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  • Shopping Taboão recebe evento de adoção

    Shopping Taboão recebe evento de adoção com mais de 35 cães e gatos em busca de um lar

    Ação gratuita acontece de 16 a 18 de outubro, em parceria com a Prefeitura de Taboão da Serra e ONG PATRE

    O Shopping Taboão realiza entre os dias 16 e 18 de outubro mais um evento de adoção PET com mais de 35 cães e gatos resgatados. Durante a ação, os visitantes podem conhecer os pets, interagir com os animais e receber orientações sobre o processo de adoção responsável. A proposta é aproximar os animais resgatados de pessoas interessadas em oferecer um lar seguro, acolhedor e permanente.

    “O evento representa uma oportunidade de transformar a história desses animais e também de aproximar as famílias de uma decisão que pode mudar a rotina e trazer um novo vínculo para dentro de casa. O Shopping Taboão tem satisfação em abrir espaço para iniciativas que promovem o cuidado e a responsabilidade com os pets”, afirma João Almeida, gerente de marketing do Shopping Taboão.

    Na sexta-feira, dia 16, e no sábado, dia 17, o evento acontece das 12h às 18h, em parceria com o Centro de Zoonoses da Prefeitura de Taboão da Serra, com animais vacinados, castrados e vermifugados, prontos para adoção. Já no domingo, dia 18, das 14h às 19h, a ação conta com a participação da ONG PATRE, reconhecida pelo trabalho contínuo em prol de animais abandonados. A entrada é gratuita e aberta ao público.

    Para adotar, é necessário apresentar documento com foto, comprovante de residência, ter mais de 18 anos e passar por entrevista com a equipe responsável.

    Serviço

    Evento Pet – Shopping Taboão
    Data:
     16, 17 e 18 de outubro
    Local: Na loja ao lado da Livraria Leitura

    Horários: sexta e sábado, das 12h às 18h; domingo, das 14h às 19h
    Realização: Shopping Taboão, Prefeitura de Taboão da Serra e ONG
    Entrada: gratuita

    Shopping Taboão
    Endereço:
     Av. Taboão da Serra, 2643 – Centro- Taboão da Serra – SP

  • Feromônios felinos: a comunicação invisível no bem-estar dos gatos

    Sinais químicos naturais influenciam o comportamento dos felinos e podem contribuir para o bem-estar em situações de mudança e desafio ambiental

    Quem convive com gatos sabe: eles têm o hábito de se esfregar nas pernas, nos móveis, nos cantos da casa. À primeira vista, parece apenas um gesto de afeto ou um comportamento do dia a dia. Mas, para os felinos, esse movimento tem outra função, é uma forma de comunicação.

    Ao encostar a face nessas superfícies, o gato libera os chamados feromônios faciais, que são produzidos por glândulas localizadas na região da cabeça, como bochechas, queixo e ao redor da boca. Ao serem depositadas no ambiente, essas substâncias ajudam o pet a construir uma espécie de “mapa olfativo” que demarca aquele espaço confiável.

    “Os feromônios faciais fazem parte de um sistema de comunicação que está diretamente ligado à percepção de segurança. Eles são detectados por um órgão específico, o órgão vomeronasal, e atuam modulando respostas comportamentais associadas ao reconhecimento do território e à sensação de familiaridade”, explica Marina Tiba, médica-veterinária e gerente de produtos da Avert Biolab Saúde Animal

    Diferente dos humanos, que dependem mais de estímulos visuais, os felinos utilizam intensamente as informações olfativas para interpretar o ambiente ao seu redor.

    Quando esse equilíbrio é mantido, o comportamento tende a ser mais estável. No entanto, mudanças como a introdução de novos animais, alterações no espaço, viagens ou até alterações na rotina, podem interferir nesse sistema. “Ao modificar ou eliminar esses sinais, o ambiente deixa de ser reconhecido da mesma forma, o que pode gerar insegurança no felino”, explica a profissional.

    Esse cenário ajuda a explicar por que alguns comportamentos surgem de forma aparentemente repentina. A marcação urinária, o aumento da arranhadura, a vocalização ou o isolamento não são, necessariamente, sinais de desobediência, mas respostas a uma mudança na forma como o gato percebe o ambiente.

    “Quando há uma ruptura nesse padrão de reconhecimento, o gato perde referências importantes de segurança. Isso pode ativar respostas comportamentais relacionadas ao estresse, muitas vezes antes mesmo de outros sinais clínicos se tornarem evidentes”, explica”, complementa Marina.

    Nesse contexto, os feromônios faciais têm um papel importante, pois estão diretamente associados à marcação de familiaridade no ambiente. A partir desse entendimento, foram desenvolvidos análogos sintéticos desses compostos, que buscam reproduzir esses sinais e que ao serem utilizados no ambiente ajudam a restabelecer referências olfativas que contribuem para uma percepção maior de previsibilidade e conforto por parte do animal.

    Na prática, esse tipo de abordagem pode auxiliar na redução de comportamentos associados ao estresse, especialmente em situações de mudança ou desafio ambiental, como adaptação a novos espaços, introdução de outros animais ou alterações na rotina.

    O uso dessas soluções deve estar associado a um conjunto de cuidados, como enriquecimento ambiental, manutenção de rotina e respeito às necessidades comportamentais da espécie.

    No fim, entender o comportamento do gato é também aprender a reconhecer suas formas de comunicação, mesmo aquelas que não são visíveis. Quando o ambiente faz sentido para ele, o bem-estar aparece de forma natural, refletindo em uma convivência mais tranquila e harmoniosa.

