Autor: agitosp

  • Minha menstruação mudou: devo me preocupar?

    Minha menstruação mudou: devo me preocupar? Ginecologista explica quando o ciclo merece investigação

    Aplicativos ajudam mulheres a acompanhar o período menstrual, mas alterações persistentes no fluxo, na duração ou na regularidade podem ter diferentes causas

    O aplicativo previa a menstruação para hoje, mas ela não veio. Ou chegou antes, durou mais dias, apresentou um fluxo diferente ou veio acompanhada de uma cólica incomum. Com a popularização das ferramentas de monitoramento, as mulheres passaram a observar o ciclo menstrual com mais atenção, e a questionar se qualquer alteração significa que há algo errado.

    Segundo a ginecologista Loreta Canivilo, pequenas variações podem fazer parte do funcionamento natural do organismo. “O ciclo menstrual não precisa funcionar como um relógio. Pequenas variações podem acontecer e, isoladamente, não significam necessariamente que exista um problema. O que merece atenção é uma mudança importante em relação ao padrão habitual da mulher, principalmente quando ela se repete ou aparece acompanhada de outros sintomas”, explica.

    Estresse e mudanças na rotina podem alterar o ciclo?

    Sim. Estresse intenso, alterações no sono, mudanças significativas de peso e exercícios físicos muito intensos podem interferir na ovulação e, consequentemente, modificar temporariamente o ciclo menstrual.

    Isso não significa, porém, que toda irregularidade deva ser atribuída ao estresse. Quando a mudança persiste, outras causas precisam ser consideradas.

    “É importante não colocar tudo na conta do estresse. Ele pode interferir no ciclo, mas uma irregularidade que persiste precisa ser investigada. O organismo está dando um sinal, e precisamos entender o contexto em que essa mudança está acontecendo”, afirma Canivilo.

    Quais mudanças merecem atenção?

    A mulher deve observar o próprio padrão menstrual, e não apenas a previsão do aplicativo. Entre as alterações que podem justificar uma avaliação ginecológica estão:

    • Ciclos que passam a ficar frequentemente irregulares;
    • Sangramento muito mais intenso que o habitual;
    • Menstruação que passa a durar mais tempo;
    • Sangramentos entre as menstruações ou após a relação sexual;
    • Ausência de menstruação sem causa conhecida;
    • Dor pélvica intensa ou sintomas como tontura e fraqueza associados ao sangramento.

    A avaliação também deve considerar idade, histórico clínico, possibilidade de gravidez, medicamentos, métodos contraceptivos e outros sintomas.

    “Não existe um único número capaz de dizer se uma menstruação é normal para todas as mulheres. Precisamos considerar o histórico e o padrão anterior daquela paciente e entender o que mudou”, explica a ginecologista.

    Quando a irregularidade pode indicar SOP?

    Quando alterações menstruais aparecem junto a sinais como aumento de pelos, acne persistente ou outras alterações hormonais e metabólicas, uma das possibilidades investigadas pode ser a síndrome ovariana metabólica poliendócrina (SOMP), conhecida também como síndrome dos ovários policísticos (SOP).

    A condição pode afetar a ovulação e apresentar diferentes manifestações. Ter ciclos irregulares, entretanto, não significa automaticamente ter SOP.

    “A SOP não deve ser diagnosticada apenas porque a mulher tem ciclos irregulares. O diagnóstico depende da avaliação médica e da análise do conjunto de sinais, sintomas e, quando indicados, exames complementares”, esclarece Loreta Canivilo.

    Perimenopausa também muda o padrão da menstruação

    A perimenopausa, período de transição que antecede a menopausa, também pode alterar a regularidade, duração e intensidade das menstruações. Ondas de calor, alterações do sono e mudanças de humor podem acompanhar essa fase.

    A menopausa é caracterizada, retrospectivamente, pela ausência de menstruação por 12 meses consecutivos, sem outra causa que explique o quadro.

    “Na perimenopausa, é comum que a mulher perceba que o ciclo já não tem o mesmo padrão de antes. Mas mesmo nessa fase não devemos atribuir automaticamente todo sangramento às alterações hormonais. A história clínica é fundamental para definir quando é necessário investigar”, diz Loreta.

    Após a menopausa, qualquer novo episódio de sangramento vaginal deve ser comunicado ao ginecologista e investigado.

    Aplicativo: aliado ou fonte de ansiedade?

    Registrar datas, sintomas e características do fluxo pode ajudar a mulher a conhecer o próprio ciclo e fornecer informações úteis durante uma consulta. O cuidado é não transformar a previsão do aplicativo em uma regra rígida ou em ferramenta de diagnóstico.

