Autor: agitosp

  • Diabéticos têm de redobrar atenção com doenças cardiovasculares

    Cada vez mais, a classe médica se preocupa com a relação entre o diabetes e problemas cardiovasculares. Estudos apontam que o excesso de açúcar na corrente sanguínea pode provocar lesões nos tecidos das artérias, permitindo que placas de gordura se instalem nos vasos sanguíneos e aumentem as chances de infarto, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e aneurismas. Levantamento realizado pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) indica que aproximadamente 13 milhões de pessoas vivem com a doença no Brasil.

    Segundo o doutor Diego Gaia, coordenador de Cardiologia do Hospital Santa Catarina (SP), pacientes com diabetes precisam fazer o monitoramento constante do nível de açúcar no sangue, além de cuidar da alimentação e praticar atividades físicas. “É importante que o paciente entenda que não deve ingerir grandes quantidades de gordura e doces, para evitar o acúmulo dessas substâncias no organismo. Além disso, é fundamental que se faça atividades físicas para ajudar o organismo a eliminar essas substâncias tóxicas”, diz.

    O paciente deve, também, ficar atento a sintomas como tontura, falta de ar e inchaço. “Nem sempre os sintomas de infarto ou AVC em uma pessoa com diabetes são claros. Às vezes, pode parecer apenas que está ocorrendo um desequilíbrio nos níveis de açúcar, por isso é importante que o diabético seja acompanhado por um médico cardiologista e tenha uma vida saudável”, explica o especialista.

    Doutor Gaia diz ainda que o diabetes tipo II oferece mais chances para o aparecimento de doenças cardiovasculares. “No caso do diabetes tipo II, a pessoa precisa mudar seus hábitos de vida para evitar que o pâncreas esgote precocemente sua capacidade de produzir insulina. A pessoa precisa rever a alimentação e ter uma vida mais saudável para prevenir o agravamento da situação”, diz. “No caso do diabetes tipo I, que é associado a um problema no sistema imunológico, o paciente, desde a infância ou adolescência, precisa de insulina diariamente para controlar a glicose no sangue. Quando a pessoa começa a ter uma rotina alimentar e praticar exercícios desde cedo, o organismo responde melhor ao tratamento”, finaliza.

    Hospital Santa Catarina

    O Hospital Santa Catarina, que completou 113 anos de fundação em 2019, prima pela excelência no atendimento seguro e humanizado. Referência de qualidade em serviços de saúde no Brasil, atende desde pequenos procedimentos até cirurgias de alta complexidade. A instituição filantrópica é parte da Associação Congregação de Santa Catarina, a qual compõe uma rede social que atua nos eixos da saúde, educação e assistência social. Congrega cerca de 13 mil colaboradores, distribuídos em diversas obras sociais e programas de apoio em sete estados brasileiros.

    Com infraestrutura moderna, equipamentos de última geração e profissionais altamente qualificados, o Hospital Santa Catarina dispõe de 324 leitos, sendo 85 de UTI, 16 salas de cirurgia, cinco Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs neurológica, cardiológica, pediátrica, geral e multidisciplinar) e pronto atendimento 24 horas.

  • Pílula anticoncepcional: um risco cardiovascular oculto

    Cardiologista do HCor alerta para o uso dos pequenos comprimidos sem orientação médica; pacientes cardiopatas, diabéticas, tabagistas, hipertensas ou obesas correm cinco vezes mais chances de sofrerem problemas cardíacos

    Usada por milhões de mulheres anos a fio, a pílula anticoncepcional é o medicamento mais estudado no mundo. Quem toma, muitas vezes, nem imagina que haja contraindicação para o uso. A combinação dos hormônios estrógeno e progestágeno, embora em níveis mais baixos, causam efeitos colaterais sérios nas mulheres, aumentando os riscos de sofrerem de doenças do coração e derrames cerebrais, em decorrência do endurecimento das artérias.