  • Zé do Hamburger vale a pena? Veja preços e nossa experiência

    Zé do Hamburger vale a pena? Veja preços e nossa experiência

    Zé do Hamburger vale a experiência? Ambiente retrô, hambúrgueres e clima divertido em Perdizes

    Entrar no Zé do Hamburger, em Perdizes, já faz parte da experiência.

    A casa aposta em uma ambientação inspirada nos diners americanos dos anos 50, com cores marcantes, elementos vintage, poltronas características, jukebox e vários detalhes que ajudam a transportar o visitante para outra época.

    E tem um detalhe que deixa tudo ainda mais divertido: enquanto o visual remete aos anos 50, o som ambiente também traz músicas dos anos 80, criando uma mistura nostálgica que combina bem com a proposta da casa.

    Mas ambiente bonito não basta para definir se um lugar vale a visita. Por isso, experimentamos diferentes itens do cardápio para entender melhor a experiência.

    Um passeio que começa antes do pedido

    O Zé do Hamburger não funciona apenas como uma hamburgueria.

    A decoração é parte importante do programa e ajuda a transformar uma refeição comum em um passeio diferente em São Paulo.

    Há bastante coisa para observar pelo salão, e a combinação de decoração retrô com a trilha sonora cria um clima descontraído e divertido.

    É o tipo de ambiente que funciona bem para casais, famílias, grupos de amigos e para quem gosta de lugares temáticos.

    O que experimentamos

    Começamos pelo Zézinho, por R$ 72,70, servido com crispy onion e batata rústica.

    É uma escolha que conversa diretamente com a proposta da casa: um hambúrguer generoso, acompanhado de batatas e com aquele perfil mais clássico de uma hamburgueria americana.

    Também experimentamos o Monte Seu Grelhado, por R$ 77,70.

    Escolhemos o bife de chorizo acompanhado de arroz branco, purê de batata, fritas rústicas, ovo e salada.

    A opção mostra que o cardápio vai além dos hambúrgueres e consegue atender também quem prefere uma refeição mais tradicional.

    Para beber, pedimos o Zé Juice, por R$ 19,90, e a Limonada do Zé, por R$ 17,90.

    E ainda teve sobremesa

    Um dos itens mais chamativos foi o Marilyn Shake, por R$ 38,90, preparado com sorvete de morango, Ovomaltine e Nutella.

    Também experimentamos o Petit Gateau, por R$ 36,90, servido quente acompanhado de sorvete.

    Depois de pratos generosos, é uma sobremesa que funciona bem para compartilhar.

    Quanto gastamos?

    Os pratos e bebidas principais somaram:

    • Zézinho: R$ 72,70
    • Monte Seu Grelhado: R$ 77,70
    • Zé Juice: R$ 19,90
    • Limonada do Zé: R$ 17,90

    Nas sobremesas:

    • Marilyn Shake: R$ 38,90
    • Petit Gateau: R$ 36,90

    Total dos itens experimentados: R$ 264,00.

    O atendimento teve um ponto de atenção

    Nem tudo correu como esperado durante a visita.

    Os pratos demoraram mais do que o normal para chegar. Segundo a equipe, uma pessoa havia faltado naquele dia, o que acabou impactando a operação.

    Também pedimos uma soda que não chegou à mesa.

    São situações que podem acontecer pontualmente, mas que interferiram na experiência e, por isso, também entram no nosso review.

    Afinal, vale a experiência?

    Sim.

    O principal diferencial do Zé do Hamburger está no conjunto.

    O ambiente retrô tem personalidade, a trilha sonora ajuda a deixar a visita mais divertida e o cardápio oferece opções que vão dos hambúrgueres aos pratos mais tradicionais.

    O melhor: a ambientação temática, reforçada pela trilha sonora, e a variedade do cardápio.

    Ponto de atenção: na nossa visita, os pratos demoraram mais do que o normal e uma bebida pedida não foi entregue. A equipe explicou que estava desfalcada naquele dia.

    Para quem vale: casais, famílias, grupos de amigos e quem procura um restaurante temático para transformar a refeição em um programa.

    Para uma primeira visita, nossa escolha seria combinar hambúrguer + shake.

    É a dupla que melhor representa a experiência do Zé do Hamburger.

    Serviço

    Zé do Hamburger – Perdizes
    Rua Itapicuru, 419 – Perdizes, São Paulo
    Domingo a quinta: das 12h às 23h
    Sexta e sábado: das 12h à meia-noite
    Pedidos: (11) 3868-4884
    Instagram: @zedohamburger

  • Entramos no jogo: vale a pena conhecer a Monopoly Experience em São Paulo?

    Entramos no jogo: vale a pena conhecer a Monopoly Experience em São Paulo?

    Quem cresceu comprando propriedades, cobrando aluguel e tentando escapar da falência no Monopoly agora pode experimentar uma versão bem diferente do tradicional jogo de tabuleiro.

    Visitamos a Monopoly Experience: Tesouros do Brasil, em cartaz no Shopping Cidade São Paulo, na Avenida Paulista, para descobrir se a experiência entrega mais do que bons cenários para fotos.

    E já adiantamos: não espere simplesmente um Monopoly em tamanho gigante.

    A proposta é transformar o universo do jogo em uma aventura interativa, com história, desafios e decisões que acompanham o visitante durante aproximadamente 90 minutos.

    Você não apenas observa: participa

    Logo no início, cada participante recebe um Cartão do Investidor, que acompanha toda a jornada e registra os resultados das decisões tomadas durante a experiência.

    A partir daí, começa uma sequência de ambientes e desafios distribuídos por dois andares.

