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  • Mitos e verdades sobre a intolerância à lactose

    A intolerância à lactose é a incapacidade total ou parcial de digestão do açúcar do leite. Essa condição, que pode surgir em qualquer momento da vida, ainda gera muitas dúvidas desde sua origem a como se comportar quando é realmente diagnosticado. Para responder algumas das dúvidas mais comuns, o gastroenterologista Décio Chinzon (CRM 49552) preparou 7 mitos e verdades. Confira:

    1.    Todo individuo que tem intolerância à lactose sabe?

    MITO. A intolerância pode ter intensidades diferentes de individuo para individuo. Muitas pessoas sentem sintomas, como distensão abdominal, cólica, diarreia, náusea ou flatulência após comer alimentos à base de leite e nem percebem que o mal está relacionado ao alimento. Outras toleram quantidades menores de ingestão de leite ou derivados.

    2.      A lactose está presente em todos os alimentos à base de leite?
    MITO. Nem todos os alimentos elaborados a partir do leite possuem lactose.  Em alguns tipos de queijos, por exemplo, a lactose já é degradada durante o processo de fabricação.

    3.      Todo leite de origem animal tem lactose? DEPENDE. Os leites de origem animal possuem naturalmente lactose em sua composição, inclusive o leite materno. No entanto, existem técnicas industriais que reduzem drasticamente o conteúdo de lactose no leite, tornando possível a fabricação de leites de origem animal com “baixo teor de lactose”. Os leites de origem vegetal como os de arroz, soja, coco e amêndoa não possuem lactose na sua composição e podem, em geral, ser consumidos por quem tem intolerância.

    4.      Alergia e intolerância à lactose são a mesma coisa?
    MITO.
     A Alergia ao Leite de Vaca (APLV) é uma reação do sistema imunológico às proteínas do leite de vaca e mais comum em bebês e crianças.  Os sintomas são variáveis de caso para caso e podem incluir placas vermelhas e coceira na pele, diarreia, sangue nas fezes, perda de peso e infecções respiratórias de repetição. Já a intolerância à lactose é a incapacidade de digestão do açúcar do leite pelo organismo e é maiscomum em adultos e idosos, provocando sintomas como: diarreia, cólica, inchaço abdominal e flatulência.

    5.      A quantidade de lactose muda conforme o alimento?
    VERDADE. Alguns alimentos contêm menos lactose e podem até ser tolerados.

    6. Pessoas que fazem dieta de restrição aos lácteos necessitam fazer uma suplementação de cálcio.
    VERDADE. O leite e seus derivados são as fontes mais comuns e de melhor absorção de cálcio. Quando os alimentos lácteos estão ausentes da dieta, pode ser necessária a suplementação de cálcio para que se alcance a recomendação de ingestão diária desse mineral.  O cálcio de origem vegetal como o presente em brócolis, espinafre e gergelim, em geral, não é suficiente para suprir a necessidade do organismo.

    6.      Pessoas com intolerância à lactose não devem consumir nenhum alimento lácteo e viver pra sempre sem lactose?
    MITO. A condição da intolerância é bastante individualizada. Cada pessoa possui um grau maior ou menor de intolerância, podendo consumir alimentos de baixo teor de lactose sem sofrer mal estar. O fracionamento da dieta que contém lactose pode, também, ajudar. Além disso, existem no mercado os comprimidos de enzima lactase, como Latolise, que ajudam as pessoas a comerem alimentos lácteos e não se privarem da riqueza nutricional desses alimentos e nem das delicias da vida.

  • Bruxismo bate 1 milhão de buscas e acende alerta sobre estresse

    Dra. Andréa Melo analisa alta das buscas por bruxismo e explica como estresse, sono, telas e rotina ajudam a entender o avanço do problema entre os brasileiros.