    “O aplicativo é uma ferramenta de acompanhamento, não um instrumento de diagnóstico. A previsão é baseada em padrões registrados e pode não refletir exatamente o que vai acontecer naquele mês. A mulher não precisa entrar em pânico porque menstruou alguns dias antes ou depois do previsto”, orienta Loreta.

    O objetivo, segundo a especialista, é utilizar a tecnologia para reconhecer tendências e perceber mudanças persistentes, sem transformar pequenas variações em motivo de ansiedade.

    “Conhecer o próprio ciclo é diferente de ficar em alerta a cada pequena variação. O mais importante é reconhecer o próprio padrão e procurar orientação quando houver uma mudança significativa, persistente ou acompanhada de outros sintomas”, completa Loreta Canivilo.

  • Casal transforma experiências no meio liberal em conteúdo 18+

    “Meu 1º amor!”: juntos há 14 anos, casal transforma experiências no meio liberal em conteúdo 18+

    Depois de uma década de relacionamento, Dhi Hotwife e Dom passaram a compartilhar sua intimidade e fazer disso uma fonte de renda que hoje financia viagens e momentos de lazer

    Dizem que o primeiro amor a gente nunca esquece. Dhi e Dom mostram que ele também pode durar, se transformar e ganhar novas histórias ao longo do tempo. Juntos há 14 anos, eles encontraram no diálogo e na liberdade para explorar a sexualidade uma maneira de fortalecer a relação. Hoje, além de viverem experiências no meio liberal, compartilham parte dessa rotina com assinantes do Hotvips, plataforma de monetização de conteúdo adulto.

    A entrada nesse universo aconteceu em um período delicado, quando o ciúme possessivo havia levado o casal a uma crise. Foi a partir desse momento que Dhi e Dom começaram a repensar a maneira como se relacionavam e a abrir espaço para conversar sobre desejos e fantasias que antes não faziam parte do diálogo entre os dois. A aproximação com o meio liberal veio como uma possibilidade de explorar essas questões juntos, construindo novos acordos e aprendendo a lidar com os próprios sentimentos. Ao longo desse processo, descobriram outras formas de fortalecer a confiança e a cumplicidade. “Após entrarmos no meio liberal, entendemos que diálogo, cumplicidade e, acima de tudo, verdade sem julgamento são a base do relacionamento”, conta Dhi.

    Descobertas que transformaram a relação

    As primeiras experiências no meio liberal, como ménage e troca de casais, ajudaram os dois a descobrir suas preferências. Nesse processo, Dom se identificou com o universo cuckold, enquanto Dhi passou a se reconhecer como hotwife, dinâmica em que o homem sente prazer ao ver a parceira se relacionando sexualmente com outro homem, dentro dos acordos do casal.

    Apesar dessas identificações, os dois preferem não se prender a rótulos. Para eles, cada experiência pode trazer novas descobertas. A possibilidade de conversar abertamente sobre sexo, fantasias e fetiches tornou a convivência mais leve e ampliou a visão de mundo de ambos.

    A cumplicidade também aparece na escolha de parceiros para os conteúdos de Dhi, que ela vende na plataforma Hotvips.. Dom participa desse processo, e ela afirma confiar nas escolhas dele. “A maioria é ele quem escolhe, e eu amo isso. Ele sempre acerta. Às vezes, ele me avisa que marcou ou me mostra para saber se gostei, mas confio muito no gosto dele”, relata. Outros encontros acontecem espontaneamente, sem planejamento prévio.

    Da intimidade à produção de conteúdo

    A ideia de monetizar as experiências surgiu por sugestão de amigos que já trabalhavam com conteúdo adulto. Depois de cerca de um ano refletindo sobre a decisão, Dhi e Dom resolveram compartilhar publicamente parte do estilo de vida que já levavam, sem criar personagens ou encenar situações.

    Um dos principais desafios foi lidar com a exposição. Como ambos têm tatuagens grandes e marcantes, sabiam que poderiam ser reconhecidos. Antes de começar, conversaram com as três filhas e os demais familiares para que ninguém fosse surpreendido pela divulgação. Segundo Dhi, todos foram informados e respeitaram a escolha do casal.

    Dhi destaca que o conteúdo retrata situações reais, vividas de acordo com os desejos do casal. Não há roteiros ou personagens: eles registram experiências que fazem parte do próprio estilo de vida e depois compartilham os momentos com o público.

