Tag: Creta

  • Verão na Grécia: Conheça a praia das pedras coloridas

    O verão na Grécia tem temperaturas médias entre 25 e 35 graus Celsius. As ilhas gregas, em particular, são populares durante o verão por conta de suas belas praias, clima quente e atmosfera descontraída. Além disso, muitas das principais atrações turísticas da Grécia estão abertas, incluindo sítios arqueológicos, museus e locais históricos. Mas você sabia que em uma ilha grega existe uma praia de pedras coloridas?

    Pois é, a praia se chama Triopetra e fica localizada na ilha de Creta. 

    Essa é uma praia isolada e tranquila, com águas cristalinas, cercada por colinas e falésias rochosas. O nome Triopetra significa “três pedras” em grego, e é uma referência às três grandes rochas que emergem do mar em frente à praia.

    “A praia de Triopetra é dividida em duas seções principais, conhecidas como a praia de Triopetra Leste e a praia de Triopetra Oeste. A praia Leste é a mais popular, com um pequeno bar de praia e algumas espreguiçadeiras, enquanto a praia Oeste é mais isolada e tranquila. A praia é frequentada por turistas que buscam um lugar tranquilo para relaxar, nadar e desfrutar do sol. A paisagem é deslumbrante, com colinas e montanhas lindas, que proporcionam um ambiente sereno e relaxante”, comenta Anna Carolina Caro, diretora executiva da Excursy, agência de turismo especializada em destinos exóticos. 

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    Mas além das águas cristalinas, o grande diferencial de Triopetra tem um diferencial único: pedras coloridas encontradas no meio do caminho. Uma atração e tanto para os admiradores de pedras e cristais, não é mesmo?

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    O pôr do sol

    Além disso, a praia de Triopetra é um ótimo lugar para assistir ao pôr do sol. As vistas são espetaculares, com o sol descendo no horizonte e as rochas emergindo do mar. É uma experiência inesquecível para os visitantes, especialmente para quem gosta de fotografia.

    “No entanto, é importante notar que a praia de Triopetra é relativamente isolada e não tem muitas comodidades, como restaurantes ou lojas de conveniência. É recomendável levar comida e bebida suficientes para o dia, bem como um guarda-sol e protetor solar. Além disso, não se pode levar as pedras da praia porque é considerado infração e pode-se levar uma multa”, explica Anna Carolina. 

    Em resumo, a praia de Triopetra é um lugar ideal para quem busca paz e tranquilidade, longe das multidões e do barulho da cidade. “Se você estiver visitando a ilha de Creta, vale a pena conferir a beleza natural desta praia única”, comenta.

    Mais sobre a Ilha de Creta 

    Creta é a maior ilha da Grécia e tem uma rica história e cultura. A ilha tem muitas praias maravilhosas, desde as mais movimentadas com bares e restaurantes até praias desertas e isoladas.

    Algumas mais populares de Creta incluem Elafonisi, Balos, Falassarna e Vai. Confira abaixo:

    • Elafonisi: Uma praia com águas cristalinas e areia rosa, que se torna ainda mais bela durante o pôr do sol;
    • Balos: Localizada em uma lagoa, com águas rasas e cristalinas;
    • Falassarna: A famosa praia de areia branca que se estende por vários quilômetros e é ideal para caminhadas e natação;
    • Vai: É cercada por uma floresta de palmeiras e Preveli é uma praia com uma exuberante vegetação e um rio que deságua no mar.

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    “A gastronomia grega é uma das mais famosas do mundo, e no verão, os visitantes podem desfrutar de uma variedade de pratos deliciosos e refrescantes, como saladas frescas, peixe grelhado e tzatziki. Nessa época, é possível encontrar festivais e celebrações em toda a Grécia, incluindo festivais de música, teatro e dança. As festividades incluem muitas vezes danças tradicionais, como a sirtaki, que é popularizada pelo filme “Zorba, o Grego””, finaliza a diretora executiva da Excursy.

  • Cartilha de prevenção à violência contra as mulheres com deficiência

    Em Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, SP alerta para cartilha de prevenção à violência contra as mulheres com deficiência 

    Visando a identificação de mulheres com deficiência em situações de violência, a cartilha é uma iniciativa do programa TODAS in-Rede, da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência 

    Hoje, 25 de novembro, é marcado como Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres. Pensando nisso, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência alerta para a cartilha “Identificação e prevenção à violência contra as mulheres com deficiência”, que auxilia na identificação de mulheres com deficiência em situações de violência. 

    No âmbito da violência, a mulher com deficiência tem dupla vulnerabilidade, primeiro por ser mulher e depois por ter algum tipo de deficiência. Segundo a Base de Dados dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em violência e gênero de 2019, foram registrados mais de 5 mil boletins de ocorrência por mulheres com deficiência no Estado, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública de SP. 