    Diversas pesquisas mostram que mulheres cardiopatas, hipertensas, tabagistas, diabéticas ou obesas, que consomem a pílula, possuem uma tendência maior a ter placas de gordura em suas artérias do que as que não tomam o medicamento. Com o uso a longo prazo, as taxas aumentam significativamente: de 20% a 30% por década de consumo. Isso ocorre porque o sangue entra em estado de hipercoagulabilidade, ou seja, fica mais espesso.

    As complicações, no entanto, podem ser fatais. “Os hormônios presentes nas pílulas anticoncepcionais favorecem a contração dos vasos sanguíneos e aceleram a formação de coágulos, comprometendo a circulação do sangue. Este é o típico quadro de arteriosclerose, que aumenta as chances do infarto ou derrame”, explica Dr. Abrão Cury, cardiologista e clínico geral do HCor.

    Para evitar os possíveis efeitos adversos, é importante procurar orientação de um profissional para que seja feita uma avaliação precisa da condição de saúde da paciente, para considerar possíveis fatores de risco e predisposição genética para algumas doenças. “O problema é que, em mais de 90% dos casos, as mulheres não sabem que possuem propensão a desenvolver algumas doenças cardiovasculares. O médico precisa de um diagnóstico preciso, antes de prescrever o tipo correto de anticoncepcional, sem oferecer riscos à paciente”, recomenda Dr. Cury.

    Fatores de risco

    Obesidade, tabagismo, pressão alta e diabetes são alguns dos principais fatores de risco que, associados ao uso de pílulas anticoncepcionais, aumentam as chances de AVC, infarto e trombose. Entenda o porquê e consulte um médico.

    Tabagismo: as substâncias do cigarro afetam as funções do sistema vascular arterial, favorecendo o acúmulo de gordura e colesterol nos vasos. Já os hormônios presentes nas pílulas favorecem a coagulação do sangue, elevando – e muito -, as chances de um AVC, infarto ou trombose.

    Hipertensão: o coração das mulheres hipertensas, normalmente, fica hipertrofiados. Isso ocorre devido ao grande esforço para bombear o sangue nas artérias que, com o tempo, perdem sua elasticidade, favorecendo o seu entupimento e o seu rompimento, levando a um quadro de AVC.

    Obesidade: o tecido adiposo em excesso produz mais de 15 substâncias que interferem no funcionamento do organismo como um todo, inclusive nos níveis hormonais.

    Diabetes: o excesso de hormônio presente nas pílulas dificulta a ação da insulina – hormônio responsável pela absorção de açúcar no organismo. As consequências vão de uma magreza excessiva à arteriosclerose.

    Fique atenta!

    Se você usa pílula, procure imediatamente um médico se:

    Aparecer ou agravar a dor de cabeça com sinais neurológicos;

    Tiver hemorragias;

    Sentir dor abdominal de causa indeterminada;

    Ocorrer alteração visual de aparecimento súbito;

    Houver dor e sensação de penso nos membros inferiores.

  • Quatro mandamentos para ter um pé saudável

    Especialista da Doctor Feet dá dicas importantes para cuidar dos pés em qualquer estação

    Responsáveis por nos levar de um lado para outro e por sustentar todo o peso do nosso corpo, os pés nem sempre tem o devido reconhecimento. Segundo Karina Barros, podóloga e coordenadora técnica da Doctor Feet, maior rede de podologia do país, é essencial existir uma rotina de cuidados diários, para evitar quaisquer contratempos. “As pessoas se esquecem ou deixam de cuidar dos pés por conta da pouca necessidade de exibi-los”, comenta a especialista, que também lista abaixo quatro mandamentos para mantê-los sempre saudáveis.

    Hidratação!

    Os pés costumam ficar ressecados por inúmeros motivos, mas são os calcanhares que sofrem mais. Para evitar que isso ocorra, é preciso fazer uma hidratação diária com cremes e loções. “Uma dica é aplicar o produto após o banho ou antes de dormir; assim, fica mais fácil criar um ritual. Se os pés estiverem muito ressecados, o hidratante pode ser aplicado novamente pela manhã”, completa Karina.

    Lave bem e seque mais ainda!