    Conteúdo que financia novas experiências

    A renda obtida no Hotvips tem um destino especial: custear viagens e momentos de lazer. Assim, a produção de conteúdo se conecta diretamente à rotina que escolheram construir juntos, ajudando a financiar novas experiências e a aproveitar ainda mais a companhia um do outro.

    A atividade também aproximou o casal de seu público. Dhi conta que passou a ser reconhecida em lugares que frequenta, onde seguidores pedem fotos e demonstram admiração não apenas pelos vídeos, mas também pela liberdade com que os dois vivem e falam sobre a relação.

    O que permanece depois de 14 anos

    Apesar das descobertas e das mudanças ao longo do tempo, Dhi e Dom destacam que o amor, o carinho e a admiração continuam sendo a base da relação. Juntos desde o primeiro namoro, eles viram o relacionamento se transformar, conheceram novas possibilidades e construíram uma dinâmica própria, sem abrir mão da parceria que os acompanha há 14 anos. Para o casal, explorar a sexualidade não significa deixar o amor em segundo plano, mas encontrar novas formas de viver a dois, respeitando os desejos e os limites de cada um.

    Ao olhar para essa trajetória, Dhi destaca a importância de cuidar da relação e não deixar que a rotina afaste o casal. “Acima de tudo, priorizem vocês. Os filhos crescem, a família fica distante com a correria do dia a dia e, no fim, serão vocês dois. Se amem, conversem, deixem o dia mais leve e mantenham sempre o diálogo, sem julgar um ao outro. É importante entender e respeitar o limite de cada um”, aconselha.

    Depois de 14 anos, o primeiro amor continua presente, não como uma lembrança do início da história, mas como uma parceria que se renova a cada descoberta. Para Dhi e Dom, seguir juntos significa continuar escolhendo um ao outro, construindo novos capítulos sem perder de vista aquilo que os uniu.

  • 5 brincadeiras para aproximar os pequenos do inglês

    Foto: Magnific

    No mês das Crianças: cinco brincadeiras para aproximar os pequenos do inglês

    Coordenadora pedagógica do Yázigi orienta como aproveitar músicas, jogos e histórias para inserir o idioma nos momentos de diversão

    São Paulo (SP), outubro de 2026: Uma caça ao tesouro pela casa, uma música acompanhada de gestos ou uma história contada com os brinquedos favoritos podem abrir espaço para o inglês na infância. Com a proximidade do Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, essas atividades são alternativas para as famílias que desejam estimular o contato com o idioma enquanto compartilham momentos de diversão com os pequenos. Marcia Lima, coordenadora pedagógica do Yázigi, rede de ensino de idiomas com 76 anos de atuação no Brasil e parte do Grupo MoveEdu, reuniu cinco dicas para explorar a língua inglesa por meio de brincadeiras.

    “O inglês ganha sentido para a criança quando está relacionado a algo que ela gosta de fazer. Durante uma brincadeira, as palavras podem ajudar a encontrar um objeto, interpretar um personagem ou acompanhar uma canção. Assim, o idioma passa a ter uma função naquela experiência, e o pequeno encontra motivos para ouvir, compreender e tentar se comunicar”, explica Marcia.

    Para começar, a orientação é escolher atividades compatíveis com a idade, os interesses e o conhecimento de cada criança. Quem ainda está conhecendo a língua pode brincar com palavras e comandos simples, enquanto os alunos que já estudam inglês podem experimentar frases e pequenos diálogos. A participação dos adultos ajuda a conduzir as propostas, sem transformar o tempo de lazer em uma cobrança por desempenho.

    Organize uma caça ao tesouro

    Esconda brinquedos ou objetos pela casa e ofereça pistas simples em inglês. Cores, números e nomes de cômodos podem orientar a procura, com expressões como “find something blue” ou “look in the kitchen”. Para quem está começando, vale mostrar uma imagem ou apontar a cor mencionada, ajudando o pequeno a compreender o desafio. A atividade também pode partir de pedidos para encontrar e contar determinados itens, como três blocos ou dois carrinhos. O importante é apresentar poucas palavras por vez e retomá-las ao longo da brincadeira, dando oportunidade de associar o que escuta ao que encontra.

    Combine músicas com gestos e movimentos

    Canções infantis na língua inglesa podem ser acompanhadas de palmas, danças e gestos que representem as palavras. Músicas sobre partes do corpo, por exemplo, permitem que a criança aponte a cabeça, os ombros ou os pés enquanto acompanha a letra. Já aquelas que mencionam animais podem ganhar imitações de sons e movimentos. Em vez de apenas deixar a música tocando, o adulto pode participar e convidar o pequeno a repetir os gestos. Não é necessário compreender toda a letra de uma vez, pois a proposta é explorar os sons e reconhecer expressões que aparecem com frequência, respeitando o interesse da criança.