    O roteiro passa pelas cinco regiões brasileiras, representadas por diferentes Salas do Tesouro, e mistura elementos do Monopoly com referências culturais e econômicas do Brasil. 

    Esse é um dos pontos mais interessantes da atração.

    Em vez de simplesmente reproduzir Londres, Atlantic City ou as propriedades que estamos acostumados a encontrar nas diferentes versões do tabuleiro, a experiência criou uma identidade própria para a edição brasileira.

    Tem competição?

    Tem, mas de uma maneira leve.

    Ao longo do percurso surgem desafios em que é preciso fazer escolhas, avaliar possibilidades e decidir onde investir.

    O cartão registra ganhos e perdas conforme essas decisões, criando uma espécie de pontuação individual durante a visita. 

    Não é necessário conhecer as regras do Monopoly para aproveitar.

    Na prática, o jogo funciona mais como pano de fundo para a narrativa do que como uma partida tradicional.

    E isso também faz com que a atração funcione bem para grupos com crianças e adultos.

    O melhor da experiência

    Para nós, o principal acerto está na interatividade.

    Você não passa simplesmente de cenário em cenário olhando objetos expostos.

    Existe uma narrativa conduzindo a visita, atividades para realizar e uma curiosidade constante para descobrir qual será a próxima sala.

    A cenografia também ajuda bastante nessa sensação de estar dentro de um universo próprio.

    Há elementos clássicos do Monopoly, referências ao Mr. Monopoly e vários espaços pensados para fotos, mas sem transformar toda a atração apenas em um grande cenário para Instagram.

    O ponto de atenção

    Aqui está algo importante antes de comprar o ingresso:

    quem espera jogar uma partida gigante de Monopoly pode sair com uma expectativa diferente da proposta real.

    Não existe um enorme tabuleiro em que você passa todo o percurso comprando ruas e construindo hotéis como no jogo tradicional.

    A experiência utiliza a marca, a lógica de investimentos e vários elementos reconhecíveis do Monopoly para contar uma nova história.

    Sabendo disso antes de entrar, a proposta faz muito mais sentido.

    Outro ponto é que boa parte da diversão depende de participar das atividades. Quem prefere exposições em que pode simplesmente observar tudo no próprio ritmo talvez aproveite menos.

    Para quem vale?

    Achamos que a Monopoly Experience funciona especialmente bem para:

    famílias com crianças, grupos de amigos e quem gosta de atrações imersivas e interativas.

    Quem tem uma relação nostálgica com Monopoly também vai reconhecer vários elementos durante o percurso, mas não precisa ser fã do jogo para aproveitar.

    A classificação é livre e a experiência tem duração aproximada de 90 minutos. 

    E afinal, vale a experiência?

    Vale, principalmente pela combinação de cenografia, jogo e participação.

    O diferencial está justamente em não tentar transformar o tabuleiro físico em uma reprodução literal.

    A Monopoly Experience pega conceitos conhecidos — dinheiro, escolhas, investimento, risco e recompensa — e utiliza tudo isso para criar uma aventura.

    É daquelas atrações em que entrar sem saber exatamente o que acontecerá na sala seguinte faz parte da diversão.

    Confira mais fotos em nossa fanpage

    Serviço

    Monopoly Experience: Tesouros do Brasil

    📍 Shopping Cidade São Paulo – 4º andar
    Av. Paulista, 1230 – Bela Vista – São Paulo

    📅 Até 15 de novembro de 2026 

    ⏱️ Duração aproximada: 90 minutos

    🎟️ Inteira: R$ 50
    🎟️ Meia: R$ 25
    Clientes Nubank têm 15% de desconto. 

    👶 Menores de 4 anos não pagam; crianças de 4 a 12 anos têm meia-entrada. 

    🕐 Terça a quinta: 12h às 21h
    Sextas e sábados: 11h às 21h
    Domingos e feriados: 12h às 20h. 

    ♿ A experiência informa recursos de acessibilidade como Libras, audiodescrição e infraestrutura adaptada. 

  • 5 alimentos aliados da saúde do coração

    Quando o assunto é saúde cardiovascular, alguns alimentos, como salmão e azeite de oliva extravirgem, já são amplamente reconhecidos por seus benefícios. No entanto, existem outros alimentos que costumam gerar dúvidas ou até serem considerados inadequados, mas que também podem fazer parte de uma alimentação cardioprotetora.

    Óleos vegetais, ovos, leite e até o chocolate com alto teor de cacau são exemplos de alimentos que, quando consumidos nas quantidades adequadas e dentro de um padrão alimentar equilibrado, podem contribuir para a saúde do coração.

    A seguir, vou apresentar cinco alimentos que nem sempre são associados à saúde cardiovascular, mas que podem integrar uma alimentação saudável e ajudar a reduzir o risco de doenças cardíacas.

    1. Óleos de sementes

    Os óleos de sementes estão entre os alimentos mais controversos da nutrição atualmente. Óleos de canola, girassol, cártamo, gergelim e semente de uva já foram classificados como “tóxicos” e associados à inflamação e ao desenvolvimento de doenças crônicas. No entanto, essas alegações não são sustentadas pelas evidências científicas disponíveis.

    Estudos mostram que substituir gorduras saturadas, como manteiga, banha e óleo de coco, por gorduras poli-insaturadas presentes nos óleos de sementes pode reduzir os níveis de colesterol LDL (“colesterol ruim”), um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares.

    Assim, quando consumidos em quantidades adequadas e utilizados para substituir fontes de gordura saturada, os óleos de sementes podem fazer parte de uma alimentação saudável e contribuir para a proteção da saúde do coração.

