Autor: agitosp

  • Você sabe decifrar os sons que o seu carro emite?

    Os barulhos do veículo podem ser indício de desgastes e problemas. Aprenda como identifica-los

    Tem carro que gosta de fazer música. O freio assovia, os rolamentos roncam e as correias até cantam. Mas você sabe por que isso acontece? E quando é necessário prestar atenção procurar ajuda profissional?

    O engenheiro à frente do Centro de Tecnologia, Treinamento e Inovação da DPaschoal, Eliel Bartels, explica que o ideal é ter todo o conjunto de peças trabalhando em harmonia e de forma silenciosa, e que a barulheira pode sinalizar problemas. “É aconselhável, nesse caso, ficar atento a origem dos ruídos e em quais momentos eles ocorrem, para, na sequência, procurar um especialista”, explica.

    Organizamos, abaixo, algumas das principais fontes de barulhos incomuns que os automóveis emitem, quais são suas possíveis causas e forma adequada de corrigir os problemas. Confira:

    Assovio na frenagem. O sistema de freios tem como objetivo parar o veículo de forma eficiente, segura e silenciosa, mas em alguns casos as pastilhas não conseguem trabalhar sem assoviar. Esse desagradável som, de acordo com Bartels, geralmente vem do desgaste acentuado das pastilhas. “O ruído na maioria das vezes sinaliza um desgaste considerável do material de atrito. Muitos veículos são projetados com alarmes sonoros nas pastilhas e que devem gritar quando chegam em seu limite de uso”. Quando peças de má qualidade são utilizadas, um efeito chamado vitrificação das pastilhas pode ocorrer e, nestes casos, elas também assoviam muito quando são pressionadas contra os discos de freio. “Siga o manual do seu veículo à risca, lá você encontra a frequência correta de manutenção das pastilhas”.

    Rangidos e batidas secas na suspensão. Esse tipo de ruído pode ser associado a diversos componentes da suspensão – desde um simples batente protetor de amortecedor até uma complexa caixa de direção, passando por, pivôs, barras, bandejas e buchas. Segundo Eliel, “estes barulhos requerem uma detalhada análise e um diagnóstico bem preciso. É importante que oficina tenha ferramentas específicas para o diagnóstico e também para a troca das peças”.

    Estalos na curva. Este incomodo som geralmente se manifesta na hora de esterçar e manobrar o veículo. Trata-se de um agudo e repetitivo estalo, vindo das rodas, e geralmente indica que ajunta homocinética do veículo está precisando ser substituída. “As juntas possuem uma coifa protetora de borracha que, com o tempo, pode rasgar e permitir o acesso de sujeira nos rolamentos que, quando combinada com a graxa típica deste componente, gera um efeito esfoliante na peça, causando folga mecânica nos alojamentos das esferas e o barulho indesejado”. Lavar o carro com produtos que agridem a borracha também podem causar a deterioração da coifa e consequentemente o surgimento dos barulhos, segundo o engenheiro.

    Pneus que cantam. Não é raro ouvir, após qualquer início de curva, o cantar dos pneus em alguns carros. Quem escuta de longe, pensa que o carro está fazendo a curva a 150km/h, quando na verdade está abaixo de 40km/h. “Veículo desalinhado é a principal causa deste barulho nos pneus. Por isso, fique atento caso, após algum impacto mais forte, esse barulho se intensificar. Além disso, vale a pena checar o alinhamento total do carro a cada 10 mil km rodados”.

    Ronco do rolamento. Sãoruídos graves e abafados, percebidos quando o carro está em movimento e semelhantes ao ronco de um ventilador doméstico. Geralmente, estes sons estão relacionados ao desgaste dos rolamentos de roda. “É um tipo de barulho que deve ser verificado rapidamente, logo quando surgir, pois pode ser coisa séria”, comenta Eliel. Se houver muita folga, existe a chance de travamento e de avarias na ponta de eixo, aumentando bastante os custos para consertar, além dos riscos de acidentes.