    Leve o idioma para o faz de conta

    Brincar de restaurante, mercado ou loja cria situações para usar o inglês com uma finalidade. Com alimentos de brinquedo, embalagens vazias ou desenhos, é possível montar um cardápio e fazer pedidos simples, como “an apple, please”. Expressões de cumprimento e agradecimento também podem entrar nos diálogos. Os papéis podem ser alternados para que a criança tenha a oportunidade de pedir, oferecer e responder. Se ela ainda conhece poucas palavras, o adulto pode apresentar um modelo e deixar que escolha entre duas opções. Conforme ganha familiaridade, novas expressões podem ser incorporadas à cena.

    Adapte jogos que a criança já conhece

    Jogos da memória, bingo e brincadeiras de adivinhação podem incluir imagens de animais, roupas, alimentos ou objetos do cotidiano. No jogo da memória, por exemplo, cada par encontrado pode ser acompanhado do nome da figura em inglês. No bingo, o participante ouve a palavra e procura a imagem correspondente em sua cartela. Também é possível brincar com comandos, como em “simon says”, versão semelhante ao “seu mestre mandou”. Pedidos para pular, sentar ou levantar as mãos associam a escuta a uma ação. Como as regras já são familiares, fica mais fácil concentrar a atenção nas palavras usadas durante a atividade.

    Conte histórias com a ajuda dos brinquedos

    Livros ilustrados, bonecos e bichos de pelúcia podem dar vida a narrativas curtas em inglês. O adulto pode apresentar os personagens, nomear objetos nas imagens e repetir frases simples ao longo da história. Perguntas sobre cores ou animais permitem que a criança participe apontando, escolhendo uma figura ou respondendo com as palavras que já conhece. Outra possibilidade é convidá-la a decidir o que acontece depois, usando os brinquedos para representar a cena. A história não precisa ser longa nem ter todas as falas em inglês. A inclusão gradual do idioma ajuda a preservar o envolvimento com a narrativa e abre espaço para novas descobertas.

    “Os adultos não precisam dominar o inglês para apoiar esse contato, mas podem buscar materiais adequados à idade e participar das atividades. Mais do que cobrar a repetição correta de cada palavra, vale reconhecer quando compreendem uma pista, identificam uma imagem ou tentam fazer um pedido. Essas pequenas conquistas ajudam a construir confiança para continuar aprendendo”, finaliza Marcia.

  • Infarto e parada cardíaca não são a mesma coisa: saiba reconhecer as diferenças

    Embora os termos ainda sejam usados como sinônimos, as duas emergências têm mecanismos, sinais e formas de atendimento diferentes. Entender essa distinção ajuda a reconhecer situações de risco, acionar o atendimento de emergência rapidamente e compreender quando recursos como a desfibrilação podem fazer parte do socorro

    Dor forte no peito, desmaio repentino, falta de ar e perda de consciência podem indicar uma emergência cardiovascular, mas nem sempre significam a mesma coisa. Infarto e parada cardíaca são condições distintas e exigem respostas diferentes, embora um infarto possa, em determinadas situações, desencadear uma parada cardíaca.

    Enquanto o infarto está relacionado principalmente a uma interrupção ou redução do fluxo de sangue que chega a uma região do músculo cardíaco, a parada cardíaca acontece quando o coração deixa subitamente de manter uma circulação sanguínea eficaz.

    Saber reconhecer os sinais pode fazer diferença especialmente porque, nas duas situações, o tempo até o atendimento é determinante.

    O que acontece durante um infarto

    O infarto agudo do miocárdio ocorre quando o fornecimento de sangue para uma parte do coração é interrompido ou reduzido, geralmente pela obstrução de uma artéria coronária. Sem oxigênio suficiente, células do músculo cardíaco começam a sofrer danos.

    Entre os sinais mais conhecidos estão dor ou desconforto no peito, que pode irradiar para braços, costas, pescoço ou mandíbula, além de falta de ar, suor frio, náusea, palidez e sensação de desmaio. A manifestação, porém, pode variar de pessoa para pessoa.

    Durante um infarto, o coração não necessariamente para de bater. A pessoa pode permanecer consciente e respirando enquanto apresenta os sintomas. Por isso, esperar uma perda de consciência para buscar ajuda é um erro.

