Salve, salve Elegância! Como ser gente fina, elegante e sincera nos dias atuais

Estamos em um momento que  falta paciência, bom humor e empatia. O mundo anda feio, sem postura e mimado.

Parece incrível, mas quem sabe se movimentar, conversar e se comportar com empatia, elegância e gentileza muda  o mundo a sua volta. Sucesso tem relação direta com traquejo social e a arte de se relacionar.

O que muita não gente não sabe é que com técnicas de comportamento é possível fazer parte de círculos aparentemente inacessíveis, tornar o trabalho divertido e atrair oportunidades pessoais e profissionais incríveis.

Você não precisa deixar de ser quem é, nem posar de arrogante ou acreditar no que a sociedade impõe. Empatia e elegância são agentes de transmutação.

Óbvio, como diria Nelson Rodrigues. Mas não ululante. Vai ver que por isso na idade média ser social era lei. Um gesto grosseiro significava morte súbita. Regras foram criadas para que um guerreiro não degolasse outro por causa de uma simples cara feia.

Leonardo Da Vinci que era mestre oficial de festas e banquetes na corte de Ludovico Sforza no final do século XV, não aguentou tanta falta de decoro que inventou um manual de conduta á mesa e o guardanapo para ser o master chef da época.

Étiquette, em francês, vem de ethos (ética, em grego) – um sinônimo de respeito e reflexão sobre os pequenos atos cotidianos. Étiquette, aliás é o que nos mais falta atualmente.

Sobrevivência, essa é a essência da etiqueta social. Sem um código de conduta, fica complicada a arte de se relacionar. Vai ver que é por isso que tanta gente anda se matando em briga de trânsito.

Segundo Josh Billings, escritor americano do séc. XIX: “bom senso é a capacidade de ver as coisas como são e fazê-las como devem ser feitas”.

Se eu quero ser bem tratado, respeitado e admirado, só preciso tratar bem, respeitar e admirar os outros. Etiqueta é empatia. É pensar no bem-estar do outro. Isso é ser elegante.

“Precisamos de elegância porque precisamos dos outros. Elegância, portanto, não é só saber vestir o corpo com a roupa certa. É alimentar a alma de maneira harmoniosa. E, assim fazendo, adquirir o prazer de saber conviver com os outros de forma estimulante – o que, sem dúvida, é uma arte” afirma a autora do livro Cultura e Elegância, Eleonora Mendes Caldeira (atualmente Rosset ).

A consultoria de comportamento social e estilo Finérrima foi idealizada para mostrar que etiqueta não é sinônimo de frescura, e sim, a única maneira de tornar este mundo em  um lugar mais agradável e seguro para se viver. Quem toca a consultoria é a jornalista Adriana Lacchia que também é consultora em comportamento social e estilo. Discípula da Madame Elegância Christine Yufon e cria de Lilian Witte Fibe.

É inacreditável a magia extra sensorial que existe em um como vai? Num sorriso e naquele elogio bem colocado.

Ser gente fina, elegante e bacana garante presença suprema, autoestima plena, confiança total e segurança absoluta em relação à própria imagem. Amigos aos montes, emprego ou um negócio promissor.

 É tudo uma questão de postura, de cabeça erguida, cumplicidade com a vida e, por favor, de otimismo. Para fazer parte da turma, você não precisa acreditar que o Brasil vai virar Venezuela.

 

Altivez, sim; Prepotência, não.

 

Finérrimas(os) de plantão sabem escutar, tem interesse verdadeiro na pessoa que passa ao lado e autoridade para ser autêntico.É hora de resgatar na prática, com muito bom humor a arte de interagir.

A filosofia é essa. E tem viralizado por aí. Afinal quem não quer ser elegante de verdade? E o melhor fazer o certo e conseguir dar certo.

Nossa vivência começa s 14h30 no sábado, dia 17 de fevereiro, na Rua Peixoto Gomide, 502 e termina por volta das 16h30. O ingresso custa R$ 300,00.

Serviço:

Workshop sobre Comportamento Social e Estilo

Data: 17 de fevereiro, sábado

Horário: ds 14h30 às 16h30

Consultora que coordenará o evento: Adriana Lacchia

Local: Rua Peixoto Gomide, 502

Ingresso: R$ 300,00

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