    Já dizia o ratinho do Castelo Rá Tim Bum: “lava lava, lava até meu pé, meu querido pé, que me aguenta o dia inteiro”. Durante o banho lave bem os pés, mas não se esqueça de secá-los mais ainda, principalmente na região entre os dedos. A umidade pode causar problemas bem sérios. Se for nadar na piscina, o cuidado deve ser redobrado. A água do mar, por outro lado, possui propriedades antissépticas, nutritivas e hidratantes que beneficiam a pele, finaliza.

    Use sapatos adequados!

    O calor e a umidade nos pés podem estar diretamente relacionados ao uso de calçados mais fechados, o que pode favorecer a contaminação de micoses causadas por fungos. Alternar o uso dos mesmos e evitar os sapatos mais apertados é uma opção. Um outra dica é investir em meias de algodão. “Na hora de comprar um novo par de sapatos, opte por fazer isso no fim do dia, pois os pés já estão bem inchados, então você vai saber se ele vai ser confortável depois de um longo período de uso” completa a especialista da rede.

    Cuidado com as unhas!

    “As unhas devem ser cortadas em linha reta, pois isso evita que ela fique encravada. É necessário retirar o esmalte um ou dois dias antes da próxima esmaltação, para que elas consigam se recuperar a tempo. É importante visitar um podólogo com frequência para evitar problemas como unhas encravadas, calosidades e problemas pelo uso de calçados inadequados”, finaliza.

  • Ejaculação masculina: tudo o que você sempre quis saber, mas nunca teve para quem perguntar

    Os homens não costumam se abrir muito quando se trata da sua vida sexual. Por isso, levantamos informações importantes sobre o assunto

                Quando se fala em sexo, é senso comum que eles têm muito mais facilidade de chegar ao clímax e a mulheres requerem mais tempo para se excitar, necessitam de investimento intenso nas preliminares e precisam ser estimuladas da maneira correta. Por essa razão, o orgasmo feminino é muito mais estudado e comentado e o prazer masculino acaba ficando em segundo plano, acreditando-se que ele é sempre mais fácil e intenso. E isso é reforçado pelo fato de eles são muito mais reservados quando se trata das suas questões entre os lençóis. No entanto, saber como o corpo masculino funciona na hora H e como reconhecer possíveis disfunções, que segundo os especialistas são mais comuns do que se imagina, faz muita diferença na qualidade do time masculino na cama.

    De fato, eles têm muito mais facilidade para chegar ao ápice por questões fisiológicas. A ejaculação masculina demora 15 minutos, em média, mas esse tempo varia de acordo com fatores como idade, ansiedade e excitação. Por outro lado, o homem precisa de mais tempo para ter um novo orgasmo, enquanto a mulher rapidamente está pronta para mais sexo. Isso acontece porque o corpo masculino precisa de um período maior para se recuperar, já que a ereção exige uma movimentação muscular progressiva e, quando ela chega ao seu máximo, o sangue deixa de circular no interior do pênis, que precisa estar cheio de líquido para ficar rígido. Quanto mais velho o homem for, maior é essa pausa. Em um indivíduo com idade entre 25 e 40 anos, ela demora cerca de 30 minutos. Se ele tiver entre 40 e 60 anos, pode levar entre 2 a 6 horas e, acima dessa idade, até 24 horas. Esse intervalo também pode quebrar o clima para novas relações, mas é importante que ele seja respeitado e que novas ereções não sejam forçadas, pois isso pode provocar desconforto, já que seu corpo ainda não está pronto para entrar em ação novamente.

    A idade mais avançada também faz com que eles percam um pouco da capacidade de rigidez peniana, o que diminui a intensidade do orgasmo, e faz com que ele precise ser mais estimulado e demore mais tempo para chegar ao prazer. Esse fator também influencia na sua fertilidade. A capacidade de ejacular e a produção diária de espermatozóides permanecem relativamente constantes, mas a partir dos 40 anos começa a acontecer uma diminuição no volume da ejaculação e na motilidade dos espermatozóides. Perto dos 60 anos, os níveis de testosterona diminuem pra valer, provocando uma queda na produção de espermatozóides, mas ela não é interrompida completamente, o que faz com que ele tenha um período fértil relativamente constante do início da puberdade até o final da vida.

