução de atividade física, mudanças no padrão do sono, perda de memória visual e alteração nos hábitos de higiene. “Eles começam a olhar para o nada, se perdem atrás de móveis, não reconhecem o dono, dormem mais tempo durante o dia e, à noite, ficam zanzando pela casa compulsivamente”, explica a veterinária.

    Com a evolução do problema, eles passam a não saber mais como beber água ou comer, não conseguem mais deglutir, podem parar de andar, perder a atividade locomotora, com uma série de consequências à saúde.

    Tratamento

    Além do acompanhamento veterinário, o tratamento é feito com antioxidantes, que vão retardar o envelhecimento celular e, consequentemente, a liberação da substância amiloide. Também é usada medicação que aumenta a vascularização no cérebro, melhorando o seu funcionamento. “É uma doença degenerativa, como no ser humano. O acompanhamento veterinário poderá retardar os sintomas e minimizar os efeitos, mas vai continuar evoluindo”, esclarece a Dra. Carolina.

    Quando o animal começa com os sinais neurológicos, é importante fazer uma ressonância magnética ou algum outro tipo de exame mais apurado para excluir problemas como tumor cerebral, que tem tratamento oposto ao Alzheimer. Mas o diagnóstico é clínico, pois nenhum exame mostra as alterações.

    Prevenção

    Além de ter uma alimentação equilibrada e praticar atividades físicas frequentemente, a indicação é começar com antioxidantes e vitaminas o mais precoce possível, por exemplo, a partir dos 8 anos. Outra opção são rações ricas em antioxidantes que auxiliam no combate aos radicais livres e, por sua vez, combatem o envelhecimento.

    Normalmente, as raças pequenas como yorkshire, maltês e schnauzer são mais predispostas à doença, principalmente porque a expectativa de vida delas é maior. Para que o pet fique bem, no entanto, a compreensão e atenção dos donos são ótimos tratamentos. Veja abaixo algumas dicas da veterinária.

    1 – Não deixar o pet sozinho por longos períodos, já que eles podem ficar confusos ao se enfiarem em lugares restritos da casa e não conseguirem sair, como embaixo de móveis, atrás de portas.

    2 – Eles vão dormir por mais tempo. Isso acontece não só pela doença, como pelo envelhecimento. O ideal é levá-los mesmo dormindo para fazer as necessidades ou recorrer às fraldas descartáveis (mas nem todos se adaptam).

    3 – Se possível, deixar o espaço livre onde eles ficam para que possam caminhar, quando desejarem, sem acidentes. Manter a caminha higienizada e respeitar a lentidão nos momentos de passeio.

    4 – Como podem ocorrer também mudanças no apetite do pet, que troca o dia pela noite, deixe a ração disponível  e a água por tempo indeterminado. Converse com o veterinário para indicar opções pastosas para facilitar a mastigação do cão.

    5 – Faça check-up e acompanhamento veterinário de seis em seis meses para garantir bem-estar e controlar os efeitos da doença.

  • Entenda as principais diferenças entre os vinhos Cabernet, Merlot e Malbec

    Sommelier esclarece as distinções entre as uvas do vinho

    O vinho é uma bebida elegante e saborosa, que apresenta várias características que auxiliam na definição do seu sabor, como por exemplo, o aroma, coloração, produção, tipo de uva e até o teor alcoólico. De acordo com uma pesquisa realizada pelo site americano especializado na bebida, Wine Folly, estima-se que exista mais de 200 tipos de vinhos no mundo.

    O tipo de uva utilizado é um dos fatores mais determinantes para diferenciar os vinhos. As mais utilizadas no mundo da bebida são as uvas viníferas. A variedade impressiona, atualmente, existe cerca de 5 mil tipos de uvas viníferas no mundo. As mais famosas entre os tintos são a Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec, Carmenère, Syrah e Pinot Noir.

    De acordo com o sommelier da Decanter, Sidney Lucas, entre as uvas mais plantadas no mundo para a produção de vinhos finos estão a Cabernet Sauvignon e a Merlot. A produção mundial é dominada pela Itália, França e Espanha, e representa cerca de 54% da produtividade do vinho em todo o mundo.