    A cartilha “Identificação e prevenção à violência contra as mulheres com deficiência” é uma iniciativa do programa TODAS in-Rede, da Secretaria, que visa o empoderamento das mulheres com deficiência do Estado de São Paulo, buscando sua autonomia em diversos pilares como o acesso à informação, trabalho, renda e autonomia financeira, exercício dos direitos afetivos, sexuais e reprodutivos, prevenção à violência e autoestima e liderança. 

    O documento pretende ajudar a identificar os atos de violência e oferecer informações sobre como e onde pedir ajuda, principalmente dentro do contexto da pandemia, tanto à vítima como às pessoas dentro de seu convívio social. Nesse sentido, são disponibilizados contatos de rede de proteção e acolhimento, além de aplicativos que podem ajudar em situação de emergência e/ou vulnerabilidade. 

    Instituída em 1999 pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres marca uma luta ainda enfrentada por mulheres com e sem deficiência em todo o mundo. 

    Para conhecer mais sobre o programa e acessar a cartilha, acesse: https://www.todasinrede.sp.gov.br . 

  • Visite de forma virtual o único zoológico de insetos do Brasil

    Cerca de 90% dos museus do mundo fecharam durante a pandemia do novo coronavírus, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O Museu do Instituto Biológico (IB-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, que realiza a mostra permanente Planeta Inseto, também teve que suspender as visitações em seu espaço físico. Porém, crianças e adultos apaixonados por insetos poderão conhecer melhor esses organismos em uma versão virtual do espaço, que é o único zoológico de insetos do Brasil. Para conhecer acesse clicando aqui. 

    A versão virtual do Museu de Pesca conta com uma réplica da estrutura física do espaço, contendo em cada ambiente parte de seu acervo real, que é visitado anualmente por mais de 33 mil pessoas. O projeto faz parte do Venha Visitar Virtualmente (PVV) realizado pela Secretaria, que já disponibilizou visitação virtual do Museu de Pesca, mantido pelo Instituto de Pesca (IP-APTA). 
    Os visitantes poderão ter acesso a informações sobre formigas, abelhas, bicho-da-seda, bicho-pau, baratas e besouros. Além disso, poderão conhecer os insetos de importância médica, saber o que é controle biológico e ver como funciona um laboratório entomológico. 

    “É possível ainda aprender as características que diferenciam um inseto de outros animais, como o corpo dividido em três partes (cabeça, tórax e abdômen), um par de antenas e três pares de pernas. Essa é uma das dúvidas mais comuns dos visitantes da exposição física”, conta Mário Kokubu, educador do Planeta Inseto e responsável pela pesquisa de conteúdo da exposição virtual. No ambiente online, os visitantes podem ainda assistir a vídeos, ver fotos e toda a ambientação das salas físicas do Museu do IB. 

    De acordo com Harumi Hojo, coordenadora do Planeta Inseto e assessora da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), a visitação virtual é importante a curto prazo, devido à pandemia, mas também a longo prazo. “Com esse projeto, pessoas de fora da cidade de São Paulo podem conhecer a exposição e saber mais sobre os insetos, que são muito importantes para o meio ambiente e para a produção agrícola. Sempre tivemos a preocupação de levar o Planeta Inseto para outros locais, por isso, temos o projeto de museu itinerante. Porém, essa virtualização, potencializará ainda mais nossas ações”, afirma. 

    Planeta Inseto

    O Planeta Inseto é o único zoológico de insetos do Brasil. De forma lúdica e interativa, o público recebe informações sobre o quanto os insetos estão presentes no cotidiano e sua importância para o ambiente, a produção de alimentos e a saúde humana. Estima-se que existam mais de um milhão de espécies de insetos conhecidos e que haja mais milhões a serem identificadas. 

    A mostra tem como público-alvo crianças e adolescentes de três a 16 anos, mas recebe visitantes de todas as idades. O público pode conhecer no local, em São Paulo, quatro espécies de abelhas sem ferrão e baratas praticando corrida, lagartas tecendo fios de seda, formigas trabalhando em sistema organizado e o bicho-pau, que se assemelha a gravetos. 
    Sediada no Museu do Instituto Biológico, o Planeta Inseto conta com autorização de manejo e exposição de insetos emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Desde a inauguração, em 2010, o Planeta Inseto já recebeu mais de 400 mil visitantes no museu físico e itinerante. O espaço permanece com visitas presenciais suspensas por conta da pandemia. 

    Venha Visitar Virtualmente

    O projeto Venha Visitar Virtualmente (PVV) foi idealizado por Cibele Silva, bióloga e integrante do Centro de Comunicação e Transferência do Conhecimento do Instituto de Pesca, devido ao impedimento da visitação ao espaço físico neste momento de controle do contágio do novo coronavírus e para dar oportunidade a pessoas de fora da região e até mesmo do Estado de conhecer o acervo do Museu. O Projeto VVV foi planejado e desenvolvido por Bruna da Silva, Gabriela Pereira e Raphaela Horti, estagiárias do Instituto de Pesca. 