    Mas todos esses dados não devem ser levados em consideração quando uma disfunção entra em cena. Uma das mais comuns é a erétil. Nesse caso, o homem não consegue obter e manter a ereção por um período suficiente para ter uma relação. Estima-se que ela atinja 100 milhões de homens no mundo, é mais comum após os 40 anos, mas faz vítimas em todas as idades, e pode ter diversas causas físicas, como problemas circulatórios e distúrbios hormonais, ou psicológicos, que na maioria dos casos envolve depressão e estresse.

    Outro distúrbio que pode atrapalhar a vida sexual dos homens é a ejaculação precoce, que ocorre logo após a penetração ou mesmo antes dela, sem que ele tenha controle sobre ela. Para que ela possa ser caracterizada, é preciso que o quadro se repita com frequência e que ele não consiga satisfazer a parceira em pelo menos 50% das relações. Normalmente esse problema, que atinge cerca de 30% dos homens, é causado pela ansiedade, que fica mais intensa quando o problema se repete com frequência. Nos dois casos é importante que o indivíduo procure um especialista que vai investigar as causas e indicar o melhor tratamento. Aliás, é indicado que eles conversem com o especialista diante de qualquer dúvida, mesmo que não haja sinais de problemas, pois isso pode aumentar bastante a qualidade da sua vida sexual.

  • Conheça cinco doenças que se manifestam pela boca

    Feridas e inflamações nas gengivas podem ser indicativos de problemas mais graves de saúde

    São os problemas de saúde bucal que levam as pessoas a procurarem pelo cirurgião-dentista. Mas, o que poucos sabem é que nessas consultas o profissional pode detectar sintomas de outras doenças. Dessa forma, as visitas regulares ao consultório odontológico podem ser aliadas na prevenção e no diagnóstico de problemas graves. Isso sem contar a importância para manutenção da saúde bucal.

    Confira a seguir uma lista elaborada pelo Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) com algumas doenças que podem ser diagnosticadas a partir de sintomas na boca.  

    AIDS

    O ressecamento nas extremidades da boca, aftas maiores, feridas de herpes labial (bolhas pequenas e doloridas), gengivas inflamadas, placas esbranquiçadas no interior da boca (candidíase oral) e infecções por fungos são alguns dos sinais clínicos da AIDS. “As manifestações orais ocorrem em cerca de 80% dos pacientes afetados e ajudam a definir o estágio da doença”, explica o presidente da Câmara Técnica de Patologia Oral e Maxilofacial do CROSP, Fábio Coracin.  

    Apesar dos sintomas bucais serem comuns em pacientes com HIV, nem sempre caracterizam a doença. Por isso, para um diagnóstico final deve-se consultar um profissional da área que indicará os procedimentos e exames pertinentes. 

    BULIMIA

    Transtorno psicológico e alimentar marcado pela compulsão de comer, pelo uso abusivo de laxantes e pela indução de vômitos, ocasiona problemas bucais como erosão dentária, lábios ressecados, hipersensibilidade dentinária, fluxo salivar e aumenta a chance de cárie. 

    Quando esses problemas surgem, o cirurgião-dentista deve fazer uma investigação mais profunda e também consultar outros profissionais da área médica para orientar o paciente na busca de tratamento. 

    CIRROSE HEPÁTICA

    Indícios na boca como alterações hemorrágicas, petéquias (manchas avermelhadas), hematomas e sangramento na gengiva, icterícia visível na mucosa (manchas amareladas) são indicativos clínicos da cirrose hepática. “A doença compromete o funcionamento do fígado e a falha na produção de coagulação”, reitera Fábio Coracin.  

    DIABETES

    Gengivite e periodontite (doenças periodontais), mau hálito, gosto ruim na boca e candidíase oral são problemas recorrentes em pacientes com diabetes, que não estão com a doença controlada.  Por isso, o paciente deve sempre estar atento aos sintomas bucais, pois eles podem indicar que os níveis de glicose precisam ser controlados.