    Correia grilando. Esse ruído de faz notável no momento da partida ou quando o motor acelera. Trata-se de uma aguda e estridente serenata, vinda da correia, que provavelmente estará ressecada. Se estiver dentro da vida útil estipulada pelo manual do veículo, basta um spray específico que a barulheira vai embora. Porém, o Eliel faz algumas ressalvas. “Cada montadora estipula um momento de troca da correia e isto também varia de modelo para modelo. Então, nada de adotar que correia se troca com 60.000 ou alguma oura quilometragem exata”. Além disto, existem tensores de correia que podem se deteriorar e causar o afrouxamento ou maior tensão podendo gerar o mesmo ruído.

    Estalos do motor ou câmbio. No momento da partida, após engatar a marcha e entrar em movimento, é possível notar um barulho vindo do motor. Pode ser o coxim do motor ou do câmbio, que já está danificado. Este componente de metal e borracha é essencial para amortecer as vibrações do motor e câmbio e mantê-los sempre firmes em suas posições originais. Se ouvir estes estalos, procure um especialista.

    Notou algum destes ou outros ruídos em seu carro? A DPaschoal, rede varejista de serviços automotivos do Brasil, conta com mais de 160 lojas espalhadas pelo país e oferece, gratuitamente, um diagnóstico dos principais itens de segurança do carro. A revisão de segurança é feita por uma equipe capacitada, com equipamentos de última geração que medem, testam e avaliam o desgaste dos pneus e peças do veículo e fornecem um resultado do que precisa ou não ser trocado. Encontre a loja mais próxima de você em: https://www.dpaschoal.com.br/encontre-loja

  • Férias com o pet? Saiba o que fazer com seu animal de estimação

     

    Conheça dicas e cuidados importantes para quem quer levar seu pet junto ou deixá-lo na cidade

     

    As férias estão chegando e, além de organizar a viagem, é preciso decidir o que fazer com os pets. Dá para levá-los? Ou é melhor deixá-lo sob cuidados de outras pessoas? É importante que os tutores tenham consciência que é necessário se programar e pensar se o pet será parte dos planos ou não. Nada de deixar seu cão ou seu gato para trás.

    Inclusive, uma pesquisa inédita realizada no Brasil pelo Ibope e o Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM™ revelou que o fato de não ter com quem deixar o pet ao viajar é uma das principais justificativas apontadas para uma pessoa não ter um animal de estimação. Mesmo assim, o número de animais abandonados no Brasil é alto, cerca de 30 milhões segundo a OMS, e tende a aumentar no período de férias. Prova disso, é o índice de abandono que cresce em torno de 30% entre dezembro e fevereiro, segundo dados das ONGs que fazem parte do Programa PEDIGREE® Adotar é Tudo de Bom. As ONGs, que chegam a ficar no limite da capacidade, recebem cerca de 30 pedidos a mais de resgate por mês, enquanto normalmente, em média, costumam receber 15 chamados.

    Por isso, é fundamental analisar os prós e os contras de levar o animal junto na viagem. Pense bem no destino, no meio de transporte, nas atividades e na duração da viagem. Para ajudar, listamos algumas dicas para quem pretende viajar com seu pet:

    ·         Levar gatos e cães à praia exige cuidados especiais com alguns tipos de parasitas. Informe-se previamente com o Médico-Veterinário de sua confiança e lembre-se que em muitas praias a permanência de animais de estimação é proibida.

    ·         Fique atento ao piso quente que pode queimar as patas e causar sofrimento aos animais. Também atente ao calor que ele sente quando exposto ao sol, principalmente os gatos e cães de pelos longos. Os animais também sofrem com o sol forte.

    ·         Mantenha sempre água limpa e fresca à disposição.

    ·         Se a viagem for de carro, passeie com o animal antes de ele entrar no veículo para que ele faça suas necessidades. O ideal é acostumar o animal com o movimento antes de iniciar o percurso.  Não é indicado que o animal seja alimentado antes das viagens e durante o trajeto, já que eles podem ficar enjoados. Nunca deixe o pet solto dentro do carro. O recomendado é utilizar caixa de transporte adequada ou, para cães, cinto de segurança próprio. Não permita que o animal coloque a cabeça para fora da janela, pois isso pode causar otite ou machucados em caso de impacto com insetos ou pedras.

    ·         Importante que se altere o mínimo possível a rotina do animal (horários de alimentação, passeios e brincadeiras por exemplo).

    ·         Vale lembrar que o pet deve estar devidamente identificado com plaquinha na coleira ou microchip, além de estar em dia com vermifugação, vacinações, anti-pulgas/carrapatos.