    Como consumir:

    • Utilizar óleos de canola ou girassol no preparo de refeições. 
    • Empregar óleo de gergelim para finalizar preparações, especialmente da culinária oriental. 
    • Preferir esses óleos em substituição a gorduras ricas em gordura saturada. 
    • Consumir sempre com moderação, dentro de uma alimentação equilibrada.
    1. Batatas

    A batata não é o problema; a forma de preparo é que faz diferença. O consumo frequente de batatas fritas e chips, geralmente preparados por imersão em óleo e frequentemente acompanhados de manteiga, queijo, bacon ou molhos ricos em gordura e sódio, pode contribuir para o aumento do risco de doenças cardiovasculares.

    Por outro lado, quando consumida cozida ou assada, a batata é um alimento nutritivo, fonte de carboidratos, fibras (principalmente quando consumida com a casca), vitamina C, vitamina B6 e potássio. Esse mineral desempenha papel importante no controle da pressão arterial, no equilíbrio dos líquidos corporais e na função muscular.

    Estudos mostram que uma maior ingestão de alimentos ricos em potássio está associada a um menor risco de hipertensão arterial, acidente vascular cerebral (AVC) e outras doenças cardiovasculares. Assim, quando consumida em quantidades adequadas e inserida em uma alimentação equilibrada, a batata pode fazer parte de uma dieta saudável para o coração.

    Como consumir:

    • Batata cozida. 
    • Batata assada. 
    • Batata rústica assada. 
    • Temperada com ervas aromáticas, especiarias e azeite de oliva extravirgem, em vez de molhos ricos em gordura e sódio.
    1. Leite desnatado

    Nos últimos anos, o leite passou a ser alvo de críticas nas redes sociais. Muitas publicações afirmam que ele seria um alimento “inflamatório” ou excessivamente processado. No entanto, essas alegações não são sustentadas pelas evidências científicas.

    O leite desnatado mantém praticamente todos os nutrientes presentes no leite integral, como proteínas de alta qualidade, cálcio, fósforo, potássio e vitaminas do complexo B. Quando fortificado, também é uma importante fonte de vitamina D. A principal diferença é a retirada da maior parte da gordura, reduzindo o teor de gorduras saturadas e o valor calórico.

    As evidências científicas mostram que o consumo de leite e derivados, especialmente as versões com menor teor de gordura, pode fazer parte de uma alimentação cardioprotetora. Quando consumido em quantidades adequadas e dentro de um padrão alimentar equilibrado, o leite desnatado não está associado ao aumento do risco de doenças cardiovasculares.

    Como consumir:

    • No café da manhã. 
    • Em vitaminas e smoothies. 
    • Com aveia, frutas ou cereais integrais. 
    • Em preparações culinárias, dentro de uma alimentação equilibrada.
    1. Ovos

    Durante muitos anos, os ovos foram considerados um dos principais vilões da saúde cardiovascular devido ao colesterol presente na gema. No entanto, as evidências científicas mais recentes mostram que, para a maioria das pessoas (com exceção de indivíduos com hipercolesterolemia familiar ou outras condições que exijam restrições específicas orientadas pelo médico ou nutricionista), o colesterol dos alimentos exerce um impacto muito menor sobre os níveis de colesterol no sangue do que se acreditava no passado.

    O ovo é um alimento altamente nutritivo, fornecendo cerca de 6 gramas de proteína de alta qualidade por unidade, além de vitaminas, minerais e compostos bioativos importantes para a saúde. A gema concentra a maior parte desses nutrientes, incluindo vitaminas A, D, E e B12, colina e os carotenoides luteína e zeaxantina, antioxidantes que contribuem para a saúde ocular.

    Além disso, grande parte da gordura presente no ovo é insaturada, considerada benéfica para a saúde cardiovascular. As evidências científicas mostram que, quando consumidos em quantidades adequadas e inseridos em um padrão alimentar equilibrado, os ovos podem fazer parte de uma alimentação saudável para o coração.

    Como consumir:

    • Ovo cozido. 
    • Ovo mexido. 
    • Omeletes com vegetais. 
    • Acompanhado de frutas e pães integrais no café da manhã ou em outras refeições.
    1. Chocolate com alto teor de cacau

    Durante muitos anos, o chocolate foi visto apenas como um alimento que deveria ser evitado. O chocolate amargo, com pelo menos 70% de cacau, é rico em flavonoides, compostos bioativos com ação antioxidante que contribuem para a saúde dos vasos sanguíneos, melhoram a função endotelial e podem auxiliar na manutenção da pressão arterial.

    Além dos flavonoides, o chocolate com alto teor de cacau fornece minerais como magnésio, cobre e ferro, importantes para diversas funções do organismo.

    Isso não significa que seu consumo deva ser liberado. Por ser um alimento calórico, o chocolate deve ser consumido em quantidades adequadas e inserido em um padrão alimentar equilibrado.

    Como consumir:

    • Dar preferência ao chocolate com pelo menos 70% de cacau. 
    • Consumir pequenas porções (cerca de 20 a 30 g por dia), quando houver espaço no planejamento alimentar. 
    • Como sobremesa após as refeições. 
    • Associado a frutas, como morango, banana ou maçã. 

