Autor: agitosp

  • A maçã é a fruta ideal para recuperar o corpo

    A maçã é a fruta ideal para recuperar o corpo

    As festas de fim de ano são sinônimo de mesa farta, encontros especiais e, muitas vezes, alguns exageros na alimentação. Passado o período de confraternizações, várias pessoas buscam maneiras naturais e acessíveis de recuperar o equilíbrio do organismo. E é justamente nesse cenário que a maçã ganha protagonismo: rica em nutrientes, fibras e água, é aliada na redução do inchaço. A maçã está presente em todas as regiões do país e se destaca como uma excelente opção para retomar hábitos mais leves e saudáveis. 
     

    Segundo Moisés Lopes de Albuquerque, diretor executivo da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM), o momento também é especialmente favorável para o consumo da fruta, que chega às prateleiras em ótima fase. “A maçã brasileira vive um período de excelente qualidade, com doçura elevada e crocância elevada. E a tendência é que em 2026 seja ainda melhor”, afirma.
     

    Confira as dicas da nutricionista Tatiane Flores para entender como e por que a maçã deve entrar no seu cardápio neste início de ano.
     

    Digestão em dia
     

    Rica em fibras solúveis, especialmente a pectina, a maçã ajuda a regular o trânsito intestinal e a amenizar desconfortos comuns após excessos alimentares. “Depois de períodos com maior consumo calórico, bebidas alcoólicas e refeições pesadas, alimentos ricos em fibras são fundamentais para reorganizar o funcionamento do sistema digestivo, e a maçã é uma das melhores opções naturais para isso”, explica Tatiane.
     

    Desintoxicação natural do organismo
     

    A presença de fibras também favorece a eliminação de toxinas e contribui para a sensação de leveza nessa fase de retomada. Segundo Tatiane, esse efeito está ligado ao papel da pectina: “Ela auxilia no processo de limpeza do organismo e ajuda a regular o colesterol, o que é especialmente útil após períodos de maiores excessos alimentares”.
     

    Hidratação, leveza e reforço da imunidade
     

    A maçã contribui para a hidratação do organismo após dias de celebrações. Além disso, vitaminas e antioxidantes presentes na fruta ajudam a fortalecer o sistema imunológico. “A maçã combina praticidade, nutrição e benefícios reais. É uma fruta que funciona bem como lanche, pré-treino ou até como sobremesa mais leve”, destaca a nutricionista.
     

    Um hábito simples que faz diferença
     

    Além dos benefícios nutricionais, a maçã se destaca por sua presença constante no dia a dia dos brasileiros, um reflexo do esforço de toda a cadeia produtiva. Segundo o diretor executivo da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM), Moisés Lopes de Albuquerque, isso traz impacto direto na saúde. “O consumo regular da maçã ajuda na digestão, oferece saciedade e contribui para uma rotina mais saudável. É uma opção simples, mas muito eficaz para quem quer retomar o bem-estar no início do ano”, afirma.

  •  Prefeitura de São Paulo institui o novo Banco de Ração do Município 

    Iniciativa visa arrecadar e distribuir rações para cães e gatos de protetores, organizações e de famílias em vulnerabilidade

    No início desta semana a Prefeitura de São Paulo publicou o Decreto n° 64.820 de 2025 que Regulamenta a Lei nº 17.580, de 26 de julho de 2021, que institui o primeiro Programa Banco de Ração do Município de São Paulo, com o objetivo de captar e armazenar doações de rações para cães e gatos, bem como promover a sua distribuição, na forma que especifica.

    Foto: ASCOM SESANA

    Com a regulamentação, o Banco de Ração do Município de São Paulo terá suas ações coordenadas pela Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Nutricional e de Abastecimento (SESANA), com suporte técnico em suas operações de pastas municipais como a Secretaria Municipal da Saúde e da Secretaria Municipal Verde e do Meio Ambiente.

    O programa Banco de Ração do Município de São Paulo visa captar e armazenar rações para cães e gatos, além de viabilizar sua distribuição para protetores independentes cadastrados no Programa de Apoio ao Protetor Independente (PAPI), organizações da sociedade civil cadastradas na Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, pessoas ou famílias em estado de vulnerabilidade ou pessoas com transtorno de acumulação de animais. As doações de rações podem ser feitas por estabelecimentos comerciais, atacado ou varejo, indústrias, órgãos públicos e pessoas físicas ou jurídicas. Com a publicação do decreto o projeto começa a tomar forma e já em análise pela assessoria técnica da SESANA para implantação da operação em 2026.