    Se a opção for por deixar o animal de estimação em casa, também é necessário uma série de cuidados essenciais como:

    ·         Não deixar o animal sozinho durante o período em que estiver ausente. Disponibilizar alimento e água não garantirá que ele estará bem durante a ausência dos tutores. O simples fato de ele estar sozinho em casa já gera um grande stress para o animal, que sentirá falta da rotina da família, da presença física das pessoas, das brincadeiras e carinho.

    ·         O recomendado é buscar um serviço profissional especializado, dentre eles hoteizinhos que estejam prontos para recebê-lo ou, então, pet-sitters que visitem a residência diariamente e amenizem a ausência da família, além de zelar pelos cuidados de saúde e bem-estar do animal.

    ·         Importante que seja realizada uma pesquisa criteriosa e uma visita no local (no caso de hotéis), além de um período de adaptação com o animal antes de ele ficar sob os cuidados profissionais contratados.

  • Como evitar a intoxicação alimentar do seu pet na ceia de natal?

    Como evitar a intoxicação alimentar do seu pet na ceia de natal?

     

    Por Cibele Erreiras Ruiz

     

    Eles chegam daquele jeito manso e olhar pidão. Não raro, tem sempre alguém que se rende ao charme dos pets e acaba dando aquele pedaço “inofensivo” de alguma delícia da ceia de natal. Mas, o gesto que parece de carinho, pode se transformar num grande problema para a saúde dos animais.

     

    Por isso, é importante ficar de olho. Um dos exemplos mais comuns que causam a intoxicação alimentar nos pets são os chocolates. Há sempre alguma sobremesa preparada com a iguaria ou mesmo os indispensáveis chocotones. Além do açúcar, o chocolate contém teobromina, que pode até matar um cão. Na lista de proibições, essa é a primeira!

     

    Os animais também não podem ingerir temperos como alho e cebola. O estômago deles não está preparado para lidar com sabores tão fortes e marcantes, podendo causar algum tipo de intoxicação alimentar e até mesmo anemia.

     

    Engana-se quem pensa que as frutas estão liberadas. Nem todas podem ser oferecidas aos animais. Entre as mais prejudiciais estão a uva e o abacate. O abacate tem uma substância chamada Persina que pode causar danos gastrointestinais e até respiratórios. Já a uva (inclusive a uva passa) pode provocar doença renal, além de vômitos e diarreias, que podem provocar uma profunda desidratação.

     

    Quem acha que as frutas secas estão liberadas, comete um grande erro. Amêndoas, amendoins, castanhas ou qualquer tipo de semente contém um alto teor de fósforo, que pode prejudicar o organismo do animal. As nozes, por exemplo, são altamente tóxicas para eles.

     

    Produtos lácteos, como sorvete, queijos e iogurtes são proibidos devido ao alto teor de lactose e excesso de gordura. A grande quantidade de nata pode causar grandes danos à saúde do animal, em especial ao estômago.

     

    Mas, se tantos alimentos são proibidos, como fazer os pets participarem desse momento tão importante para a família sem deixá-los de lado? Simples. Espalhe pela casa algumas variedades de petiscos para eles. Felizmente, com os avanços da indústria pet, opção é o que não falta.

     

    Hoje, é possível encontrar panetones, snacks diversos, além de vinho e cerveja para cães. O grande diferencial desses alimentos é que eles respeitam a saúde dos animais e possuem apenas ingredientes que fazem bem a eles.

     

    Dessa forma, tendo opções específicas para os pets sempre à mão dos convidados, ninguém vai se sentir tentado a dar só aquele “pedacinho”. Instrua seus amigos e familiares sobre os agrados que eles podem oferecer aos pets e aproveite as festas compartilhando apenas o que há de melhor e mais seguro para o seu melhor amigo.

     

    Cibele Erreiras Ruiz é médica veterinária, clínica geral e nefrologia e urologia veterinária na clínica Bele Bichos e consultora do Grupo Ipet

  • Como tranquilizar os cães com fobia de fogos de artifício

     

     

    O réveillon está próximo e é uma época temida pelos tutores de animais de estimação. Em pânico com o barulho, muitas vezes os pets ficam desorientados, podendo se machucar ou fugir de casa, por exemplo, correndo o risco de ser atropelado nas ruas ou mesmo, correndo o risco de se perder.