    Outras estratégias para cuidar da saúde do coração

    • Pratique atividade física regularmente
      A prática de pelo menos 150 minutos por semana de atividade física de intensidade moderada ajuda a controlar a pressão arterial, melhorar o perfil lipídico, favorecer o controle do peso corporal e reduzir o risco de doenças cardiovasculares.
    • Gerencie o estresse
      O estresse crônico está associado ao aumento do risco de doenças cardiovasculares. Estratégias como atividade física, meditação, momentos de lazer e convivência social podem contribuir para o bem-estar e a saúde do coração.
    • Durma bem
      Dormir entre sete e nove horas por noite está associado a um melhor controle da pressão arterial, menor inflamação e melhor saúde metabólica.
    • Evite o tabagismo
      O cigarro é um dos principais fatores de risco modificáveis para as doenças cardiovasculares. Parar de fumar traz benefícios para a saúde em qualquer idade.
    • Reduza ou evite o consumo de álcool
      Mesmo pequenas quantidades de álcool podem aumentar a pressão arterial. Para a saúde cardiovascular, a recomendação mais segura é evitar ou limitar seu consumo.

    Conclusão

    Quando o assunto é saúde cardiovascular, nenhum alimento, isoladamente, é capaz de proteger ou prejudicar o coração. O mais importante é a qualidade da alimentação como um todo. Mais do que demonizar alimentos, a ciência mostra que o segredo está no equilíbrio, na variedade e na adoção de um estilo de vida saudável.

  • Dia Mundial do Doce de Leite – Iguaria ganha espaço como ingrediente afetivo

    Poucos ingredientes conseguem transitar tão naturalmente entre a memória afetiva e a alta gastronomia quanto o doce de leite. Presente em receitas caseiras e encontrado em quitandas, padarias e confeitarias, ele carrega consigo uma forte conexão com a infância e com a cozinha afetiva. Ao mesmo tempo, vem conquistando espaço em criações mais sofisticadas, nas quais aparece combinado a massas delicadas, chocolates, frutas, castanhas e diferentes texturas.

    O ingrediente é tão representativo na gastronomia latino-americana, que ganhou uma data própria. Em 11 de outubro é celebrado o Dia Mundial do Doce de Leite. A origem da iguaria, aliás, é cercada de disputas e diferentes versões entre países como Brasil, Argentina e Uruguai. Há pouca controvérsia, no entanto, quando o assunto é sua popularidade. A Embrapa destaca que Brasil e Argentina estão entre os principais produtores mundiais e que o doce de leite é amplamente utilizado como sobremesa e ingrediente na confeitaria e panificação.

    A permanência do doce de leite na gastronomia e sua capacidade de ganhar novas interpretações vem da sua versatilidade. Cremoso, intenso e com notas caramelizadas, o ingrediente consegue funcionar tanto como protagonista quanto como elemento de equilíbrio em uma sobremesa. Para os restaurantes, isso abre espaço para trabalhar um ingrediente reconhecido pelo público em apresentações que entregam familiaridade e surpresa ao mesmo tempo.

    É o caso do L’Entrecôte de Paris – rede de bistrôs reconhecida por inovar com o conceito de prato único no Brasil – que incorpora o doce de leite a duas sobremesas que fazem parte da identidade gastronômica da casa: o Mille Feuilles Eiffel e os Profiteroles. No Mille Feuilles Eiffel, sobremesa inspirada na tradicional pâtisserie francesa, foi criado um encontro interessante entre a delicadeza da receita francesa e um sabor profundamente familiar ao paladar brasileiro. Camadas de massa folhada são intercaladas com recheio de doce de leite e creme patissier de doce de leite. A finalização é feita com açúcar e cacau em uma decoração com a imagem da Torre Eiffel. Já no caso dos Profiteroles, outro doce aclamado na França, o doce de leite é saboreado tanto no recheio dos bolinhos feitos com a massa choux leve e aerada, quanto na calda, que também é feita com o ingrediente. Essa clássica sobremesa, que é marca da indulgência, chega às mesas acompanhada pelo incrível sorvete de baunilha do L’Entrecôte de Paris.

    L’Entrecôte de Paris

    Mille Feuilles Eiffel

    L’Entrecôte de Paris

    Profiteroles

    “O doce de leite tem uma característica muito interessante: ele desperta memória afetiva, mas não precisa estar preso às receitas tradicionais. Quando utilizado com equilíbrio e técnica, pode fazer parte de sobremesas sofisticadas e ganhar novas interpretações sem perder a familiaridade que faz com que seja tão querido”, explica Alessandro Nascimento, chef do L’Entrecôte de Paris.

    A permanência do doce de leite nos cardápios revela uma característica importante do comportamento gastronômico contemporâneo, afinal, o consumidor parece valorizar cada vez mais aquilo que consegue combinar novidade e reconhecimento. É a lógica de revisitar clássicos, atualizar receitas conhecidas e apresentar ingredientes familiares em contextos inesperados.

  • 6 curiosidades sobre o Lulu da Pomerânia – a raça de cão mais popular do Brasil

    Pomerânia, também conhecido como Spitz Alemão, liderou o ranking das
    raças mais registradas em 2019 pela Confederação Brasileira de Cinofilia.

    Pequenos, adoráveis e amorosos, os Pomerânias, também conhecidos como Spitz Alemão e Lulu, conquistaram o coração dos brasileiros. A pelagem única e abundante, a cabeça de raposa com olhos alertas e as pequenas orelhas pontudas, garantem a ele características únicas. Além disso, atributos comportamentais como o de ser muito companheiro, fez com que sua popularidade crescesse, ultrapassando o Bulldog Francês, raça mais registrada em 2018.

    No Brasil, a Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC) divulga, anualmente, o ranking das raças mais registradas. Em 2019 foram 120.651 registros de cães de raça no país – destes 25.231 foram apenas de Pomerânias. Pensando nisso, a Médica-Veterinária Natália Lopes, Gerente de Comunicação Científica da ROYAL CANIN® Brasil, preparou um levantamento com as principais curiosidades para orientar os apaixonados pela raça.