    Gabriela Pereira foi a principal responsável pelo desenvolvimento da mídia para virtualização e interatividade entre equipamento e visitante. “Criar o mapa do museu em uma versão virtual, ainda mais interativo, foi um desafio para mim, pois não sou da área de informática. Porém, meus conhecimentos de design gráfico ajudaram na parte visual e, por ser estudante de Ciências Biológicas, meu entusiasmo em poder fazer parte de um projeto que comunica a importância da preservação do meio ambiente foi a grande motivação para aprender o que não sabia e conseguir fazer a entrega”, diz Pereira. 

  • 466 anos de São Paulo: Conheça os patrimônios históricos da Secretaria de Agricultura e sua importância para a cidade


    São Paulo completa 466 anos no próximo dia 25 de janeiro e a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo auxiliou no desenvolvimento da capital paulista, por isto coleciona patrimônios tombados como históricos, arquitetônicos, culturais e ambientais. As propriedades catalogadas pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) são Edifício Ermírio de Moraes, em 1992; o Parque Doutor Fernando Costa, mais conhecido como Parque da Água Branca, em 2004; e o conjunto arquitetônico do Instituto Biológico, em 2014.

    As estruturas, todas com mais de 80 anos, são, ainda hoje, fundamentais para o avanço cientifico, ambiental e agrícola paulista, bem como oferecem áreas de lazer, como parque, museu e aquário para a população.

    Hotel Esplanada na década de 1930 com sua estrutura original.Linha do tempo: 1992

    O Edifício Ermírio de Moraes, atual sede das Pastas de Agricultura e Abastecimento e de Turismo, foi tombado como patrimônio histórico, social e urbanístico do município de São Paulo por meio da Resolução 37/92, do Conpresp. Na mesma ocasião a Secretaria Municipal de Cultura registrou nove logradouros (espaços públicos comuns que pode ser usufruídos por toda a população) e 293 edifícios na área do Vale do Anhangabaú.

    Localizado na Praça Ramos de Azevedo n° 254, o Edifício que na época pertencia ao Grupo Votorantim, foi inaugurado em 1923 como Hotel Esplanada e compôs o conjunto arquitetônico da região central da capital paulista, o qual já contava com o Theatro Municipal, o Viaduto do Chá e o Prédio Glória. O Hotel recebia diversos artistas, barões do café, chefes de Estado, entre outros clientes. Para manter a privacidade dos hospedes mais famosos e facilitar sua chegada aos palcos, o hotel contava com um túnel subterrâneo que o ligava ao Theatro Municipal. Hoje em dia, a passagem está fechada.

    Em meados da década de 1960, os filhos de Helena Pereira de Moraes e José Ermírio de Moraes compraram o prédio no qual os pais se casaram e que não funcionava mais como hotel desde dezembro de 1957. Em homenagem à família, o prédio foi nomeado de “Edifício Ermírio de Moraes”, que se tornou a sede dos escritórios centrais do Grupo Votorantim.

    No ano de 2013 o Governo do Estado de São Paulo comprou o Edifício, com a proposta de revitalizar o centro histórico da cidade, para comportar a Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Atualmente, resquícios da arquitetura do Hotel podem ser vistos nos lustres e nas paredes do Salão Nobre, assim como na fachada do prédio que, segundo a determinação do Conpresp, deve ter suas características externas preservadas.
    Entrada do Parque da Água Branca no século XX.2004

    O Parque Dr. Fernando Costa, mais conhecido como Parque da Água Branca, foi tombado como patrimônio histórico, arquitetônico e paisagístico ambiental da cidade de São Paulo pela Resolução 17/04 do Conpresp. O parque já havia sido tombado, também, pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat) e em 1996 por meio da Resolução 25/96.

    Localizado na Avenida Francisco Matarazzo, n° 455, o Parque da Água Branca Inicialmente foi idealizado pelo prefeito Antônio da Silva Prado para comportar a Escola Prática de Pomologia e Horticultura. Em 1905, o projeto foi iniciado. Ao longo dos anos, vários outros lotes de terra, comprados de particulares, foram sendo incorporados à área da escola, até chegar a mais de 124 mil m². Em 1911, as atividades no local foram encerradas.

    Em 25 de abril de 1928, o então governador Júlio Prestes decidiu transferir as antigas dependências de Exposição Animal e de Exposições da Mooca para a Água Branca. O local foi chamado de Pavilhão de Exposição de Animais. No ano seguinte, o pavilhão foi nomeado “Parque Dr. Fernando Costa” em homenagem a seu fundador, que era secretário da Agricultura. O parque recebeu grandes exposições, provas zootécnicas e contou durante anos com setores veterinários, defesa sanitária animal, caça e pesca, produção animal etc.