    Os brasileiros fizeram mais de 1 milhão de buscas relacionadas ao bruxismo no Google entre julho de 2025 e julho de 2026, segundo levantamento da Dental Speed, distribuidora de produtos odontológicos. O número, que coloca o tema entre as maiores preocupações de saúde bucal e física do país, não surpreende a cirurgiã-dentista Dra. Andréa Melo, mestre e doutora, referência em bruxismo, sono e qualidade de vida. Para ela, o pico de pesquisas é o reflexo de um fenômeno real e mensurável: uma população estressada, hiperconectada e dormindo mal.

    O estudo também mapeou o interesse por estado. O Distrito Federal lidera o ranking, seguido por Rio de Janeiro e São Paulo, que registraram 145,9 mil buscas no período. Completam o top 10 Espírito Santo, Ceará, Paraná, Minas Gerais e Goiás, com o Sudeste concentrando o maior número de estados entre os primeiros colocados. Como o levantamento considera o volume de buscas de forma proporcional à população, a presença dos estados do Sudeste no topo sugere uma relação entre o interesse pelo tema e o estilo de vida urbano.

    Entre os termos mais pesquisados estão as perguntas “como saber se tenho bruxismo?”, “o que é bom para bruxismo?”, “o que significa bruxismo?” e “qual a causa do bruxismo?”. Já as buscas por “dentista bruxismo” cresceram 21% no período, sinal de que parte das pessoas está saindo da dúvida e procurando ajuda profissional.

    Para a Dra. Andréa Melo, o recorde de buscas não é um modismo digital, e sim um termômetro do estilo de vida. Os números de prevalência reforçam a leitura: segundo meta-análise publicada no Journal of Clinical Medicine (2024), a América do Sul tem a maior prevalência de bruxismo em vigília do mundo, cerca de 30% da população, além de 23% com bruxismo do sono.

    “Não é exagero dizer que o bruxismo virou um termômetro do nosso estilo de vida. Na América do Sul, cerca de 30% da população aperta os dentes acordada, a maior prevalência do mundo, e 23% apresentam bruxismo durante o sono. O que a explosão de buscas revela não é só um país com dentes rangendo: é uma população estressada, hiperconectada e dormindo mal, tentando entender o próprio corpo”, afirma.

    A especialista destaca ainda a diferença clínica entre os dois tipos de bruxismo, que costuma gerar confusão entre quem busca respostas na internet.

    “O bruxismo em vigília é o apertamento que acontece acordado, muitas vezes em momentos de concentração ou tensão. O bruxismo do sono ocorre durante a noite e está diretamente ligado à qualidade do descanso. São comportamentos diferentes, com sinais diferentes, e o tratamento também precisa ser pensado de forma individual”, explica.

    O crescimento das buscas por “como curar bruxismo” chamou a atenção da especialista para outro movimento: o autodiagnóstico. Ela defende o papel da internet em despertar a dúvida, mas reforça que a avaliação clínica é insubstituível. Criadora da metodologia DTC ( diagnóstico, tratamento e controle) com mais de 2.500 alunos em 27 países, a Dra Andréa Melo explica que desenvolveu um exame para de fato verificar os movimentos noturno do paciente por 5 a 7 dias. O exame da placa diagnóstica é feito em casa nas condições normais de sono do paciente. A mesma publicou em 2019 o nome exame da placa diagnóstica (EPD) em uma revista científica da área.

    “A internet tem um papel importante em despertar a dúvida e levar a pessoa ao consultório, mas o diagnóstico é feito por profissional habilitado. Apertar os dentes não é ‘apenas um hábito’: pode estar associado a estresse, distúrbios do sono e até problemas respiratórios noturnos. Buscar respostas no Google é o primeiro passo; o segundo, e decisivo, é a avaliação de um cirurgião-dentista habilitado e exames complementares diferenciais”, alerta.