    Muitas pessoas acreditam que a apreciação e diferenciação do vinho é algo exclusivo dos enólogos, sommeliers e grandes apreciadores da bebida, porém, cada vez mais pessoas buscam consumir e adquirir conhecimento sobre o universo da bebida que se popularizou e conquistou a todos.

    Diferenciar os inúmeros sabores e aromas da bebida, parece ser uma tarefa difícil. Os vinhos Cabernet, Merlot e Malbec estão entre os mais conhecidos e consumidos. Porém, muitas pessoas possuem dúvidas sobre as diferenças entre eles. Para auxiliar e esclarecer algumas questões, o sommelier da Decanter, Sidney Lucas dá algumas dicas para identificar os diferentes estilos.

    A uva Cabernet Sauvignon é uma das tintas mais conhecida no mundo. Popular na região de Bordeaux, na França, a bebida apresenta uma característica tânica forte. O vinho tem características encorpada, com aroma de frutas vermelhas escuras, como amora, mirtilo e ameixa, além de traços vegetais, como aspargo e pimentão, textura refinada e altos níveis de taninos.

    De acordo com o sommelier, os vinhos produzidos com a uva Cabernet possuem coloração bem escura e com grande complexidade de aromas e sabores, que variam de frutas vermelhas escuras, quando ainda novos, até tabaco, trufa e couro depois de maduros. Uma das grandes diferenças da Cabernet Sauvignon é a espessura grossa de sua casca, tornando a uva mais resistente às diversidades climáticas.

    Enquanto o vinho Cabernet Sauvignon possui uma característica forte na boca, o Merlot é macio. Extremamente frutado, a bebida apresenta aromas de frutas vermelhas como cereja e framboesa. A coloração varia de violácea quando jovem e parte para um roxo intenso. A uva é mais utilizada para a produção de vinhos mais jovens, embora também seja possível produzir rótulos mais duráveis.

    “Os Merlots harmonizam perfeitamente com carnes de porco, cordeiro e vaca, além de queijos como parmesão, brie e camembert e pratos condimentados”, observa Sidney.

    Derivado da família dos tintos mais clássicos, o vinho Malbec possui cor em tom vermelho púrpura intenso. Na boca apresenta sabor prolongado e taninos “doces”. O vinho pode ser robusto e bem concentrado, possui aroma de frutas vermelhas, como cerejas maduras, ameixas, morangos e anis. “Por se tratar de um vinho aromaticamente intenso e com excelente profundidade de sabor, é a escolha perfeita para as noites de temperaturas mais baixas, do outono e inverno”, finaliza Lucas.

    Quanto à harmonização, a bebida é uma ótima escolha para pratos com carnes vermelhas e temperos de sabor mais intenso, como alecrim, pimenta e hortelã.

    Decanter

    Uma das maiores e mais destacadas importadoras de vinhos do Brasil, a Decanter foi eleita a Importadora do Ano, na edição anual de vinhos da revista Gula. Fundada em Blumenau, em 1997, conta com mais de 50 distribuidores por todo o país, além da rede de Enotecas Decanter.

    Seriedade, respeito ao cliente e uma política de preços convidativos têm sidos alguns dos suportes desse crescimento.  No entanto, é a esmerada seleção de vinhos que dá corpo à empresa.

  • As meninas vão ao ginecologista. E os meninos?

    Sociedade Brasileira de Urologia lança campanha de orientação de saúde para jovens do sexo masculino.

    De acordo com a estimativa populacional do IBGE para 2018, o Brasil tem 8,4 milhões* de adolescentes entre 15 e 19 anos. No entanto, quantos deles vão ao médico avaliar sua saúde como as meninas da mesma idade que já procuram o ginecologista? Para orientar essa parcela da população, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) realiza em setembro – mês em que se celebra o Dia Nacional do Adolescente, no dia 21 – a Campanha #VemProUro, de Orientação em Saúde do Adolescente Masculino.