    “Um dos principais pontos de confusão é imaginar que todo problema cardíaco súbito significa que o coração parou. No infarto, existe principalmente um problema relacionado ao fluxo de sangue para o músculo cardíaco. Reconhecer essa diferença ajuda a compreender também por que o atendimento e os recursos utilizados não são os mesmos”, explica  Rodrigo Feijó, Consultor de Produtos da MA Hospitalar.

    Diante da suspeita de infarto, a orientação é buscar atendimento de emergência imediatamente. No Brasil, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência pode ser acionado pelo número 192.

    Na parada cardíaca, a resposta precisa ser imediata

    Na parada cardíaca, a situação é diferente. O coração deixa de bombear sangue de maneira eficaz para o cérebro e outros órgãos. A pessoa geralmente perde a consciência, não responde a estímulos e não respira ou apresenta apenas movimentos respiratórios agônicos.

    Alterações graves no ritmo elétrico do coração estão entre as possíveis causas da parada, mas ela também pode decorrer de diferentes condições clínicas. O próprio infarto é uma das situações capazes de desencadear uma parada cardíaca.

    Quando o desfibrilador é usado

    Uma dúvida frequente é se qualquer emergência envolvendo o coração exige choque elétrico. A resposta é não. Durante uma parada, um desfibrilador cardíaco, especialmente na versão externa automática utilizada em diferentes ambientes, pode analisar a atividade elétrica do coração e identificar se existe um ritmo passível de desfibrilação. 

    O choque é indicado principalmente em alterações como fibrilação ventricular e taquicardia ventricular sem pulso. Isso significa que o equipamento não aplica um choque sempre que é conectado ao paciente. Nos modelos automáticos, o próprio sistema avalia o ritmo e orienta o usuário sobre a conduta. Há também tipos de parada em que a desfibrilação não é indicada, tornando outras etapas da ressuscitação prioritárias.

    “O desfibrilador precisa ser entendido como parte de uma cadeia de atendimento. Ter o equipamento disponível é importante, mas reconhecer uma parada, acionar a emergência rapidamente e iniciar as medidas de ressuscitação também fazem parte dessa resposta. A tecnologia deve estar integrada a protocolos e pessoas preparadas para agir”, afirma Rodrigo Feijó, Consultor de Produtos da MA Hospitalar

    Saber diferenciar ajuda a tomar a decisão correta

    De forma resumida, o infarto é inicialmente um problema de circulação do sangue nas artérias que irrigam o coração. A parada cardíaca representa a interrupção da capacidade do coração de manter a circulação sanguínea de forma efetiva.

    As duas situações são emergências e não devem ser avaliadas apenas por quem presencia o episódio. Diante de sintomas compatíveis com infarto ou de uma pessoa inconsciente e sem respiração normal, o atendimento de emergência deve ser acionado imediatamente.

    Entender a diferença não tem o objetivo de transformar leigos em responsáveis pelo diagnóstico, mas de reduzir um equívoco comum e favorecer uma resposta mais rápida quando cada minuto pode interferir no desfecho.

  • Com o avanço do aquecimento global, idosos enfrentam mais riscos à saúde

    Com o avanço do aquecimento global, idosos enfrentam mais riscos à saúde, alerta especialista do Sabin

    Somada aos efeitos do El Niño, a exposição prolongada ao calor e à poluição agrava doenças pré-existentes e exige atenção redobrada

    De acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM), os últimos oito anos foram os mais quentes já registrados na história, e o número de dias acima de 35 °C tem crescido significativamente no Brasil. Esse cenário, impulsionado pelo aquecimento global e intensificado por fenômenos climáticos como o El Niño, agrava doenças respiratórias e cardiovasculares, especialmente entre os idosos. O aumento da poluição atmosférica, das queimadas e dos períodos prolongados de seca intensifica crises de asma, bronquite e doenças pulmonares obstrutivas, além de elevar o risco de infartos e derrames. 

    Segundo Josie Velani Scaranari, médica clínica geral do check-up executivo do Sabin Diagnóstico e Saúde, os efeitos do calor intenso e das mudanças climáticas exigem atenção redobrada de profissionais de saúde e familiares. “Os idosos são mais vulneráveis às variações de temperatura e tendem a se desidratar com facilidade, já que o organismo envelhecido perde parte da capacidade de armazenar e regular a água corporal. Isso aumenta os riscos de desidratação, confusão mental e oscilações na pressão arterial”, ressalta a especialista. 