    Banco de Alimentos da Cidade de São Paulo

    Atualmente a cidade de São Paulo possui o Banco de Alimentos Municipal que consiste na captação de alimentos próprios para consumo humano, mas fora dos padrões de comercialização, provenientes de centrais de abastecimento, atacadistas, varejistas, indústrias e doadores diversos. Esses alimentos passam por triagem, seleção e organização, garantindo a qualidade nutricional antes de serem destinados às Organizações da Sociedade Civil (OSCs) que atendem diretamente públicos vulneráveis em toda a cidade. Diariamente, toneladas de frutas, legumes, verduras, grãos e outros itens chegam ao equipamento, evitando o descarte e transformando-se em refeições e oportunidades de cuidado e acolhimento. 

    A iniciativa fortalece uma rede municipal de proteção e promoção social, garantindo que alimentos que antes seriam desperdiçados passem a compor cardápios de instituições que atendem crianças, idosos, pessoas com deficiência, famílias em situação de rua e comunidades em extrema vulnerabilidade. O Banco de Alimentos também atua na educação alimentar e nutricional, promovendo oficinas, orientações e capacitações voltadas ao aproveitamento integral dos alimentos e boas práticas de manipulação.

    O Banco de Alimentos não apenas reduz o desperdício e amplia o acesso à comida de qualidade: ele promove dignidade, fortalece comunidades e contribui para uma cidade mais humana, solidária e sustentável. É uma engrenagem essencial da política de segurança alimentar da capital, que segue servindo de exemplo para o Brasil e para o mundo.

  • Perigos ocultos nas ceias: veterinário alerta para os alimentos proibidos para os pets

    As festas de final de ano se aproximam e nosso paladar já fica aguçado ao pensarmos nas delícias típicas da época, especialmente as receitas que compõem as ceias de Natal e Réveillon. Para muitos responsáveis por pets, esse também é o momento de agradá-los com petiscos que fazem parte da alimentação dos humanos, e até mesmo oferecer as sobras das ceias. Porém, alguns desses alimentos podem representar sérios riscos à saúde dos animais, mesmo que oferecidos em quantidades bem pequenas. 

    Além das sobras das ceias, há uma série de comidas típicas desta época do ano consideradas proibidas para os animais de companhia, conforme orienta Gustavo Quirino, médico-veterinário que atua na equipe de treinamento técnico da Adimax, fabricante de alimentos para cães e gatos: “É importante alertar os responsáveis para não oferecerem uvas, panetone, chocolates, sementes de frutas, castanhas, temperos como cebola e alho, ossos, pois podem provocar diarreia, vômitos, danos ao sistema digestivo e até intoxicação”.

    O veterinário explica por que alguns alimentos típicos das mesas nas festas de fim de ano colocam em risco a saúde dos animais de companhia:

    – o primeiro item da lista de alimentos proibidos é o chocolate, presente em muitas sobremesas, nos chocotones, pois ele contém cafeína e teobromina, substâncias altamente tóxicas para cães e gatos, que podem provocar vômitos, diarreia, convulsões e problemas cardíacos. Para animais mais sensíveis, podem até levar à morte. Vale destacar que o responsável que pensar em oferecer um chocolate mais amargo, acreditando ser menos prejudicial, estará colocando o animal em risco, pois o teor de teobromina é maior;

    – a uva, seja fresca ou passa, é uma das frutas mais perigosas, pois também contém uma substância tóxica aos animais que pode provocar alterações como o aumento da frequência urinária e da ingestão de água, ocasionando lesão nos rins;

    – nozes e castanhas, tão presentes nas mesas festivas, podem ser tóxicas e causar problemas gastrointestinais;

    – temperos como o alho e a cebola, usados em grande parte das preparações da dieta humana, podem atacar as células do sangue dos animais, causando anemia.

    Para quem faz questão de incluir seu pet nas celebrações, Gustavo Quirino sugere: “Enquanto a família celebra na mesa, ofereça uma refeição segura e saborosa para o animal, com opções especialmente desenvolvidas para eles, formuladas com carne selecionada e ingredientes de qualidade. Os alimentos úmidos são uma excelente opção para variar e enriquecer a dieta dos pets em datas especiais”.

  • Pisa da Uva 2026 na Quinta do Olivardo resgata tradição portuguesa em São Roque

    Eventos de janeiro terão programação para crianças e famílias, com colheita, pisa no lagar, menu típico e música ao vivo

    A Quinta do Olivardo anunciou as datas da tradicional Pisa da Uva 2026, uma das experiências culturais mais aguardadas do verão em São Roque (SP). Com inspiração nas antigas celebrações portuguesas, o evento ocorre ao longo de janeiro e promete repetir o sucesso das edições anteriores, combinando gastronomia, música e a vivência do processo artesanal de produção do vinho.

    A programação começa em 10 de janeiro, com a Pisa da Uva para Miúdos, com atividades voltadas especialmente para as crianças. Já as edições voltadas ao público geral acontecem nos dias 17, 24 e 31 de janeiro, reunindo famílias que desejam viver a experiência completa, da colheita ao pisoteio das uvas no lagar.