    Outro ponto que a Dra. Andréa considera essencial para o público entender: a forma como a ciência enxerga o bruxismo mudou. O consenso científico internacional atualizado em 2025 passou a defini-lo como um comportamento motor, que pode ocorrer em diferentes contextos e fatores, e não mais como uma doença. Dentro do consenso internacional das desordens do sono o bruxismo é qualificado como uma desordem motora. Isso amplia o olhar do profissional para além da boca, considerando sono, estresse e qualidade de vida de cada paciente.

  • Cigarros eletrônicos (vapes e pods) não são inofensivos!

    Hoje, com o uso cada vez mais comum dos cigarros eletrônicos, muitos jovens – e também seus pais – estão começando a perceber algo preocupante: a forte dependência de nicotina que esses dispositivos causam. Há adolescentes que já não conseguem assistir a uma aula inteira sem sair da sala para “vaporizar”, ou que usam escondido no fundo da classe, já que a fumaça quase não tem cheiro. Muitos dizem que não fumam – apenas “vaporizam”. Mas o efeito no corpo é real e perigoso.

    Segundo João Paulo Lotufo, vice-presidente do Núcleo de Estudos do Combate ao Uso de Drogas da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), esses aparelhos contêm altas doses de nicotina, uma substância que causa vício rapidamente, além de diversos produtos químicos tóxicos que prejudicam os pulmões, o coração e o cérebro – especialmente em crianças e adolescentes, que ainda estão em desenvolvimento. “Quem usa vape pode ter de cinco a seis vezes mais nicotina no sangue do que quem fuma o cigarro tradicional. Com isso, a dependência é maior e parar se torna muito mais difícil”, explica o médico.

    Esse fenômeno não é por acaso, de acordo com Lotufo. Ele diz que existe um marketing bem planejado de uma indústria que aumentou a concentração de nicotina e criou sabores doces e agradáveis para atrair cada vez mais jovens, formando consumidores por muitos anos. “Os sabores de frutas, menta e doces facilitam o início do uso e passam a falsa ideia de algo inofensivo. É importante reforçar: vape não é vapor de água! É um aerossol cheio de substâncias prejudiciais, incluindo metais pesados, produtos cancerígenos e compostos que podem causar inflamações graves nos pulmões”, revela.

    Para Marina Buarque de Almeida, membro do Núcleo de Estudos do Combate ao Uso de Drogas da SPSP, esses dispositivos foram divulgados como uma alternativa “menos prejudicial”, mas já se sabe que podem causar doenças pulmonares graves e precoces, tão sérias quanto problemas conhecidos, como o enfisema, por exemplo. “Além disso, muitas informações falsas circulam nas redes sociais, minimizando os riscos e incentivando o uso entre adolescentes”, completa a especialista.

    Outro ponto preocupante, segundo a pneumologista pediátrica, é quando adultos acabam normalizando o consumo – seja usando vape junto com os filhos ou tratando isso como algo sem perigo. “O exemplo dentro de casa tem enorme influência”, assegura. Estudos mostram que quando os pais fumam, cerca de metade dos filhos tende a repetir o hábito; quando os pais não fumam, esse número cai muito. “O mesmo acontece com o consumo de álcool. Ou seja, o comportamento da família faz grande diferença”, observa a médica.

    “É verdade que nem todas as pessoas que fumam terão doenças graves, mas o risco existe – e aumenta muito quando há histórico familiar de câncer ou problemas respiratórios. O tabagismo pode multiplicar essas chances”, afirma Marina. Na opinião de Lotufo, muitos jovens começam por curiosidade com amigos, às vezes aos 12 ou 13 anos de idade, e quando os pais percebem, o uso já se tornou diário. “O consumo começa cada vez mais cedo e traz riscos reais à saúde”, finaliza o pneumologista pediátrico.