    Entre as medidas preventivas, hidratação constante e adequação do ambiente são primordiais. Manter o idoso em locais ventilados, frescos e sombreados é essencial, assim como usar roupas leves, ter uma alimentação equilibrada e evitar atividades ao ar livre nos horários mais quentes. A especialista reforça que a hidratação é o ponto central, já que muitos idosos não têm o hábito de beber água ou não percebem a sede. É importante oferecer líquidos com frequência, como água, água de coco e chás leves, além de garantir um espaço arejado, com ventiladores ou ar-condicionado, sem medo de usá-los adequadamente. 

    A identificação precoce dos sinais de desidratação, como confusão mental e redução do volume urinário, é fundamental para evitar complicações. O Sabin Diagnóstico e Saúde oferece exames e check-ups geriátricos que auxiliam no diagnóstico e acompanhamento da saúde dos idosos. 

  • Castração traz ganhos físicos e comportamentais para os pets

    A castração traz inúmeros benefícios à saúde de cães e gatos, ajudando a prevenir doenças graves, e contribui para o bem-estar geral, evitando comportamentos de risco. Quando realizada na idade adequada dos animais de estimação, garante ainda mais segurança para o desenvolvimento deles.

    “Esse procedimento ajuda a prevenir tumores de mama em fêmeas castradas antes do primeiro cio, além de evitar infecções uterinas sérias, como a piometra, e reduzir o risco de tumores na próstata e nos testículos dos machos. A castração ainda diminui comportamentos indesejados, como marcação de território, fuga de casa ou agressividade por causa de disputas sexuais” explica Ana Mannuela de Souza Babo, professora do curso de Medicina Veterinária da UNINASSAU Barreiras.

    “A melhor época para castrar gatos costuma ser entre 4 e 6 meses de idade, antes que eles tenham o primeiro cio ou comecem a mostrar comportamentos relacionados ao sexo. Para cães de porte pequeno, o ideal é entre 5 e 6 meses. Já os de porte maior podem esperar até cerca de 12 meses. Dessa forma, têm mais tempo para o desenvolvimento dos ossos e das articulações”, afirma a especialista.

    De acordo com a professora, após a castração, muitos animais ficam mais tranquilos e menos impulsivos em relação a comportamentos sexuais e de fuga. “E, apesar da possível redução do metabolismo, a obesidade não é uma consequência inevitável, desde que a alimentação seja controlada. Com o uso de rações específicas e a manutenção de hábitos saudáveis, o pet pode ter uma vida equilibrada e ativa”, esclarece.

    O período pós-operatório exige cuidados básicos, mas costuma ser tranquilo para o animal. Ele deve ficar em repouso, evitar saltos ou corridas. “Normalmente, a recuperação leva de uma a duas semanas. Durante esse período, é importante usar no pet colares elisabetanas ou roupas cirúrgicas para impedir que mexa nos pontos. Também é essencial fazer uma inspeção diária na ferida, procurando sinais de infecção, como inchaço, vermelhidão ou secreção. Além disso, não deixe de levá-lo ao veterinário para remover os pontos, se não forem absorvíveis, ou para uma nova avaliação, garantindo uma recuperação segura”, pontua

  • Red Bull Ford Powertrains celebra marco histórico com vitória no GP de Singapura

     

     

    • Max Verstappen conquistou a segunda vitória consecutiva para a equipe Oracle Red Bull Racing, com motor Red Bull Ford Powertrains 
    • O piloto holandês também comemorou neste GP a sua 250ª largada e 50ª pole position na carreira
    • Isack Hadjar foi outro destaque, terminando em décimo lugar depois de largar dos boxes, na 22ª posição

    Max Verstappen venceu o Grande Prêmio de Singapura neste final de semana, embalado pela vitória na etapa anterior, na Malásia, e garantiu mais um grande resultado para a equipe Oracle Red Bull Racing com motor Red Bull Ford Powertrains. 


    Esta foi a primeira vitória do piloto holandês em Singapura, um dos circuitos de rua mais desafiadores da Fórmula 1. E trouxe também outros marcos. A vitória foi conquistada na sua 250ª largada e garantiu sua 50ª pole position na carreira. Com esse resultado, Verstappen está em quarto lugar no campeonato de pilotos.


    Isack Hadjar, da Oracle Red Bull Racing, também protagonizou uma das atuações mais marcantes do fim de semana. Largando dos boxes, na 22ª posição, avançou pelo pelotão para terminar em décimo, demonstrando ritmo impressionante e determinação.


    A equipe Visa Cash App Racing Bulls também foi destaque em Singapura, com os pilotos Liam Lawson e Arvid Lindblad. Lawson aproveitou ao máximo uma Sprint difícil, marcada pela chuva, e adaptou-se às mudanças para terminar em quinto – seu melhor resultado na temporada. Largou em oitavo no grid para terminar em sétimo lugar no Grande Prêmio, somando mais pontos importantes para a equipe.