    No 1º lote, os ingressos custam 498 reais para adultos e 278 reais para crianças de 6 a 10 anos. A experiência inclui colheita e pisa da uva, além de água, vinho e suco de uva à vontade durante todo o evento. O público também poderá aproveitar música portuguesa ao vivo, vale-vinho para retirada na tradicional Festa de São Martinho, menu especial de almoço e de brinde caneca personalizada.

    O cardápio mantém a essência da culinária portuguesa: couvert com pão português, antepasto de beringela, bolo do caco com manteiga de alho e milho frito; bolinho de bacalhau como petisco; salada como entrada; bacalhau à lagareiro e espetada madeirense no prato principal; e o clássico Pastel de Nata da casa como sobremesa.

    Realizada há mais de uma década na propriedade localizada na Estrada do Vinho, Km 4, a Pisa da Uva preserva técnicas tradicionais trazidas pelos colonos madeirenses. Com mais de 8 mil pés de uva plantados em 2 hectares, a Quinta do Olivardo mantém viva a prática de esmagar as uvas a pés descalços, método que, segundo especialistas, extrai mais suco, cor e polifenóis, contribuindo para um vinho de qualidade superior.

    “O método de amassar a uva com os pés agride bem menos as sementes da fruta se comparado ao processo industrial, e isso faz toda a diferença no produto final. Vale muito conhecer essa experiência”, destaca Olivardo Saqui, proprietário da Quinta.

    Além da pisa, o público acompanha apresentações do Rancho Folclórico Típico Madeirense, que leva ao palco danças, trajes e ritmos tradicionais de Portugal, reforçando o caráter cultural da celebração.

    O evento acontece das 11h às 16h e é indicado para todas as idades. Informações e ingressos podem ser obtidos pelo WhatsApp: (11) 9.8856-3222.

    Serviço – Pisa da Uva da Quinta do Olivardo

    Pisa das Crianças
    Quando: 10 de janeiro de 2026
    Horário: das 11h às 16h

    Pisa da Família
    Quando: 17, 24 e 31 de janeiro de 2026
    Horário: das 11h às 16h

    Vendas 1º lote: 498 reais para adultos e 278 reais para crianças de 6 a 10 anos

    Quinta do Olivardo – São Roque
    Funcionamento: segunda a domingo, das 10h às 17h
    Encomendas e informações: WhatsApp (11) 9.8856-3222
    Endereço: Estrada do Vinho, km 4 – São Roque (SP)
    Instagram: @quintadoolivardo

  • Ford Ranger comemora 30 anos no Brasil com recordes

    • Picape celebra o aniversário no mercado brasileiro com mais de 30.000 emplacamentos até novembro e aumento de 30% na produção
    • Ao longo de suas cinco gerações, a Ranger trouxe seguidas inovações para o mercado e tornou-se a referência do segmento
    • A Ranger Híbrida Plug-in, primeira versão eletrificada da linha, tem lançamento programado no Brasil em 2027 

    A Ford Ranger completou 30 anos no mercado brasileiro em 2025 com vários motivos para comemorar. A começar pelo recorde histórico de vendas: as mais de 30.000 unidades emplacadas até novembro representam um crescimento de 9% no ano, comparado aos 3,8% do segmento de picapes médias. Ou seja, mais um ano com desempenho muito acima da indústria e liderança de vendas nas versões intermediárias e de topo, as mais disputadas da categoria. 


    O crescimento na demanda da Ranger no Brasil e outros mercados da América do Sul levou a Ford a investir US$40 milhões este ano no aumento da produção da fábrica de Pacheco, na Argentina, que abastece a região. A capacidade da planta foi ampliada para o recorde histórico de 80.000 unidades anuais, 30% maior que em 2024. 


    Cinco gerações

    Esses números são exemplos do sucesso da picape que se tornou um dos produtos mais importantes da história da Ford no país e segue em constante evolução ao longo de cinco gerações. A primeira Ranger foi lançada nos EUA em 1982, como opção menor e mais econômica que a grande F-150. Inicialmente ela era equipada somente com cabine simples e motores a gasolina. 


    No Brasil, a Ranger foi apresentada oficialmente no Salão do Automóvel de São Paulo em 1994, já na segunda geração. E chegou ao mercado no ano seguinte, nas versões XL com cabine simples e STX com cabine estendida, importada dos EUA. Em 1996, ela começou a ser produzida na fábrica de Pacheco. A terceira geração estreou em 1998 com a opção de cabine dupla e, em 2012, a quarta geração chegou ao país com novo visual e mais tecnologia, agora como um produto global, estabelecendo novos padrões no segmento. 