     

    “Esse medo de fogos de artifício é uma fobia muito comum principalmente nos cães, é normal eles se assustarem com o barulho alto e repentino e o clarão que se forma no céu. Mesmo o cão mais confiante e equilibrado pode se assustar e ficar com medo de sons que não são familiares para ele”, explica o médico veterinário da Equilíbrio e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado.

     

    PORQUE CACHORRO TEM MEDO DE FOGOS?

    Segundo o médico veterinário, o cão possui audição muito sensível, podendo escutar a origem do som em até 6 centésimos de segundo e chegando a escutar até 45 mil hertz.

     

    O som dos fogos (também alarmes e trovões) pode ser uma fonte de inquietação. “Inicialmente essa sensibilidade se desenvolveu ao longo da evolução, com o intuito de detectar presas e aprimorar a comunicação com outros companheiros da matilha”, explica o médico veterinário da Equilíbrio.

     

    COMO AMENIZAR A FOBIA DOS CÃES?

    Marcello aponta que como não temos controle em relação aos fogos, é possível ajudar os cães a ficarem mais tranquilos com algumas atitudes. Confira:

     

    1. Antes da época das festas, o ideal é dessensibilizar o cão. Uma dica é utilizar vídeos com sons de fogos, que podem ser encontrados na internet. Você pode começar com volumes baixos, em uma altura que você perceba que ele não se sinta incomodado. Durante este período seja natural, brinque com ele e ofereça petiscos, para que o som, antes assustador, comece a ter relação com momentos de alegria e prazer. Faça este procedimento diariamente e cada dia, estando seu mascote confortável e feliz, vá aumentando o volume gradativamente, até que ele se acostume totalmente.

     

    1. Se o seu cão costuma ficar com medo de fogos de artifício, barulhos em geral, estressado com viagens, idas ao veterinário ou atividades fora da rotina, é indicado oferecer um petisco funcional que pode tranquilizá-lo, como no caso do Snack Equilíbrio Freeze Dried Calm, que é rico em triptofano, para manter o pet mais tranquilo e ajudá-lo a superar as situações de estresse.

     

    1. Não deixe ele sozinho. Quando programamos uma viagem também precisamos programar o que faremos com nosso pet, seja pedindo para alguém de confiança ficar com ele ou contratando serviços de dogsitter ou hotel para cães, o importante é garantir que ele se sinta seguro nas horas mais barulhentas.

     

    1. Não deixe os cães acorrentado, pois ao ouvir os fogos, eles entram em pânico e podem acabar se sufocando. Mantenha o local seguro, livre de objetos que possam machucá-lo

     

    1. Se você tem uma piscina em casa, cubra-a bem para evitar que animais assustados caiam e se afoguem nela. Lembre-se de que mesmo sabendo nadar, se o nível da água estiver baixo, eles não conseguirão sair sozinhos.

     

    1. Feche portas e janelas para evitar fugas. Assim você garante que eles ficarão protegidos dentro da sua casa.

     

    1. Se você tem mais de um cão, separe-os, pois com o barulho alto, eles podem se assustar e brigar entre si.

     

    1. Sirva a ração em pequenas refeições. Com muito alimento no estômago, ele pode ter problemas de digestão e até uma torção gástrica, caso entre em pânico.

     

    1. Se o seu pet é do tipo que fica muito assustado, procure um veterinário de confiança e peça indicações de ansiolíticos para os dias mais críticos.

     

    1. No momento dos fogos, feche a janelas e portas do local, ligue a televisão ou rádio (volume não exagerado) e se possível um ventilador para abafar o som e ruídos de fora. Aja naturalmente e com tranquilidade, caso ele queira se esconder, deixe-o a vontade sem forçá-lo a ficar no seu colo, apenas caso ele sinta necessidade e venha pedir abrigo com você. Muitas vezes em que os abraçamos e assumimos uma postura de querer protegê-los, passamos a sensação de que aquele é realmente um momento de perigo, deixando-os ainda mais agitados.
  • Fogos de artifício: Projeta seu pet do stress

    DROGAVET ALERTA PARA O STRESS DOS PETS COM OS FOGOS DE ARTIFíCIO NO FIM DE ANO
     
    Barulhos de rojão, fogos de artifício, música, som alto e o fluxo de pessoas diferentes na casa podem perturbar os animais, deixando-os estressados

    As festividades de Natal e Ano Novo são sempre acompanhadas de muita alegria, música, risos e fogos de artifícios. Enquanto as celebrações trazem momentos de felicidade às pessoas, para alguns pets o efeito é totalmente o contrário. Os cães, por exemplo, escutam até quatro vezes mais distante que os humanos, provocando diferentes reações no animal.

