Autor: agitosp

  • Howl-O-Scream retorna em sua 5ª edição no SeaWorld Orlando

    Howl-O-Scream retorna em sua 5ª edição no SeaWorld Orlando

    Howl-O-Scream retorna em sua 5ª edição no SeaWorld Orlando com novidades monstruosas

    O evento de Halloween mais temido de Orlando acontecerá em noites selecionadas entre 5 de setembro e 1º de novembro

    O arrepiante Halloween do SeaWorld Orlando, Howl-O-Scream, está de volta em sua 5ª edição, oferecendo uma experiência ainda mais intensa e imersiva. O evento deste ano acontecerá em noites selecionadas entre 5 de setembro e 1º de novembro e contará com cinco casas assombradas (incluindo três totalmente novas), seis zonas de susto (com quatro novos temas), cinco bares temáticos e dois shows ao vivo – sendo um deles inédito.

    O Howl-O-Scream 2025 do SeaWorld desafia os visitantes a enfrentarem uma aventura de pesadelo, onde o medo ganha vida a cada esquina. Das ruas sinistras às criações amaldiçoadas, novos horrores aguardam os corajosos que se atrevem a entrar.

    Entre os destaques inéditos de 2025 está a nova casa assombrada “The Collector’s Curse”, onde uma figura sombria conhecida como “O Colecionador” atrai os visitantes com artefatos raros e relíquias antigas. Mas este antiquário esconde um segredo sinistro — que leva você a um submundo de criações amaldiçoadas e mutações monstruosas.

    Na nova casa “Widow’s Nest”, os participantes do evento entrarão em um orfanato em ruínas, coberto por teias de aranha e segredos sombrios. Mas cuidado, a Viúva Negra se esconde nos escombros de seu santuário, enlouquecida pela dor e obsessão, tecendo suas criações com seda e costurando uma teia que prende todos que ousam entrar. Já a “The Rave Yard” é a nova casa que simula um cemitério esquecido, com uma rave subterrânea onde o grave ecoa entre as lápides e os mausoléus brilham com luzes neon.

    Mais novidades serão reveladas em breve, incluindo novas zonas de susto, bares e um show ao vivo totalmente novo. Entre os favoritos do público que retornam este ano estão a casa assombrada “Farm 51”, as zonas de susto “Blood Light District” e “Cannibal Harbor”, além dos bares temáticos “Tormented” e “Carnevil Curiosities”. O show animado “Monster Stomp” também retorna para mais uma temporada de arrepiar.

    Para quem busca adrenalina além dos sustos, as lendárias atrações do SeaWorld — Mako, Infinity Falls, Ice Breaker e Pipeline — funcionarão durante toda a noite, proporcionando experiências eletrizantes sob o véu da escuridão.

    Os ingressos do evento já estão disponíveis para compra nas agências de viagens de todo o Brasil.

  • Nippon Fusion Fest celebra os 130 anos da amizade Brasil-Japão

    Nippon Fusion Fest celebra os 130 anos da amizade Brasil-Japão

    Nippon Fusion Fest celebra os 130 anos da amizade Brasil-Japão, propondo um encontro vibrante entre a tradição e a modernidade

    Festival traz atividades para toda a família e acontece no Pavilhão Japonês do Parque do Ibirapuera, nos dias 6 e 7 de setembro, com uma programação que reflete a mistura cultural que simboliza a comunidade nipo-brasileira

    São Paulo – O Pavilhão Japonês do Parque do Ibirapuera será palco de um evento único, que celebra e conecta o passado, o presente e o futuro. O Nippon Fusion Festacontece nos dias 6 e 7 de setembro, das 10h às 18h, celebrando os 130 anos de amizade entre Brasil e Japão, com a proposta de unir a tradição e a inovação, oferecendo uma imersão na cultura nipo-brasileira contemporânea.

    Com o lema “Onde a Modernidade e a Tradição se Encontram”, o evento terá toda renda revertida ao Bunkyo – Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social, mantenedora do Pavilhão Japonês, e oferecerá atrações como música, gastronomia fusion, oficinas criativas e um bazar com designers e artistas independentes.

    Um Encontro entre Modernidade e Tradição

    A curadoria do Nippon Fusion Fest foi pensada para refletir a mistura cultural que define a comunidade nipo-brasileira. A trilha sonora do festival mistura o melhor do city pop japonês com brasilidades dançantes, sob o comando dos DJs Felipe Pauluk e Lika Tokuti (Daijoubu Duo). 

    No palco, se apresentam jovens artistas como Julie Yukari, Tania Murakami, Nerd Chord e Yutaka, além das tradicionais danças japonesas como o Bon Odori, artes marciais e a energia contagiante dos tambores de taikô. E ainda: uma aula aberta de forró com Daniel Beppu, mostrando a conexão da comunidade japonesa com a cultura nordestina.

    Vivências Criativas e Gastronomia Fusion

    Os visitantes poderão participar ativamente do festival através de workshops (pagos), oficinas e Rodas de Conversa. A programação inclui desde uma aula da tradicional técnica de embrulho com tecido Furoshiki e a montagem de Kokedamas (arranjos suspensos), até uma oficina de escrita terapêutica e uma roda de conversa sobre ancestralidade e literatura amarela.

    O evento conta com duas  praças de alimentação, com restaurantes servindo pratos que vão do tradicional ao inovador, como lamen, sushi, bao ao oniguiri de costela, churrasquinho oriental e pastéis. Nomes como Misso Karai, Oishii Bao, Hidden, Kokimo Food, o Pico Espetinhos e Pasteis Takeda estão confirmadas, junto da Cervejaria Utiná e as delícias da Seika Bakery, Hikari Café, Na Na Ya, Jabuticaba Confeitaria Artesanal e muito mais!