  • Popular e perigoso? Presunto tem níveis altos de sódio

    Popular e perigoso? Presunto tem níveis altos de sódio e consumo preocupa especialistas

    Nutrólogo explica as diferenças entre os tipos e traz alternativas para reduzir o consumo diário do embutido, que é considerado um alimento cancerígeno pela OMS

    Presente na maioria das sanduíches, pizzas e tábuas de frios do Brasil, o presunto é um alimento popular, mas nem sempre compreendido em sua totalidade nutricional. Entre o presunto cozido, o peito de peru e o presunto cru, as diferenças de calorias, gordura e, principalmente, sódio são significativas.

    O produto, assim como outras carnes processadas, é classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como alimentos que, se consumidos em excesso, podem aumentar a probabilidade de desenvolver câncer.

    “Por serem alimentos processados com altos níveis de sódio e conservantes, como nitritos e nitratos, nenhum deles é ideal. O sódio, importante para a conservação, é um risco para a pressão arterial, enquanto os aditivos são fontes de preocupação por seu potencial carcinogênico. Logo, a moderação é importante”, explica o nutrólogo da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Daniel Magnoni.

    Afinal, qual é o tipo de presunto mais recomendado para aqueles que buscam uma alimentação mais saudável? A resposta, segundo Magnoni, está no equilíbrio entre o teor de sódio e a presença de gordura e aditivos.

    Conheça os diferentes tipos de presunto

    Os presuntos são classificados principalmente pelo método de preparo – cozido, curado, defumado – e pela matéria-prima, como porco ou ave. Daniel Magnoni explica as diferenças entre os principais tipos.

    Presunto cozido: Feito a partir do pernil, é fonte de proteína e, na versão sem capa de gordura, tende a ter baixo teor de gordura e calorias (cerca de 15 kcal e 1g de gordura por 15g). “Contudo, o teor de sódio, aproximadamente 200 mg por 15g, e a presença de aditivos merecem atenção”, comenta o nutrólogo.

    Peito de peru: Produzido com carne de ave magra, é o mais baixo em gordura (aproximadamente de 0,8g a 1,5g por 40g) e é uma fonte de proteínas. “Mais uma vez o risco está no teor de sódio que é, muitas vezes, elevado, cerca de 356 mg a 383 mg por 40g, podendo superar o presunto cozido tradicional, exigindo atenção ao rótulo”, explica.

    Presunto cru (Prosciutto, Parma ou Jamón): É um caso à parte, resultado de longa salga e maturação. “É o mais denso nutricionalmente, sendo o mais calórico e gordo, próximo de 80 kcal e 5,5g de gordura por 15g. É também o que possui o teor de sódio mais alto, cerca de 773 mg por 15g, aproximando-se da dose diária máxima recomendada em poucas fatias. Sua alta concentração de proteína não compensa o excesso de gordura e sódio”, ressalta Magnoni.

    Apresuntado e o presunto defumado: o apresuntado, elaborado com cortes menos nobres, adição de amido e água, apresenta mais gordura e uma qualidade proteica inferior ao presunto cozido, segundo o nutrólogo. “O presunto defumado é geralmente baixo em gordura, cerca de 0,26g por 15g, mas a defumação e os aditivos continuam sendo pontos de cautela”, reforça o médico.

    Qual a melhor opção para o dia a dia?

    Para a saúde, a melhor escolha é procurar versões com baixo teor de sódio. Ou seja, para o nutrólogo, uma alternativa é priorizar aqueles que sejam reduzidos em sódio ou que apresentem o valor mais baixo por porção na tabela nutricional. 

    Também existem diversas substituições frescas e com menos aditivos para o presunto e outros embutidos em sanduíches e lanches. Segundo Magnoni, para quem busca possibilidades mais saudáveis e nutritivas às carnes processadas, há uma gama de proteínas frescas que podem ser incorporadas à dieta. 

    “Entre as opções mais práticas e versáteis, destacam-se os ovos, que podem ser consumidos cozidos ou mexidos, sendo facilmente combináveis com vegetais e temperos naturais. Patês caseiros feitos com atum ou frango desfiado são ótimas alternativas. Ao prepará-los em casa, é possível controlar a quantidade de sal e gordura, utilizando temperos frescos e iogurte natural ou azeite de oliva como base”, comenta.