    A mudança da rotina e o barulho demasiado podem desencadear sintomas de ansiedade, irritabilidade e, até mesmo, pânico nos animais de estimação em geral. “Além disso, é a época dos fogos de artifícios, potencializando o quadro de stress do pet, gerando a mudança repentina de humor, agressividade, medo e, em alguns casos, até a fuga, quando a situação chega a um limite de extremo”, afirma a veterinária da DrogaVET, Andressa Felisbino.

    Segundo Andressa,  o tutor deve estar atento aos alertas emitidos pelos pets, e prontamente intervir, uma vez que, em episódios mais sérios, os animais podem, inclusive, entrar em convulsão alerta a veterinária.

    De toda forma, a especialista afirma que, mesmo com a atenção que se deve dar ao assunto, não é necessário se desesperar. “Algumas medidas simples e paciência podem tornar o final de ano divertido para todos”, comenta a veterinária. Abaixo, algumas dicas para tornar o momento menos traumáticos aos animais de estimação.

    1. Medicamentos
    Havendo prescrição do veterinário, basta seguir a recomendação em relação à posologia do medicamento. Os mais indicados são os fitoterápicos, como por exemplo, a passiflora e a valeriana, assim como os florais e a melatonina. Todos esses ajudam a minimizar o stress, deixando o animal mais calmo e tranquilo sem ocasionar sedação. Esses medicamentos não têm efeitos colaterais, se usados corretamente”, recomenda a Farmacêutica da DrogaVET, Daiane Cavassin Kasecker. 

    2. Florais: solução naturalmente saudável
    Um dos medicamentos mais indicados nestes casos, em especial para ansiedade, são os florais. Assim como nos humanos, eles agem de forma terapêutica minimizando sintomas psicológicos. “O Rescue é um dos florais mais recomendados pelos profissionais de medicina veterinária sendo ele muito eficaz como calmante natural. Ele pode ser usado na presença de ruídos altos durante tempestades e fogos de artifício, em casos de ansiedade de separação e a adaptação ao novo ambiente, situações essas bem comuns com as quais nos deparamos nas férias e festas de final de ano”, destaca a Farmacêutica Daiane Cavassin Kasecker.

    Os fitoterápicos como a Passiflora e a Valeriana também são recomendados quando há necessidade de tranquilizar os animais, já que são considerados calmantes naturais e anti-stress. “Além disso, a Valeriana possui ação ansiolítica, reduzindo a ansiedade naturalmente sem efeitos colaterais. Nos casos em que o pet apresenta dificuldade para dormir, o uso da melatonina tem sido empregado e com excelentes resultados.  Esse ativo não é fitoterápico, mas também não ocasiona efeitos colaterais além de possuir ação praticamente imediata”, explica Daiane.

    “Lembrando que no caso dos fitoterápicos, o efeito desejado pode levar até 6 semanas para aparecer. Já a melatonina, pode ser utilizada somente nos dias dos eventos estressantes, pois a sua ação ocorre em 30 minutos a uma hora após a administração do medicamento”, aponta a Farmacêutica.

    A veterinária Andressa Felisbino informa que, apesar de não haver nenhum tipo de efeito colateral, o dono deve acompanhar o comportamento do animal nos dias subsequentes às festas. “Indicado para situações de stress, depressão, entre outros e afins, o floral pode resolver de imediato. Contudo, se ainda assim o temor e o stress persistirem por mais tempo, a recomendação é acionar o médico veterinário para que ele avalie se será necessário medicar de alguma outra forma”, aponta a especialista.

  • Cinco dicas para viajar com seu pet sem dor de cabeça

     

    Especialista explica como sair de férias com seus animais de estimação de forma segura e tranquila

     

    Com a chegada das férias de fim de ano, muitas famílias ficam em dúvida se devem ou não viajar com os seus animais de estimação. Para quem sofre com este dilema, saiba que é possível viajar com o seu pet de forma segura e sem dor de cabeça.