    Mais de 25 marcas e artistas independentes apresentam seus trabalhos autorais em moda, literatura, bem-estar e decoração. Entre os destaques estão Melissa Ery, Luciano Ogura, Hobo Moda Livre, Carlos Yamassaki – todos trazendo uma estética nipo-brasileira com olhar contemporâneo, além de marcas de bem estar como a Coline e o serviço de quick massagem. Brindes de parceiros serão distribuídos para quem realizar compras a partir de valores determinados durante o evento. E as crianças vão se divertir com oficinas gratuitas de yoyo, pintura e tanabata. 

    Serviço:

    Nippon Fusion Fest

    Dias: 06 e 07 de setembro de 2025

    Horário: 10h às 18h

    Local: Pavilhão Japonês – Parque do Ibirapuera, São Paulo/SP (portão 10)

    Informações: @nipponfusion.fest | www.nipponfusionfest.com.br

    Ingressos: R$ 15 (antecipado), R$ 20 (na porta), R$ 10 (meia-entrada, somente na porta)

    Crianças até 4 anos: entrada gratuita

    https://www.sympla.com.br/evento/nippon-fusion-fest-no-pavilhao-japones-um-encontro-entre-modernidade-e-tradicao/3065673
  • Pelagem dos cães precisam de cuidados especiais no inverno

    Pelagem dos cães precisam de cuidados especiais no inverno

    Pelagem dos cães precisam de cuidados especiais no inverno? Especialista tira dúvidas

    Veterinária explica alterações naturais no pelo dos cães com as temperaturas mais baixas e orienta tutores sobre banhos, tosas e uso de roupinhas

    Com a chegada do inverno, muitos tutores ficam em dúvidas sobre os cuidados com os cães para protegê-los do frio e nos impactos que as temperaturas mais baixas podem ter na pelagem. Para esclarecer as questões mais comuns, a médica veterinária Lysandra Barbieri, Analista de Educação Corporativa da Cobasi, dá orientações importantes para garantir a saúde dos pelos dos pets nesta época do ano.

    Uma informação curiosa é que, durante o inverno, é comum que cães desenvolvam uma pelagem mais densa e com subpelos espessos como forma de adaptação ao frio. Raças como Husky Siberiano, Akita, Golden Retriever e Pastor Alemão tendem a apresentar pelos mais volumosos e resistentes às baixas temperaturas. “Essa mudança ajuda a proteger o animal, mas também exige maior frequência na escovação para evitar nós e manter a saúde da pelagem”, explica a veterinária.

    Por outro lado, cães de pelagem curta ou sem subpelo, como Pinscher ou Chihuahua, dificilmente apresentam alterações significativas no pelo e, por isso, merecem atenção redobrada ao frio.

    Roupinhas são bem-vindas, mas exigem atenção especial

    O uso de roupas pode ser benéfico, especialmente para cães pequenos, de pelo curto, filhotes ou idosos. Porém, em raças de pelagem longa como Shih Tzu, Maltês ou Lhasa Apso, o uso prolongado pode causar dermatites, caspas, oleosidade e formação de nós. “O tecido ideal é o algodão ou materiais leves e respiráveis, como fleece e moletom leve. Evite roupas apertadas, com costuras internas grossas ou detalhes que possam causar atrito”, alerta Lysandra.

    Banhos devem ser mais espaçados e com cuidados redobrados

    Durante o inverno, o ideal é diminuir a frequência dos banhos, mesmo que sejam feitos com água morna. “O frio pode causar desconforto térmico e prejudicar a imunidade do cão. Além disso, o banho em excesso remove a oleosidade natural da pele, favorecendo o ressecamento e a coceira”, afirma a especialista.

    Como alternativa, é possível intercalar os banhos tradicionais com higienizações a seco ou localizadas, sempre garantindo a secagem completa dos pelos para evitar problemas de pele.

    Tosas curtas devem ser evitadas no frio

    Segundo Lysandra, tosas curtas devem ser evitadas no frio. O mais recomendado no inverno é manter apenas a tosa higiênica, que mantém limpas áreas como patas, barriga e região íntima, sem comprometer o comprimento dos pelos. Também pode ser feita uma tosa de manutenção, apenas para remover pontas ressecadas. “Preservar o volume da pelagem é importante para manter a proteção térmica natural do animal”, reforça.

    A veterinária também alerta para a menor exposição solar durante o inverno, o que pode deixar a pelagem com aspecto mais opaco. Escovações frequentes, alimentação balanceada e a escolha correta dos produtos de higiene ajudam a manter o brilho e a saúde dos pelos.

  • 3 principais desafios da amamentação e como superá-los

    3 principais desafios da amamentação e como superá-los

    Especialista dá orientações práticas para ajudar mães a enfrentarem as dificuldades mais comuns do aleitamento materno, tornando o processo mais tranquilo e seguro

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida e sua manutenção, junto à introdução alimentar, até os dois anos.

    O leite materno oferece todos os nutrientes que o bebê precisa nos primeiros meses, além de fortalecer o sistema imunológico, prevenir doenças respiratórias e gastrointestinais e contribuir para o desenvolvimento neurológico e emocional da criança. Também traz benefícios para a saúde da mãe, como a redução do risco de câncer de mama e ovário, além de fortalecer o vínculo afetivo entre mãe e filho.