    A Ranger atual de quinta geração, lançada em 2023 no Brasil como modelo 2024, conquistou os principais prêmios da indústria no Brasil e no mundo e também é destaque em segurança, com cinco estrelas nos testes do Latin NCAP. A Ford usou sua experiência de mais de 100 anos à frente do segmento para a criação dessa nova geração, projetada com o conhecido padrão de engenharia das picapes da marca. 


    Novo padrão

    Com plataforma totalmente nova, chassi maior e mais robusto, a Nova Ranger redefiniu o padrão das picapes médias. No interior, a central multimídia com tela vertical de 12” e acesso sem fio para Android Auto e Apple CarPlay e o câmbio eletrônico E-Shifter são alguns destaques. O motor diesel V6 3.0 que equipa as versões Limited, XLT e XLS, entrega o maior torque da categoria (600 Nm) e um nível inédito de performance, junto com a transmissão automática de 10 velocidades e a inédita tração 4WD. 


    A suspensão, direção e freios também foram aprimorados, refinando a dirigibilidade em todo tipo de terreno. Entre outras tecnologias exclusivas, ela introduziu piloto automático adaptativo com stop & go, assistente de frenagem de ré, monitoramento de ponto cego com cobertura de reboque, câmeras 360° e atualizações over-the-air. A linha dispõe também das versões XL, XLS e Black com motor 2.0 Panther turbodiesel. 


    Em 2023 a linha foi ampliada com a Ranger Raptor, que inaugurou o segmento de picapes esportivas no Brasil. Inspirada nos modelos de competição no deserto, com motor V6 3.0 biturbo de 397 cv, amortecedores de competição Fox e diferencial dianteiro e traseiro blocantes, tornou-se a picape mais rápida e capaz do mercado, com imbatível desempenho off-road. 


    Híbrida Plug-in

    A próxima novidade da Ranger já foi anunciada: a Híbrida Plug-in, primeira versão eletrificada da picape, que será produzida na fábrica de Pacheco e lançada no Brasil em 2027. Entre outros avanços, ela terá um inédito motor flex desenvolvido pela engenharia da Ford no Brasil. 


    A Ranger Híbrida Plug-in tem como proposta oferecer o melhor de dois mundos: a experiência de condução de um veículo elétrico com zero emissões e a autonomia estendida de um veículo híbrido, sem perder a robustez e capacidade da Ranger que os clientes já conhecem, dando sequência ao legado de inovação da picape.

  • Calor extremo é uma ameaça aos pets no verão

    De hidratação reforçada a horários seguros de passeio, veterinária da UVA destaca os principais cuidados para evitar danos à saúde dos animais de estimação



    Com a chegada das altas temperaturas, os cuidados com cães e gatos precisam ser redobrados. Os animais possuem mecanismos diferentes para regular o próprio calor, o que os torna vulneráveis a quadros de hipertermia, queimaduras e até problemas cardíacos quando não há entendimento sobre esse processo. Segundo Cristina Amarante, professora de Medicina Veterinária da Universidade Veiga de Almeida (UVA), compreender essas limitações é o primeiro passo para protegê-los no verão.
     

    “Todos os animais fazem regulação de temperatura, mas cada um com capacidades diferentes. Os cães, por exemplo, têm poucas glândulas sudoríparas e dependem do ato de arfar (aumento da frequência respiratória) para perder calor. Arfar é o mecanismo natural de resfriamento dos cães. Quando respiram de forma rápida e ofegante, eles promovem a perda do calor pela respiração em conjunto com a perda pela água expelida, o que ajuda a reduzir a temperatura interna”, explica a especialista.
     

    Algumas raças sofrem ainda mais. Cães como São Bernardo e Husky Siberiano, adaptados a climas frios, têm mais dificuldade em dissipar o calor, aumentando as frequências respiratória e cardíaca, produzindo mais saliva como forma de compensação. Já os braquicefálicos, como pug, shih-tzu e buldogue francês, e gatos, precisam de cuidado máximo: “Os cães de focinho achatado têm capacidade muito menor de perder calor. Os felinos costumam usar mais o banho corporal com a língua no calor, o que gera mais perda de água, portanto a hidratação deve ser constante, principalmente com o uso de fontes de água corrente para estimular a ingestão de água. Em situações extremas, podem até infartar”, alerta a professora, que compartilha algumas dicas:

    1 – Passeios – horários certos e hidratação reforçada

    No verão, passear nos horários inadequados pode ser extremamente perigoso. A recomendação é antes das 8h ou após as 17h. “Levar o animal para caminhar sob sol forte é submetê-lo ao sofrimento. Ele não tem as mesmas ferramentas que nós para se resfriar”, afirma a veterinária.

    Além disso, as altas temperaturas podem causar queimaduras nas patas, especialmente em pisos como asfalto. Protetor solar específico para pets deve ser aplicado no nariz, orelhas, ou outras áreas com menos pelos e mais expostas ao sol. O tutor deve evitar coleiras com partes metálicas, que podem aquecer e queimar a pele do animal.