    SÍFILIS

    Provocada por uma infecção bacteriana, a efemeridade se manifesta em três estágios: sífilis primária, secundária e terciária. No primeiro, o sintoma bucal mais frequente é o aparecimento de uma única úlcera, indolor. Manchas esbranquiçadas e lesões múltiplas na cavidade oral são recorrentes no segundo estágio. No último, considerado o mais grave da doença, é possível identificar perfurações e a destruição do tecido bucal. Consultar regularmente o cirurgião-dentista aumenta consideravelmente as chances de identificar a doença nos primeiros estágios, agilizando o tratamento.

  • Dermatologista dá dicas de como cuidar da pele de bebês e crianças

    Mais delicada e fina se comparada a dos adultos, a pele dos bebês e das crianças exigem cuidados especiais e observação constante. Embora se tenha o mesmo número de camadas na pele ao longo da vida; quando pequenos essa composição é 1/5 menos espessa.

    Além disso, as glândulas que produzem o suor e o sebo são menos ativas. O filme hidrolipídico, mistura da transpiração e oleosidade é responsável por formar a camada protetora da pele, tem uma atuação mais fraca.  Por isso, a pele das crianças é especialmente sensível às influências químicas, físicas e microbianas, uma vez que elementos externos são absorvidos mais facilmente e conseguem penetrar nas camadas mais profundas.

    A atividade das glândulas sebáceas segue pequena até a puberdade, período em que ocorrem as mudanças hormonais – por volta dos 12 anos. É nesse momento que passam a surgir as diferenças entre a estrutura e o comportamento da pele dos meninos e das meninas.

    “Por conta dessas diferenças, a pele das crianças não pode ser tratada da mesma forma que a dos adultos, seja em casa ou no consultório. Os cuidados incluem produtos, procedimentos e hábitos, que devem sempre ser monitorados por adultos responsáveis”, enfatiza a Dra. Luciana Maluf, dermatologista e consultora de beleza da Condor.

    É importante o uso de loções e sabonetes suaves. Os sabonetes alcalinos são agressivos às peles muito jovens por removerem lipídios e causar desidratação. Também é preciso atenção ao tempo do banho, já que a água quente em períodos prolongados leva ao ressecamento. A dica é diminuir tanto os minutos de banho quanto a temperatura.

    “Redobre ainda os cuidados com a fotoproteção, fundamental mesmo para os adultos. A pele das crianças apresenta uma menor pigmentação e, por conta disso há maior sensibilidade aos raios UV. Mesmo com o reforço de um fator de proteção adequado, a pele da criança pode começar a queimar após cinco minutos de sol intenso. Protetores solares tidos como físicos são preferenciais e mais apropriados para essa faixa etária”, ressalta a dermatologista e consultora de beleza da Condor.

    Guarda-sol, chapéu, bonezinhos e muita “sombra e água fresca” ajudam a não estragar a brincadeira. E lembre-se: evite sempre o período entre 10h e 16h.

  • O que pode indicar um infarto?

    Cardiologista do Hospital 9 de Julho orienta quais os principais sintomas para saber a hora certa de procurar um atendimento médico especializado

    O infarto do miocárdio, músculo do coração, atinge mais de *17,5 milhões de pessoas por ano e costuma ser relacionado a dor no peito. Essa dor, porém, não é a única a definir um infarto. Segundo o Dr. Marcelo Paiva, cardiologista do Hospital 9 de Julho, mulheres e idosos, por exemplo, podem não ter a dor torácica e serem acometidas pela doença da mesma forma.

    O infarto acontece quando uma artéria que irriga o coração fica obstruída, leva à falta de circulação e à consequente morte das células do órgão: “o reconhecimento dos sintomas relacionados ao infarto é fundamental para o diagnóstico precoce e para o rápido início do tratamento para desobstruir a artéria entupida”, explica o Dr. Paiva.