    Mas, para muitas mulheres a amamentação pode ser um processo cercado de dúvidas e dificuldades. No mês do Agosto Dourado, campanha de conscientização sobre a importância do aleitamento materno, especialista destaca os principais desafios enfrentados pelas mães durante o processo de amamentação e explica e como superá-los de forma segura e eficaz:

    Pega incorreta do bebê: pode causar dor intensa, fissuras no mamilo e má sucção. “Sinais como bochechas encovadas, mamilo achatado ao final da mamada e boca pouco aberta indicam que algo não está certo”, explica Bruna Celano, enfermeira do Banco de Leite do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco.

    A dica para corrigir é estimular uma boa abertura da boca do bebê e garantir que ele abocanhe não apenas o mamilo, mas boa parte da aréola, com o queixo encostado na mama.

    Dor ao amamentar: é outro problema comum, geralmente relacionado à pega inadequada, posição errada do bebê ou uso de bicos artificiais como chupetas e mamadeiras. “O bebê deve estar bem alinhado ao seio da mãe e o mamilo pode ser hidratado com o próprio leite para ajudar na cicatrização e prevenção de feridas”, orienta Bruna.

    Sensação de ter pouco leite: esse ponto costuma preocupar mães, principalmente nos primeiros dias após o parto, quando o corpo ainda está produzindo colostro, um leite mais leve, porém essencial para o recém-nascido. A produção aumenta naturalmente com a descida do leite, que costuma ocorrer entre o terceiro e o quinto dia após o nascimento. “Amamentar em livre demanda e manter uma boa hidratação são essenciais para garantir uma boa produção de leite”, reforça a especialista

    A amamentação é um processo natural, mas que pode envolver desafios físicos e emocionais. Por isso, contar com uma rede de apoio, formada por profissionais de saúde, familiares e pessoas próximas, faz toda a diferença. “A escuta acolhedora, o incentivo e a orientação adequada são fundamentais para que a mãe se sinta segura e confiante”, afirma Bruna.

    Sempre que surgirem dúvidas ou dificuldades, é importante buscar ajuda profissional, como enfermeiras obstétricas, pediatras ou consultoras de amamentação. “O acompanhamento especializado pode evitar complicações e contribuir para uma experiência de aleitamento mais tranquila e prazerosa”, destaca a especialista do São Luiz Anália Franco.

    Solidariedade

    Além do cuidado individual com cada mãe e bebê, o aleitamento também pode ser um ato de solidariedade. Em uma parceria com o Hospital Leonor Mendes de Barros, referência em neonatologia da rede pública, o Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco doa leite excedente coletado em seu Banco de Leite Humano, ajudando a nutrir recém-nascidos prematuros. Entre 2024 e 2025, foram repassados 57 litros de leite humano para a unidade pública.

    Com um Banco de Leite completo, em funcionamento desde 2008, o São Luiz Anália Franco segue padrões internacionais de qualidade e segurança. A unidade atua na coleta, processamento, controle e distribuição do leite humano, além de promover ações de incentivo à amamentação.

    A Semana Mundial da Amamentação 2025, de 1º a 7 de agosto, tem como tema “Priorizemos a amamentação: criemos sistemas de apoio sustentáveis”, reforçando o papel do aleitamento na saúde da mãe e do bebê, bem como seu impacto positivo na sustentabilidade e no meio ambiente. O leite materno é considerado o “padrão ouro de qualidade”, o que inspira a cor da campanha: dourado.

    Referência na zona Leste de São Paulo, o Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, da Rede D’Or, é equipado com toda a estrutura necessária para realização correta do pré-natal, tanto habitual quanto de alto risco, bem como parto, pós-parto, diagnóstico e tratamento de doenças maternas, fetais e neonatais. Conta ainda com serviços como Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno, Curso Preparatório para Pais e Medicina Fetal, reafirmando seu compromisso com o cuidado integral às mães e bebês.

  • Como as cores da casa podem impactar seu bem-estar e produtividade

    Com base na psicologia das cores, veja como diferentes tons podem impactar o humor e transformar a casa em um espaço mais harmônico

     Em um momento em que a casa continua sendo um espaço multifuncional, onde trabalhamos, relaxamos e nos conectamos com o que importa, a escolha cromática certa para cada ambiente pode fazer toda a diferença no bem-estar diário. A psicologia das cores, campo que estuda como diferentes tonalidades afetam nosso humor e comportamento, ganha ainda mais relevância ao pensar na decoração de interiores.

    As cores têm o poder de transformar a atmosfera da casa e influenciar diretamente como nos sentimos em cada ambiente. Azuis suaves favorecem o foco, tons terrosos acolhem, vibrantes como laranja e rosa trazem energia, e neutros claros ajudam a relaxar. Pensando nessa conexão entre cor e bem-estar, a Suvinil convidou os designers Nicole Tomazi e Sergio Cabral para sugerir combinações que equilibram funcionalidade e personalidade, criando espaços mais harmoniosos e cheios de significado.

    “Entender o que você deseja sentir em cada ambiente é um ponto de partida importante para escolher as cores que melhor traduzem sua personalidade e intenção. A psicologia das cores funciona como uma bússola nesse processo, ajudando a transformar sensações em escolhas visuais que impactam diretamente na forma como vivemos os espaços”, diz Sylvia Gracia, Gerente de Marketing, Cor e Conteúdo da Suvinil.