    A hidratação também merece atenção. Água fresca e até gelada deve estar sempre disponível, de preferência em recipientes de barro, aço inox ou alumínio, que ajudam a manter a temperatura. Água de coco é bem-vinda e pedras de gelo podem ser oferecidas.

    Se o animal precisar usar focinheira, o tutor deve garantir que o modelo permita a abertura da boca, essencial para que o cão possa arfar e controlar o calor.

    2 – Em casa, ambiente fresco e banhos moderados

    Dentro de casa, o ideal é garantir que o animal fique em locais sombreados e ventilados. A troca frequente da água e sua temperatura ideal, é fundamental, assim como observar se a área onde o pet permanece não recebe sol direto ao longo do dia.

    Os banhos devem ser espaçados: a cada 15 dias é suficiente. “O excesso de banho remove a camada de gordura natural da pele, que é protetora”, explica a professora. Manter o pelo aparado, em raças muito peludas, também pode ajudar na regulação térmica.

    A alimentação tende a diminuir no calor, o que é esperado. O ato de digerir os nutrientes gera energia e, consequentemente, mais calor, portanto, não é incomum que os animais comam menos durante os dias mais quentes.

    3 – Atenção aos sinais de perigo

    Qualquer alteração nas patas, como vermelhidão intensa, deve ser avaliada imediatamente por um veterinário.

    Para Cristina Amarante, o mais importante é que os tutores mantenham atenção constante: “Quando falamos em calor, responsabilidade do tutor é determinante. Os animais dependem de cuidados simples, mas constantes, para evitar hipertermia e outras complicações. Vigilância e prevenção são fundamentais”.

  • Saiba como proteger os pets dos fogos de artifício

    Médica veterinária da Petz dá dicas para cuidar dos animais de estimação durante a queima de fogos

    Os fogos de artifício podem assustar bastante os animais de estimação, principalmente porque sua audição é muito mais sensível do que a nossa. Durante as festas de fim de ano, a queima de fogos pode se tornar um problema, pois muitos animais acabam se machucando, ficam presos em janelas ou portões, fogem de casa e até correm o risco de se enroscar na coleira. Por isso, é importante que o tutor conheça técnicas que ajudem a acalmar o pet e a transmitir uma sensação de segurança até que a queima de fogos termine.

    Confira abaixo algumas dicas para proteger os pets durante a queima de fogos de artifício  

    Não deixe o pet sozinho 

    É importante que o pet não fique sozinho em momentos de barulho muito forte, como no caso dos fogos. Se ele estiver solitário, vai se sentir em perigo e pode tentar escapar de casa, podendo provocar acidentes graves. “A presença do responsável também é fundamental para pets com epilepsia ou doenças cardíacas e pulmonares, já que o barulho pode ser um gatilho para uma crise convulsiva ou agravar quadros clínicos. Com o tutor por perto, o reconhecimento dos sinais de piora e o socorro adequado acontecem de forma muito mais rápida”, explica Camila Canno Garcia, médica veterinária da Petz.  

    Crie um ambiente seguro 

    Promover um ambiente próprio para o pet ficar durante a queima de fogos pode ser útil para acalmá-lo. O local pode ajudar a passar a sensação de segurança e assegurar ao pet que o barulho está do lado de fora, longe dele. O lugar pode ser um quarto com portas e janelas bem fechadas e cortinas, por exemplo. De acordo com a veterinária, a adaptação do local pode ser feita alguns dias antes. O responsável pode colocar alguns petiscos, comida, brinquedos e até feromônios para atrair o animal e tornar o cantinho mais agradável. Além disso, manter uma atitude positiva pode ajudar a acalmar o pet, já que o comportamento dos responsáveis reflete diretamente no comportamento do animal.  

    Avalie a necessidade de medicação 

    Algumas medicações podem ajudar a acalmar os pets mais agitados, deixando-os mais tranquilos para se acostumarem com o barulho. “Existem várias alternativas de medicamentos para esses casos, mas é preciso ter cuidado. É crucial que o responsável consulte um veterinário de confiança para que ele possa avaliar a melhor opção, de acordo com o caso, saúde e individualidade do pet”, explica Camila. 

    Acostume o pet aos barulhos altos

    Uma técnica que ajuda muito a acalmar os pets é acostumá-los aos barulhos mais altos. Segundo a veterinária, o ideal é expor o animal a vídeos e programas de TV com barulhos altos, como os de fogos ou trovões, para ir dessensibilizando o animal ao longo do ano, mas isso não se dá de um dia para o outro. Nesses momentos, dê carinho, petisco e brinque com o pet, para que ele comece a associar ruídos altos com momentos gostosos e prazerosos ao seu lado.