    Listamos abaixo os principais sintomas de infarto que sinalizam que é hora de buscar avaliação médica:

    • Dor no peito – a dor no peito que realmente merece atenção é descrita como uma sensação de aperto do lado esquerdo do tórax, que pode irradiar para o queixo ou braço esquerdo. O cardiologistaexplica que, a sensação é de queimação e que pode ser confundida com sintomas de refluxo. Caso a dor persista por mais de 20 minutos e estiver associada ao suor frio, palidez e enjoo, deve-se procurar um médico.
    • Tontura – não é um sintoma comum, mas acontece em alguns casos pelabaixa oxigenação no cérebro, ocasionada pelo batimento irregular do coração. Segundo o Dr. Paiva, é um sintoma que deve ser avaliado em conjunto com outros problemas.
    • Palpitação – é o sintoma da arritmia cardíaca, que pode acontecer durante um infarto. Para o Dr. Paiva, esse sintoma costuma vir associado a fraquezas e dificuldades respiratórias.
    • Falta de ar –o mesmo comprometimento dos pulmões que causa a tosse também pode causar aquela dificuldade para respirar, com a sensação de respiração encurtada e falta de ar.

    É importante reforçar que nenhum sintoma deve ser avaliado de forma isolada. Uma tontura, por exemplo, pode estar associada a um caso de labirintite e não a um infarto.

    Segundo o Dr. Paiva quem apresentar algum dos sintomas relacionados e tiver fatores de risco como hipertensão, diabetes, tabagismo ou histórico familiar, deve procurar um médico: “O tempo é o maior inimigo nestes casos, quanto mais rápido o paciente procurar atendimento, melhor será para definir e tratar o infarto”. O médico alerta também para a importância de se manter saudável: “A prática de exercícios físicos e uma alimentação equilibrada podem ajudar a evitar doenças cardiovasculares, além de permitir uma maior qualidade de vida”, finaliza.

  • Review #AgitoPet: Mercure BH Lourdes

    Retornando para SP, fizemos uma parada em Belo Horizonte para conhecer o Mercure BH Lourdes, que é PetFriendly.

    Ficamos hospedamos no quarto 1511, categoria Superior Room com 27m2. Bem espaçoso, o quarto possui uma sala com mesa para trabalho, sofá de 2 lugares, poltrona e TV. Em um cantinho tem uma bancadinha, pia, cafeteira e o frigobar.

    O quarto fica em outro espaço, onde são 2 camas com pillow muito confortável e 4 travesseiros. Tem um abajur e criado mudo em cada lado da cama e TV, armário, um espelho lateral e piso de madeira.

    O banheiro também é bem espaçoso, com um grande espelho, secador de cabelo, espelho que aumenta, amenities do próprio hotel chamado de “Mercure and Me”, uma mega ducha 🚿 deliciosa e que esquenta super rápido (praticamente ao abrir o registro já tem água quente) e toalhas grandes e fofinhas 🥰.


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    No momento do check in é necessário apresentar a carteira de vacinação dos dogs e assinar um termo de compromisso. Depois eles entregam no quarto um kit pet com caminha, dois potinhos para água e comida e um pipi dog (daqueles de plástico).

    O café da manhã tem boa variedade é muito organizado. Na primeira ilha “gelada” há frios, sucos, água de coco, gelatina, frutas e iogurte. Na segunda de “quentes”, há diversos tipos de pães organizados em caixinhas e bandejas, bolos, pão de queijo, ovo mexido, salsicha, bacon e cereais. Conta também preparo de queijo quente, omelete e ovo.

    O Mercure encontra-se em reforma até o final do ano, mas nada que atrapalhe a experiência e conforto do hotel. Para saber mais e realizar também sua reserva, acesse www.accorhotels.com/pt-br/hotel-3575-mercure-belo-horizonte-lourdes-hotel/index.shtml

    Confira mais fotos em nossa fan page

    Avaliação #AgitoSP
    Atendimento 👍🏻👍🏻👍🏻
    Alimentação 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻
    DogFriendly 🐾🐾🐾🐾🐾
    Conforto 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻 🏆
    Wi-Fi 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻
    Aceita cartão Sim 
    Estacionamento: Sim (terceirizado)
    Restaurante: Sim

  • Oncologia do HCor aponta sinais que podem indicar câncer de pâncreas


    Em prol da campanha ‘Setembro Roxo’, oncologista lista os principais alertas de que algo não vai bem com o órgão; considerado um dos tumores mais agressivos e de difícil diagnóstico, o câncer de pâncreas é responsável por cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados e por 4% do total de óbitos