    1. Descendente das regiões árticas da Islândia

    O Pomerânia é descendente de cães originários das regiões árticas da Islândia. É uma raça que possui várias características semelhantes à dos lobos como, por exemplo, orelhas pequenas (para evitar queimaduras por frio) e subpelo isolante e denso (para manter o calor e protegê-los do frio).

    2. Sensibilidade específicas

    A raça Pomerânia apresenta algumas sensibilidades específicas, dentre elas, a dental, uma vez que os dentes de leite, frequentemente, persistem quando nascem os dentes permanentes, o que provoca o acúmulo de resíduos alimentares e bactérias na boca do cão ainda jovem. Outra sensibilidade, de origem genética, é o deslocamento da articulação do joelho (luxação de patela), que pode predispor o cão à lesão de ligamento e artrite. O fato de possuir uma pelagem densa pode fazer com que a pele perca umidade, provocando seu ressecamento e a perda do brilho dos pelos. Por fim, devido ao seu porte miniatura, possuem tendência à constipação intestinal (fezes mais duras e ressecadas).

    Devido a estas sensibilidades, precisam de cuidados específicos como uma alimentação própria para a raça. Um exemplo é o ROYAL CANIN® Pomeranian, alimento disponível na versão seca e úmida (sachê), indicada para cães adultos e maduros. O croquete adaptado para a mandíbula pequena da raça Pomerânia, auxiliando na saúde dental, além de ter fórmula exclusiva que oferece suporte aos ossos e articulações, ajuda na saúde digestiva melhorando a consistência das fezes, e possui ácidos graxos essenciais que beneficiam a saúde da pele e pelagem. Tudo isso confere mais qualidade de vida ao animal ao longo do tempo.

    Vale lembrar que é importante consultar o Médico-Veterinário de confiança para ele indicar o melhor alimento para cada pet.

    3. Perfil comportamental

    Excelentes companheiros, além de inteligentes, ativos e protetores, o Pomerânia é um cão de raça muito dócil e que adora brincar e se exercitar. Ele está sempre atento, animado e é excepcionalmente dedicado ao seu tutor.

    Com visitas podem se comportar com desconfiança, por isso, desde filhotes precisam ser encorajados à socialização. Mas esta é a mesma razão que os tornam o cão de guarda ideal para o lar. Embora facilmente treinável, esta raça inteligente também pode ter uma veia independente. Se bem treinado (para não latir excessivamente) e socializado, o Pomerânia ficará feliz em conviver com outras pessoas e cães.

    Sua boa adaptação a diferentes climas, robustez, aparência e longevidade são atributos que conquistaram milhares de pessoas ao redor de todo o mundo. A expectativa de vida média da raça é de 13 a 16 anos.

    4. Cinco tamanhos diferentes

    Com cinco tamanhos diferentes, variando de 18 a 55 cm, e uma gama de cores de pelagem, o Pomerânia, ou Spitz Alemão, é uma raça com incrível diversidade. As cinco variedades do Spitz Alemão são conhecidas separadamente como Spitz Toy, Spitz Miniatura, Spitz Médio, Spitz Gigante e Spitz Lobo. Em países de língua não alemã, os Spitz Lobos são conhecidos como Keeshonds e os Spitz Toys como Lulu da Pomerânia.

    5. Pelagem exuberante

    Os Pomerânias cativam pela beleza de sua pelagem. Impressionante é o tipo de juba ao redor do pescoço (“rufo”) e a espessa cauda atrevidamente portada sobre o dorso. A camada externa, longa e lisa, fornece proteção contra fatores ambientais externos como a chuva. Já a camada interna atua como um algodão cobrindo a pele, sendo responsável por manter a temperatura do corpo. Por essa razão, os pelos do Pomerânia nunca devem ser raspados.

    Para cuidar desta suntuosa pelagem, é importante aparar os pelos com um profissional a cada dois meses e escovar o animal regularmente, em média uma vez por semana, evitando assim, a formação de nós. O ideal é que o cão seja acostumado a estes cuidados deste filhote e que o processo seja feito de forma delicada para ser um momento agradável.

    6. Cães da realeza e sua popularização

    A rainha Vitória, da Inglaterra, era apaixonada por esses pequenos cães com juba pomposa. A raça acabou se popularizando por toda a Europa devido ao fato de a majestade não ser apenas tutora de vários Pomerânias, mas também ser uma das principais expositoras da raça.

    Fora da Europa, o Pomerânia começou a ganhar popularidade em 1892, quando o primeiro cão da raça foi registrado no livro American Kennel Club (AKC), considerado um dos maiores clubes de registro genealógico de cães de raça pura do mundo, e o maior e mais antigo dos Estados Unidos. Ainda assim, o reconhecimento, de fato, veio somente em 1.900. A partir de então, a raça passou a participar de concursos e exposições até chegarmos nos dias de hoje, com esses adoráveis cãezinhos liderando o ranking de mais registrados no Brasil.

  • Descubra algumas informações interessantes sobre a vodka

    A bebida possui diversas curiosidades que vão desde sua origem e nome até o seu processo de fabricação

    Incolor, de sabor característico e com teor alcoólico entre 35 e 60%, a vodka é uma popular bebida destilada que caiu nas graças de quem não abre mão de apreciar um drink com um sabor que só ela é capaz de oferecer. Além disso, ela possui diversas curiosidades que vão desde sua origem e nome até o seu processo de fabricação. Para quem quer conhecer um pouco mais sobre a vodka, Albert Lifschitz, sócio proprietário da Vodka Svarov, explica alguns tópicos sobre ela, confira:

    – Como surgiu a vodka?