  • Escape 60′ sugere atrações diferentes para aproveitar as férias escolares

    Com nova unidade nos Jardins e mais de 30 salas temáticas disponíveis, a marca se destaca como opção de lazer interativo e fora do óbvio para os meses de dezembro e janeiro

    Encontrar uma programação que agrade adolescentes, crianças e adultos ao mesmo tempo é o principal desafio das férias de verão. Fugindo do óbvio, o Escape 60’, marca pioneira no desenvolvimento de jogos de fuga presenciais e on-line no Brasil, se posiciona neste mês de dezembro como o destino ideal para quem busca experiências imersivas e cinematográficas na capital paulista.

    Com a recente inauguração da unidade nos Jardins, a marca amplia seu leque de possibilidades, oferecendo infraestrutura completa em um dos bairros mais vibrantes da cidade. A nova casa se junta aos outros quatro endereços em São Paulo, totalizando um portfólio de mais de 30 salas temáticas. A proposta é simples e desafiadora: trancados em um ambiente cenográfico, os participantes têm 60 minutos para desvendar enigmas, descobrir passagens secretas e cumprir a missão.

    Mais do que um jogo, as salas são desenhadas para serem vivências sensoriais. A nova unidade nos Jardins traz ainda um diferencial de inclusão turística: salas preparadas para atender em inglês e espanhol, facilitando a diversão de turistas que aproveitam a efervescência cultural de São Paulo no verão.

    A localização privilegiada das unidades permite que o público transforme a visita em um passeio completo, aproveitando a proximidade com polos gastronômicos e culturais. É a oportunidade perfeita para desconectar do digital e reconectar com a família e amigos por meio da diversão inteligente.

    Algumas atrações:Bob Esponja e o Sumiço de Gary (4 a 10 pessoas) – Unidade Jardins

    Em um lindo dia ensolarado, Bob Esponja acordou com um susto ao perceber que Gary, seu querido caracol de estimação, havia desaparecido e nem havia sido alimentado! Desesperado, Bob Esponja pediu ajuda aos seus amigos e saiu em uma busca frenética, explorando cada canto da Fenda do Biquíni. De repente, Patrick o lembrou de um pequeno detalhe: Bob esqueceu de vasculhar a sua própria casa. Agora, o grupo possui apenas 60 minutos para encontrar Gary. Afinal, sem comida, ninguém sabe o que poderá acontecer! 

    Bruxa do 71 e o sumiço do Chaves (4 a 10 pessoas) – Unidade Henrique Schaumann

    As crianças estavam brincando no pátio, quando ouviram a Bruxa do 71 gritando bem alto: “Satanás! Onde está Satanás?” A curiosidade superou o medo e Chaves decidiu invadir para bisbilhotar a casa da bruxa, mas desapareceu misteriosamente. Desesperado, Quico jura que viu seu amigo ser transformado em triciclo! Agora o grupo possui apenas 60 minutos para entrar na casa da Dona Clotilde e reverter o feitiço.

    A ilha dos dinossauros (4 a 8 pessoas) – Unidade Tatuapé

    Após um grave acidente nas instalações da Dino Genetics, todos os dinossauros foram soltos na Ilha Jurássica e os paleontólogos responsáveis pela empresa ficaram presos em um dos laboratórios espalhados pelo local. Agora, a missão é acionar o plano de emergência, ativando as cercas elétricas da área e evitando a fuga dos gigantescos animais pré-históricos. Caso não consigam concluir o desafio em até 60 minutos, o grupo será cruelmente devorado pelos dinossauros e o mundo entrará em uma nova era jurássica! 


    Cidade fantasmas: A origem do mal (2 a 10 jogadores) – Unidade Vila Olímpia 

    Durante uma viagem em família ao interior da Escócia, foi necessário realizar uma parada emergencial em Thornhill, uma cidade fantasma esquecida pelo tempo. Enquanto vocês se preocupavam em consertar o carro, Howard, seu sobrinho mais novo, se perdeu entre as casas abandonadas. O desespero se mistura aos calafrios. A sinistra cidade parece causar ilusões e vultos são avistados por toda parte.



    Missão impossível: O código final  (4 a 8 jogadores) – Unidade Moema


    Os remanescentes dos Apóstolos e da Entidade se juntaram para criar Ignis, uma inteligência artificial criada para promover a paz mundial. A máquina, no entanto, concluiu que o maior obstáculo à paz é a própria humanidade. Em 60 minutos, o grupo deve invadir o centro de inteligência, descobrir os detalhes do plano e neutralizar a ameaça antes que seja tarde demais.

    O Escape 60’ é a escolha ideal para reunir a turma e se divertir a valer. O valor é a partir de R$129,99 por pessoa e a quantidade de jogadores varia de acordo com a atração, podendo ter até,  no máximo 12 pessoas. Para jogar, basta entrar no site e efetuar a reserva. 