     

    “Os tutores e os animais podem ter uma experiência ótima viajando juntos, mas primeiramente é preciso ter paciência e entender que mudar de ambiente bruscamente pode deixar o animalzinho acuado”, afirma Alexandre Merlo, médico veterinário e Gerente Técnico e de Pesquisa Aplicada de Animais de Companhia da Zoetis.

    Para que o passeio seja tranquilo para todos, o especialista dá cinco dicas preciosas:

     

    1. Vacina em dia: mantenha a carteira de vacinação do seu animal atualizada. As vacinas são fundamentais, não apenas pela obrigatoriedade da vacinação contra raiva para viagens interestaduais ou internacionais, mas também porque o destino pode, eventualmente, ser uma área de alta incidência de doenças virais de fácil contágio como, por exemplo, a parvovirose e a cinomose em cães, ou a rinotraqueíte em gatos. “Ao planejarmos uma viagem, devemos nos certificar de que os animais estejam protegidos pela vacinação”, orienta.

     

    1. Viagem sem enjoo: um problema que impede muitos tutores de viajar com seus pets é o enjoo do movimento em carros ou aviões. “Um dos principais sintomas do enjoo do movimento é o vômito, que causa enorme desconforto. Para prevenir esse sintoma tão desagradável, indicamos Cerenia, que tem duração de 12 horas e deve ser administrado preferencialmente duas horas antes da viagem com um pequeno petisco”, afirma. A Zoetis disponibiliza um vídeo para orientar os tutores sobre o assunto.

     

    1. Cuidado com o verme do coração: viagens para locais como praia e campo precisam de atenção, pois são destinos com incidências maiores do chamado “verme do coração” (dirofilariose). A doença é transmitida por mosquitos e pode levar a óbito, caso não seja tratada. De acordo com o veterinário, para evitar este mal, há remédios especializados, como o ProHeart SR-12, e outros que podem ser aplicados pelo próprio tutor, como o Revolution, da Zoetis. Aliás, o medicamento também protege contra pulgas e carrapatos. 

     

    1. Cuide da segurança: se a viagem for de carro, não deixe o animal solto no veículo. Além de ser perigoso para o pet e apresentar risco de acidentes, essa situação também é passível de multa. “O animal deve viajar em caixa de transporte própria para este fim ou preso ao banco pela coleira própria para viagens. Existem várias opções no mercado tanto para gatos como para cães”, explica Alexandre Merlo.

     

    1. Leve seus brinquedos: alguns animais podem ficar ansiosos com a mudança de ambiente. Para tranquilizá-los, leve seus cobertores e brinquedos preferidos. “Os animais, assim como os seres humanos, levam um tempo para se adaptar ao novo, por isso os objetos familiares podem ajudá-los a diminuir o estresse e tornar a viagem muito mais prazerosa para todos”, conclui o especialista.

     

     

  • Aquário de Ubatuba inaugura tanque novo

    AQUÁRIO DE UBATUBA INAUGURA TANQUE NOVO

     

    O tanque do Costão Rochoso é a nova atração do Aquário de Ubatuba e conta com surpresas interativas

     

    O Aquário de Ubatuba está com uma novidade incrível que pretende agitar essa temporada. O tanque do Costão Rochoso é a nova atração do circuito e conta com surpresas interativas como ondas, sons e oceanografia primorosa. Hugo Gallo Neto, diretor, ressalta que o Aquário sempre busca novidades e trabalha educação ambiental através de experiências únicas. O novo tanque fará com que o visitante tenha uma imersão, além de sensibilizar e se divertir. “Porque, ao contrário do ditado, aqui o que os olhos veem o coração sente e grava para sempre”, complementa o diretor.

    O Aquário de Ubatuba, em período de férias, abre diariamente das 10 às 22h. O endereço é Rua Guarani, 859, Itaguá, Ubatuba/SP. O telefone para contato é (12) 3834-1382.

    Conheça o Aquário de Ubatuba e se encante pelo fundo do mar!

  • Dicas para viajar com animais de estimação

     
     
    Quem tem um bichinho de estimação sabe que o planejamento para uma viagem pode ser complicado, já que deixá-lo sozinho por muito tempo não é de modo algum uma opção.
     