    Arvid Lindblad mostrou garra para se recuperar de uma classificação difícil na Sprint e garantir uma posição entre os dez primeiros no grid. Em sua primeira corrida noturna, o estreante acumulou experiência valiosa em um dos circuitos mais exigentes do calendário e terminou em 15º.


    O Grande Prêmio de Singapura destacou a importância do desempenho e da colaboração técnica no mais alto nível do automobilismo. Como parceira técnica da Oracle Red Bull Racing e da Visa Cash App Racing Bulls, a Ford Racing continua trabalhando ao lado das equipes para competir no topo do automobilismo mundial. 


    “A parceria da Ford Racing com a Oracle Red Bull Racing e a Visa Cash App Racing Bulls se baseia na ambição compartilhada de elevar o desempenho. Foi ótimo ver a determinação das duas equipes nesse fim de semana fantástico em Singapura. Essas atuações refletem o comprometimento, o trabalho em equipe e a excelência técnica necessários para competir no mais alto nível”, diz Mark Rushbrook, diretor global da Ford Racing. 


    A próxima etapa do Campeonato Mundial de Fórmula 1 será nos Estados Unidos, em 25 de outubro.

  • Oficinas de cerâmica e pintura seguem até novembro no Shopping Frei Caneca

    Programação aos finais de semana amplia as oportunidades de participação do público em experiência dedicada à arte e ao trabalho manual

    O sucesso das oficinas ‘Feito à Mão’ leva o Shopping Frei Caneca, na região central de São Paulo, a estender a programação até 1º de novembro. A iniciativa reúne atividades práticas que estimulam a criatividade e o contato com diferentes técnicas artísticas, aproximando os participantes do universo do trabalho manual.

    As oficinas acontecem aos sábados e domingos, com sessões às 14h, 15h, 16h e 17h, cada uma com duração de uma hora. Aos sábados, o Studio Boldo, parceiro dessa iniciativa, oferece aulas de pintura. Já aos domingos, a programação é dedicada à cerâmica, com atividades de modelagem às 14h, 15h e 16h. A sessão das 17h fica reservada às oficinas de esmaltação, etapa de acabamento das peças produzidas anteriormente nas aulas de cerâmica.

    Neste fim de semana, a programação destaca Pintura em Aquarela, dia 17, e no dia seguinte, dia 18, Modelagem de Potes. Na próxima semana de atividades, os participantes vão aprender mais sobre Pintura Acrílica, no sábado (24), e Modelagem de Suporte de Guardanapos, no domingo (25), e no último fim de semana, dias 31 e 1º de novembro, é a vez de colocar em prática a Pintura Fria em Acrílica e Modelagem com Molde, respectivamente. 

    “Experiências como essa mostram que os espaços de convivência também podem despertar novos interesses e aproximar as pessoas de atividades que talvez nunca tenham experimentado. Quando o público se envolve com o processo de criação, o resultado vai além da peça produzida: fica a descoberta de uma habilidade e a satisfação de fazer algo com as próprias mãos”, afirma Luciano Abílio, coordenador de marketing do Shopping Frei Caneca. Para participar é necessário se inscrever pelo Instagram do shopping. Toda semana o empreendimento disponibiliza as vagas correspondentes às oficinas do próximo fim de semana. 

    Serviço
    ‘Feito à Mão’ no Shopping Frei Caneca
    Quando: até 1º de novembro, aos sábados e domingos
    Horários: 14h, 15h, 16h e 17h – uma hora por sessão

  • Torta Banoffee: a sobremesa inglesa que conquistou o Brasil

    Uma combinação irresistível de doce de leite, banana e chantilly, perfeita para impressionar em qualquer ocasião

    A Torta Banoffee é uma sobremesa clássica que une simplicidade e sofisticação em cada pedaço.

    Com uma base crocante de biscoito maisena, recheio cremoso de doce de leite, bananas frescas e cobertura leve de chantilly, ela conquista paladares com sua mistura equilibrada de sabores e texturas.

    Finalizada com raspas de chocolate meio amargo, essa delícia é ideal para servir gelada e transformar qualquer momento em uma celebração especial.

    Confira o passo a passo!