    Para favorecer o foco

    Para estimular a concentração e acalmar a mente, tons de azul são grandes aliados. Eles reduzem a agitação visual e criam ambientes serenos, ideais para home offices, salas de estudo ou espaços com múltiplas funções. No exemplo abaixo, a Cor Terra da Garoa, aplicada na sala de jantar, reforça a sensação de profundidade e elegância, oferecendo equilíbrio visual sem pesar, perfeita para ambientes que precisam ser versáteis ao longo do dia.Sala de jantar com a Cor Terra da Garoa, que traz sofisticação e serenidade ao ambiente | Projeto: Histórias de Casa | Foto: Leila ViegasSala de jantar com a Cor Terra da Garoa, que traz sofisticação e serenidade ao ambiente | Projeto: Histórias de Casa | Foto: Leila Viegas

    “O azul usado neste projeto traz uma sensação de profundidade e contemplação, sem pesar o ambiente. É um tom que favorece tanto o foco quanto o relaxamento, sendo perfeita para espaços que conectam múltiplas funções, como salas de estar e jantar integradas. Em tempos em que a casa precisa acolher diferentes ritmos, trabalho, descanso, convivência, escolher tonalidades que estimulem o bem-estar e a harmonia faz toda a diferença no dia a dia”, destaca os designers Nicole Tomazi e Sérgio Cabral.

    Já nesse home office, a Cor Horizonte aplicada no teto e nas faixas superiores da parede cria uma atmosfera leve e propícia à concentração. Ao destacar a parte superior do ambiente, o tom azul claro amplia a sensação de espaço e imprime personalidade sem interferir na área de trabalho. Elementos como plantas e mobiliário neutro completam a composição, reforçando o conforto visual e a funcionalidade do espaço.Home office com a Cor Horizonte no teto e nas paredes superiores, trazendo leveza, foco e amplitude ao ambiente | Projeto: Histórias de Casa | Foto: Igor GirottoHome office com a Cor Horizonte no teto e nas paredes superiores, trazendo leveza, foco e amplitude ao ambiente | Projeto: Histórias de Casa | Foto: Igor Girotto

    Para estimular a energia

    Ambientes que pedem dinamismo, como salas de estar, cozinhas ou áreas de convivência, ganham vida com cores mais quentes, como vermelhos, laranjas e amarelos. Essas tonalidades ativam a criatividade, trazem sensação de movimento e favorecem interações. São ideais para momentos em grupo, celebrações ou tarefas que exigem entusiasmo.Ambiente com as cores Eclipse, Anos SetentaeRosa Choque estimulam criatividade e dinamismo no dia a dia | Projeto: Histórias de Casa | Foto: Leila Viegas

    A combinação desses tons quentes e intensos da imagem acima reforça a ideia de um ambiente lúdico e cheio de personalidade. O uso das cores Eclipse, Anos Setenta e Rosa Choque nas paredes, em contraste com os móveis em tons suaves e elementos decorativos marcantes, cria uma composição energética e, ao mesmo tempo, acolhedora. É um exemplo de como ousar nas escolhas cromáticas pode trazer vitalidade e transformar o espaço em um ambiente mais envolvente e criativo.

    Agora, se o objetivo é ousar, mas com equilíbrio, o exemplo abaixo traz uma inspiração de sala que apostou na Cor Calda de Maple, um tom terroso e acolhedor que imprime ritmo criativo ao ambiente e valoriza os demais elementos da decoração. A luz natural, somada à composição de quadros, plantas e mobiliário em madeira, potencializa a harmonia do espaço. O resultado é uma sala cheia de personalidade, que convida à ação e à produtividade sem abrir mão do conforto.Sala com a Cor Calda de Maple, que equilibra criatividade e acolhimento em um ambiente cheio de personalidade | Projeto: Histórias de Casa | Foto: Leila Viegas 

    Para suavizar os sentidos

    Para criar espaços de pausa e introspecção, tons claros e delicados ajudam a compor uma atmosfera serena e acolhedora. Eles silenciam visualmente o ambiente e promovem relaxamento. A combinação entre luz natural, materiais suaves e paredes em tonalidades neutras reforça o conforto e a tranquilidade. 

    “Tons suaves criam áreas de respiro na casa. Eles acolhem o olhar, trazem calma e ajudam a transformar ambientes de descanso ou autocuidado em verdadeiros refúgios. É uma forma delicada, porém poderosa, de promover bem-estar no dia a dia”, explica os especialistas. Sala com paredes na Cor Branco Neve, que valoriza a luz natural e cria uma atmosfera leve e serena | Projeto: Cafofo do Dani | Foto: Derek Fernandes

    A sala de estar acima é um exemplo claro desse conceito. Com as paredes pintadas na Cor Branco Neve, o ambiente transmite uma sensação de leveza, silêncio e equilíbrio. A cor cria uma base neutra que valoriza a entrada de luz natural e destaca os elementos de decoração, como madeira clara, objetos artesanais e plantas. O resultado é uma sala serena e convidativa, ideal para momentos de pausa e reconexão.

    Outro exemplo de suavidade é o quarto abaixo, que utiliza a Cor Duna na meia parede, em contraste com o branco na parte superior. O tom rosado, suave e acolhedor, reforça a atmosfera de descanso e afeto, ideal para ambientes íntimos. A composição ganha ainda mais delicadeza com elementos naturais, como plantas, objetos artesanais e tecidos leves, criando um espaço que convida ao autocuidado e ao relaxamento.Quarto com meia parede na Cor Duna, que combina suavidade e acolhimento em um espaço pensado para o descanso | Projeto: Histórias de Casa | Foto: Leila ViegasQuarto com meia parede na Cor Duna, que combina suavidade e acolhimento em um espaço pensado para o descanso | Projeto: Histórias de Casa | Foto: Leila Viegas

    Para acolher e aquecer

    Tons terrosos, alaranjados, avermelhados e amadeirados são ideais para criar ambientes acolhedores, que transmitem calor, segurança e proximidade. Essas cores ativam a memória afetiva, remetem à natureza e funcionam muito bem em espaços como salas, quartos ou áreas de convívio, especialmente quando combinadas com iluminação suave e materiais naturais.