    Para o médico, outras escolhas ricas em nutrientes e fibras incluem pastas feitas à base de leguminosas ou vegetais. Uma delas é a pasta de grão-de-bico, popularmente conhecida como hummus, que é uma boa fonte de proteína vegetal. Já o guacamole, feito com abacate, é rico em gorduras saudáveis, além de vitaminas e minerais.

    “Os queijos magros também são substituições interessantes. O queijo cottage, com baixo teor de gordura e alto teor proteico, e queijos brancos frescos também são recomendados por terem menos sódio e gordura. O queijo tipo ricota é um bom coringa, pois possui menos sal e gordura saturada até quando comparado ao queijo branco. Pode ser utilizado no preparo de molhos, partes e complemento às saladas. Estas opções são ideais para sanduíches, torradas ou como acompanhamento de saladas, fornecendo a saciedade necessária para uma alimentação equilibrada”, finaliza o nutrólogo.

  • Dia Mundial da Saúde: como garantir mais qualidade de vida para os pets?

    Mars Petcare destaca os principais cuidados para manter gatos e cães saudáveis ao longo da vida

    (Imagem: Divulgação/Mars Petcare)

    Celebrado no dia 7 de abril, o Dia Mundial da Saúde é uma oportunidade para refletir sobre os hábitos que promovem bem-estar físico e emocional – não apenas para os humanos, mas também para os animais de estimação. Afinal, oferecer uma vida saudável aos pets envolve praticar a guarda-responsável, com atenção e cuidados diários, acompanhamento veterinário regular e suporte emocional.

    “Cada vez mais os pets fazem parte da vida e da rotina das famílias, e estudos¹ da Mars Petcare comprovam os reais benefícios da interação humano-animal. Por isso, priorizar a saúde deles, além de ser uma responsabilidade nossa, é também uma forma de retribuir o impacto positivo que essa convivência proporciona à nossa saúde física e emocional”, comenta Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Gerente de Assuntos Científicos da Royal Canin Brasil.

    Pensando nisso, a Mars Petcare, líder global em nutrição e bem-estar animal e proprietária das marcas ROYAL CANIN®, PEDIGREE® e WHISKAS®, dentre outras, reforça algumas práticas essenciais para promover uma vida ativa e saudável aos pets. Confira!

    Nutrição personalizada contribui para a saúde preventiva

    Cada animal tem suas próprias necessidades nutricionais, que variam conforme espécie, raça, idade, porte e condições de saúde. A alimentação sob medida, formulada com equilíbrio de nutrientes como proteínas, ácidos graxos, fibras, vitaminas e minerais, é essencial para ajudar na prevenção de doenças e favorecer o bom funcionamento do organismo. Oferecer ao pet uma dieta adequada às suas necessidades é uma das formas mais eficazes de investir em sua saúde desde os primeiros meses de vida.

    Movimento faz bem – e muito!

    A prática regular de atividades físicas contribui para o bem-estar físico e mental dos pets, ajuda no controle de peso e reduz o risco de doenças crônicas, incluindo a obesidade. Brincadeiras interativas, passeios diários e momentos de lazer são mais do que simples distrações – fazem parte da rotina ideal de cuidados. Vale lembrar que mais da metade da população mundial de gatos e cães apresenta sobrepeso ou obesidade, um dado importante para tutores e profissionais da área.

    Check-ups são tão importantes quanto o carinho diário

    Acompanhar a saúde dos pets com visitas regulares ao Médico-Veterinário é uma atitude de cuidado e prevenção. Exames de rotina, orientações sobre comportamento, ajustes na alimentação e a identificação precoce de possíveis sinais ou sensibilidades são fundamentais para manter a qualidade de vida dos animais.