    Serviço: 

    Escape 60’ Jardins 

    Endereço: Rua Augusta, 2499 – Jardins, São Paulo – SP, 01413-100

    Tel.:  (11) 3064-4896

    Whatsapp: 11 4306-9377

    Escape 60’ Henrique Schaumann

    Endereço: Rua Henrique Schaumann, 717 – Pinheiros – São Paulo/SP

    Tel.: (11) 3061-1911

    Escape 60’ Vila Olímpia

    Endereço: Rua Baluarte, 18 – Vila Olímpia – São Paulo/SP

    Tel.: (11) 3842-9066

    Escape 60’ Moema

    Endereço: Al. dos Jurupis, 1.479 – Moema – São Paulo/SP

    Tel.: (11) 5042-0064

    Escape 60’ Tatuapé

    Endereço: Rua Serra de Bragança, 658 – Tatuapé, São Paulo

    Tel.: (11) 2092-6799

    Tel.: (11)2092-7811

    Unidade Escape 60’ Campinas 

    Endereço: Rua José Pires Neto, 346- Cambuí, Campinas – SP, 13025-170

    Tel.:  19 3255-1395

  • Tutores devem ter atenção redobrada com pets nas festas de final do ano


     Fogos, calor, alimentos perigosos e rotina intensa podem causar estresse em cães e gatos


     As comemorações de Natal e Réveillon costumam reunir família, amigos e muita animação, porém, para os pets, o período pode trazer desafios, desde fogos de artifício até alimentos perigosos. Por isso, a Special Dog Company, com mais de 20 anos de experiência em nutrição de pets, reuniu orientações importantes para garantir que cães e gatos passem pelas datas comemorativas com segurança e bem-estar. 

    Um dos principais pontos de atenção é o uso de fogos de artifício, cujo barulho pode causar medo intenso, tremores e até tentativas de fuga. A recomendação é acomodar o pet em um ambiente seguro, fechado e confortável, com itens familiares, como mantinhas e brinquedos. O uso de algodão no ouvido pode ajudar a reduzir o impacto do som, mas nunca deve substituir a supervisão.

    “Com o ambiente mais agitado e o aumento de barulhos característicos da época, muitos pets ficam mais sensíveis. Por isso, é fundamental que as famílias se antecipem e preparem a casa para que eles se sintam protegidos e tranquilos”, afirma Katiani Venturini, Coordenadora do Centro de Pesquisas da Special Dog Company.

    A decoração natalina também merece cuidado. Árvores, luzinhas e enfeites chamam a atenção dos animais, especialmente dos mais curiosos. Objetos engolidos podem causar desde ferimentos na boca até complicações intestinais graves, e fios elétricos representam risco de choque. Por isso, é importante manter a decoração fora do alcance de cães e gatos sempre que possível. 

    O fluxo maior de visitas, comum nesta época, também pode ser um desafio. Alguns pets não lidam bem com a presença de pessoas desconhecidas e podem demonstrar sinais de estresse, se esconder em lugares difíceis de serem encontrados ou até mesmo, fugirem de casa na tentativa de se esquivarem dos incômodos. É mais que um dever garantir que eles tenham um espaço tranquilo para se recolher quando necessário é uma forma simples de evitar desconfortos.

    Outro ponto crítico é o calor. Com as altas temperaturas do verão, torna-se essencial prevenir a desidratação, oferecendo água fresca regularmente e mantendo o animal em locais sombreados e ventilados. Pisos frios ajudam a refrescar, assim como alternativas práticas, como “sorvetinhos” feitos com sachê congelado. “É no verão que observamos um aumento de casos de desidratação e hipertermia. Pequenas atitudes, como oferecer água gelada com mais frequência e evitar exposição prolongada ao sol, fazem muita diferença no bem-estar dos animais”, reforça Katiani.

    Para quem vai viajar de carro com o pet, é fundamental garantir o transporte adequado, utilizando caixas de transporte compatíveis com o tamanho do animal. A orientação é evitar alimentá-lo até duas horas antes de pegar a estrada para prevenir enjôo, além de realizar paradas para hidratação e necessidades fisiológicas. Sempre que possível, é preferível viajar nos horários mais frescos do dia.

    Além dos cuidados que devem ser adotados, há práticas que precisam ser evitadas. Uma das mais importantes é oferecer comida da ceia aos pets. Itens comuns nas festas, como chocolate, uva-passa e pratos temperados com cebola e alho, são tóxicos para cães e gatos e podem causar intoxicação grave. 

    Também é fundamental redobrar a atenção com bebidas alcoólicas deixadas em mesas ou copos baixos, que podem ser ingeridas acidentalmente pelos animais. Outra recomendação é evitar o uso prolongado de roupinhas natalinas, que podem causar desconforto e aumentar a sensação térmica, o ideal é usá-las apenas para fotos rápidas. 