    No quarto abaixo, o uso de um tom terroso no teto, no caso, a Cor Hena, traz uma sensação de aconchego imediato, ao mesmo tempo em que imprime identidade ao ambiente. A aplicação superior cria um efeito de “abraço visual”, tornando o espaço mais acolhedor e envolvente sem sobrecarregá-lo. A composição é completada com madeira, tecidos texturizados e objetos afetivos, reforçando a ideia de um refúgio particular.Quarto com teto na Cor Hena, que envolve o ambiente com calor e personalidade | Projeto: Mariana Orsi | Foto: Vanessa RibeiroQuarto com teto na Cor Hena, que envolve o ambiente com calor e personalidade | Projeto: Mariana Orsi | Foto: Vanessa Ribeiro

    “Tons terrosos trazem uma sensação imediata de acolhimento. Quando aplicados no teto ou em detalhes da arquitetura, criam um efeito de abrigo, como se o ambiente ‘abraçasse’ quem está nele. São cores que aquecem sem pesar e ajudam a compor espaços afetivos, cheios de personalidade e memória. Perfeitas para momentos de pausa, reconexão e descanso”, afirma Nicole e Sergio. O tom Marrom-Luxo, da Suvinil, traz profundidade e aconchego ao ambiente, criando uma base acolhedora e elegante para o espaço | Projeto: Cafofo do Dani | Foto: Derek FernandesO tom Marrom-Luxo, da Suvinil, traz profundidade e aconchego ao ambiente, criando uma base acolhedora e elegante para o espaço | Projeto: Cafofo do Dani | Foto: Derek Fernandes

    Esse escritório, além de imprimir personalidade, mostra como tons mais escuros podem criar um ambiente de trabalho acolhedor e focado. Combinados a móveis de madeira e luz pontual, eles reduzem estímulos visuais e favorecem a concentração. “Cores profundas ajudam a criar uma atmosfera de presença e foco, ideal para atividades criativas ou analíticas”, finaliza a dupla.

  • Dicas para proporcionar mais qualidade de vida aos pets

    Dicas para proporcionar mais qualidade de vida aos pets

    Mars Petcare compartilha orientações práticas para enriquecer a rotina de gatos e cães

    Mesmo com a correria do dia a dia, pequenos gestos podem fazer toda a diferença na vida dos pets. Brincadeiras, passeios e até momentos de carinho são exemplos de como transformar a convivência com gatos e cães em experiências mais ricas e acolhedoras.

    “Os animais de estimação precisam de estímulos, segurança e afeto para terem uma boa qualidade de vida. Mesmo com uma rotina atribulada, é possível promover interações diárias, que trazem benefícios físicos e emocionais não só para os pets, mas também para os tutores. Proporcionar momentos de atenção e vínculo, através de uma rotina mais ativa, saudável e equilibrada, é também uma forma de exercer a guarda-responsável dos pets”, explica Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Gerente de Comunicação e Assuntos Científicos da Royal Canin Brasil.

    Pensando nisso, a Mars Petcare, especialista em nutrição e bem-estar animal, detentora das marcas ROYAL CANIN®, PEDIGREE® e WHISKAS®, dentre outras, compartilha orientações práticas para tornar o dia a dia dos pets mais estimulante. Confira!

    Enriquecimento ambiental

    Estimular os sentidos dos pets por meio de brinquedos, texturas, sons, cheiros e comedouros interativos é uma ótima maneira de incentivar comportamentos naturais. Essas práticas ajudam a combater o tédio e a ansiedade, promovendo equilíbrio emocional.

    Atividades interativas

    Mesmo com pouco tempo, alguns minutos de brincadeira por dia podem fortalecer a conexão com o pet. Jogar uma bolinha, esconder petiscos pela casa ou oferecer brinquedos que estimulem a curiosidade são exemplos simples e eficazes.

    Estímulos mentais e físicos

    Variar os brinquedos, propor desafios e explorar caminhos diferentes durante os passeios são atitudes que ativam o intelecto do animal, promovendo gasto de energia e reduzindo sinais de estresse.

    Interação social e cuidados diários

    Interagir com o pet, oferecer carinho e cuidados diários com sua saúde proporcionam segurança emocional, além de ajudar o animal a se sentir parte ativa do lar.

    Alimentação adequada

    Oferecer uma alimentação adequada para as suas necessidades e de maneira criativa — em brinquedos apropriados ou em locais variados da casa — estimula os instintos de busca e recompensa. Os alimentos úmidos, além de auxiliar na hidratação do animal, também podem despertar ainda mais seu interesse e tornar esse momento uma experiência sensorial prazerosa.

  • Descubra seis fatos interessantes sobre o pisco, a bebida icônica do Peru

    Popular em todo o Peru, o pisco ganhou reconhecimento internacional e se estabeleceu como um símbolo nacional

    Produzido no Peru há mais de 400 anos e considerado a bebida nacional do país, o pisco é um destilado de uva cujas origens derivam da fusão das culturas peruana e espanhola. Declarado Patrimônio Cultural Nacional, o pisco é um símbolo profundo da história, identidade e orgulho peruanos, ganhando até mesmo uma data especial: o Dia do Pisco, comemorado sempre no final de julho.

    Hoje, o pisco se espalhou para além das fronteiras do Peru e tem sido reconhecido, premiado e apreciado em várias partes do mundo, inclusive no Brasil.