    Foi no ano de 1983, na Rússia, que o renomado cientista Dmitri Ivanovich Mendeleev decidiu misturar álcool e água em diferentes proporções durante um ano. Depois de várias experiências, ele encontrou aquilo que seria o ideal: 40% de álcool e 60% de água.

    – O que significa vodka?

    A vodka é a bebida nacional da Polónia e da Rússia, e seu nome é o diminutivo de água em diversas línguas eslavas, porém, não se sabe ao certo se essa é apenas uma coincidência.

    – Como se dá o processo de fabricação?

    O processo de fabricação da vodca é parecido com o do uísque, no entanto, enquanto este último é destilado a baixas temperaturas – o que dá o sabor aos cereais -, a vodca é destilada a temperaturas bem elevadas e, em seguida, submetida a filtragens químicas para neutralizar seus aromas, além de ter água adicionada à produção.

    – Existe um tipo de copo mais indicado para bebê-la pura?

    Dizem que toda bebida tem o seu copo ideal, e com a vodka não é diferente. De acordo com muitos, o copo mais indicado na hora de apreciá-la é o famoso shot, com 80ml de capacidade.

    – Quais são os países que mais consomem vodka além da Rússia?

    De acordo com uma pesquisa feita pela Euromonitor International, o Brasil está entre os 10 maiores mercados consumidores de vodka no mundo. Nos Estados Unidos é a bebida destilada mais vendida.

    – Quais são as características para reconhecer uma vodka de boa qualidade?

    Uma vodka boa sempre será a mais incolor e inodora possível. A consequência de apreciar uma vodka feita com ingredientes selecionados é que no dia seguinte não é necessário se preocupar com ressaca ou mal-estar.

  • 7 hábitos diários de combate ao estresse

    Saiba quais são as atitudes que podem ajudar a reduzir os riscos de doenças cardiovasculares e da depressão

    Tremores, aumento da pressão arterial, insônia, dor de cabeça, irritabilidade e aceleração do ritmo cardíaco. Esses são alguns dos sintomas mais frequentes de um episódio de estresse, problema que afeta mais de 90% da população no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Neste mês de setembro, em que é comemorado o Dia Mundial de Combate ao Estresse, Natália Reis Morandi, psicóloga da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, reforça a importância de inserir hábitos mais saudáveis na rotina diária para evitar problemas graves, como doenças cardiovasculares e depressão, entre outros transtornos.

    De acordo com o Ministério da Saúde, o estresse é um dos responsáveis por mais de 130 milhões de infartos no Brasil.

    “Apesar de ser uma resposta natural do corpo diante de uma situação de perigo ou de tensão, a manutenção deste estado por longos períodos pode causar danos sérios à saúde, à produtividade e, consequentemente, à qualidade de vida das pessoas”, alerta a especialista.

    Como evitar o estresse?

    Segundo Natália, é aí que está o problema. “Atualmente, com os estímulos da vida moderna e a rotina acelerada, é muito difícil conseguir escapar de situações que nos deixam estressados. Vale lembrar que a situação atual de pandemia tem ampliado esse estresse e desgaste emocional”, destaca.

    O que as pessoas podem fazer, de acordo com a especialista do Hospital São Camilo, é avaliar o que pode ser modificado em suas rotinas para reduzir o problema e fortalecer seu organismo e seus recursos emocionais para enfrentar as situações estressoras que não podem ser alteradas. 

    Quando a pessoa identificar dificuldade de manejo do estresse, deve procurar ajuda profissional.

    A seguir, a psicóloga destaca sete hábitos simples que ajudam a combater o estresse:

    Evite se manter em uma situação estressora

    Natália explica que sentir raiva é normal, mas a frequência desta emoção pode ser um sintoma negativo e gerar desgaste emocional intenso.

    Podemos evitar que ela atinja picos e que nos coloquem em níveis elevados de estresse, mudando o cenário quando isso acontecer para não potencializar e alimentar o sofrimento causado por determinada situação indesejável. 

    “Procure se acalmar e, após refletir sobre o ocorrido, volte novamente a tentar solucionar e/ou enfrentar determinada situação”, sugere.

    Faça exercícios de respiração

    A especialista comenta que, sobretudo para quem vive nas áreas urbanas, a poluição sonora associada a momentos de acúmulos de atividades a serem realizadas pode ser um gatilho para o estresse.

    “O som dos carros, máquinas e equipamentos eletrônicos, entre outros, que mal percebemos no nosso dia a dia, nos mantêm em alerta permanente, a ponto que fica difícil relaxar”, frisa.

    A dica neste caso é reservar alguns minutos para ficar em silêncio. “Feche os olhos, sente-se em uma posição confortável, longe de qualquer barulho, e concentre-se apenas na sua respiração. Inspirar profundamente contando até cinco e expirar, ou realizar uma respiração diafragmática antes de retomar as tarefas diárias pode ser uma solução e promover o relaxamento e alívio do estresse. É importante tentar esvaziar a sua mente e os pensamentos que poderão surgir”, destaca Natália.

    Proporcione situações prazerosas

    A psicóloga reforça que, diante de uma rotina exaustiva, uma dica para aliviar o estresse é fazer algo que desperte sensações de prazer e relaxamento, Além de manter bons hábitos com a alimentação e a qualidade de sono.

    “Ler, se divertir, se distrair, receber uma massagem de 15 minutos, almoçar com um amigo, se presentear, comer algo que goste ou sair da rotina no meio da semana são atividades simples que mantem seu autocuidado físico e emocional, contribuindo para a qualidade da nossa saúde mental”, ressalta.