    Vacinação em dia é proteção para todos

    Manter o calendário vacinal atualizado é uma das formas mais eficazes de proteger os pets contra doenças infecciosas. O protocolo deve sempre seguir a orientação do Médico-Veterinário e pode variar conforme a região, idade e estilo de vida do animal.

    Cuidar da saúde dos pets vai além da alimentação e dos momentos de afeto – é um gesto diário de responsabilidade e amor.

    Para saber sobre a Mars e conferir mais informações sobre saúde e bem-estar dos pets, visite o site.

    ¹Friedmann, E., & Thomas, SA. (1995). Pet ownership, social support, and one-year survival after acute myocardial infarction in the Cardiac Arrhythmia Suppression Trial (CAST). The American Journal of Cardiology, 15;76(17):1213-7. Disponível no link.

    Kertes, DA., Liu, J., Hall, NJ., Hadad, NA., Wynne, CDL., & Bhatt, SS. (2017). Effect of pet dogs on children’s perceived stress and cortisol stress response. Social Development, 26, 382-401. Disponível no link.

    Purewal, R., Christley, R., Kordas, K., Joinson, C., Meints, K., Gee, N., & Westgarth, C. (2017). Companion Animals and Child/Adolescent Development: A Systematic Review of the Evidence. International Journal of Environmental Research and Public Health, 14(3), 234. Disponível no link.

  • Cuidados orais em cães: saúde bucal também é coisa de pet

    Entenda como a nutrição pode ser uma grande aliada no cuidado oral de cães

    Assim como para nós humanos, os cães também podem desenvolver afecções que comprometem a saúde oral e diminuem consideravelmente o seu bem-estar, sua qualidade de vida e longevidade.  

    A falta do cuidado oral é a principal causa que leva ao acúmulo de placa bacteriana e consequente formação do tártaro (cálculo dental), os quais, quando não removidos, podem provocar inflamação e infecção dos tecidos do periodonto, incluindo a gengiva, levando a consequências como dor, mau hálito, perda dentária, entre outras complicações. 

    O médico-veterinário Gustavo Quirino, que atua na capacitação técnica da Adimax, explica que a gengivite e a periodontite são mais frequentes e mais graves do que imaginamos. “A gengivite e a periodontite são afecções comuns, cujas complicações vão além do mau hálito, perda de dentes, dor e desconforto. Caso não sejam adequadamente tratadas, podem evoluir para quadros mais graves, afetando órgãos vitais, como o coração – comprometendo ainda mais a qualidade de vida dos cães. Estudos estimam que 60% dos cães que passam por atendimento veterinário, independente do motivo, apresentam essas doenças”. 

    Ainda que a escovação seja recomendada para prevenir os problemas orais nos cães, muitos tutores não têm esse hábito ou sentem dificuldade em realizá-la. Por isso, Quirino complementa que a nutrição pode ser uma grande aliada no cuidado oral. “Hoje, já existem estudos científicos que demonstram que o uso de ingredientes funcionais, associados ao formato e a dureza da partícula do alimento, podem contribuir positivamente para saúde oral dos pets, auxiliando na diminuição da formação da placa bacteriana e do tártaro. Desta forma, a nutrição pode ser uma grande aliada no cuidado oral de cães, promovendo mais qualidade de vida e longevidade”.

    Para auxiliar no cuidado com a saúde oral dos cães, a Adimax, fabricante dos alimentos Fórmula Natural, desenvolveu soluções nutricionais para oferecer um cuidado oral completo: Fórmula Natural Fresh Meat Daily Care Oral Cães (lançamento), Fórmula Natural Fresh Meat Cookies (lançamento) e Fórmula Natural Snacks Dental.

    “Os três produtos auxiliam na redução da placa bacteriana e na diminuição da formação do tártaro. Por isso, embora possam ser usados em diferentes momentos do dia, é o uso regular e contínuo que permitirá observar os efeitos dos compostos para a saúde oral do pet, aliado ao hábito de escovação diária”, complementa o médico-veterinário. 