    Abaixo, algumas curiosidades sobre esta bebida.

    Por que o pisco tem esse nome?

    Pisco é uma cidade localizada no Vale do Ica, na costa central do Peru, aproximadamente a 250 quilômetros ao sul de Lima. Historicamente, era um importante porto de embarque da bebida produzida nos vales de Ica, Pisco e Chincha. O nome pisco deriva da palavra “pisku”, que em quíchua significa “pássaro”.

    E quem pode usar esse nome?

    Para que uma bebida receba a denominação pisco, é necessário cumprir certas normas, pois ela possui uma Denominação de Origem Protegida (DOP). Esse selo certifica a qualidade do produto e garante suas características específicas. Portanto, o pisco deve ser produzido, processado e fabricado dentro de uma área geográfica definida, seguindo um conjunto de padrões e procedimentos estabelecidos.

    Somente bebidas produzidas nos vales das regiões de Lima, Ica, Arequipa, Moquegua e Tacna — incluídas na Rota do Pisco — podem oficialmente receber esse nome.

    Do que é feito o pisco?

    O pisco é feito a partir da destilação do mosto (um tipo de suco de uva fresco e não fermentado) das chamadas uvas pisco, ou seja, das variedades Quebranta, Negra Criolla, Mollar, Itália, Moscatel, Albilla, Torontel e Uvina, que fermentam durante o processo.

    Para garantir a autenticidade do pisco, ele deve ser destilado apenas uma vez durante a produção. Além disso, ele só pode ser armazenado em recipientes neutros, como vidro, aço inoxidável ou botijas tradicionais de barro alongado.

    Existe mais de um tipo de pisco?

    O pisco vem em três variedades, determinadas por sua composição. São elas: pisco puro (feito com uma única variedade de uva), pisco mosto verde (feito pela destilação de mostos de uva que não foram totalmente fermentados) e pisco acholado (feito com mais de uma variedade de uva).

    Como beber o pisco?

    A primeira opção é tomá-lo puro, como aperitivo ou acompanhando refeições. Ele pode ser apreciado em temperatura ambiente ou gelado e, se possível, nos chamados piscos, pequenos copos em formato de tulipa que ajudam a realçar o aroma da bebida.

    Outra excelente opção é usar pisco em coquetéis que destacam sabores e ingredientes locais. Entre os mais representativos estão o pisco sour, um ícone nacional por excelência, assim como o chilcano, o capitan e o pisco punch.

    E você sabia que o pisco pode ser harmonizado com pratos e sobremesas? Você pode encontrar as melhores harmonizações no site Pisco: Spirit of Peru, uma plataforma criada pela PROMPERÚ — a agência estatal responsável pela promoção do turismo peruano — para promover e posicionar essa bebida nacional em todo o mundo.

  • Conheça os perigos da hepatite

    Conheça os perigos da hepatite

    Conheça os perigos da hepatite: como diagnosticar e se prevenir desse mal crescente e silencioso

    O Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais alerta para prevenção contra essa que já é a segunda doença infecciosa a causar mais mortes em todo planeta

    A data ganha ainda mais importância neste ano na luta contra a hepatite, que já é a segunda doença infecciosa a causar mais vítimas fatais no mundo, atingindo 1,3 milhões de mortes anuais, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    No Brasil, a luta contra as hepatites B e C é uma prioridade de saúde pública e o Ministério da Saúde instituiu com o Programa Brasil Saudável, em 2024, a eliminação das hepatites virais como meta a ser alcançada até 2030. Estima-se que em 2022, 254 milhões de pessoas viviam com hepatite B e 50 milhões com hepatite C.

    “A hepatite A é uma doença, que costuma se resolver em poucas semanas, conferindo imunidade para o resto da vida em seguida – é geralmente tratada com hidratação, remédios para dor e para enjoo. Já as hepatites B e C na maioria das vezes se apresentam como doenças crônicas e silenciosas”, explica Pedro Martins, Infectologista, Mestre em Pesquisa Clínica em Doenças Infecciosas e Professor da Afya Educação Médica.

    “As hepatites B e C podem passar anos sem manifestar nenhum sintoma. Durante esse tempo, há uma crescente inflamação das células do fígado. A longo prazo, essa inflamação pode causar a cirrose, mesmo nos pacientes que não consomem bebidas alcoólicas. A cirrose é uma condição irreversível, que pode causar insuficiência hepática (mal funcionamento do fígado). Em estágios mais avançados, a pessoa pode precisar de um transplante de fígado. No pior cenário, os vírus podem propiciar o surgimento de câncer de fígado (Carcinoma Hepatocelular)”, acrescenta.

    A cirrose e o carcinoma hepatocelular são duas das principais causas de morte em decorrência das hepatites virais. Para combater a disseminação desta doença, é indispensável o acesso da população à informação para a prevenção, o diagnóstico e o tratamento. Além da importância da testagem para impedir a evolução, é preciso conhecer as formas de infecção e evitá-las. Além disso, para alguns tipos de hepatites também existem vacinas específicas.

    Conheça as características de cada hepatite:

    – Hepatite A: diretamente relacionada principalmente às condições de saneamento básico e de higiene e também a relações sexuais. É uma infecção leve e que se cura sozinha na maioria dos casos. Existe vacina para a hepatite A.

     

    – Hepatite B: atinge maior proporção de transmissão por via sexual e contato sanguíneo. A melhor forma de prevenção é a vacina, associada ao uso do preservativo.

    – Hepatite C: tem como principal forma de transmissão o contato com sangue. Não existe vacina ainda.