    O mesmo vale para plantas decorativas, como a poinsétia (bico-de-papagaio), muito popular no Natal, mas tóxica para pets. Em caso de ingestão ou contato com a seiva, podem surgir sintomas como vômito, salivação e tremores. Nessas situações, a orientação é procurar atendimento veterinário imediatamente.

    Com alguns ajustes simples na rotina e na preparação do ambiente, é possível garantir que as festas sejam celebradas com segurança e bem-estar para toda a família, incluindo os bichinhos.

  • Fim de ano não pode ser o fim de uma vida

    Fim de ano não pode ser o fim de uma vida: fogos, estresse e riscos invisíveis para cães e gatos

    Veterinária alerta para os impactos das festas de fim de ano nos animais de estimação e reforça importância da prevenção antecipada

    Enquanto a chegada do fim de ano é sinônimo de celebração para muitas pessoas, para cães e gatos ela pode representar um momento de medo intenso, desorientação e até risco de morte. Apesar da proibição ou restrição de fogos de artifício com estampido em diversas cidades brasileiras, a prática ainda persiste e traz consequências graves para os animais. Além do barulho extremo, há mudanças de rotina, agitação, luzes intensas, cheiros diferentes e um ambiente geralmente pouco previsível para os pets.

    A médica-veterinária Farah de Andrade, consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, explica que a audição de cães e gatos é muito mais sensível do que a dos humanos. Enquanto ouvimos até 20.000 Hz, os cães captam frequências de 60.000 Hz e os gatos, até 85.000 Hz. Na prática, isso significa que os sons dos fogos são percebidos como explosões intensas, abruptas e ameaçadoras. “A gente celebra, mas eles não entendem. Para um pet, fogos são ameaça, não comemoração. E se o fim de ano termina com trauma ou morte, estamos celebrando o quê?”, questiona.

    Segundo a veterinária, a exposição a esses estímulos pode desencadear tremores, tentativas de fuga, agressividade, convulsões, automutilação, intercorrências em pacientes com comorbidades e até óbito. 

    Prevenção é a chave

    A recomendação da especialista é que os tutores não deixem para agir na última hora. “O ideal é começar o preparo com dias de antecedência. Isso inclui desde a dessensibilização sonora até a avaliação veterinária para identificar o nível de ansiedade do animal”, explica Farah.

    A dessensibilização sonora consiste em acostumar gradualmente o animal a sons semelhantes aos dos fogos, sempre os associando a experiências positivas, como brincadeiras, petiscos e carinho. Ainda assim, uma consulta com o médico-veterinário é indispensável para avaliar o grau de ansiedade do animal e considerar a indicação de medicamentos naturais ou controlados. 

    Florais de Bach, nutracêuticos e fitoterápicos, como valeriana, kawa-kawa, passiflora, L-triptofano e melatonina são algumas opções naturais com ação calmante que podem ser manipuladas em formatos facilitados, como biscoitos, glóbulos ou molhos saborizados.

    “Animais muito ansiosos, ou com condições clínicas específicas, podem precisar de medicamentos controlados. Nesse caso, a manipulação é uma alternativa segura porque permite adequar a dosagem com precisão ao peso do animal e ao tempo de uso, além de facilitar a aceitação com formas farmacêuticas palatáveis, especialmente importantes no caso dos gatos”, complementa Farah.

    No dia da celebração, manter o pet dentro de casa, em local seguro e tranquilo, com portas e janelas fechadas e acesso a itens familiares, como brinquedos e roupas com o cheiro do tutor, além do uso de difusores com feromônios sintéticos no ambiente (mas fora do alcance dos animais) ajuda a minimizar o impacto. Sons ambientes, como TV ou música, também auxiliam a disfarçar o ruído dos fogos. Se possível, o ideal é que o animal não fique sozinho, já que a presença do tutor transmite segurança e pode reduzir o nível de estresse.

    Festas, comida e decoração: perigos nem sempre conhecidos

    Além do barulho, os tutores devem estar atentos a outros perigos comuns nessa época do ano. Decoração natalina com fios elétricos, enfeites pequenos e plantas tóxicas, como a flor-de-natal, representam riscos de intoxicação, choques ou obstruções. A ceia também é um ponto de atenção: alimentos como uvas e uvas-passas, carambola, chocolate, cebola, alho e restos de ossos podem causar desde problemas gastrointestinais até insuficiência renal aguda, anemia hemolítica e engasgos graves.

    “Muitos tutores oferecem um pedacinho de comida como forma de carinho, mas desconhecem os riscos. Um pet intoxicado por algo da ceia é mais comum do que se imagina, e geralmente acontece por acidente ou desinformação”, alerta a veterinária.