    O mês de setembro foi escolhido para marcar a campanha Setembro Roxo. A iniciativa visa a conscientização da população sobre a importância da prevenção do câncer de pâncreas. Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) mostram que, no Brasil, o tumor pancreático é responsável por cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados e por 4% do total de óbitos por essa doença, o que representa um universo de mais de 8,7 mil pessoas. “Estamos falando de um dos tumores mais agressivos e de difícil diagnóstico, em virtude de sua localização”, alerta Dr. Auro Del Giglio, oncologista do HCor.

    “Acredita-se que este será a segunda causa de óbito por câncer nas próximas décadas, já que a maioria dos pacientes é diagnosticada tardiamente e, infelizmente, vive só alguns meses após o diagnóstico e o tratamento”, alerta Dr. Auro. Em prol da campanha Setembro Roxo, o oncologista do HCor lista cinco sinais que podem ser um indício de câncer de pâncreas. Confira!

    Icterícia: metade dos pacientes com câncer de pâncreas apresenta icterícia, condição que deixa a pele e os olhos amarelados. Isso porque, quando o tumor está instalado na parte superior do órgão, causa uma obstrução biliar.

    Dor nas costas: à medida que o tumor avança pode provocar dores nas costas. No início, a dor é de baixa intensidade, podendo ficar mais forte. “A dor aparece porque o tumor pode comprimir os órgãos vizinhos, para os nervos ao redor do pâncreas. Vale lembrar que o câncer de pâncreas não é a principal causa da dor, outras doenças podem causar o sintoma com mais frequência”, ressalta Dr. Giglio.

    Aumento da glicose: frequentemente existem pequenos problemas com o metabolismo do açúcar que podem ser reconhecidos por exames de sangue específicos. Embora ocorra o aumento dos níveis de glicose no sangue, não se caracteriza diabetes. Esse aumento é provocado pela deficiência na produção de insulina, principal função do pâncreas.

    Hábitos intestinais: a quantidade insuficiente de enzimas pancreáticas no intestino pode causar diarreia ou constipação, e pele amarelada. Isso ocorre porque devido à obstrução no canal biliar. Este bloqueio provoca o aumento da quantidade de bilirrubina, um componente da bílis no sangue.

    Perda de peso e náuseas: em algumas situações, a localização do tumor torna a alimentação mais difícil, como tumores que dificultem o trânsito normal do alimento pelo trato digestivo. O emagrecimento progressivo diminui a resistência do organismo a infecções e reduz a tolerância aos tratamentos necessários.

    Prevenção: Não fumar e evitar o excesso de álcool são medidas importantes para a prevenção do câncer de pâncreas. Pessoas portadoras de outros fatores de risco, como pancreatite crônica, diabetes, histórico familiar ou submetidas a certas cirurgias de estômago, duodeno e vesícula devem manter o acompanhamento médico regular.

    Tratamento: o tratamento do câncer de pâncreas pressupõe, sempre que possível, uma cirurgia para a retirada completa do tumor. Quando já existem focos de metástases prejudicando o funcionamento de outros órgãos, ela pode ser realizada para reduzir os sintomas adversos causados pela doença.

    Quimioterapia, associada ou não à radioterapia, é um recurso terapêutico para evitar recidivas do tumor, controle da doença ou alívio dos sintomas.

    Câncer de pâncreas é uma doença grave. As características dos sintomas que, no início, são inespecíficos e podem ser confundidos com manifestações de outras enfermidades, muitas vezes, inviabilizam o diagnóstico precoce, fundamental para o sucesso do tratamento.

  • Aprenda a evitar oito erros na hora de pintar a casa

    Pintar um ambiente pode transformá-lo e renová-lo como nenhum outro elemento de decoração é capaz de fazer. Mas você sabia que para garantir bons resultados não basta comprar qualquer tinta e aplicar? Escolhas ruins trazem algumas dores de cabeça: além de a pintura durar menos tempo do que deveria, não trará o resultado esperado e exigirá gastos futuros com repinturas e manutenção, entre outros problemas.