    Repense a regra do “agora”

    Avalie suas atividades e responsabilidades diárias e pense: tudo precisa ser resolvido agora? A especialista do Hospital São Camilo lembra que é saudável estabelecer prioridades na realização das tarefas, sejam elas pessoais ou profissionais. A recomendação é avaliar o que é necessário e o que é desejável.

    “Negocie prazos possíveis, que você consiga atender com qualidade, ou deixe claro o impacto da pressa na sua entrega. Quando não tentamos refletir e negociar acerca das expectativas dos outros e de si mesmo, as chances de desenvolver um quadro de estresse aumentam.”

    Valorize ambientes saudáveis para o trabalho

    Se o seu trabalho é entendido como a sua fonte de sofrimento, a profissional recomenda fazer uma sincera avaliação dos motivos pelos quais você continua nele.

    “A crise econômica e a falta de emprego não devem tirar a expectativa das pessoas de procurar um ambiente profissional melhor para elas”, diz Natália, fazendo referência à Síndrome de Burnout, que atinge mais de 30% dos brasileiros segundo dados da International Stress Management Association (Isma). 

    “Especialmente porque as empresas já estão atentas à necessidade de desenvolver boas políticas internas de Recursos Humanos para reter os seus talentos e, primordialmente, precisamos pensar no nosso bem-estar físico, emocional e social para viver com qualidade”, lembra a psicóloga. 

    Peça ajuda

    “Nós somos seres coletivos, não precisamos fazer tudo sozinhos”, afirma. Ela explica que o hábito de pedir ajuda reduz a pressão, amplia o olhar sobre determinada situação, auxilia na promoção de soluções mais assertivas e minimiza o sofrimento. Traz sensações de conforto e aumenta o bem-estar.

    Tanto em situações de estresse diárias quanto de crises intensas (doenças, mortes, separações, acidentes, entre outras), a rede de apoio de uma pessoa é fator importante para o enfrentamento do problema. Isso também inclui buscar ajuda profissional.

    “Pedir ajuda não é um sinal de fraqueza, precisamos estar atentos aos sentimentos de fracasso e impotência diante destas situações.”

    Pratique atividades físicas e ou artísticas

    O nosso cérebro é estimulado em áreas diferentes quando estamos praticando esportes, caminhadas (curtas ou longas) e realizando atividades artísticas. 

    Ao movimentar o corpo, reduzimos os hormônios causadores do estresse, como o cortisol, e liberamos endorfina. Dessa forma, promovemos melhora do humor e da qualidade do sono.

    Portanto, a psicóloga recomenda caminhar, praticar esportes ou realizar alguma atividade que gere prazer e bem-estar para criar um hábito saudável que ajude a reduzir sintomas de estresse, irritabilidade, cansaço e ansiedade.

    Cantar, dançar, fotografar, cozinhar ou pintar podem ser boas opções. “Descubra o seu talento e explore coisas que goste de fazer”, finaliza.

  • Você sonha com o sexo anal?

    Sexo anal é algo que lhe deixa muito excitado, mas sua namorada diz não ter o menor interesse e que não pretende realizá-lo.

    O que fazer nessa situação? Aqui vão algumas dicas para lhe ajudar nessa tarefa:

    1.    Descobrir o problema
    Na esmagadora maioria das vezes, o problema que os homens têm com isso é o fato de não saberem exatamente qual é o verdadeiro problema – aquele que faz a sua mulher ser contra o sexo anal. Será que ela tem medo da dor? Será que ela acha que isso não é higiênico? Será que são motivos religiosos e ela defende que o ânus não é lugar para tentar ter prazer? Será que foi uma experiência ruim que a fez ficar traumatizada? Antes de tentar qualquer coisa, você precisa identificar o problema para então propor uma solução.

    2.    Deixá-la segura
    Experiências traumatizantes podem ser o suficiente para ela descartar essa ideia por completo e nunca mais deixar ninguém tentar fazer isso com ela. Nesse caso, a sua melhor opção é deixá-la segura em relação a isso.

    Deixe-a saber que você começará devagar e que, quando ela não quiser mais, você irá parar. O ideal é que vocês estipulem uma palavra para estabelecer isso, afinal de contas, como no começo (na hora de colocar), acaba doendo mais um pouco, pode ser que ela esteja disposta a passar dessa etapa para ver se irá aguentar.

    Lembre-se também que, após o pênis penetrar o ânus, independente de ser por muito tempo ou pouco, você precisa trocar a camisinha (ou lavar o pênis) antes de penetrar a vagina novamente, já que o ânus tem muitas bactérias que, se entrarem em contato com a vagina, pode fazer muito mal para a sua parceira.

    Ah, e não custa lembrar: não é só o fato de deixá-la segura, é também o caso de você estar realmente disposto a isso. Você está ali para proporcionar prazer a ela, não faça ou tente nada que você ache que poderá desagradá-la nessa situação.

    3.    Explicar a ela sobre o prazer do sexo anal
    É muito importante também explicar a ela que a mulher pode ter prazer com o sexo anal – coisa que muitas mulheres nem imaginam. O sexo anal pode dar prazer pelo ato em si, e também pelo fato da parede do ânus estar muito próxima da parede vaginal – o que acaba causando (querendo ou não) uma estimulação prazerosa.

    Não a deixe achando que só homens têm condição (através da próstata) de sentir algum tipo de prazer anal. Já passamos da época de achar que sexo anal é coisa de gays ou de pessoas não cristãs.

    Na maioria das vezes não será uma tarefa fácil convencer a sua parceira de se aventurar no sexo anal. Trate do assunto com calma e, se preciso, busque informações tanto para você quanto para a sua parceira.