    Fórmula Natural Fresh Meat Daily Care Oral Cães 

    É um alimento completo que oferece um cuidado diário para saúde oral de cães adultos, com os mesmos benefícios da linha Fórmula Natural Fresh Meat (carne fresca, sem grãos ou ingredientes transgênicos e com antioxidantes naturais). Seu diferencial está na associação entre a inclusão de ingredientes funcionais como o PlaqueOff®, hexametafosfato de sódio e celulose em pó aliado ao formato e dureza da partícula do alimento que auxiliam na redução da formação da placa bacteriana e cálculo dental, contribuindo para o controle da gengivite e diminuição do mau hálito.

    Fórmula Natural Fresh Meat Cookies 

    São petiscos com sabor e crocância que agradam aos paladares mais exigentes. Formulados com carne fresca, antioxidantes naturais e o PlaqueOff®, é recomendado para o tutor que preza por um estilo de vida saudável e busca por um petisco com diferenciais que beneficiem a saúde oral, o bem-estar e a longevidade do cão.

    Fórmula Natural Snacks Dental 

    É um snack com ingredientes naturais e funcionais que reúne os cuidados que os médicos-veterinários indicam com o sabor e carinho que os cães adoram. Auxilia na redução da formação da placa bacteriana por meio da combinação do formato e da textura diferenciados do petisco, e a inclusão do PlaqueOff® e hexametafosfato de sódio. Além disso, possui 3 versões para diferentes portes: mini e pequeno, médio e grande. 

  • Mitos e verdades sobre adoçantes

    Mitos e verdades sobre adoçantes: o que você precisa saber na hora de escolher qual usar

    Adoçantes são seguros para consumo e podem fazer parte de uma alimentação saudável. Nutricionista da Lowçucar esclarece dúvidas e destaca opções seguras da marca para quem busca substituir o açúcar.

    Os adoçantes têm sido alvo de muitos mitos, especialmente sobre seus possíveis efeitos à saúde. No entanto, estudos comprovam que os edulcorantes de baixa caloria são seguros quando utilizados de acordo com as orientações de saúde. Organizações internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Agência de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA), aprovam o uso dessas substâncias, destacando que elas podem ser consumidas com segurança dentro dos limites diários recomendados.

    Cristiane Yamane, nutricionista e especialista da Lowçucar, reforça que eles são uns dos ingredientes alimentares mais estudados e revisados no mundo e passaram por rigorosas avaliações de segurança pelos órgãos competentes: “Os adoçantes são seguros e podem fazer parte de uma alimentação saudável, especialmente para pessoas que precisam controlar a ingestão de açúcar, como os diabéticos. É essencial escolher produtos de marcas confiáveis, como os da Lowçucar, que seguem rigorosos padrões de qualidade.”

    Entre os mitos, está a alegação de que os adoçantes causariam câncer. Esse rumor foi amplamente desmentido por pesquisas científicas. Estudos conduzidos ao longo de décadas não encontraram evidências de que o consumo moderado de adoçantes de baixa caloria, como sucralose, sacarina e acessulfame, esteja associado ao desenvolvimento de câncer em humanos. Outro mito recorrente é a ideia de que os adoçantes prejudicam o microbioma intestinal. No entanto, estudos mais recentes indicam que a maioria dos edulcorantes de baixa caloria não afeta negativamente o microbioma em humanos. A sucralose, por exemplo, tem sido exaustivamente estudada e demonstrou não provocar alterações significativas na flora intestinal.

    Os adoçantes da Lowçucar são posicionados como opções seguras e de alta qualidade no mercado. A marca oferece alternativas como o Adoçante 100% Stevia, feito a partir da planta Stevia rebaudiana, um edulcorante natural amplamente reconhecido por sua segurança e por ser uma escolha popular entre aqueles que buscam um substituto ao açúcar. Outra opção destacada é o Adoçante Sucralose, ideal para quem deseja um sabor mais próximo ao do açúcar, sem os efeitos calóricos.