    Torta Banoffee

    Ingredientes:

    Para a Base

    • 200 g de Biscoito Maisena Piraquê
    • 150 g de manteiga sem sal

    Para o Recheio

    • 400 g de doce de leite cremoso
    • 4 bananas cortadas em rodelas

    Para o Chantilly

    • 400 gramas de creme de leite fresco
    • 4 colheres de (sopa) de açúcar

    Para a Decoração

    Chocolate 60% cacau ralado a gosto

    Modo de Preparo:

    Base

    – Processe os biscoitos até obter uma farofa fina.

    – Em seguida, derreta a manteiga e misture a farofa.

    – Forre uma forma de fundo removível crespa, de 27 cm e refrigere por 10 minutos.

    – Asse em forno preaquecido a 200 °C por 7 minutos. Espere esfriar.

    Montagem

    – Recheie a torta com o doce de leite, alisando bem.

    – Arrume as rodelas de banana por cima e cubra com o chantilly.

    – Decore com as raspas de chocolate e sirva gelada.

    Rendimento: 8 porções

    Tempo de preparo: 30 minutos

  • Exposição Collab no Swan – My Plants Viveiro

    Exposição no Hotel Swan Novo Hamburgo apresenta bonsais de Sammy Roos, que levará seu trabalho à FELAB Brasil

    Mostra reúne árvores de diferentes origens; em novembro, o artista participará de Congresso Internacional de Bonsai em Curitiba, onde também apresentará um exemplar em competição


    O My Plants Viveiro apresenta uma seleção de bonsais na exposição no Hotel Swan Novo Hamburgo, na cidade homônima. Aberta ao público desde 7 de outubro, a mostra reúne árvores de espécies originárias do Japão, da Europa e do Brasil, aproximando hóspedes e visitantes de uma arte que combina técnica, sensibilidade e cuidado com a natureza. Os exemplares também estão disponíveis para aquisição, com informações na recepção do hotel.

     

    À frente do trabalho artístico do My Plants, Sammy Roos encontrou no bonsai uma nova forma de expressão após uma trajetória profissional no audiovisual. Há quatro anos, quando morava em São Paulo, decidiu mudar de profissão em busca de uma vida mais próxima da natureza. A combinação entre conhecimento técnico, criação artística e dedicação ao cultivo de árvores despertou seu interesse e deu início a uma nova etapa profissional.

     

    Antes de se dedicar aos bonsais, Roos dirigiu DVDs de bandas como Chimarruts, Reação em Cadeia e Papas da Língua, trabalho reconhecido com o Prêmio Açorianos de melhor DVD do ano. Também participou de documentários internacionais e de um especial da MTV. Na formação como bonsaísta, realizou cursos com o mestre brasileiro Carlos Tramujas e aprofundou seus estudos com profissionais do Brasil e de outros países da América Latina.

     

    O interesse inicial pelos áceres, árvores conhecidas pelas mudanças de coloração de suas folhas, abriu caminho para uma pesquisa voltada também às espécies nativas brasileiras, que hoje integram sua prática artística. “O bonsai significa disciplina, paciência, consciência e conexão com o natural”, afirma o artista.

     

    A exposição no Swan Novo Hamburgo integra o trabalho de aproximação do My Plants com diferentes públicos e espaços, apresentando o bonsai não apenas como uma técnica de cultivo, mas também como uma manifestação artística construída ao longo do tempo. A possibilidade de adquirir os exemplares permite que os visitantes levem para casa árvores que exigem acompanhamento, conhecimento e dedicação contínua.

     

    Congresso Internacional 

     

    Em novembro, o trabalho de Sammy Roos também ganhará projeção nacional e internacional com a participação do My Plants Viveiro no XV Congresso Internacional FELAB Brasil 2026, entre os dias 6 a 8 de novembro, no Centro de Eventos Positivo, no Parque Barigui, em Curitiba. Apresentado pela organização como o maior evento de bonsai da América Latina, o encontro reunirá bonsaístas, especialistas e entusiastas em uma programação com demonstrações, exposições e concursos.

     

    O viveiro My Plants participará como expositor, com uma seleção de bonsais, e Roos estará no estande para apresentar seu trabalho e compartilhar sua trajetória com os visitantes. Além disso, o artista levará um exemplar para a competição do congresso. A participação também marcará o lançamento do site e da loja virtual do viveiro, que passará a funcionar como seu principal canal de vendas.

     

    Serviço 

    Exposição Collab no Swan – My Plants Viveiro

    -Local: Hotel Swan Novo Hamburgo

    -Visitação: Aberta ao público 

    -Entrada gratuita 

    -Endereço: Avenida Dr. Maurício Cardoso, 303, Hamburgo Velho, Novo Hamburgo (RS)