    – Hepatite D: ocorre apenas em pacientes infectados pelo vírus da hepatite B. A vacinação contra a hepatite B também protege de uma infecção com a hepatite D.

    – Hepatite E: transmitida por via digestiva (transmissão fecal-oral). A hepatite E não costuma se tornar crônica, porém, mulheres grávidas que forem infectadas podem apresentar formas mais graves da doença.

    A Hepatite A possui transmissão fecal-oral, ou seja, a infecção ocorre a partir do contato de materiais contaminados com fezes com a boca. Isso pode acontecer no consumo de água ou alimentos contaminados ou durante o sexo, quando houver contato da boca com o ânus. Já a transmissão das Hepatites B e C ocorre a partir de contato com sangue contaminado ou durante o sexo, complementa Martins.

     

    Cuidados com a hepatite C

    A hepatite C tem gerado preocupação especial nos últimos anos e é considerada hoje a maior epidemia da humanidade, com cinco vezes mais incidência que a AIDS/HIV². Dados do Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais do Ministério da Saúde mostram que entre os casos notificados, entre 2020 e 2023, 40,6% são referentes à hepatite C. “De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, cerca de 520 mil pessoas têm a doença, mas ainda sem diagnóstico e tratamento.” Até 2022, cerca de 150 mil pessoas já tinham sido diagnosticadas, tratadas e curadas da hepatite C3. 

    Na luta contra a propagação, a Roche Diagnóstica, referência em inovação e excelência em doenças infecciosas, lançou recentemente o teste HCV Duo, capaz de reduzir em quatro semanas a janela imunológica para diagnóstico da doença. O exame possui detecção dupla, conseguindo constatar além dos anticorpos, o antígeno do vírus da hepatite C, que são os componentes estruturais reconhecidos pelo sistema imunológico.

    Com a automação dos equipamentos cobas® e 402 / e 801, o ensaio Elecsys® HCV Duo inova ao realizar detecção dupla, ou seja, identifica os anticorpos e também os antígenos do vírus da Hepatite C. O antígeno core do HCV, bem como os anticorpos para o HCV, podem ser identificados simultaneamente a partir de uma única amostra de sangue. O resultado do teste é calculado automaticamente pelo analisador, com a possibilidade do laboratório obter também a diferenciação, já que os resultados individuais do antígeno e anticorpo são acessíveis aos laboratórios.

  • Locomóvel histórica chega ao Parque Mundo a Vapor

    Peça histórica reacende a memória dos fundadores e antecipa a atmosfera da nova fase do atrativo, com abertura prevista para o fim de 2025

    Um dos ícones mais emblemáticos da Revolução Industrial e do início da história do Parque Mundo a Vapor acaba de chegar ao canteiro de obras do parque temático, em Canela. Com 4 metros de altura e 2,5 toneladas, a locomóvel a vapor de fogo tubular retorna ao local como prenúncio da nova fase do empreendimento, cuja inauguração está prevista para a temporada de Natal deste ano.

     

    Muito mais do que uma peça de acervo, o locomóvel carrega a alma da história do parque. Foi uma máquina como essa que despertou, décadas atrás, a paixão de três irmãos canelenses — Omar, Hermes e Benito Urbani — pela magia dos mecanismos a vapor. Filhos de um consertador de máquinas agrícolas, eles cresceram ouvindo o sopro quente do vapor, o assobio cortando o frio da serra, e vendo seu pai devolver vida a motores que já haviam sido esquecidos. “Essa locomóvel representa o início de tudo. É um resgate de memória e, ao mesmo tempo, uma ponte com o futuro do parque. Ver essa peça icônica chegando, agora, neste novo ciclo que estamos prestes a inaugurar, é como reviver a faísca que acendeu esse sonho lá atrás”, destaca Lenise Urbani, CEO do parque.

     

    Robusta e versátil, a locomóvel era uma espécie de “motor sobre rodas”. Bastava água e carvão — ou até lenha — para entrar em funcionamento. Com fornalha de combustível sólido e caldeira a moda antiga, foi fundamental no desenvolvimento de áreas onde a infraestrutura era precária. Estavam presentes no Canadá, na África do Sul, no outback australiano, no oeste americano e, claro, nos fundos de vale e florestas da Serra Gaúcha, onde moveram serrarias, indústrias de base e os sonhos de muitos pioneiros.

     

    Além do valor histórico e simbólico, a peça também antecipa o conceito da nova fase do Mundo a Vapor, que preserva a memória das máquinas que moveram o passado, mas agora com recursos tecnológicos, experiências imersivas e narrativas afetivas para novas gerações. A locomóvel permanecerá em destaque na área do novo parque, em processo final de estruturação para receber o público. “Mais do que um objeto de exposição, ela se tornará um símbolo vivo do legado da família Urbani”, destaca Lenise.

  • Diabetes: do início silencioso a complicações severas de saúde

    O Diabetes Mellitus (DM) é um distúrbio metabólico crônico, que começa lentamente e de forma silenciosa, mas que aos poucos vai se tornando um grande transtorno para a saúde, comprometendo órgãos e levando a complicações graves, se não for tratado de forma adequada. Ele se caracteriza pelo aumento dos níveis de glicose no sangue, o que acontece em decorrência da deficiência na produção ou na ação da insulina, o hormônio que regula a taxa de glicose no sangue.

    O número de pessoas afetadas pelo DM no mundo é assustador: segundo a Federação Internacional de Diabetes (IDF, do inglês), estima-se que 537 milhões de adultos entre 20 e 79 anos são portadores de DM, sendo o Diabetes tipo 2 responsável pela grande maioria dos casos.