    Embora existam alguns locais que cuidam dos pets por um tempo, optar por levar seu animal para uma viagem pode ser uma experiência incrível para ambos, afirma a Dra. Livia Romeiro do Vet Quality Centro Veterinário 24h.
     
    ITENS BÁSICOS PARA BAGAGEM DO SEU ANIMAL:
    – Coleira e guia
    – Ração em quantidade adequada para período da viagem
    – Potes para água e comida
    – Shampoo de costume e toalha
    – Cama, brinquedos
    – Medicamentos de uso contínuo e para emergências
     
    PREVENÇÃO DE DOENÇAS:
    – O animal deve estar com vacinação e vermifugação atualizadas.
    – Viagens para litoral exigem prevenção contra Dirofilariose ou verme do coração.
    – Viagens para localidade rural exigem prevenção contra pulgas e carrapatos, além de cuidados com berne e picadas de insetos que podem ocasionar reações alérgicas.
    – Consultar Médico Veterinário para maiores informações.
     
    TRANSPORTES:
    A escolha do meio de transporte mais adequado vai depender da distância até o destino final. Viagens longas de carro causam maior estresse ao animal, dê preferência pelo transporte aéreo.
     
    Antes da viagem, seja ela de carro ou avião, evite alimentar o animal para evitar enjôo.
     
    CARRO:
    – O animal deve ser transportado no banco traseiro utilizando cinto de segurança especial para cães ou caixa de transporte adequada (cães e gatos).
    – O ambiente dentro do automóvel deve estar fresco, o excesso de calor pode causar danos irreversíveis à saúde do animal.
    – Em caso de viagens longas, parar a cada 2 horas para oferecer água e passear com o animal.
     
    AVIÃO:
    – Atentar-se as regras de cada companhia aérea quanto ao tipo e tamanho de caixa de transporte necessário, necessidade de sedação do animal, reserva da viagem, documentação necessária para embarque do animal, e lembrar que o número de animais por vôo é limitado.
    – Algumas companhias permitem a viagem do animal na cabine junto com seu dono ao invés de ir no bagageiro, informe-se com a companhia aérea.
     
    DOCUMENTAÇÃO VIAGENS DE CARRO OU AVIÃO:
     
    VIAGENS NACIONAIS:
    – Certificado de vacinação antirrábica para animais com mais de 4meses de idade contendo o nome do laboratório produtor da vacina, lote e validade da vacina. A vacina deve ser aplicada há mais de 30 dias e menos de 1 ano da data da viagem.
    – Atestado de saúde emitido por um médico veterinário, com informações sobre as condições de saúde e se o animal está apto para viajar. O atestado possui validade de 10 dias a partir data de emissão.
     
    VIAGENS INTERNACIONAIS:
    – Certificado Zoosanitário Internacional (CZI) emitido pelo Ministério da Agricultura, gratuitamente, nos aeroportos internacionais. Agendar com antecedência uma consulta para realização dos procedimentos necessários para emissão do documento. O prazo para emissão do mesmo pode passar de 30 dias úteis.
    – Atestado de saúde emitido por um médico veterinário, com informações sobre as condições de saúde e se o animal está apto para viajar. O atestado possui validade de 10 dias a partir data de emissão.
    – Carteira de vacinação atualizada.
    – Documento de comprovação da aplicação do microchip, contendo o número, data da aplicação e localização, devidamente firmada pelo técnico responsável.
    – Alguns países exigem exames e documentos específicos, além de realizarem quarentena na chegada do animal. É importante se informar antes de agendar a viagem.
     
     
     
  • Saiba como cuidar do pet durante a estação mais quente do ano

     

    Dia 21 de dezembro chega o verão e, com ele, o aumento de algumas doenças específicas do clima quente

    Esse é o período do ano em que as férias e o calor formam a combinação perfeita para quem tem pets e quer aproveitar, ao máximo, momentos de diversão em família. Contudo, é nessa época também que os tutores precisam tomar um cuidado especial com a saúde dos pets. 