    De 1939 a 1942, o Governo do Estado adquiriu mais 12 mil m², totalizando assim a área atual do Parque de 136 m². Em 2012, o Parque foi transferido da Secretaria de Agricultura e Abastecimento para a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente por meio do Decreto nº 58.258. Atualmente o parque é um local de lazer e conta com a sede do Instituto de Pesca (IP) da Secretaria de Agricultura. No parque também há o Aquário do IP que conta 30 viveiros das principais espécies de peixes de alto valor econômico para a aquicultura e pesca continental.
    A sede do Instituto Biológico conta com itens e acessórios de pesquisa utilizados no século passado.2014

    O conjunto arquitetônico do Instituto Biológico (IB), que fica na Avenida Conselheiro Rodrigues Alves, na Vila Mariana, conta com o edifício principal, construído em estilo art déco, e os anexos, como o Museu do IB. As características externas e suas áreas livres da construção são tombados como patrimônio histórico, arquitetônico, paisagístico e ambiental pela Resolução 20/14 do Conpresp e em 2002 pelo Condephaat, por meio da Resolução 113/02. O conjunto simboliza um dos exemplares mais importantes da primeira modernidade na arquitetura paulistana.

    O IB foi criado pela lei 2.243 de 26 de dezembro de 1927, sendo chamado de Instituto Biológico de Defesa Agrícola e Animal que tinha como objetivo ampliar as pesquisas iniciadas na década de 1920, relacionadas às pragas que atingiam o café no auge da atividade econômica do produto para o Estado. Em 1928, os meios de comunicação divulgavam a grandiosidade do empreendimento, cujo projeto de autoria do arquiteto Mário Whately, introduzia as mais modernas inovações tecnológicas.

    Em 1937, passou a denominar-se somente Instituto Biológico e funcionou em vários endereços na cidade de São Paulo até que todas as seções foram transferidas para o novo prédio na década de 1940. O edifício tem seis pavimentos, 60 metros de frente, 45 metros de fundo e 33 metros de altura, situado à frente de um parque de 332 mil m², dos quais 23.900 m² destinados ao edifício principal e acessórios dos serviços de Biologia Animal e 93 mil m² reservados para o campo experimental de Biologia Vegetal.

    Entre suas coleções científicas, há um formigueiro gigante de saúvas (visitas monitoradas mostram o seu funcionamento). O IB também tem a maior coleção de insetos e pragas da área agrícola da América Latina, além de uma micoteca (coleção de fungos). No IB é possível ver o único cafezal remanescente da capital em produção, com 1,2 mil pés plantados de Mundo Novo e Catuaí.

    Atualmente, com seus 92 anos, é referência em defesa sanitária animal e vegetal, no Brasil e no exterior. O IB gera e difunde conhecimentos científicos e tecnológicos para o negócio agropecuário em 20 laboratórios, nos quais são realizados testes como de resíduos de agrotóxicos em alimentos e de pragas urbanas (cupins, traças e roedores), por exemplo.
  • Pré estreia de Pets: a vida secreta dos bichos 2

    Hoje aconteceu a pré estreia de 🐾 Pets: A vida secreta dos bichos 2 no Ginásio Mauro Pinheiro.

    Com o objetivo de ser a maior sessão de cinema 🎬 para pets do Brasil e entrar no Guiness Book, a Universal Pictures reuniu 120 pets e conseguiu o feito.

    O evento foi apresentado pela Xuxa e contou presença de quatro dubladores, Dani Calabresa, Danton Mello, Luis Miranda e Tiago Abravanel.

    Na continuação, Max está passando por algumas mudanças em sua vida. Katie está casada e tem um filho, Liam. Max está preocupado em proteger o garoto, ao mesmo tempo que começa a desenvolver um tique nervoso.

    Em uma viagem para fazenda, Max e Duke encontram vacas intolerantes, raposas hostis e um peru assustador, que apenas deixam Max ainda mais ansioso. Por sorte, Max será guiado por Galo, que o ajudará a se livrar das neuroses, encontrar o alfa dentro dele e dar mais liberdade para Liam.

    Durante a viagem, Max deixa sua bolinha para Gigi tomar conta e após um acidente, precisa salvar a bolinha de um apartamento com muitos gatos. Bola de Neve acredita ser um herói e Daisy, uma destemida Shih Tzu, pede sua ajuda em uma missão de resgate de um tigre branco.

    O Lucky e a Peppa adoraram! Pets 2 estreia dia 27 de junho nos cinemas e está imperdível!

    Obrigado à Cobasi e Ingresso.com pelo convite.

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