    As projeções da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) reforçam o cenário preocupante. O crescimento acelerado do número de casos na última década leva à previsão de crescimento contínuo, indicando mais de 700 milhões de pessoas acometidas pela doença até 2045. 

    Segundo a médica endocrinologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Vivian Estefan, de São Paulo, “vários fatores levam a esse crescimento acelerado, e todos eles têm relação com o estilo de vida moderno que adotamos ao longo das últimas décadas: sedentarismo, alimentação desbalanceada, com consumo de ultraprocessados, fast-foods e excesso de doces, em detrimento a frutas, verduras e legumes, são alguns dos exemplos que justificam a escalada vertiginosa do DM”, analisa a médica.

    Outro ponto importante a ser observado é que, de acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, 30% das pessoas ignoram a condição de pré-diabetes e só tomam conhecimento de sua saúde quando a doença já está instalada e os sintomas começam a surgir. Por isso, a adoção de hábitos saudáveis e a atenção à saúde podem ser determinantes para que não seja necessário conviver com uma doença crônica que afeta a qualidade de vida.

    Os tipos de diabetes

    Embora o Diabetes tipo 2 seja o mais prevalente, é importante saber que ele não é único, e que outras formas da doença são tão impactantes para a saúde humana quanto o DM2:

    Diabetes tipo 1

    Aparece geralmente na infância ou adolescência, mas o diagnóstico na vida adulta pode ocorrer. É uma variedade sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividade física.

    O Diabetes tipo 1, que responde por 5 a 10% do total de casos da doença, é caracterizado pelo fato de o sistema imunológico de algumas pessoas atacar equivocadamente as células beta do pâncreas, produtoras da insulina, e quando isso acontece, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Assim, a taxa da glicose aumenta no sangue, ao invés desta ser usada como fonte de energia. 

    Diabetes tipo 2

    Surge quando o organismo não consegue utilizar adequadamente a insulina que produz, ou quando a quantidade deste hormônio é insuficiente para controlar a taxa de glicemia. 

    É conhecido por “diabetes hereditário”, responsável por 90% dos casos da doença na população. 

    Os adultos são os mais afetados, mas crianças também podem ser diagnosticadas com a doença.

    O tratamento é feito inicialmente com orientação alimentar e atividade física. Na fase seguinte, são indicados um ou mais medicamentos por via oral, e após alguns anos pode haver a necessidade do uso de insulina.

    Diabetes gestacional

    Durante a gravidez, o desenvolvimento do bebê faz com que a mulher passe por várias alterações hormonais, como a formação da placenta, importante fonte de hormônios que reduzem a ação da insulina. O pâncreas, por sua vez, aumenta a produção de insulina para compensar esse quadro. Mas, em algumas mulheres, esse processo não ocorre, o que leva ao aparecimento do diabetes gestacional.

    Pré-diabetes

    O termo é caracterizado quando os níveis de glicose no sangue estão mais altos do que o normal, mas não o suficiente para diagnosticar o Diabetes Tipo 2. É importante salientar que 50% dos pacientes nesse estágio desenvolverão a doença. Nessa etapa a doença ainda pode ser revertida. 

    Sintomas

    Os sintomas não são os mesmos para todos os grupos, podendo variar de acordo com o tipo de diabetes, mas alguns deles são comuns, como cansaço frequente, fome em excesso, perda de peso repentina, sede constante, vontade de ir ao banheiro a toda hora e escurecimento das dobras da axila e do pescoço.

    O diabetes é uma preocupação crescente no Brasil, com alta prevalência e impacto significativo na saúde da população. É fundamental fortalecer as ações de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado para reduzir a carga da doença e melhorar a qualidade de vida das pessoas afetadas. 

    Confirmação diagnóstica

    Os exames de sangue são determinantes para avaliar a quantidade de glicose, sendo o mais comum o teste da glicemia em jejum, que mede a quantidade de glicose no sangue após um período de jejum de, pelo menos, 8 horas, cujos valores de referência são:

    • Normal: inferior a 99 mg/dL;

    • Pré-diabetes: entre 100 a 125 mg/dL;

    • Diabetes: acima de 126 mg/dL.

    Mas outros exames também podem ser solicitados pelo médico, como a hemoglobina glicada e/ou o teste de tolerância à glicose. 

    Tratamento e dieta para diabetes

    O tratamento medicamentoso varia de acordo com o tipo de diabetes e fase da doença, e só pode ser prescrito por médicos. Vale lembrar que o Programa Farmácia Popular distribui gratuitamente remédios para DM, que podem ser retirados nas redes de farmácia mediante apresentação de receita contendo prescrição, assinatura e carimbo do profissional de Saúde. A automonitorização do diabetes é fundamental para o bom controle da doença. Para isso, o paciente utiliza alguns dispositivos para a medida domiciliar da taxa de açúcar no sangue, denominados glicosímetros. Esta aferição pode ser feita várias vezes ao dia, com o objetivo de otimizar o tratamento.

     

    Mas apenas a medicação, sem alteração de hábitos de vida, não elimina – no caso dos pré-diabéticos – e nem controla a doença com eficácia para aqueles que a desenvolveram. Atividade física e dieta adequada, baseada na redução do consumo de açúcar e de alimentos ricos em carboidratos, são fatores importantes para a saúde dos diabéticos, e para prevenção das complicações a longo prazo.

    A médica Vivian Estefan lembra que “é possível conviver com o diabetes e ter qualidade de vida, desde que as escolhas sejam planejadas e respeitadas pelos pacientes, em benefício de sua saúde”.