    Em apoio à campanha do Outubro Rosa, a Lowçucar, marca referência em produtos zero açúcar, lançou a ação “Um Gesto Doce Comigo”, com o objetivo de unir a promoção de hábitos alimentares saudáveis à conscientização sobre a importância da prevenção ao câncer de mama. Durante a campanha, parte do lucro do Adoçante Líquido Lowçucar Plusvia será convertido em produtos e doado para a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Curitiba e de Maringá, ampliando o impacto social da marca.

    Cristiane Yamane conclui: “Os adoçantes são uma opção valiosa para quem busca controlar o peso ou precisa de restrições alimentares, como diabéticos. Com os produtos da Lowçucar, garantimos que o consumidor tenha à disposição opções seguras e, principalmente, com sabor.” Assim, o uso responsável de adoçantes pode ser um importante aliado na busca por uma alimentação mais equilibrada e saudável.

  • Pedras nos rins: o que você precisa saber para preveni-las

    As pedras nos rins são formações minerais sólidas que, ocupam a via de drenagem da urina, e também podem ser chamados de cálculos urinários ou litíase urinária.Esta condição é formada quando a urina possui cálcio, oxalato e ácido úrico em excesso, que acabam contribuindo para a formação das pedras. 

    Os principais sintomas para a presença dos cálculos urinários são a dor lombar em cólica e a presença de infecção urinária, porém, de acordo com o médico urologista, Dr. Marcos Tobias Machado, algumas situações podem não causar nenhum sintoma.

    Além disso, há alguns fatores que contribuem para o surgimento do cálculo renal. “Homens entre 25 e 50 anos, pacientes que já tiveram pedras nos rins e pessoas que vivem em regiões quentes são mais suscetíveis a obter uma crise”, explica Dr. Marcos. 

    Abaixo, o especialista detalha os processos de formação para três tipos de pedras nos rins.

    – Cálculos de cálcio: normalmente são formados por um aumento na eliminação do cálcio na urina (e não do cálcio ingerido na dieta). A causa é por seguir uma dieta rica em sal e pobre em água, podendo ter um traço hereditário associado. 

    – Cálculos de ácido úrico: formados através do metabolismo de proteínas em indivíduos com gota úrica (doença que acomete os rins e articulações devido ao aumento do ácido úrico no sangue).

    – Cálculos de fosfato de amônio magnesiano: conhecido como coraliformes, devido ao formato de coral, se forma a partir do metabolismo de bactérias produtoras da enzima uréase, responsável por gastrite, esofagite, duodenite, úlcera e câncer no estômago. 

    Para a prevenção é importante citar que depende diretamente da causa e exames mais específicos podem ser realizados em situações de suspeita de cálculos de outras origens. Com o objetivo de ajudar, o especialista separou três principais dicas. Veja a seguir:

    1. Crie hábitos simples durante o dia-a-dia como o aumento do consumo de água;
    2. Reduza o sal na alimentação, isso evitará o principal tipo de cálculos entre os pacientes: o cálcio urinário; 
    3. Fique atento (a) em obter a urina sempre clarinha.

    Na maioria dos casos, com observação médica, os cálculos até 5mm podem ser eliminados espontaneamente. Caso seja necessária uma intervenção cirúrgica, a retirada das pedras é feita com procedimentos avançados, com destaque para a litotripsia extracorporea, cirurgias endoscópicas (por dentro da bexiga ureteres e rins sem incisão) e pela cirurgia percutânea (que utiliza apenas um orifício de entrada na pele).

    “A cirurgia laparoscópica, por exemplo, é realizada com até cinco pequenas incisões. Esse método permite um acesso mais amplo ao rim e, atualmente, substituiu a cirurgia aberta na maioria de suas indicações”, finaliza.