    A Dra. Fernanda Marques, médica veterinária, membro da Comac (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal) e gerente de Marketing da Vetnil, faz alerta sobre a importância dos tutores redobrarem a atenção, pois o aumento da incidência de determinadas doenças é comum no verão, principalmente daquelas relacionadas à pele: “O tutor deve aderir ao uso de shampoos adequados e desenvolvidos especificamente para cães e gatos. A secagem dos pelos deve ser muito bem feita para evitar o aparecimento de doenças de pele”, explica. A tosa também é bem-vinda nessa época do ano com o intuito de refrescar, mas não nem sempre traz benefícios para todos os tipos de pets. Algumas raças não estão adaptadas às temperaturas tropicais e o tutor deve ficar atento, pois, neste caso, o pelo protege o animal.

    O uso do ar condicionado também é muito comum nesse período, mas, nem sempre é a melhor opção para a saúde do pet. “O ar condicionado ajuda a manter o ambiente agradável, mas pode torná-lo mais seco e a falta de higienização adequada pode acarretar em problemas respiratórios. Por isso, atenção aos olhos: utilize colírio lubrificante para evitar o ressecamento e mantenha a manutenção do ar condicionado em dia”, recomenda a Dra. Marques.

    Para aproveitar esse momento de alegria com a família toda, vale estar ciente de cuidados básicos que precisará dedicar ao seu pet em dois cenários diferentes, como:

     

    Vai ao campo:

    Certifique-se que o local é seguro e fechado;

    Na piscina, acompanhe o pet e não se esqueça de secá-lo bem;

    Tenha certeza que ele está saudável;

     

    Vai à praia:

    Certifique-se que ela é autorizada para a presença de pets;

    Cuida da higiene do pet para que ele se livre da areia;

    Lembre-se de checar a saúde do pet;

     

    Outros pontos de atenção, independente de onde passarão os dias de folga, são:

    Como algumas doenças podem ser transmissíveis, antes de viajar, visite o veterinário para ter certeza de que a saúde do seu animal de estimação está boa e que poderá aproveitar as férias com a família, sem se preocupar com mais nada, só em relaxar e curtir.

  • Sexo na festa da firma: 34% dos paulistas assumiram que já transaram durante a confraternização, segundo pesquisa

    Entre os entrevistados, 87% consideram o evento uma ótima oportunidade para ficar com alguém, de acordo com rede social adulta

    A famigerada “festa da firma” é um dos eventos mais aguardados (e comprometedores) entre funcionários de empresas. Sempre tem aquele que bebe demais, passa vergonha e vira piada; e também tem a turma que aproveita a situação pra jogar xaveco na paquera da mesa ao lado.

    Uma pesquisa feita pelo Sexlog, maior site adulto de relacionamento da América Latina, revelou números surpreendentes sobre o comportamento dos brasileiros nas confraternizações de final de ano.

    Um terço dos respondentes assumiram já terem feito sexo em alguma “festa da firma” e apenas 8% foram pegos “no flagra”. Mesmo assim, 99% não se arrependem e fariam de novo. Dos que não transaram (52%) ou só ficaram nos amassos (14%), 64% confessou só não ter avançado por falta de oportunidade.

     

    Só amigos

    Apesar de acharmos que as pessoas podem ter dificuldade para lidar com a situação depois, 86% disseram que nada mudou na relação profissional depois do sexo, inclusive, 82% relataram uma relação mais íntima. Apenas 1% se demitiu. Talvez seja mais fácil quando acontece com alguém de um departamento diferente do seu, o que aconteceu em 66% dos casos.

     

    Fetiches?

    A pesquisa também revelou que coordenadores, supervisores e gerentes (22%) são os que mais dão aquela escapada da festa para curtir a pegação; seguido de técnicos (20%) e especialistas (16%). Diretores e presidentes representam 10%, enquanto estagiários são 5%.

    Disparado na frente como lugar onde o “fervo” mais acontece está o estacionamento da empresa (39,4%); banheiro (28,6%) e 16,6% já transaram na própria sala. Entre os lugares citados na pesquisa ainda estão escada (13,8%), sala de reunião (10,3%) e copa (4,5%).

    Entre os profissionais, a galera da Administração (14,1%) e Comércio (12,3%) é a que mais assumiu aproveitar a festa para fins, digamos, sexuais. Os de Filosofia, História e Veterinária são os que menos representaram na pesquisa (0,1% cada).

     

    *Participaram da pesquisa online 4.243 pessoas entre os dias 15 e 20 de novembro.