    Apesar de a SBU sempre ser defensora da saúde do homem em todas as suas faixas etárias, muitos associam a ida ao urologista apenas após os 50 anos devido aos exames da próstata.  Para disseminar as orientações foi desenvolvido um site sobre o tema dentro do Portal da Urologia: www.portaldaurologia.org.br/jovem, sendo possível obter esclarecimento sobre DSTs, drogas, prevenção à gravidez, ejaculação precoce, puberdade, atividade física etc. O espaço conta com textos e o apoio do psiquiatra e autor de livros para adolescentes Jairo Bouer e do professor de educação física e idealizador do quadro Medida Certa, Marcio Atalla.

    No mês de setembro, médicos das diversas seções estaduais da SBU realizarão palestras de orientação em escolas, hospitais e em lugares frequentado por adolescentes. O urologista está apto para tratamentos de problemas detectados desde o nascimento, como testículos ausentes da bolsa testicular, alterações na anatomia e função do trato urinário, passando por doenças que se apresentam tipicamente na adolescência, como a varicocele, até chegar ao homem adulto, em que se destacam tipicamente os problemas relacionados à próstata, especialmente após os 50 anos.

    Entre as doenças urológicas mais comuns nessa faixa-etária estão a varicocele, o tumor no testículo, as doenças sexualmente transmissíveis nos jovens que já iniciaram a vida sexual e as inflamações na glande do pênis. O urologista poderá também esclarecer sobre as modificações do corpo inerentes a esta fase da vida, orientar sobre a prevenção da gravidez indesejada, assim como conversar sobre as dúvidas corriqueiras na adolescência, como a ejaculação precoce e o tamanho do pênis.

    Entenda os principais problemas:

    Varicocele – é a dilatação das veias nos testículos. É a causa mais comum, conhecida e tratável de infertilidade masculina: acomete em torno de 35% dos homens com infertilidade primária e 80% com infertilidade secundária, embora esteja presente em aproximadamente 20-25% da população masculina em geral. Assintomática, a doença é geralmente detectada em consulta de rotina pelo exame físico dos genitais e, quando necessário, corrigida por microcirurgia.

    Tumor no testículo – é o câncer mais comum em homens entre os 20 e 40 anos. O principal sintoma do câncer testicular é o aumento do volume da bolsa escrotal ou a palpação de um “caroço” no testículo. Os fatores de risco são história prévia de criptorquia (crianças que nascem sem que o testículo tenha “descido” para dentro da bolsa escrotal), principalmente quando a criptorquia não foi corrigida ou foi corrigida tardiamente (após os 2 anos). Outros fatores de risco incluem a história familiar de tumores no testículo e a exposição a alguns tipos de substâncias químicas. Hoje em dia mais de 95% dos tumores testiculares são curáveis. Mas é importante todo homem e todos os pais e mães de crianças do sexo masculino prestarem atenção a um eventual aumento do volume da bolsa escrotal. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maior a probabilidade de cura com tratamentos mais simples.

    Balanopostite – é o processo inflamatório mais frequente que ocorre no pênis. É uma inflamação conjunta da glande e prepúcio (balanite é inflamação da glande; postite é inflamação do prepúcio). A causa mais comum é uma infecção fúngica aguda causada pela candida albicans. Não é considerada uma doença sexualmente transmissível, pois pode-se desenvolver sem a realização de penetração, embora o casal possa compartilhar a cândida durante o ato sexual. O tratamento é feito com cremes tópicos associados à medicação via oral.

    Ejaculação precoce – segundo a Sociedade Internacional de Medicina Sexual (ISSM), é caracterizada pela ejaculação que ocorre sempre, ou quase sempre, quando o tempo desde a penetração vaginal até a ejaculação passa a ser insatisfatório para o homem ou para o casal. No jovem, a causa costuma estar relacionada à ansiedade e à inexperiência do ato sexual. O tratamento é realizado basicamente por meio de psicoterapia sexual (podendo ser do tipo comportamental) e de farmacoterapia.

    * Baseado em https://www.ibge.gov.br/apps/populacao/projecao/ de 20 de agosto de 2018.