    De acordo com Anne Costa, coordenadora técnica da ABRAFATI – Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas, existem casos em que a tinta cobre uma área menor que o esperado, exige muito mais demãos que o previsto para cobrir a cor anterior, ou apresenta um resultado pouco uniforme e até escorre para o rodapé da parede. “Em outras situações, a pintura fica muito boa num primeiro momento, mas em pouco tempo desbota e/ou perde suas características”, explica. 

    Para evitar problemas como este, a especialista separou uma lista com oito erros comuns, que devem ser evitados na hora de pintar o imóvel. 

    1.  Utilizar tinta não conforme 

    De maneira geral, tintas que não estão em conformidade com as normas técnicas apresentam baixo rendimento e baixa resistência à abrasão, além de menor durabilidade e resistência à limpeza com produtos de uso doméstico. Para se proteger, antes de comprar uma tinta, consulte a plataforma digital www.tintadequalidade.com.br. Desenvolvida pela ABRAFATI, a ferramenta possibilita consultar as marcas que cumprem os requisitos de rendimento, poder de cobertura, secagem e resistência à limpeza, estabelecidos nas normas técnicas ABNT. É muito simples: basta digitar no campo de busca o nome de uma marca ou de uma empresa e checar se é qualificada ou não. 

    2.  Escolher uma tinta inadequada para a superfície

    Existem produtos adequados para o uso em cada tipo de superfície (alvenaria, metal, madeira e outras). Usar uma tinta desenvolvida para outra finalidade levará a resultados ruins. O mesmo vale para o local onde a tinta será aplicada: é preciso verificar se a tinta é para uso só em áreas internas ou em áreas internas e externas, da mesma forma que deve ser dada atenção ao tipo de cômodo que será pintado (em áreas mais úmidas, como banheiros e cozinhas, é recomendado o uso de tintas adequadas a essa característica).

    3.  Não preparar a superfície a ser pintada

    Antes da pintura, é preciso fazer uma limpeza completa na superfície que será pintada. Ela precisa estar firme, uniforme (sem buracos ou rachaduras), seca e sem poeira, gordura, graxa, sabão ou mofo. Corrigir imperfeições na parede, com argamassa ou massa corrida também é fundamental.

    4.  Não eliminar focos de umidade

    As infiltrações de água são as causas mais frequentes da deterioração das pinturas em alvenaria, provocando, na maioria das vezes, descascamentos, desplacamentos, bolhas e outros inconvenientes. Antes de pintar, verifique bem se existem problemas como vazamentos ou falhas na impermeabilização. Se existirem, corrija-os. 

    5.  Não seguir as instruções do fabricante

    Na embalagem da tinta, há orientações em relação a aspectos como a diluição ou o intervalo mínimo entre demãos, que precisam ser seguidas. Outra dica importante é medir a área a ser pintada e observar o rendimento da tinta informado pelo fabricante, para calcular bem a quantidade, de forma que não haja sobra ou falta do produto. 

    6.  Pintar com clima inadequado

    Atenção! Não se deve pintar em dias chuvosos ou com ventos fortes, pois eles trazem poeira e outras sujeiras para a pintura. Também deve ser evitada a pintura quando a temperatura está muito baixa (≤10ºC) ou muito alta (≥40ºC) ou quando a umidade relativa do ar está acima de 90%.

    7.  Falta de cuidado com a secagem

    É preciso ter paciência para obter um bom resultado na hora da pintura. Esperar o tempo certo de secagem da tinta entre uma demão e outra é essencial! Uma ótima maneira de acelerar a secagem é manter as portas e janelas abertas.

    8.  Usar ferramentas de pintura inadequadas

    A escolha das ferramentas e equipamentos utilizados na pintura deve ser feita com atenção à sua qualidade e à adequação para a utilização pretendida. Informe-se sobre isso antes de comprar e de pintar. Por exemplo, existem rolos, pincéis e trinchas indicados para cada tipo de tinta, que não darão o resultado esperado caso sejam usados indevidamente.